Título original: (Fracture)
Lançamento: 2007 (EUA)
Direção: Gregory Hoblit
Atores: Anthony Hopkins, Ryan Gosling, David Strathairn, Billy Burke.
Duração: 112 min
Gênero: Ficção
Status: Arquivado
Willy Beachum (Ryan Gosling) é um jovem e ambicioso promotor público, que está no melhor momento de sua vida profissional. Ele tem 97% de vitória nos casos em que atuou e está prestes a assumir um cargo na famosa agência Wooton Sims. Porém, antes de deixar o cargo de promotor ele tem um último desafio pela frente: Ted Crawford (Anthony Hopkins). Após descobrir que sua esposa o estava traindo, Ted a matou com um tiro na cabeça. Parecia um caso simples, já que era um crime premeditado e com uma confissão clara, mas Ted cria um labirinto complexo em torno do caso de forma a tentar sua absolvição.
B.Boy Jc em 10/09/2011
Por tantos comentários positivos e elogios que fizeram aqui no site eu fui ver o filme... fiquei um pouco decepcionado, esperava bem mais...
wesleyaxe em 03/08/2011Nota: 10
Filmaço perfeito e bem bolado, como mestre Anthony Hopkins e Ryan Gosling dando show de atuação, recomendo esse filme!
Rafinha em 02/06/2011Nota: 8
Excelente filme!
É uma maravilha ver a vanguarda Anthony Hopkins juntamente com a nova geração Ryan Gosling, atuando juntos e nos resultando em um otimo trabalho
Para quem gosta de suspense recomendado !
Neo2011 em 21/05/2011
Ótimo fime de suspense, engenhoso e que prende atenção do inicio ao fim. Só não entendi a ficha aí em cima que o classifica como "ficção" (embora seja); suspense é o correto.
Douglaslife em 02/03/2011Nota: 9
É um filme acima da média, alguns surpresas bem interessantes.
Saber aquele filme que você acha que saber o que vai acontece mas não acontecer!
Recomendo!
Eliana em 21/07/2010
Fiquei frustrada ao terminar de assistir este filme. Roteiro fraquíssimo, cheio de furos, uma guerra entre duas mentes inteligentes mas que não emociona, não intriga, não desperta o espectador. E porque??? Pela simples frieza do próprio roteiro, que nada teve de original. Filme monótono, nem as cenas de adultério e nem a cena da tentativa de assassinato conseguem fazer com que se "respire" um pouco mais fundo. Tudo previsível e final cretino, pois se houvesse uma continuidade, poderíamos ter a chance de sentir um pouco de emoção durante o novo julgamento de Ted e quem sabe, pudéssemos acabar gostando um pouco do filme. Será que ele seria condenado? Muito longe de ser um filme de mestre. Anthony Hopkins fez, simplesmente, bem o seu papel e foi, de vez em quando, usando o piloto automático(como alguém aí em cima disse). Porque esse tipo de personagem ele já faz até dormindo. É filme que se esquece.
Marcos Josian em 26/02/2010Nota: 3
Inteligente, calmo e manipulador. Um Clime de Mestre, a trama pode ser simples, mas cada movimento das peças rende nova surpresa.
Ana Cristinaa em 18/01/2007Nota: 5
Adorei o filme! O Ator é maravilhoso, e a história muito bem desenvolvida. Por fim, apesar de todos nós sabermos que ele matou a esposa, acabamos torcendo por ele. E é incrível como a ironia do personagem consegue tornar o filme instigante e engraçado ao mesmo tempo. Boa história. Boa produção. Ótimas interpretações... Enfim, ótimo filme.
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR em 02/01/2007Nota: 3
Não há como negar. A figura do psiquiatra canibal está "colada" à do ator Anthony Hopkins. Mais uma vez será ele o artífice do crime que pretende ser perfeito. Ele interpreta um inventor milionário, Ted Crawford, que descobre que sua esposa, bela e jovem, está tendo um caso extra-conjugal com um policial de Los Angeles. A armadilha criada por Ted é arguta: vai até o hotel em que a sua esposa desfruta do seu amor proibido, entra sorrateiramente, troca o revólver do policial pelo seu próprio (que é da mesma marca); vai, em seguida para a sua residência, aguarda a chegada da esposa e atira na face posterior do crânio da mesma. Ted não sai da sua casa, fica aguardando a chegada da polícia. Adivinhem quem será o policial destacado a comandar a operação. Aqueles que jogaram as suas fichas no amante da esposa, acertaram. E não é que Ted recusa-se a ter como defensor um advogado do governo do estado da California; sua defesa ficará a encargo dele próprio. Do outro lado do ringue, digo da sala de julgamento, ficará Willy Beachum (Ryan Gosling, que concorreu ao Oscar de melhor ator pelo soberbo "HALF NELSON", cuja tradução que eu saiba ainda é desconhecida), promotor público com anseios a se juntar a um grande escritório de advogados. Nos Estados Unidos os profissionais liberais fazem caminho inverso aos dos brasileiros: o serviço público serve de trampolim para o privado. A grande batalha é travada entre as mentes de Ted e de Willy. Numa entrevista com Willy, Ted revela que quando era garoto seu pai o colocava para avaliar os ovos. E desde cedo, Ted conseguia ver as fissuras ("fractures", título do filme em inglês) na superfície de cada ovo. Em outras palavras, todos os seres humanos têm imperfeições. O desfecho do filme é simplesmente absurdo. A solução de continuidade do filme fica então prejudicada, além de inconcebível, pois mentes tão brilhantes não cometeriam erros tão crassos. Não entrarei em detalhes para não estragar o prazer da descoberta de vocês, caros leitores.
fui o 1º a comentar deste filme aqui quando vi o trailer no cinema e que fiquei na espera. ...
por rmac, 13/02/2012 às 10:28
Adorei o filme, achei um pouco confuso, mas no desenrolar do filme, fui entendo e achando a ...
por Cilânia, 13/02/2012 às 10:10
Bom suspense, uma história sustentável, porém, dirigida com mão pesada e sem nenhuma sut...
por ADEMAR, 13/02/2012 às 09:57
BESTEIROL em alto estilo. Uma apologia do mau-caratismo, levando-nos a acreditar que ser MAU...
por ADEMAR, 13/02/2012 às 09:22