Título original: (C.R.A.Z.Y.)
Lançamento: 2005 (Canadá)
Direção: Jean-Marc Vallée
Atores: Michel Côté, Émile Vallée, Marc-André Grondin, Danielle Proulx.
Duração: 127 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
No dia 25 de dezembro de 1960, Zachary Beaulieu vem ao mundo. É o 4º entre 5 irmãos, todos meninos. A infância de Zachary é marcada pelos aniversários natalinos em que seu pai (Michel Côté), invariavelmente, encerra a festa imitando Charles Aznavour. Sua adolescência traz a descoberta de uma sexualidade diferente e sua negação profunda para não decepcionar a família. E a maturidade, enfim, chega com uma libertadora viagem mística por Jerusalém, a cidade que sua mãe sempre sonhou conhecer.
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Anna Chilli em 20/09/2011
Deveria ser indicado aos pais. Esse filme como se diz "vai bem fundo na ferida" ... Nunca um tema tão manchado como conflito familiar, rendeu tanto :) . Quantas vezes eu tiver a oportunidade de assisti-lo , farei :)
Danilo em 04/01/2005Nota: 5
Arrebatador. É a metalinguagem do amor. O filme não nos convida só a reflexão do significado do amor e seu bucolismo intrínseco, mas também à incursão pelos sentimentos que polarizam o mesmo amor; o amor humano: ódio, paixão, remorso, gratidão, medo, solidariedade etc. Um filme sensível, engraçado e magistralmente comovente. Cartilha obrigatória a pais educandos.
Felipe em 08/01/2005Nota: 5
Acredito que um filme não deva girar em torno de um problema só, e CRAZY é exatamente isto: ele nos mostra vários níveis de conflito, incluindo suas causas, motivações e consequências, não ficando restrito somente ao fato de Zac ser incompreendido por ter tenências homossexuais. Além de ser imageticamente impactante, com a recriação histórica impecável e roteiro que não deixa a peteca cair (exceto nos momentos de Jerusalém, mas pelo resultado final, está perdoado), C.R.A.Z.Y., ousa transpor a figura da super mãe (muito comum em filmes e na própria realidade) para o pai, que demonstra ser também a grande figura materna desta família tão particular. C.R.A.Z.Y. é muito crível mesmo nos seus momentos mais surreais e tem uma estética aconchegante, não é pesado e nem didático. Muito bom mesmo!
Alessandro em 07/01/2005Nota: 5
É impossivel assisti-lo e não se indentificar em pelo menos em uma cena, trata de forma sutil, delicada e verdadeira, sem apelos sensacionalistas que são a maioria do gênero.Todos os pais deveriam assistir para tentar compreender melhor o universo gay de um filho.
Zé Márcio em 14/01/2005Nota: 5
Fabuloso!! Direção, roteiro, atores, tudo impressiona. Mas talvez o crédito maior deva ser dado a trilha sonora, que se encaixa gerando cenas "mágicas"! São os anos setenta em sua plenitude!
Celso em 12/01/2005Nota: 5
Dizer que a principal temática desse belo filme é o homossexualismo e o conflito de um jovem com essa descoberta seria diminuir sua grandeza e beleza. O diretor e os atores nos trazem o melhor de si para contar essa estória simples e cotidiana, ao mesmo tempo que de um alcance superior ao da maioria dos filmes que se propõem a equilibrar beleza e simplicidade. Simplesmente excelente.
Erika Liporaci, Colunista em 02/01/2005Nota: 4
Zachary, quarto de cinco irmãos, nasceu no dia 25 de dezembro. Seus aniversários começam com a Missa do Galo e sempre se confundem com o Natal. O filme acompanha duas décadas da vida de Zachary e sua bizarra família: as festas sempre pontuadas pela bisonha imitação que o pai insiste em fazer de Charles Aznavour, as brigas entre irmãos e, principalmente, sua angústia por ter, desde pequeno, tendências homossexuais que ele reprime com todas as forças. Premiado como melhor filme canadense no Festival de Toronto de 2005. Uma sensível e engraçada história de autodescobrimento, onde o próprio protagonista pontua seus momentos mais marcantes - desde o dia do nascimento até a idade adulta. Nessa jornada acompanhamos suas desilusões infantis, sexualidade reticente e seu caminho para conquistar não apenas o respeito dos pais e irmãos, mas também para se destravar e aceitar com a cabeça as escolhas que já fez há tempos no coração. É doloroso constatar que, numa família onde ninguém parece normal, sempre se elege um coitado para receber a descarga das frustrações de todos os demais. E o grande acerto do filme é nunca perder de vista o tom irônico: todas as vezes que a história ameaça resvalar um pouco para o dramalhão, logo dá uma virada bem-humorada. Outro detalhe muito legal é a caracterização das diferentes épocas, bem demarcada pelas mudanças não apenas no visual mas também no gosto musical do protagonista.
Ana Lúcia Luza em 09/01/2005Nota: 5
Ótimo, simplesmente adoreiiiiiiii, deixou um gostinho de quero mais.Este é um daqueles filmes que a gente só sai do cinema quando terminaram os créditos, e fica com ele na cabeça por dias... Aí a gente pode dizer que valeu! Maravilhoso e tocante!
Bruno Merlin em 10/01/2005Nota: 2
Filme rotineiro, com personagens batidos como o pairepressor e o jovem tentando se descobrir. O diretor se atropela todo para explicar os dramas da família e conclui o filme de forma óbvia. Ponto alto é a trilha sonora e a relação da música com a vida dos personagens.
Marcelo Luiz Nascimento em 05/01/2005Nota: 5
O esforço dos brilhantes atores e do diretor para levar às telas o que pode vir a acontecer em qualquer família é impressionante. Aliás, graças a este esforço que "C.R.A.Z.Y." deixa de ser um filme convencional e se torna um cult onde a proposta é mostrar o lado humado daqueles que lutam para ser verdadeiramente aceitos. Mostrar como é difícil ter falhas e lutar contra elas. Mostrar que ser perfeito pode ser impossível, mas mesmo assim devemos lutar para ser um bom exemplo de pessoa.
Tem uma estória legal, e segue um ritmo interessante esse filme, mas o melhor de tudo mesmo...
por wesleyaxe, 10/02/2012 às 23:19
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
Mesmíssima coisa! Antes de assistir já imaginava que era tipo, "um filme pra mim"...
por Letícia, 10/02/2012 às 22:21
Se tiver tempo, assista.. Mas não espere muito deste filme.
por CinemaAdoro, 10/02/2012 às 20:45
Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban
Um dos melhores, apesar da bilheteria, que foi a pior. Gostei do 5, também.
por CinemaAdoro, 10/02/2012 às 20:44