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O Poder Vai Dançar

titulo original: (Cradle Will Rock)

lançamento: 1999 (EUA)

direção: Tim Robbins

atores: Hank Azaria , Rubén Blades , John Cusack , Cary Elwes , Philip Baker Hall

duração: 109 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Cradle Will Rock
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 49 min
  • ano de lançamento:1999
  • site oficial:http://www.cradlewillrock.com
  • estúdio:Touchstone Pictures
  • distribuidora:Buena Vista Pictures
  • direção: Tim Robbins
  • roteiro:Tim Robbins
  • produção:Lydia Dean-Pilcher, John Kilik e Tim Robbins
  • música:David Robbins
  • fotografia:Jean-Yves Escoffier
  • direção de arte:Richard Hoover e Peter Rogness
  • figurino:Ruth Myers
  • edição:Geraldine Peroni
  • efeitos especiais:

imagens - 9

O Poder Vai Dançar O Poder Vai Dançar O Poder Vai Dançar O Poder Vai Dançar O Poder Vai Dançar O Poder Vai Dançar O Poder Vai Dançar O Poder Vai Dançar O Poder Vai Dançar

sinopse:

Os Estados Unidos entram na década de 30 mergulhados na Grande Depressão. Para construírem seus arsenais Alemanha e Itália, ainda sem serem inimigos dos americanos, adquirem petróleo, borracha e aço de companhias americanas. Porém os trabalhadores não têm jornadas de quarenta horas semanais, salário mínimo e assistência médica, assim percebem a necessidade dos sindicatos e surgem greves, que fecham indústrias inteiras. O governo então inicia o WPA (Works Progress Administration), um programa variado e ambicioso para gerar empregos. Uma das divisões da WPA é o Projeto do Teatro Federal, que leva teatro de baixo custo a milhões de americanos. Em Nova York, no outono de 1936, enquanto a Itália de Benito Mussolini invade a Abissínia (Etiópia) e Adolf Hitler fortalece seu poder, os Estados Unidos começam a se recuperar dos tempos difíceis, com empregos gerados pelo governo, mas ainda há muita pobreza e falta de emprego. Isto cria uma instabilidade política, assim quando está se montando "Cradle Will Rock" gradativamente a peça vai assustando os setores mais conservadores, fazendo este aparente problema chegar até Washington até a peça ser censurada, no dia da sua estréia. Paralelamente Nelson Rockefeller (John Cusack) se mostra imbuído do mesmo radicalismo conservador ao dispensar os serviços de Diego Rivera (Rubén Blades), um pintor mexicano que estava pintado um belíssimo mural no Rockefeller Center mas, como o rosto de Lenin estava na pintura, foi motivo para o magnata destruir o painel por completo.

elenco:

comentários

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Josmar Toscano
02/01/2001
nota:Rate07
O filme conta com um elenco maravilhoso,principalmente Emily Watson, que está muito bem. A direção de Tim Robbins também éalgo que se destaca. Mas é só... A história em si é muito lenta e se não fosse pelasmúsicas e pela ambientação da época, seria um filme bastante entediante."
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Francisco Russo
03/01/2001
nota:Rate09
Nossa, que filme! TimRobbins a cada filme que dirige consegue se superar em relação aos seus trabalhosanteriores. "Cradle Will Rock" fala de perseverança, de lutar pelo queacredita, de desespero e, principalmente, do início do macarthismo americano (quando naverdade ele ainda nem existia), a verdadeira caça aos comunistas (ou supostamentecomunistas, em muitos casos), ocorrida na época da Grande Depressão.O filme em muito lembra "Magnólia", apesar de não ser tão bom quanto ele.Mostra um painel de diversos personagens, que viviam (ou sobreviviam, em alguns casos) naépoca da Grande Depressão, entre eles alguns nomes conhecidos, como Nelson Rockefeller eOrson Welles. Aos poucos eles vão se interligando, através da montagem da peça"The Cradle Will Rock", considerada subversiva pelas autoridades da época. O filme tem um desenrolar lento, assim como tem "Magnólia", por isso creio quequem gostou do filme de Paul Thomas Anderson provavelmente gostará também de"Cradle Will Rock" (e o mesmo vale para o contrário). Ele é bastanteinteressante exatamente porque aborda vários momentos daquela época: a Itália deMussolini, o medo do comunismo, os trabalhadores descontentes, o desemprego, o teatro comoforma de emprego à população, os ricos tentando dizer como deve ser a arte... Um grandefilme, que tem ainda seu momento mágico: a meia hora final tem o mesmo impacto que achuva de sapos de "Magnólia"."
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Lucas Birolli Abrahão
04/01/2001
nota:Rate07
O filme não é ruim, de jeito nenhum! Ele é entediante, isso sim... Bill Murray excelente, John Turturro perfeito, John Cusack muito bem, roteiro muito bom... Mas o filme é muito acelerado, são tantos dialogos que no meio do filme eu acabava me perdendo. O pior filme dirigido por Tim Robbins, com certeza.
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Kaliani Rochaa
05/01/2001
nota:Rate010
Um filme paralisante, maravilhoso! O diretor conseguiu mesclar num único drama os problemas sociais de uma das épocas mais difíceis em termos mundiais com a vivência indiviual de cada personagem diante do caos social em que se encontravam. A resistência e a força da forma como é apresentada: artística e sensível é um brinde ao talento nessa maravilhosa sétima arte.
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Vinni Corrêa
06/01/2001
nota:Rate010
Esse filme de Tim Robins é surpreendente. Bem apresentada a história do teatro na década de 30 nos EUA. A intervenção do governo nas artes e o apoio de empresários estadunidenses na arte nazista e anticomunista. O musical é maravilhoso e dotado de metáforas poéticas exelentes. O filme está de parabéns!

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crítica do adorocinema

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