Título original: (O Coronel e o Lobisomem)
Lançamento: 2005 (Brasil)
Direção: Maurício Farias
Atores: Diogo Vilel, a, Selton Mello, Ana Paula Arósio.
Duração: 106 min
Gênero: Comédia
Status: Arquivado
Ponciano de Azeredo Furtado (Diogo Vilela) é um coronel de patente e fazendeiro por herança, que luta contra seu irmão de criação Pernambuco Nogueira (Selton Mello) para manter as terras da Fazenda Sobradinho e conquistar o coração de sua prima Esmeraldina (Ana Paula Arósio). Para vencer esta batalha Ponciano precisa enfrentar feras, agiotas e ladrões, além de se envolver com a vida boêmia da cidade e ainda espantar assombrações.
Nos últimos anos, tem sido comum no cinema brasileiro a migração de diretores vindos da t...
por Roberto Cunha Aconteceu nesta sexta-feira, 19, na 5ª edição do Festival de Belém do Cinema Brasilei...
Fernando Oliveira em 26/02/2010Nota: 5
Óimos enredo e direção. Um belo figurino. A sequência de cenas é perfeita, combinada com as falas dos personagens. Por falar nas falas das personagens, são elas que dão ao filme um toque essencial. Destaque para Andréia Beltrão.
Rafael Vespasiano em 11/01/2010Nota: 2
O Coronel e O Lobisomen: "O Coronel e O Lobisomem", Brasil, 2005, filme regular, cujo principal interesse acaba sendo as falas das personagens, marcadas por um misto de sotaque nordestino, datado de um passado não tão longínquo, mas também não tão recente e uma fala de teor "fantástico", até com neologismos; contudo, o filme no mais nem engraçado é, as situações que eram para ser hilárias, acabam naufragando nessa intenção. Comédia apenas regular! Com Diogo Villela, Selton Mello e Ana Paula Arósio. nota: 4.
Wallace Costa em 24/01/2005Nota: 3
Meus amigos brasileiros. Que bom ver salas de cinemas cheias contemplando a projeção de fotogramas feitos aqui na nossa terrinha tropical em? Sinto aquele orgulho e penso: "não é só o cinemão americano com seus grandiosos arrasa-quarteirões que lota nossas salas, mas o cinema falado em português está também tendo o seu espaço". De qualquer forma, cinema é cinema e agente quer ter o gostinho de sair da sala e dizer: "poxa, que filme bom em? Ainda mais sendo nacional não é mesmo fulano?" Mas, infelizmente, não tive esta sensação ao assistir a super produção nacional O Coronel e o Lobisomem (Brasil, 2005). Não vou dizer que o filme seja ruim, isso seria, no mínimo, indelicado com uma obra super caprichada, com belas locações, ótimos figurinos e cenários, atuações boas, um texto rebuscado, e até efeitos especiais, pois é, super efeitos especiais. Mas vocês devem estar me perguntando: "Ei Wallace, você deve ser um chato mesmo hein? pois com todas essas características você ainda acha o filme meio morno? Qual é a sua ô cara? Ah fica com o teu Wallace e Gromit ô seu bobão!!! Parece que só gosta de desenho animado?" Calma pessoal, espere aí, não estou querendo desmerecer a obra em comento, é que faltou emoção, ou seja, aquele "gostinho" que eu abordei lá no começo do texto, quando você sai do cinema com um sorriso no rosto (no caso de uma boa comédia), ou com os olhos cheios d´água (um bom drama), ou com medo de entrar sozinho no carro no estacionamento do shopping à noite (um bom suspense ou terror). Pois é amigo, emoção é alma, todo filme tem que ter alma, e este requisito o Coronel e o Lobisomem não tem. Ficou na casca. Mas valeu. É como jogo da seleção, a gente torce, mas às vezes não dá. Fica para a próxima.
Alexandre Bastos em 19/01/2005Nota: 2
Certa vez, o cineasta Nelson Pereira dos Santos disse que não dava para levar a obra de José Cândido de Carvalho para o cinema. Em 1979, Alcino Diniz encarou o desafio e fez um filminho de quinta categoria. E agora foi a vez dessa grande produção com Guel Arraes e cia que deixou a desejar. A melhor forma de conhecer o Coronel Ponciano ainda é e sempre será folheando as páginas do mágico livro de José Candido.
William Linhaes em 03/01/2005Nota: 5
O filme é inteligente, não é aquela típica comédia popupar, mas a interpletação de Ana Paula Arósio é perfeita como a de todos os outros atores do filme. Ótimo também nas locaçoes, já estava na hora do cinema brasilero começar a mostrar tudo que a paisagem brasileira tem de bom. Palmas para o cinema nacional.
Jair Rosa em 10/01/2005Nota: 2
O filme não convece nem como caricatura. Em que gênero classificaram? Comédia, do tipo "Tô rindo da cara do coitado que pagou pra assistir".
Marcello de Oliveira Perestrelo em 12/01/2005Nota: 4.5
Dou 9...muito bom o filme, uma mistura de comedia com romance e desentendimentos, só nao dou 10 pelos efeitos especiais...filmes nacionais nao tem essa tradiçao de efeitos portanto nao ficou muito legal isso, ficou parecendo uma imitaçao de holiwood..mas no todo o filme é bom..é uma bela estória.
Carlos Roberto Mendes em 02/02/2005Nota: 1
O som estava péssimo. Diálogos teatrais inflamados. A impostação do Diogo Vilela está sofrível. Precisam diretor, atores e assistentes assistirem uma sessão em cinema para conferirem o resultado. Pode melhorar.
Leonardo Oliveira em 31/01/2005Nota: 3
O filme é muito engraçado do começo até a metade, sempre com belas atuações de Selton Melo e Diogo Vilela. A partir daí o filme não passa de uma sucessão de cenas desconexas e textos confusos, com um final que me deixou com cara de tacho.
Josinês Freitasa em 30/01/2005Nota: 1.5
Depois de "Lisbela e o Prisioneiro" e "O Auto da Compadecida", esperei que este também fosse um grande filme de comédia. Texto poético, sem humor, com boas interpretações mas a história é fraquíssima. Não vale à pena ver.
É uma pena que você tenha visto o filme sob esse ponto de vista, Benedito. Quanto ao final...
por Atena Negra, 14/02/2012 às 18:04
Superestimado filme de Scott , deixou muita gente deslumbrada .Uma aventura de liberalismo f...
por Benedito, 14/02/2012 às 17:22
Filme recomendado. Análise: Roteiro bom, atuações regulares, fotografia regular, trilha s...
por NEO, 14/02/2012 às 17:10
O filme ainda tem seus encantos e originalidade , graças ao choque de cultura do personagem...
por Benedito, 14/02/2012 às 17:05