Título original: (The Huntchback of Notre Dame)
Lançamento: 1996 (EUA)
Direção: Gary Trousdale, Kirk Wise
Atores: Tom Hulce, Demi Moore, Tony Jay, Kevin Kline.
Duração: 91 min
Gênero: Animação
Status: Arquivado
Em Paris, durante a Idade Média, vive Quasímodo (Tom Hulce), um corcunda que mora enclausurado desde a infância nos porões da catedral de Notre Dame. Até que, um dia, Quasímodo decide sair da escuridão em que vive e conhece Esmeralda (Demi Moore), uma bela cigana por quem se apaixona. Mas para conseguir concretizar seu amor Quasímodo terá antes que enfrentar o poderoso Claude Frollo (Tony Jay) e seu fiel ajudante Febo (Kevin Kline).
Hailee Steinfeld (foto), de apenas 14 anos, irá interpretar a personagem principal na versão liv...
O diretor Tim Burton (Alice no País das Maravilhas) foi convidado pelo ator Josh Brolin (Jonah Hex - O ...
Enrolados, o novo longa-metragem de animação da Disney, estreia hoje nos cinemas americanos. Ind...
camillapmca em 14/07/2010Nota: 2.5
Um filme muito bem feito, com atores competentes em suas interpretações, porém, a história é muito triste! Morro de pena do corcunda que se apaixona pela cigana e sofre horrores nas mãos daquele padre...
Jason Lima Gianbarba em 04/01/2001Nota: 4.5
O filme é o melhor da Disney, junto com "O Rei Leão". Gostei tanto que comprei o VHS assim que foi lançado, em 1997. Mas o vídeocassete aqui de casa pifou e eu acabei comprando um aparelho de DVD. E comprei o DVD deste filme assim que saiu. A história é encantadora, tem personagens encantadores e sem dúvida é um dos longas animados mais sérios dos Estúdios Disney, mesmo contando com personagens cômicos, como as gárgulas, o cigano Clopin e a cabra Djali. O melhor da história é que o mote principal não é o amor de Quasímodo por Esmeralda, como acontece no livro de Victor Hugo, mas sim a luta dele para salvar Paris da tirania de seu amo e também para convencer as outras pessoas a enxergarem quem ele é e o que ele é, por dentro.
Luís Jr. em 03/01/2001Nota: 5
Um dos mais grandiosos e emocionantes espetáculos já criados pelos estúdios de Walt Disney, O CORCUNDA DE NOTRE DAME é uma das maiores e melhores obras-primas da animação clássica, inspirada num dos mais célebres clássicos da Literatura Universal. É verdade que muita gente não gostou dos personagens cômicos voltados para o público infantil e do final feliz do desenho, pois estes elementos, de certo modo, traem o espírito original do livro de Victor Hugo. Mas é importante lembrarmos que, antes de qualquer outra coisa, este aqui é um produto Disney, preso, portanto, a uma série de tradições às quais todos nós (ou a maioria de nós, ao menos) amamos. E não dá para imaginar, no meio de PINÓQUIO, CINDERELA, A BELA E A FERA e O REI LEÃO, um clássico Disney que termina com o personagem-título consumido de depressão e atirando-se do alto de uma catedral até espatifar-se no chão! A verdade é que O CORCUNDA DE NOTRE DAME arrancou elogios rasgados de muitos críticos ao redor do mundo e críticas impiedosas de tantos outros. E se posso arrogar explicar o motivo para a parcela negativa das críticas, digo que o problema deste clássico maravilhoso da Disney é: ter sido inspirado numa das mais respeitadas e conhecidas peças literárias de todos os tempos. Volto a dizer: isso aqui é um desenho da Disney e precisa ser visto como tal. Em outras palavras, é preciso deixar de lado o livro de Victor Hugo (e aqui peço desculpas à memória do autor desta obra máxima da Literatura Universal)para poder apreciar uma das mais belas conquistas artísticas do Império Disney. Eu tinha 14 anos quando fui ao cinema assistir pela primeira vez a O CORCUNDA DE NOTRE DAME, e aquela foi uma das melhores sessões de cinema de toda a minha vida! Fiquei em êxtase diante de tanta beleza! Principalmente, fiquei estático, chocado, impressionado - e maravilhado - com tanta ousadia por parte dos estúdios Disney! Vi e ouvi ali coisas que jamais pensei ver e ouvir num desenho animado da Disney. O triste e emocionante drama existencial do herói, Quasímodo; as grandes crueldades do Juiz Cláudio Frollo - o melhor vilão na história da Disney e um dos melhores de toda a história do cinema; a atmosfera sombria do conto gótico; a constante temática de "paganismo versus puritanismo", "sensualidade pecaminosa", "inferno de fogo como castigo aos pecadores idólatras e depravados"; a cigana Esmeralda prestes a ser queimada viva na fogueira católica; Paris em chamas; uma cabana incendiada pelo Juiz com a família dentro; os desejos carnais que o Juiz Frollo nutre pela cigana Esmerlada e sua jura de que fará Esmeralda queimar nas chamas do inferno assim como os desejos pecaminosos que sente por ela queimam dentro dele! Tudo isso é ancorado pela mais bela trilha sonora já composta para um desenho da Disney. A música de Allan Menken não foi feita para encantar o coração, como em A PEQUENA SEREIA ou POCAHONTAS; a música é vigorosa como um canto de guerra, fúnebre como um réquiem, grandiosa como uma ópera poderosa - foi feita para impressionar! E impressiona. O musical "Heave's Light/Hellfire" ("Luz Celestial/Fogo do Inferno"), por exemplo, que exprime o contraste dos sentimentos de Quasímodo e Frollo, respectivamente, por Esmeralda, é um momento sublime, intenso, inesquecível, muito especialmente, em sua segunda parte, a de Frollo, "Hellfire". A maneira poética como o Juiz expressa seus desejos pela cigana e seu desespero por ver sua fé conspurcada pelos pensamentos carnais direcionados àquela "bruxa pagã", somados ao visual completamente dark em sua ambientação gótica e aos esplêndidos efeitos visuais do fogo e da fumaça usados para completar o visual, fazem deste musical uma das mais impressionantes seqüências a que já assisti no cinema. Extraordinário! As seqüências de ação são embaladas por vigorosos coros de cantos religiosos em latim, colaborando com a atmosfera gótica e sombria do filme e aumentando a tensão e a emoção. É bem verdade que no meio de tudo isso, aparecem os musicais saltitantes, como o das gárgulas e o dos ciganos e quebram a harmonia da linha mais adulta e sombriamente solene do filme. Mas a competência dos artistas Disney é sempre admirável, e mesmo essas seqüências, que poderiam simplesmente não existir, são de qualidade, e não negam a obra-prima. E a produção visual do desenho animado é um esplendor! Um dos mais grandiosos e perfeccionistas trabalhos de animação de toda a História, O CORCUNDA DE NOTRE é dono de um traço insuperável - tanto pelos personagens como pelos cenários - uma fotografia magnífica e um verdadeiro show de efeitos especiais espetaculares na mais venerável qualidade da deslumbrante animação Disney! Cada microdetalhezinho da fanstástica arquitetura gótica da Catedral de Notre Dame foi minuciosamente reproduzido pelo lápis dos mais de 100 artistas franceses contratados para desenhar a Catedral. Os movimentos anatômicos são primirosos. A excelente interpretação do ator britânico Tony Jay foi o espetáculo sonoro para o espetáculo visual que são as expressões faciais do Juiz Frollo. E as seqüências de multidão, enquadradas em espetaculares tomadas aéreas pelas torres de Notre Dame, não têm preço! Um visual tanto magnifíco quanto imponente pata um conto maravilhoso. O CORCUNDA DE NOTRE é uma obra-prima cinematográfica que eu jamais irei esquecer.
Diário de um Jornalista Bêbado
O filme é bem feito, bem dirigido, mas não é nada interessante mesmo baseado numa histór...
por Renan, 14/02/2012 às 20:26
É um bom filme.
por Otávio, 14/02/2012 às 19:33
Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor
Filme recomendado. Análise: roteiro bom, atuações boas, fotografia boa, trilha sonora reg...
por NEO, 14/02/2012 às 18:55
...Muito bom o filme! Está entre os melhores na minha opinião!
por Gustavo, 14/02/2012 às 18:35