Título original: (Um Copo de Cólera)
Lançamento: 1999 (Brasil)
Direção: Aluízio Abranches
Atores: Alexandre Borges, Júlia Lemmertz, Ruth de Souza, Linneu Dias.
Duração: 70 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Nos arredores de São Paulo, um ex-ativista (Alexandre Borges) constrói em uma chácara um mundo à parte. Após uma noite de amor intenso com uma jornalista politizada (Julia Lemmertz), todo o clima desaparece quando ele tem um ataque de cólera quando nota que as saúvas fizeram um rombo na sua cerca viva. Este fato, que normalmente não teria maiores conseqüências, gera inúmeras acusações por ambas as partes.
Arthur em 31/08/2011Nota: 10
Acabo de assistir novamente ao belíssimo filme Um Copo de Cólera. Grandes interpretações de Alexandre Borges e Julia Lemmertz, esta magnífica. A cena de sexo mais bonita que eu já vi no cinema.
Cida Franze em 07/12/2010
Amei esse filme, principalmente a atuação da Julia e do Alexandre, além do que as cenas de sexo são bem eróticas e a história é muito boa
GABIFANEY em 09/05/2010
hahaha e quando chega o final que ela praticamente sente orgasmo pelo pé do ale e ele lambe a orelha dela hahaha
Saulo Sisnando em 02/01/2001Nota: 1
Escolhi começar a falar de "Um Copo de Cólera" por suas qualidades. Poucas, por sinal. Sua grande qualidade é a metragem: o filme tem pouco mais de uma hora de duração. Mas não fique pensando que é pouco, para um filme que nem deveria ter existido é tempo demais. A outra coisa boa do filme é Julia Lemmertz, que realmente foi uma boa escolha para o papel. Ela fala como se fala, além de ser bem bonita (algo indispensável neste filme). Sim, agora vamos falar dos defeitos, ou pelo menos de alguns. Alexandre Borges já está casado há um bom tempo com Lemmertz na vida real, mas parece que sua parceira não lhe ensinou muito sobre a arte de representar. Sua interpretação é sofrível e histriônica, as explosões de raiva de seu personagem são absurdamente hilárias. Borges é daquele tipo de ator que para demonstrar que seu personagem está com raiva morde o lábio inferior, mostra os dentes cerrados e fica com a respiração bufante. Mas tenho que ser benevolente a admitir que desde a concepção seu personagem já era ridículo e fora da realidade. E, por falar em coisas fora da realidade, que tal criticarmos o texto, que é literário ao extremo? Os personagens utilizam palavras que nem Aurélio Buarque utilizaria em seu dia-a-dia. Algo verborrágico e pseudo-analista, como uma cópia mal feita dos filmes de Arnaldo Jabor ("Eu te amo", "Eu sei que vou te amar", etc). Se com Sônia Braga e Fernanda Torres já não era tão bom, imagine com Alexandre Borges. A direção foi frouxa demais e se rendeu ao amadorismo. Visivelmente um filme de fundo de quintal, com um diretor vindo do mesmo lugar. Simplista nos simbolismos e incompetente para narrar algo tão denso. Nem as tão badaladas cenas de sexo valem a pena. Culpa de quem? Exato! Alexandre Borges, que gordo e com aspecto de sujo não consegue extrair suspiros nem das fanáticas por telenovela. Ao final do filme, saímos aliviados deste copo de cólera, dizendo "Graças a Deus que acabou" e rezando por um novo filme do Walter Salles, Jr."
João em 05/01/2001Nota: 3.5
Não é um otimo filme, mas é bem interesante, com cenas de sexo quentes e dialogos bem interesantes. O filme surpreendem ao mostrar a "suposta gozada de Borges em julia lemmertz", e tambem por mostrar Julia Lemmertz nua.
Marcus Oliveira em 13/01/2001
Uma pornochanchada que quer se passar por filme intelectualizado, com atores de novela das seis, com um roteiro que não parece nem de longe ter sido inspirado na obra homônima. Não houve gasto com o figurino pois os atores sempre estão nus... Resumindo, essa coisa ridícula que chamam de filme só serve pra quem quer ver Julia Lemmertez ser quase estuprada pelo dedo polegar do pé de Alexandre Borges.
Fernando Menucci em 06/01/2001
Uma perfeita bomba. O pior filme que já vi. Só vale a pena para quem deseja ver nus de Júlia e Alexandre. O filme tem o clima daquelas peças teatrais que todos aplaudem ao final sem ter entendido um segmento sequer. Muito diálogo e pouca trama.
Jorge Miranda Boaventura em 15/01/2001Nota: 3.5
Em "um copo de coléra" nos surpreendemos quando passamos a enxergar o filme como o cotidiano de nossas vidas.Com diálogo contudente o diretor soube aproveitar integralmente o texto e deu ao filme uma dinâmica especial.
André Silva em 11/01/2001Nota: 5
É preciso mais do que pertinácia e inteligência para entender essa maravilhosa e atemporal história: é preciso intensa vivência, sem dúvida. Ainda, o filme cai bem no universo de iletrados brasileiro, no sentido de que até pode provocar o espectador a procurar o livro e lê-lo - ou nem tanto assim, risos.
Pauletty em 04/01/2001
PELO AMOR DE DEUS... não assistam a esse filme, se você assistiu, por favor: ESQUEÇA O QUE VIU! Odiei essa produção uma vez que o ator se parece mais um lunático que somente trata a mulher de uma forma delicada quando quer sexo com a mesma. Evidencia o quanto este é um tremendo lunático. Não queiram ver!"
BOMBA!!!Fuja desse picaretagem ,tudo é mau feito, mais um troféu abacaxi para a coleção ...
por Benedito, 14/02/2012 às 12:42
o melhor dos 7 sem duvida
por kabal_win, 14/02/2012 às 12:20
Confuso e estranho,embora aos poucos mostre oque realmente propõe.No inicio,Kable(vivido po...
por Lukas Henrier, 14/02/2012 às 11:13
...Minha mãe vira e mexe fala nesse filme, ela gostou mais do que eu. Nesse e no O Maskara....
por Debora Christie, 14/02/2012 às 11:03