Contra o Tempo

Contra o Tempo 2010-05-22 Francisco

Título original: (Cradle 2 the Grave)

Lançamento: 2003 (EUA)

Direção: Andrzej Bartkowiak

Atores: Jet Li, DMX, Anthony Anderson, Kelly Hu.

Duração: 100 min

Gênero: Ação

Status: Arquivado

5           10 15 5

(15 votos)

                   

Sinopse

Ling (Marc Dacascos) deseja ter a posse de um raro e valioso diamente. Para tê-lo em mãos ele decide por sequestrar a filha de Tony Fait (DMX), um famoso ladrão de jóias, de forma a obrigá-lo a roubar o diamante. Sem saída, Fait e sua gangue forjam uma parceria com a Inteligência de Taiwan, chefiada por Su Duncan (Jet Li), para conseguir a cobiçada jóia.

 

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Elenco

Jet Li

(Su Duncan)

  • DMX (Tony Fait)
  • Kelly Hu (Sona)
  • Tom Arnold (Archie)
  • Mark Dacascos (Ling)
  • Gabrielle Union (Daria)
  • Drag-On (Miles)
  • Paolo Seganti (Christophe)

Comentários

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hall em 09/12/2011Nota: 10     

... para um filme de ação contra o tempo tem um roteiro bem inteligente, os melhores momentos foram a sequencia de perseguição com o quadriciclo e quando jet li faz um rapel sem corda

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jhonyborba em 12/11/2011Nota: 4     

um bom filme de ação sem muito conversa e muita pancadaria.

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liang jackson em 20/10/2011

eu sou, sòsia do (jet li)porisso com certesa adoro todos seus filmes.

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neuza em 30/09/2011Nota: 10     

...UM OTIMO FILME, COMO TODOS EM QUE JET LI ESTÁ NO ELENCO.

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Isis Lourenço em 17/09/2011

...francamente,é uma mentira só esse filme,pra quem gosta de açao ta bom,mas se nao curte mt,nao perca tempo.

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higor.montoro em 31/07/2011

...

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wesleyaxe em 10/03/2011Nota: 4     

Um bom filme, Jet Li merece sempre respeito e faz por merecer mas filmes americanos nunca serão como filmes chineses... as coreografias sempre serão mais bem aproveitadas quando no cinema oriental. Vale a pena conferir esse.

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Joshua Matheus em 03/01/2003Nota: 3.5     

Os filmes de artes marciais produzidos em Hollywood procuram, desde os seus primórdios, preservar uma diretriz básica e imutável: jamais envolver numa mesma fita dois astros do mesmo nível representando herói e vilão. Por isso mesmo, até agora, o cineramaníaco nunca viu nas telas o baixinho belga Van Damme dando e levando sopapos do cara de pedra Steven Seagal; Lorenzo Lamas trocando porradas com Chuck Norris, Jackie Chan medindo forças com Jet Li ou Mark Dacascos encarando Chon Yun-Fat. Não me peçam para explicar os motivos que emperram a participação de duas feras das artes marciais num mesmo filme. Poderiam ser tantos. Atores que tem contratos com estúdios diferentes, cachês que somados atingiriam cifras astronômicas, incompatibilidade na agenda dos valentões e etc, etc, etc e mais etc. Mas na minha opinião (Etchaaa! Lá vou eu com a minha colher de pau mexer o angu dos outros!) todos esses empecilhos poderiam ser resolvidos se não houvesse um problema mais significativo: a tal “Egotrip”. Isso mesmo, o ego dos meninos valentões. Cara, como esse lance de ego já destruiu tantos projetos cinematográficos, principalmente em filmes de artes marciais, onde os grandes astros emblemáticos e intocáveis se consideram verdadeiros ‘Deuses do Olimpo”. São somente eles e mais ninguém. O ego desses ‘deuses’ atinge um nível tão incomensurável que eles chegam a desenvolver um processo simbiótico com os seus personagens. Por isso não é difícil encontrarmos atores que se julguem tão poderosos no plano real como no fictício. O show de egos atinge níveis inacreditáveis, como é o caso de Van Damme que não aceita contracenar com atores mais altos do que ele. Os técnicos de efeitos especiais e trucagens que se virem! Vale tudo para deixar o adversário do astro belga das artes marciais mais baixo. Mulheres mais altas? Háhahaha! Nem pensar! Pelo menos da mesa altura que ele. Só para lembrar, o baixinho bom de briga mede 1,65 metros. Quanto a Steven Seagal, antes de participar de uma produção, há uma exigência bizarra em seu contrato. Não é permitido em hipótese alguma que o seu personagem apanhe o mínimo que seja antes de liquidar o vilão. Perceba que só ele dá porradas nos infelizes. Para acertar um soco em sua ‘cara de pedra’ é muito difícil! Kikoisa! O hômi nunca cai no chão! Pra derruba-lo só com tiro! Já o queridinho do diretor Ang Lee, o ator Chon Yun-Fat (“O Tigre e o Dragão” e “Assassinos Substitutos”) depois que se hollywoodizou também passou a exigir algumas ‘cositas’ dos produtores, como por exemplo, jamais representar vilões caricatos. Cara! É um festival de egos! Qualquer pessoa vai chegar a conclusão que é absolutamente impossível reunir dois astros famosos de artes marciais num só filme. Pra início de papo, nenhum deles vai aceitar ser o vilão. O ‘sujeito’não é besta! Ele sabe que no mundo ilusório e catártico do cinema o ‘bandido’ só leva a pior. E graças a essa ideologia tremendamente besta, os fãs de filmes de artes marciais ficaram privados, exatamente até ontem, de verem dois astros do gênero trabalhando numa mesma história. Eu disse exatamente até ontem, porque na sexta-feira entrou em cartaz nos cinemas brasileiros “Contra o Tempo”. Esse filme pode ser considerado um divisor de águas no cinema das artes marciais porque desmistifica de uma vez por todas o conceito de que dos super-astros jamais podem trabalhar num mesmo projeto. Jet Li e Mark Dacascos provaram o contrário. Li que para a maioria dos críticos já é considerado o sucessor natural do legendário dragão Bruce Lee, não criou nenhuma dificuldade para contracenar com o ator de “O Combate, Lágrimas do Guerreiro”, “Pacto dos Lobos” e da telesérie “O Corvo”. E Dacascos, por sua vez, não fez ‘bundinha’ para aceitar o convite dos executivos da Warner Bros para viver um vilão, fugindo assim, da rotina de representar personagens politicamente corretos. Mérito ainda para a Warner Bros e o diretor Andrzej bartkowiak (“Romeu tem que Morrer”) que criaram uma história sob medida para os dois mestres das artes marciais. A curiosidade de “Contra o Tempo” é que a escolha de Dacascos para viver o vilão Ling foi definida pelos internautas, que o escolheram em uma enquete no site do ator Jet Li. Somente para esclarecer, o astro chinês fez uma pesquisa para saber na opinião dos fãs, qual ator eles gostariam de ver trabalhando em seu próximo filme. Dacascos ganhou estourado, deixando para trás Van Damme e Seagal. “Contra o Tempo” é daqueles filmes do tipo ame-o ou deixe-o. Se você adora fitas de ação e valoriza as lutas bem coreografadas, esta é a pedida certa. Já se você se importa ao menos um pouco com a coerência do roteiro existente por trás das cenas de ação, certamente irá se decepcionar... e muito. É difícil ignorar por completo todos os buracos que o roteiro possui. O pior deles é o modo como descobrem onde estão os “diamantes negros”. Há um festival de exageros durante os 100 minutos de projeção, seja para transformar o personagem do raper DMX um pouco mais ‘bonzinho’ (ele é ladrão mas só usa armas em casos extremos) ou para igualar as condições entre a gangue de DMX e os vilões do filme. Mas se o roteiro é uma ‘caca’ – como a maioria dos filmes de kung-fu, jiu-jitsu, kempô, karatê e sei lá mais o quê – por outro lado, as cenas de ação são muito bem feitas; pura adrenalina. Prova disso é que o filme recebeu uma indicação ao MTV Movie Awards, na categoria de Melhor Luta, pela seqüência no clube de luta onde Jet Li enfrenta os Ultimate Fighters. O filme aposta no gênero policial que mistura justamente o hip-hop – a música das ruas e dos guetos, representada por DMX – e as artes marciais- representadas pelo mestre Jet Li. A trama se passa nos bastidores da corrupção e dos grandes assaltos. Desejando ter a posse de um valioso diamante, um cruel assassino chamado Ling (Mark Dacascos) seqüestra a filha de um famoso ladrão de jóias (DMX) para obriga-lo a roubar a peça. É quando, contra sua vontade, o ladrão precisa juntar forças com um famoso agente da inteligência de Taiwan (Jet Li) para ter sua filha de volta. Tive oportunidade de assistir “Contra o Tempo” em São Paulo numa pré-estréia. Participei, por acaso, da promoção de um site sobre cinema e pimba! Fui um dos sorteados. Como meu irmão tinha de ir à Osasco e posteriormente à capital para resolver alguns pepinos, peguei carona e aproveitei o embalo para ver o novo trabalho do sucessor do “dragão”. Achei as cenas de luta bem violentas e bastante realistas, fugindo um pouco do estilo coreografado de filmes anteriores de Jet Li. Os golpes parecem verdadeiros e a impressão que temos é de que braços e pernas realmente estão sendo quebrados. As duas melhores cenas, na minha opinião, são aquelas em que Li enfrenta os lutadores de Ultimate Fighting e o combate final com Mark Dacascos. Aliás, esta luta é sensacional. Dois estilos completamente diferentes. Enquanto Li aplica golpes ultra-violentos utilizando muito mais as pernas do que os braços; Dacascos opta pelo ataque com os braços e mãos no estilo águia. Aliás, a sutileza dos golpes do ator da série “O Corvo” é algo único. O sujeito é bom mesmo! Também pudera, Dacascos que luta desde os seis anos, antes de se tornar ator, foi campeão europeu de kung-fu e karatê em 1982, além de terminar entre os três primeiros colocados nos 200 torneios que disputou dos 7 aos 18 anos. Quanto a Jet Li, dispensa comentários. Aos 19 anos ele já havia se tornado um perito em todos os tipos de armas de artes marciais. Nesta idade ele ganhou o título de “mestre de kung-fu”, conquistando medalhas de ouro em todas as competições que participou nos anos de 1975, 1977, 1978 e 1979. Ke ké isso! Li x Dacascos. Um verdadeiro duelo de titãs. Acredito que a partir de “Contra o Tempo” ficou mais fácil sonhar com um filme de artes marciais com Jackie Chan enfrentando quem sabe, um Steven Seagal ou até mesmo um Jet Li.."

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Heliel em 06/01/2003Nota: 5     

O FILME É OTIMO ,MAS NUNCA VI FILME DO JET LI RUIM NÉ TODOS FILMES DELE SÃO OTIMOS,E ELE E O JACKIE CHAN ELES SÃO DE MAIS NÉ.

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Francisco Russo em 02/01/2003Nota: 2     

"Contra o Tempo" é daqueles filmes do tipo ame-o ou deixe-o. Se você adora filmes de ação e valoriza as lutas acima de tudo, este é o seu filme. Já se você se importa ao menos um pouco com a coerência de roteiro existente por trás das cenas de ação, irá se decepcionar bastante. Este é o caso de "Contra o Tempo". O filme tem cenas de lutas muito boas, em especial as que Jet Li enfrenta lutadores de Ultimate Fighting e a final, contra Mark Dacascos. Outro ponto a se destacar é que as lutas são bem violentas e bastante realistas, fugindo um pouco do estilo coreografado de filmes anteriores de Jet Li. Entretanto, é difícil ignorar por completo todos os buracos que o roteiro possui - o pior deles é o modo como descobrem onde estão os "diamantes negros". Há exageros por toda parte, seja para transformar o personagem de DMX mais "bonzinho" - ele é ladrão sim, mas só usa armas em casos extremos - ou até mesmo para igualar as condições entre a gangue de DMX e os vilões do filme - combate generalizado, já no final do filme. Se você consegue abstrair sua mente de todos estes exageros e furos incríveis, com certeza "Contra o Tempo" será uma grande diversão. Mas se não conseguir, como ocorreu comigo, dificilmente não terá um sentimento de frustração ao término do filme."

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