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Conto de Inverno

titulo original: (Conte d'Hiver)

lançamento: 1992 (França)

direção: Eric Rohmer

atores: Charlotte Véry , Frédéric van den Driessche , Michael Voletti , Hervé Furic , Ava Loraschi

duração: 114 min

gênero: Romance

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Conte d'Hiver
  • gênero:Romance
  • duração:01 hs 54 min
  • ano de lançamento:1992
  • site oficial:
  • estúdio:Les Films du Losange / Le Studio Canal+ / C.E.R. / Sofiarp
  • distribuidora:Filmes do Estação
  • direção: Eric Rohmer
  • roteiro:Eric Rohmer
  • produção:Margaret Ménégoz
  • música:Sébastien Erms
  • fotografia:Luc Pagès
  • direção de arte:
  • figurino:Pierre-Jean Larroque
  • edição:Mary Stephen
  • efeitos especiais:

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Conto de Inverno Conto de Inverno

sinopse:

Durante as férias de verão Felice (Charlotte Véry) e Charles (Frédéric van den Driessche) mantiveram um romance passageiro, ainda que sério. Uma confusão com os endereços fez com que eles perdessem contato. Cinco anos depois, Felice está morando em Paris, com sua mãe e uma filha, uma lembrança daquele verão. É inverno, o Natal está próximo, e Felice se divide entre o relacionamento com o cabeleireiro Maxence (Michael Voletti) e o intelectual Loic (Hervé Furic). Mas, na verdade, ela não consegue se comprometer com nenhum dos dois, talvez porque a memória de Charles e a idéia do que poderia ter acontecido se não tivessem perdido contato ainda pairem acima de tudo.

elenco:

  • Charlotte Véry (Felicie)
  • Frédéric van den Driessche (Charles)
  • Michael Voletti (Maxence)
  • Hervé Furic (Loic)
  • Ava Loraschi (Elise)
  • Christiane Desbois (Mãe)
  • Rosette (Irmã)
  • Jean-Luc Revol (Cunhado)
  • Haydée Caillot (Edwige)
  • Jean-Claude Bietre (Quentin)
  • Marie Rivière (Dora)
  • Roger Dumas (Leontes)

comentários

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Christian Jafas
02/01/2001
nota:Rate08
Ninguém saí impune do cinema depois de ver um dos contos de Eric Rohmer. Por pura bobeira perdi o Conto de Outono (imperdoável), mas corri para o Novo Jóia e tive o prazer de assistir ao Conto de Inverno. Os filmes de Rohmer parecem estranhos, diferentes, chegam a incomodar o público que está acostumado com as histórias água com açúcar de Hollywood. Em alguns momentos sentimos que o cineasta está roubando nossas memórias, vasculhando nosso passado; tudo isso por que as histórias são contadas sem glamour, choques ou grandes eventos. Parece que estamos vendo a nossa vida desfilar nas telas, ou pelo menos revendo alguma história contada por um parente ou amigo. O amor é o tema mais universal que existe, sempre o amor. E existem milhares e milhares de formas de contar histórias de amor, de Shakespeare a Fellini. E uma das formas mais deliciosas pode ser vista nos filmes de Eric Rohmer."
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Rafael Vespasiano
04/01/2010
nota:Rate010

 

Conto de Inverno:

“Conto de Inverno”, França, 1991, tetralogia “Os Contos das Quatro Estações”, roteiro/direção: Éric Rohmer, bom drama/romance; mulher se envolve com dois homens, mas não esquece do seu grande e verdadeiro amor, Bruno, com quem teve uma filha, Élise, contudo, ela perdeu contato com sua grande paixão, devido à uma falha de comunicação na troca de enderenços; os anos se passam, ela não esquece Bruno, mas seenvolve com outros homens, sem sentir por estes, o que ela sente pelo primeiro, são apenas paixões/relacionamentos de conveniência; um, com Maxence, homem mais velho, que lhe transmite segurança, já com Loïc, o relacionamento funciona como uma grande amizade, aquele sendo conselheiro dela; os dois relacionamentos se desenvolvem simultaneamente, com os dois sabendo um do outro e sabendo também que não são o grande amor dela; o tempo todo para caracterizar o “Inverno”, a protagonista e sua filha estão de agasalhos e, com o tempo sempre frio; além de metaforicamente, a personagem principal está passando um “inverno” em sua existência e em seus sentimentos, ou seja, está infeliz; o filme também traz reflexões sobre a Religião, sobre o Amor; a protagonista perde a fé, fica descrente, quando perde o contato com Bruno, mas recupera aquela, a partir do momento em que passa a ter esperança convicta de que algum dia reecontrará seu grande amor; reflexões também sobre a família e a amizade. Nota: 10.


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crítica do adorocinema

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