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O Conde de Monte Cristo

titulo original: (The Count of Monte Cristo)

lançamento: 2002 (EUA)

direção: Kevin Reynolds

atores: James Caviezel , Guy Pearce , Richard Harris , James Frain , Dagmara Dominczyk

duração: 131 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:The Count of Monte Cristo
  • gênero:Drama
  • duração:02 hs 11 min
  • ano de lançamento:2002
  • site oficial:http:
  • estúdio:Touchstone Pictures / Birnbaum/Barber / Spyglass Entertainment / World 2000 Entertainment, Ltd. / Count of Monte Cristo, Ltd.
  • distribuidora:Buena Vista International
  • direção: Kevin Reynolds
  • roteiro:Jay Wolpert, baseado em livro de Alexandre Dumas
  • produção:Gary Barber, Roger Birnbaum e Jonathan Glickman
  • música:Ed Shearmur
  • fotografia:Andrew Dunn
  • direção de arte:Conor Devlin e Terry Pritchard
  • figurino:Tom Rand
  • edição:Stephen Semel e Christopher Womack
  • efeitos especiais:

imagens - 12

O Conde de Monte Cristo O Conde de Monte Cristo O Conde de Monte Cristo O Conde de Monte Cristo O Conde de Monte Cristo O Conde de Monte Cristo O Conde de Monte Cristo O Conde de Monte Cristo O Conde de Monte Cristo O Conde de Monte Cristo O Conde de Monte Cristo O Conde de Monte Cristo

sinopse:

Em 1814 Napoleão Bonaparte, o imperador francês, foi exilado na Ilha de Elba, na costa da Itália. Temendo que viessem resgatá-lo, seus captores britânicos atiravam contra qualquer um que surgisse na praia, por mais inocente ou aflito que fosse. Por precisarem de socorro médico, pois o capitão do navio mercante Pharaon contraíra meningite, é exatamente neste lugar que Edmond Dantes (James Caviezel), o 2º imediato, juntamente com o melhor amigo de Dantes, Fernand Mondego (Guy Pearce), representante do dono do navio, resolvem aportar. Isto inicia um pequeno combate, que só termina quando Napoleão garante que os desconhecidos não eram agentes dele. Quando a situação se acalma, Napoleão pede para Edmond entregar uma carta pessoal para um amigo dele. Napoleão garante que não há nada de mais na carta, então Dantes concorda. Ao chegarem em Marselha Morell (Patrick Godfrey), o dono da companhia de navegação, quer saber o que houve, então chama Danglars (Albie Woodington), o 1º imediato juntamente com Dantes, que assume a responsabilidade. A determinação e a coragem de Edmond agradam Morell, que o nomeia o novo capitão do Pharaon, o que deixa Danglars muito irritado. Dantes, feliz com a promoção, vai correndo contar a boa nova para Mercedes Iguanada (Dagmara Dominczyk), sua noiva, com quem pensa em se casar num futuro próximo. Porém Dantes logo é preso como traidor, com a falsa acusação tendo partido de Danglars, que o odiava, e seu melhor "amigo", Fernand, que desejava ter o caminho livre para cortejar Mercedes. Dantes é mandado para uma fortificação, o Chateau d'If, que ficava numa ilha que era praticamente impossível fugir. Gradativamente Dantes ia sendo tomando pelo desespero, principalmente no seu aniversário de encarceramento, quando o diretor da prisão pessoalmente o espancava. Um dia as coisas começam a mudar, quando abade Faria (Richard Harris), outro prisioneiro, surge repentinamente. Ao tentar escapar o abade escavou por cinco anos um túnel, mas errou nos cálculos e foi parar na cela de Edmond. Os dois fazem amizade e o religioso ensina muitas coisas para Dantes, incluindo a localização de um fabuloso tesouro. Quando Faria morre, Dantes ocupa o lugar do abade no saco, que foi jogado ao mar. Assim, após vários anos, Dantes escapa e, como agora está imensamente rico, se intitula o Conde de Monte Cristo e com cuidado prepara a melhor maneira de se vingar de todos que o prejudicaram.

elenco:

  • James Caviezel (Edmond Dantes / Conde de Monte Cristo)
  • Guy Pearce (Fernand Mondego)
  • Richard Harris (Abade Faria)
  • James Frain (Monsieur de Villefort)
  • Dagmara Dominczyk (Mercedes Iguanada)
  • Luis Gúzmán (Jacopo)
  • Michael Wincott (Dorleac)
  • Albie Woodington (Hermine Danglars)
  • Henry Cavill (Albert)
  • Alex Norton (Napoleão Bonaparte)
  • Christopher Adamson (Maurice)
  • JB Blanc (Luigi)
  • Patrick Godfrey (Morell)

comentários

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Francisco Russo
02/01/2002
nota:Rate07
Bom, correto e que cumpre a sua função de entreter por pouco mais de duas horas. O diretor Kevin Reynolds soube conduzir bem a trama, fazendo com que toda a história e as várias reviravoltas da trama fossem contadas sem pressa, em um ritmo adequado. Guy Pearce demonstra segurança ao interpretar o vilão da história e Jim Caviezel consegue demonstrar as mudanças de personalidade pelas quais seu personagem passa no decorrer da trama. Mas o grande destaque do filme é realmente o terço final, quando a vingança de Monte Cristo é enfim levada adiante de forma extremamente divertida."
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Fátima Damasceno
03/01/2002
nota:Rate09
Uma estória de Alexandre Dumas é sempre fantástica. O filme tem bela fotografia, cenários e excelentes interpretações. Você sai do cinema com a sensação de que existe muito mais que o cinema americano de besteirol, comédias açucaradas ou efeitos especiais demais. É uma volta a "boa" cultura."
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Wagner Caetano Bruginski
04/01/2002
nota:Rate010
Filme muito interessante que não deixa nada a desejar. Muito bem ambientado e com roteiro que deixaria satisfeito o autor da obra, Alexandre Dumas, ao contrário da piada que foi outra adaptação recente de sua obra: "A vingança do Mosqueteiro"."
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Vanderson Santos
05/01/2002
nota:Rate010
Apesar de estarmos no mês de maio e as principais estréias do verão americano estarem a caminho, é impossível negar que "O Conde de Monte Cristo" é um sério candidato a filme mais devertido do ano. A história de amor, traição e vingança, dirigida de forma maravilhosa pelo diretor Kevin Reynolds, é empolgante e o elenco, liderado por Jim Caviezel e Guy Pearce, está afiadíssimo. O roteiro também não fica para trás, sendo composto por belos diálogos e frases memoráveis: "Sou um conde, não um santo". "O Conde de Monte Cristo" é um programão de fim de semana para cinéfilo nenhum botar defeito!"
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Maria Teresinha
06/01/2002
nota:Rate08
Gostei. Fez-me rever os tempos em que lia o livro, me emocionava e tentava vizualisar a grande figura lendária de "O Conde de Monte Cristo". Li e reli o livro e embora o filme pudesse explorar um pouco mais foi emocionante."
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Emília Raquel
07/01/2002
nota:Rate010
Me supreendi com o começo, o decorrer e principalmente o final do filme, ou melhor, com ele todo. Um ótimo roteiro, ótimos atores, cenários, etc. Além da lição de vida que o mesmo passa para o interlocutor. Vale a pena assistir!"
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Renato Rosatti
08/01/2002
nota:Rate08
Dois jovens e ativos atores, os talentosos Jim Caviezel (Olhar de Anjo / Crimes em Primeiro Grau) e Guy Pearce (Amnésia / A Máquina do Tempo), estão dessa vez contracenando juntos numa co-produção entre Estados Unidos e Inglaterra novamente levando às telas do cinema a aventura "O Conde de Monte Cristo" (The Count of Monte Cristo), baseado na famosa obra homônima de Alexandre Dumas. Com estréia no Brasil em 01/05/02, o filme conta a trajetória dramática do marinheiro Edmond Dantes (Caviezel), numa reviravolta repentina em sua vida, acusado injustamente de traição ao governo francês, sendo preso, espancado, humilhado, e depois conseguindo fugir encontra um tesouro perdido que o torna um Conde e inicia sua vingança contra todos que o traíram. Essa é a premissa básica para uma deliciosa saga de aventura do gênero capa e espada, com todos os elementos característicos desse estilo, com piratas dos mares, duelos de espada, traição, vingança, aristocracia dos ricos Condes em suas enormes mansões, tramas políticas e, é claro, guerras, sendo nesse caso a disputa interna pelo poder na França de Napoleão Bonaparte no século XIX. "O Conde de Monte Cristo" começa quando um grupo de marinheiros comandados por Dantes e seu amigo Fernand Mondego (Pearce) deixam seu navio num bote juntamente com seu capitão gravemente doente, procurando ajuda médica na ilha de Elba, na costa da Itália, local onde é mantido exilado o poderoso e agora deposto imperador Napoleão Bonaparte. O capitão do navio não resiste e morre, e Dantes é solicitado por Bonaparte para levar uma carta a um amigo na França. Ingenuamente, o marinheiro aceita a missão, e chegando em Marselha ele reencontra sua noiva, a bela Mercedes (Dagmara Dominczyk), e é promovido à capitão do navio pelo proprietário da companhia de navegação. Seu amigo Mondego, com ciúmes de Mercedes e inveja do novo cargo de Dantes, resolve delatá-lo às autoridades sob o comando de Villefort (James Frain), que o condena por traição por possuir a misteriosa carta e ordena sua prisão no Castelo de If, uma estrutura de pedra isolada numa ilha, onde passou por longos treze anos. Lá, ele encontra o abade Faria (interpretado pelo experiente Richard Harris) que o ensina a ler e escrever, além de lutar com faca e espada. Juntos eles cavam um túnel e Dantes consegue fugir, sendo resgatado por um barco pirata e encontrando um amigo leal que o acompanharia para sempre (Luis Guzmán). Juntos eles partem em busca de um tesouro escondido na ilha de Monte Cristo, alertados de sua existência e localização pelo padre Faria, e após descobrirem a fortuna em ouro, Dantes se transforma no Conde de Monte Cristo. Retornando à França agora como um poderoso Conde, ele descobre que seu ex-amigo Fernand Mondego havia se casado com sua noiva Mercedes (que pensava que ele tinha morrido), aumentando ainda mais sua ira, e iniciando seu plano de vingança contra todos aqueles que arruinaram sua vida. Alguns momentos curiosos e engraçados são quando o padre Faria revela à Dantes que sabia a localização de um tesouro procurado até por Napoleão Bonaparte dizendo que "Sou um padre, não um santo", ou quando o mesmo Dantes usou uma frase equivalente ao dizer para o rival Mondego em seu leito de morte, ao cravar uma espada sem piedade em seu coração, "Sou um Conde, não um santo". Outra curiosidade é a semelhança entre o personagem de Dantes preso no Castelo de If e de Papillon, no filme homônimo de 1973, interpretado por Steve McQueen, quando este é preso em condições similares na Ilha do Diabo e consegue fugir após anos de muita persistência. Enfim, "O Conde de Monte Cristo" é uma divertida aventura de capa e espada, em seus longos mas não cansativos 131 minutos de projeção, onde o espectador inevitavelmente é induzido a torcer pelo drama do antes ingênuo marinheiro Edmond Dantes em sua trajetória de vingança, agora como um poderoso Conde, e na vitória triunfante sobre seus traidores."
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João Paulo Porto Martins
09/01/2002
nota:Rate010
O filme conta de forma sóbria a história de traição já conhecida. As locações e os duelos de espada são belíssimos. Diversão para gregos e troianos. Esse é um filme que ficou melhor que o livro, diferente de outros filmes recentes."
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Daniel Ferri Menezes
10/01/2002
nota:Rate07
Inveja, traição, injustiça e vingança. Quatro palavras bastam para definir a trama de "O Conde de Monte Cristo", refilmagem do clássico escrito por Alexandre Dumas. O filme se passa na França logo após a queda de Napoleão Bonaparte, misturando história com ficção aonde um simples marinheiro, Edmond Dantes, acaba se tornando joguete de interesse alheios. Injustamente preso, é levado para o Castelo de If, uma espécie de Bastilha piorada situado em uma ilha deserta, lar daqueles que se querem esquecer. Treze anos se passam até que Edmond consegue, com muita sorte, escapar e pôr em pratica seu plano de vingança, levando-o da miséria à gloria e ressurgindo como o misterioso Conde de Monte Cristo, rico e culto. Mas há gloria quando se odeia? O filme, muito bem produzido, faz com que a atmosfera aventureira, característica do livros de Dumas (o mesmo escritor de "Os três mosqueteiros"), renasça magistralmente na tela empolgando o publico. Do tipo completo, "O Conde de Monte Cristo" reúne ação, drama, humor e suspense, todos muito bem concatenados e ultlizados no momento certo."
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Leandro Gantois
11/01/2002
nota:Rate010
Um verdadeiro filmaço, assim é "O Conde de Monte Cristo", filme que conta com um roteiro perfeito junto com uma parte técnica que faz cada detalhe do filme valer cada centavo gasto na produção, eu não via isso desde o excelente "Titanic".Guy Pearce está muito bem, ele conseguiu mostrar perfeitamente a ingenuidade do Edmond Dantes. Fora que o filme conta com a direção do muito bom Kevin Reynolds (que fez o bom "Robin Hood - O príncipe dos ladrões" e o ótimo "Waterword - O segredo das águas", um filme que fala otimamente sobre a evolução do homem, mas que infelizmente afundou) que só faz bons filmes, com essas dupla seria muito difícil sair uma coisa ruim."O Conde de Monte Cristo" é desde já o melhor filme do ano, é simplesmente emocionante, estou torcendo para que consiga várias indicações ao Oscar.P.S.: O filme dá de mil a zero nas outras adaptações dos livros do Alexandre Dumas, como por exemplo "Os três mosqueteiros", de 1993, que é bem ruim, e "O homem da máscara de ferro", de 1998 e com Leonardo DiCaprio, que é horrível!
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Fernanda Prevedello
12/01/2002
nota:Rate010
Nota máxima. O típico filme que você gostaria de estar no lugar do protagonista. "O Conde de Monte Cristo" demonstra toda a garra de uma pessoa apenas por querer aquilo de mais simples: o amor. Mas a vingança impera no seu sentimento e faz com que este filme entrasse na minha lista dos melhores! Vale a pena!
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Carolina Grosjean
13/01/2002
nota:Rate09
Um ótimo filme. O roteiro adaptado de um clássico de Dumas não fugiu do escrito no livro, alguns erros dignos de uma adaptação. A história do filme é extremamente envolvente, os atores estão impecáveis no filme, passando exatemente o que sente Dantès ao ser preso por nada. Os planos de vingança são geniais. Um filme otimo!
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Douglas Rangel
14/01/2002
nota:Rate08
O filme "O Conde de Monte Cristo", baseado no romance de capa e espada de Alexandre Dumas, é um ótimo programa, principalmente se for para assistir com a namorada e se não estivermos dispostos a gastar muitos neurônios. Tem um enredo bem feito, sequência lógica e fácil de acompanhar e até boas tiradas de humor. Mas o que realmente encanta é o drama e sofrimento quase indeléveis vividos pelo mocinho Dantes e sua árdua luta para escapulir da clausura a que foi acometido injustamente. Enfim, uma história que envolve romance, aventura e drama tão bem feita que faz até perdoarmos o fato de ninguém reconhecer Dantes quando da sua volta. Vale a pena!
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Carola
15/01/2002
nota:Rate08
Gostei do filme, mostra que o cinema não é somente feito de efeitos especiais e que ainda existe uma boa luta de espadas. O filme dá uma boa liçao de moral sobre que o dinheiro não pode comprar felicidade, paz de espírito e consciência limpa.
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Fabrício Santos
17/01/2002
nota:Rate08
As obras literárias do escritor Alexandre Dumas sempre dão "pano pra manga" para os cineastas. Depois de "Os Três Mosqueteiros" e "O Homem da Máscara de Ferro", "O Conde de Monte Cristo" é o seu livro com mais adaptações para os cinemas. E mesmo que estejamos cansados de aventuras "capa-e-espada", não significa que possa-se fazer um filme bem feito. E "O Conde de Monte Cristo" é muito bem feito. O vento soprava contra, pois "O Conde de Monte Cristo" chegou aqui logo após o grotesco "A Vingança do Mosqueteiro", provavelmente a pior adaptação de um livro de Dumas, fazendo com que pensássemos: "Não seria outra espada sem corte?". Ainda mais com a direção de Kevin Reynolds, o ex-namoradinho do outro Kevin, o Costner (lembram-se do razoável "Robin Hood"???). O destaque principal do filme é a espetacular fotografia. Durante todos os 131 minutos ficamos deslumbrados com as imagens, qualidade das cores e iluminação perfeita, tanto em cenas diurnas quanto noturnas, e ajudando a retratar os dois extremos do protagonista no filme. Falando em protagonista, Jim Caviezel está tão bem neste filme quanto em "Além da Linha Vermelha" e segue sua sina de atuar alternadamente entre filmes bons e ruins (leia-se "Olhar de Anjo", com Jennifer Lopez). Com dois filmes em cartaz atualmente (o outro é "Crimes em Primeiro Grau"), Jim (que também assina James) Caviezel é o "rostinho do momento". O mesmo para Guy Pearce, que também está no decepcionante "A Máquina do Tempo". Mas, ao contrário deste último, Pearce está muitíssimo bem interpretando Fernand Mondego, o "amigo" de Edmond Dantes. Mondego é um riquinho invejoso, orgulhoso, ou seja, o esteriótipo que você já conhece. E Pearce passa sua frieza e prepotência como ninguém. O que não é uma surpresa vindo de um ator, mesmo que jovem, com uma bagagem de filmes como "L.A. Cidade Proibida", "Priscilla, a Rainha do Deserto" e "Amnésia". Apesar de pouca, a atuação de Richard Harris (o mago Alvo Dumbledore de "Harry Potter" e o César de "Gladiador") além de transmitir humor em suas cenas em que ensina estudos e esgrima para Dantes na prisão, também é dramática e é a parte de "moral" no filme, dando uma impressão meio forçada de "apologia a Deus". Mas as atuações que deixam a desejar são da bela Dagmara Dominczyk, interpretando a "mulher disputada pelos amigos" e seu filho, interpretado por Henry Cavill, um garoto com cara de "Frodo Bolseiro" que é absolutamente forçado em cena. Mas o elenco principal nos faz encher os olhos em cenas fantásticas, destacando a luta final em um campo de trigo, com um acompanhamento lateral da câmera que é maravilhoso. A "honra" e "promessas", como em toda capa-e-espada estão presentes, principalmente na história do "Rei" de xadrez. Frases de efeito não faltam, mas ao contrário de "A Vingança do Mosqueteiro" elas são mais espontâneas e a nossa aceitabilidade é maior. O único pecado forte desta bela produção é a cena do balão do Conde de Monte Cristo. Sem comentários. Mas não deixa de ser um belo filme.
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Márcio Omena Filho
18/01/2002
nota:Rate010
O clássico de Alexande Dumas foi muito bem executado no filme, é digno de louvor a drama, o cenário e bela interpretação de Caviezel, vale a pena relembrar a historia de revirolta que envolve o filme.
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Sandraa
19/01/2002
nota:Rate010
ADOREI! AMEI! Este filme não me tira da telinha. Se passar duas, três ... vezes seguidas, vejo todas elas com impolgação cada vez maior. FANTÁSTICO! Todo o filme é gostoso de ver. PARABÉNS! Gostaria de assisti-lo todos os dias. DEMAIS!
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Pedro Machado
20/01/2002
nota:Rate03
Péssima adaptaçao do bom livro de Dumas, o filme foge quase que completamente do enredo do livro,a parte das vingaças são "inventadas" e não batem com o livro nem de longe, e o Dantes desse filme não é nem sombra do implacavel e inteligente vingador da obra de Dumas.Lamentável.
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Elias Jr.
21/01/2002
nota:Rate010
Espetacular, essa é a única palavra possível para definir este filme, com uma história envolvente e atuações impressionantes. O filme é tão bom que já o assisti duas vezes. Destaque para a excelente fotografia.
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Marco Almeida
22/01/2002
nota:Rate010
Um dos melhores filmes que ja vi na vida, simples mas ao mesmo tempo complexo. Filme no qual se conta a historia de alguem desacreditado, quem nao tinha a quem recorrer e ate mesmo teve a desconfianca em Deus, que a vida nao teria nada de bom, pois foi injusticado, mas o filme mostra uma historia incrivel de uma pessoa que nao acredita mas em nada na vida, e que Deus mostra realmente o seu poder. Um exelente filme!
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Fábio Guilherme
23/01/2002
nota:Rate010
Filme muito bom, a estória, a fotografia a interpretação dos autores, tudo excelente!!! O Filme prende a atenção do início ao fim e tem mensagens muito legais.
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Bárbaraa
24/01/2002
nota:Rate010
Olha gente , se desse pra dar nota mair que dez , com certeza eu colocaria , mas como só vai até 10 ai está. Esse filme, é maravilhoso , eu já vi várias vezes. Esse filme está em primeiro lugar da minha ficha de melhores, realmenete eu adorei.
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Marinaa
25/01/2002
nota:Rate010
Um ótimo filme para se assistir recomendo naum eh aqueles filmes q podem ter efeitos especias mto massa mas naum se entende. Esse filme eh inteligente o Edmund qria se vingar e a melhor maneira q ele encontrou foi se aproximar dos inimigos e se fosse outro filme o vingador teria matados todos d uma vez esse naum foi com inteligencia e discernimento!Parabens ao diretos.
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L. Henrique & Paula
15/12/2009
nota:Rate010

O conde de Monte Cristo é um filme que traz uma visão inspiradora de como um homem pode vencer as circuntâncias. Assim como a saga de Ben Hur, porém menor, este é um filme cativante que mereçe ser apreciado. RECOMENDAMOS!


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Tatjana
15/12/2009

Esse filme é muuuuito bom, você sente de verdade a raiva do Dantes, e a vingança dele é boa mesmoooo! ahauhauhauahua


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anaatala
04/01/2010

Sou apaixonada por esse filme, em que é provado que a perseverança, a determinação, a coragem, alimentadas pela sede de justiça faz o indivíduo vencer a própria morte, ultrapassar todos os obstáculos e alcançar e reconquistar tudo o que se deseja! Serve de lição de vida para fortalecermos os ânimos e acreditar que somos capazes de vencermos tudo e nos reerguer das mais diversas recaídas!


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