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CIDADE BAIXA possui na direçáo de fotografia seu maior mérito. O roteiro é provocador e instigante. Retrata parte do cotidiano dos transeuntes da área portuária de Salvador. Wagner, Lázaro e Alice estáo impecáveis. O diretor Sérgio Machado deixa em aberto algumas questóes interessantes para um bate papo pós filme: AMIZADE, SEXO, PAIXÁO DESEJO, AMOR. Quando e onde um ultrapasso o outro em um triângulo amoroso entre dois amigos de infância e uma mulher amada em comum? ASSISTAM, IMPERDÍVEL. PARABÉNS SÉRGIO! |
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Fala de amor irmão e amor carnal... é cruel, é real. Mostra o cotidiano de quem luta com todas as armas para sobreviver. Só tome cuidado, é bastante chocante para os mais pudicos. E esses, deixam o cinema muito antes do fim. |
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Não gostei! Filme bizarro.Entramos no cinema com a expectativa, de ver um filme diferente com conteúdo, criativo...mas é a mesma coisa, não sai da linha do cinema nacional. Muita apelação,drogas, violência, prostituição...Tudo de ruim. Sem contar que os expectadores saem do cinema com má impressão da cidade de Salvador, que é um lugar lindo e tem muita coisa boa p/ mostrar. |
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Filme maravilhoso!! Excelente direção, os 3 protagonistas dao um show de interpretaçao, esplêndidos!!!! Mostra um triangulo amoroso mal resolvido, e que final... a troca de olhares, o conflito, maravilhoso!!!!!!! nao deixem de assistir! |
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Tenho 20 Anos E sou de SSA. O Filme Teria sido òtimo, se... Tivesse como nome "Cidade da Baixaria",estaria justificado e com nota dez. Porque um Filme que tem como nome cidade baixa, deveria retratar aspectos mais humanos: o bairro dos alagados, o Primeiro Poço de Pétroleo Do Brasil, enfim algo mais cltural do que só Put###.Do que apenas sexo violento e pornografia. Resumindo o Filme Não Tem, Ínicio, Meio e nem Fim. |
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Amor não é tema de "Cidade Baixa" "Cidade Baixa", filme baiano em cartaz, tem sido alvo de tratados até sociológicos, ganhou o Prêmio da Juventude no 58º Festival de Cinema de Cannes, mas não consegue atrair grande público ao cinema, mesmo com o forte apelo de sexo contido. A recepção tem sido fria. Também não agrada à nossa visão crítica. O filme não tem nada a ver com "Dona Flor e Seus Dois Maridos", de Bruno Barreto, 1976, que é o recordista de público brasileiro, muito menos com "Uma Mulher Para Dois" (Jules et Jim), de François Truffaut, 1964, como foi sugerido por aí. O único referencial é que trata do relacionamento de dois homens e uma mulher, um tema mais que recorrente do cinema. Além da falta de ritmo e de continuidade, o que incomoda em "Cidade Baixa" é a baixaria apresentada, a falta de pudor. Em cada fala de todos os personagens a presença insistente de linguagem grosseria, palavrões muitas vezes desnecessários. Tanto que a classificação indicativa passou de 16 para 18 anos na terça-feira, onze dias depois do lançamento. Não é mesmo um filme recomendado para jovens. Para ninguém. Os personagens de "Cidade Baixa" são marginais, à deriva, vidas sem rumo. No filme, estão presentes: prostituição, drogas, malandragem, trambiques, assalto, assassinato, suicídio, traições, briga de galos e de homens e até sugestão de aborto. Um leque de crimes. Realmente, amor não é o tema do filme. Sim, paixões desenfreadas, pois permeado de sexo e sentimentos carnais. A teoria do diretor Sérgio Machado é que "gente é tudo igual. De perto, todo mundo é igual". Na verdade, cada um é diferente, ou não? Enfim, "Cidade Baixa" é um filme sem esperança. Arrisque quem quiser. Um filme plenamente esquecível. |
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Por que fui pagar um ingresso pra assistir tanta hipocrisia sem nenhum mero conteúdo? O filme é muito ruim. Os atores são fracos (com exceção de José Drummont e Wagner Moura, que tiveram atuações razoáveis) e o roteiro não compensa, além de o filme dar maior enfoque ao sexo e à prostituição do que à história. É uma decepção do nosso cinema. Arrependi-me de ter pago R$10 pelo ingresso. Valeu pela pipoca, que tava bem amanteigada. |
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Simplesmente detestei. Acho que ele deveria entrar para a lista de filmes pornôs, ia fazer muito sucesso, com tanta baixaria. Tudo bem que o filme relata uma parte da realidade brasileira, mas acho que desta vez o nome "filme brasileiro", ficou arruinado.Sem contar a quantidade de palavrões, se vc tirar esses palavrões, os atores ficam mudos, sem contar que o filme não tinha uma história e ficou sem final, parecia mais um documentário, bom é isso, resumindo o filme é péssimo. |
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Sinceramente, Cidade Baixa foi abaixo das minhas expectativas. O filme nao consegue envolver o publico, e nao passa nada de especial para o mesmo. Lotado de cenas sensuais, pra nao dizer sexuais, da quentissima Alice Braga, o filme chega a exagerar no erotismo, deixando isso um fato corriqueiro e depois de um tempo nao acrescenta em nada na trama. Decepcionou. |
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Confesso que há muito não via um filme como Cidade Baixa. Considerá-lo uma obra prima do cinema baiano seria de certo modo um insulto à memória e filmografia de Glauber e do Walter da Silveira. Apesar do olhar ao revés sobre a Bahia, Cidade Baixa consegue evocar questões até então eufemizadas por outros diretores/ autores, ainda que despojado de uma análise sociológica. Trata-se de um drama urbano moderno com um roteiro ambíguo. Se a intenção do Sérgio Machado foi ressucitar o cinema baiano, creio que isso não foi alcançado. A mulher no filme não passa de objeto, coisa útil aos homens, que se fartam na sensualidade da strippers, ou seja, pouca fala e muita ação, sem conseguir desdobrar daí uma crítica mais contundente sobre a condição feminina. O racismo também está presente, principalmente quando o personagem Deco (Lazaro Ramos) sofre na pele os insultos em razão da sua cor. Poderia dizer que Cidade Baixa possui um caráter bastante realista, seco e um forte senso de verossimilhança, mas que se perde pela falta de amarração de certas cenas. Um filme não linear, pois está disperso com vários pontos de tensão, mas que acaba caindo na repetição. A exceção da obra se dá na boa trilha sonora e fotografia, bem como na brilhante atuação do trio amoroso Wagner Moura, Lázaro Ramos e Alice Braga, que é de fato quem segura o filme. Um pouco briga, drogas e muito sexo, essa é a formula de Cidade Baixa. O final do filme é flagrante tanto quanto o silencio e a decepção de muitos que como eu esperava muito mais do que a publicidade feita. |
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Caro leitor, como você reagiria se pudesse ser levado a um lugar em que apenas imagina como seja, mas, por medo, preconceito, convicção religiosa, etc. nunca teve vontade ou questão de estar lá, porém, estando, presencia cheiros, formas, comportamentos que realmente lhe assustam ou causa um certo desconforto, por não ser, literalmente, o seu mundo, mas o de outras pessoas, que, como você, existem, respiram e vivem ali, naquele ambiente sórdido, pecaminoso, carnal, baixo. Pois bem, este ambiente está sendo retratado de forma bastante real na tela de cinema e serve de pano de fundo para contar a história de dois amigos que, por ironia do destino, acabam se apaixonando por uma mulher que faz parte daquele mundinho que acima mencionei. Falo do ótimo filme brasileiro Cidade Baixa (Brasil/2005) que está em cartaz. Digo ótimo no sentido de obra cinematográfica, pois soaria um tanto estranho considerar as situações que a trama começa a revelar como "ótimas". Fiquei bastante impressionado com este filme do diretor Sérgio Machado, roteirizado por Karim Aïnouz (diretor do não menos sórdido Madame Satã) e produzido por Walter Salles. O filme revela as excelentes atuações de Lázaro Ramos, Wagner Moura e Alice Braga, extremamente convincentes nos papéis dos amigos Deco e Naldinho e da prostituta Karinna, e mostra como uma grande amizade pode se tornar efêmera diante de um sentimento mais arrebatador que é a paixão. Para quem só curte o "cinema-light" (aquele bem redondinho, que se preocupa muito em poupar o expectador de cenas fortes ou "baixas")" não recomendo. Mas para os que vêem o cinema como uma janela para o nosso diversificado mundo, a obra cumpre o seu papel. |
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Filme muito bom! Atuação espetacular de Lázaro Ramos, Alice Braga, Wagner Moura e Dois Mundos. Diálogos muito hilários, bem escritos, típicos do Brasil. O final é sem comentários, o melhor do filme! |
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Sérgio Machado é uma especie de Almodovar tupiniquim, mostrando personagens guiados pela emoçoes e que levam estas até as ultimas consequencias;belo retrato do suburbio de Salvador lembrando até a obra naturalista "o cortiço" de Aluizio de Azevedo. Gostei do filme porque ele prima pelos detalhes, apesar do roteiro ser um pouco esquematico. |
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É o "closer- perto demais" ao estilo brasileiro, só que bem mais real, a quimica que rola entre os 3 personagens é surreal, você torce o tempo todo para os três ficarem juntos, sem contar que apersonagem da Alice Braga, a Karina, é um tesão, e os caras mandam muito bem! |
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O FILME É BOM ! MESMO SENDO NACIONAL. OS ATORES ESTÃO ÓTIMOS EM SEUS RESPECTIVOS PAPÉIS. O WAGNER MOURA E O LÁZÁRO RAMOS SEMPRE NOS SURPREENDEM. NÃO CONHECIA O TRABALHO DA ATRIZ ALICE BRAGA E CONFESSO QUE ME SUPREENDI. O FINAL É QUE PÉSSIMO E DEIXA MUITO A DESEJAR. |
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Naldinho (Wagner Moura) e Deco (Lázaro Ramos) são amigos de infância. Moram na cidade baixa, em Salvador. Vivem de pequenos golpes: transportam prostitutas para navios atracados na barra. Numa empreitada da dupla, Naldinho é baleado. Deco se vira do jeito que pode para conseguir médico e remédios para o amigo. Karinna (Alíce Braga, sobrinha de Sonia Braga) também se esforçou para ajudar na recuperação de Naldinho. Enquanto Naldinho se recuperava, Karinna e Deco iniciam uma tórrida relação amorosa. No chão, ao lado da cama do enfermo Naldinho. Com a recuperação deste último, ocorre o inevitável: o triângulo amoroso se forma. A condição bíblica de Caim e Abel é levantada pelo diretor baiano, Sergio Machado. Com um adendo: um dos protagonistas é branco e o outro é preto. Querendo ou não, Sergio Machado faz um apanhado sociológico da juventude da cidade baixa de Salvador. O mundo das prostitutas, stripers e casas noturnas foram bem estudados pela equipe que trabalhou no fiel, pois é retratada de forma fiel. Os atores estão ótimos. Menção especial para Alice Braga que estava debutando diante das câmeras. A forma como Sergio Machado resolveu o filme no final é que deixou um gosto amargo na boca do espectador. Por não querer estragar a surpresa deixo a vocês concordarem com a minha assertiva. |
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É um filme sobre o comportamento atual dos jovens, onde os valores morais estão totalmente modificados. Acontece que, no meio de tudo, de repente não mais que de repente há um envolvimento afetivo no trio amoroso e aí a amizade e o respeito mutúo entre amigos fica prejudicado. A triste realidade gera frustração no filme e naqueles que o assistem. |
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Inexplicavelmente alguns filmes são exaltados pela crítica especializada sem o menor sentido.Um desses curiosos casos ocorreu com Cidade Baixa, de Sérgio Machado.O filme, que recebeu aplausos e mais aplausos por jornais, revistas e sites especializados,é uma completa perda de tempo e um desperdício dos talentos de Lázaro Ramos, Wagner Moura e Alice Braga, mesmo com boa montagem, Cidade Baixa peca pelo roteiro mal construído, pela recorrência excessiva ao erotismo e principalmente pelas opções erradas de seu diretor, como na cena da luta quer seria espetacular se focasse apenas na ação mas que se pede ao focar figurantes sem a menor expressão. Um filme fraco que só vale pela participação de José Dummont e pela última cena( uma das poucas escolhas certas de Sérgio Machado durante todo o filme), o que, para um filme tão aplaudido é muito pouco. |
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Nojento, extremamente nojento, tosco,sem graça, sem sentido, rídiculo.Só dou nota 1 pelas cenas de sexo que foram boas por sinal.Mas o filme em si é muito chato. Não vale a pena assistir. |
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Esse filme é excelente.acabei de vê-lo, ainda estou meio confuso, mas vou tentar descrevê-lo (embora não seja bom nisso.) cidade baixa é um cine privé de Akira Kurosawa. Baixaria artística. Lembra Blow up; o filme não diz nada - e diz tudo. palmas, palmas para essa obra de arte. |
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Um filme bem trabalhado, a história não é o ponto mais forte, mas serve para atrair nossa atenção o tempo todo. As cenas de sexo não são exageradas, aparece apenas o que se pede. Mas o melhor do filme mesmo são as atuações maravilhosas de Alice Braga e Wagner Moura. Lázaro Ramos não fica muito atrás, mas talvez por seu personagem não pedir tanto do ator ele não tenha superado Wagner Moura. O final também é um ponto muito forte que trabalha com a imaginação do telespectador. Enfim, um filme muito interessante, que vale a pena ser assistido e principalmente, não é uma história na qual você saia do cinema como se nada tivesse acontecido. |
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Engraçado... O Elenco é perfeito, O Local (Bahia) é fantastico. Os atores foram impecavel, mas a História péssima; sem sentido e sem falar q algumas cenas são vulgares. O Brasil tem um Grande potencial de tornar-se o maior polo do cinema mundial, mas temos de deixar de fazer filme explorando o Sexo. temos atores magnificos. falta, apenas, investimento e criatividade. |
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Um filme com muitos bons momentos....Alice Braga brilha em cena. Os amigos Lázaro Ramos e Wagner Moura não perdem muito um pro outro em quisito atuação, mas esse último ainda está um pouco melhor... mas o que mais surpreende é o final do filme que é totalmente inesperado e usa a imaginação do espectador como arma principal. |
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Em Cidade Baixa os sentimentos são vividos a flor da pele, o triangulo amoroso vivido pelos maravilhosos Lázaro Ramos, Wagner Moura e Alice Braga, mostra q mesmo com vidas sofridas em uma dura realidade vivem o tesão com visceralidade, o amor acaba aflorando em cada um de forma igual e o espectador torce para q os tres fiquem juntos. Um filme q mostra toda a beleza do amor tocando corações endurecidos pela vida. |
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Sem começo nem fim, não chega ser nem mesmo mediano. Mais um filme com pessoas feias que quer mostrar a "realidade" brasileira. Parece que foi feito apenas pra mostrar nua (muitas vezes) a sobrinha da Sonia Braga. |
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Um olhar pouco comum sobre a Bahia! Para quem está acostumado com a farsa institucionalizada do carnaval baiano, Cidade Baixa pode até chocar, afinal trata-se de um filme que mostra uma Salvador que todo mundo insiste em fazer de conta que não existe, cheia de misérias, exclusão, lixo, prostituição e desespero... Um grande filme! |
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O filme é uma baixaria do começo ao fim. Cenas de sexo promíscuo, nudez e violência, linguagem chula e baixa, palavrões até não caber mais. O filme basicamente não tem história, seu "trunfo" é a nudez mais que explorada da belíssima atriz Alice Braga. Também não podemos deixar de dar destaque para as boas intepretações de Wagner Moura e Lázaro Ramos. É uma pena que esse seja o tipo de filme pelo qual o Brasil fique conhecido lá fora. Uma autêntica porno-chanchada. Se o objetivo dos produtores era mostrar a mi'seria, nua e crua, do país em que vivemos eles acertaram. Um filme escuro, com cenários pobres e feios e temas fortes como o consumo de drogas, suicídio e prostituição. Não é filme para a família, não é cinema-diversão. É um espetáculo de contemplação da miséria e baixeza do homem. |
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Foi o melhor filme que assisti esse ano,o Lázaro ramos é mesmo um dos melhores atores brasileros da atualidade!.Ofilme mostra uma realidade marcante do nosso país!"prostituição" e a trama que abordou isso,foi muito bem bolada.Parabéns. |
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Creio que nada salva este filme. Tudo me pareceu muito estereotipado, parecia até que estava vendo aqueles filmes nacionais da década de 70. Enfim, nada surpreende, nada emociona. |
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No geral um bom filme, interessante roteiro ambientado num lugar onde não se imagina uma história desse tipo. Apenas peca por ser inconclusivo, quando se acha que a trama vai nos surpreender o filme acaba. |
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Fazia tempo que não via atuações tão viscerais. Wagner Moura e Lázaro Ramos estão entre os grandes nomes da atual geração de atores jovens do cinema brasileiro. Estão simplesmente formidáveis! E a Alice Braga não fica atrás não! É basicamente a história - ambientada em Salvador - de dois homens que se apaixonam por uma prostituta. Até um certo ponto do filme chegamos a pensar que um tabu aí poderia muito bem ser quebrado - que tal manter um triângulo amoroso sem ciúmes? Mas não: o pior acontece e os dois amigos de infância, Deco e Naldinho, terminam por se tornar rivais ferozes pela paixão que nutrem por Karinna, prostituta e dançarina de boate. O diretor desse filme afirma nos extras que pretendia fazer um filme que fizesse o expectador torcer para que o velho e primitivo tabu da exclusividade monogâmica fosse quebrado. Conseguiu. O expectador é levado a todo o momento a torcer para que a relação dos três funcione, mesmo sabendo que no final das contas, não vai dar certo. Falando em extras: prestem atenção no ÓTIMO, EXCELENTE trabalho feito pela preparadora de elenco do filme junto aos atores. Nunca vi coisa igual! Atuar em cinema deve ser mesmo uma experiência ímpar! |
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Foi o melhor filme nacional de 2005,o drama insolúvel provocado pelo triângulo amoroso, aliado a periferia de Salvador com sua pobreza e impossibilidade para os jovens, dão o tom a esse ótimo filme. |
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O filme é exelente mas é apenas um filme. Bem feito e elaborado com um rigor sensível admirável. O que não dá para entender são as opiniões negativas que parecem escritas por crianças ou gente que estão loucas para ver nas telas as cenas daquela menina mais os namorados matando os pais dela. Reparem, voceis viram um bom filme sobre uma realidade presente em todas as cidades grandes deste planeta. E, se ainda não conhecem esse submundo, conheçam. Ele está bem diante dos seus nojentos narizes. |
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A maldade está nos olhos de quem vê, já dizia minha avó! Em nenhum momento considerei as cenas de sexo abusivas ou mesmo o uso de palavrões excessivos. Tudo no filme está contextualizado corretamente. As interpretações são fantásticas e torna-se impossível não envolver-se com a trama, quebrando o tabu monogâmico vigente em nossa sociedade hipócrita. |
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Bom, o filme é um tanto quanto nietzschiano. Como sabemos, o Nietzsche é dioniziaco, epicurista e homerico. O filme "Cidade Baixa" é um misto de cada apecto destes da vida. È homerico no sentido da violencia, da Odicéia da vida; é dionisiaco no sentido em que ele faz uma certa eloquencia à orgia e é epicurita no momento em que, mesmo a vida sendo uma relidade tal qual ela é, ha o prazer na trama e/ou no drama da vida. Parabens à producao. |
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Lamentável! Muitas pessoas nao tem maturidade para ver alem das cenas de sexo e palavroes... elas n percebem a beleza do amor entre os 3 personagens! o conflito moral que consome aquelas 3 pessoas que nao sabem como lidar com os seus amores... recomendo pra estas pessoas re assistam outras vezes o filme até que naturalizem o sexo e os palavroes e alcancem a dimensao da troca de olhgares dos 3 personagens, é no silencio que esta o que vc n podem ver. |
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