Chicago

Chicago 2010-05-22 Francisco

Título original: (Chicago)

Lançamento: 2002 (EUA)

Direção: Rob Marshall

Atores: Renée Zellweger, Catherine Zeta-Jones, Richard Gere, Queen Latifah.

Duração: 100 min

Gênero: Musical

Status: Arquivado

5           10 62 5

(62 votos)

                   

Sinopse

Velma Kelly (Catherine Zeta-Jones) é uma famosa dançarina que é também a principal atração da boate onde trabalha. Após matar seu marido, Velma entra em uma seleta lista de assassinas de Chicago, a qual é controlada por Billy Flynn (Richard Gere), um advogado que busca sempre se aproveitar ao máximo da situação. Ao contrário do se esperava, o assassinato faz com que a fama de Velma cresça ainda mais, tornando-a uma verdadeira celebridade do showbizz. Enquanto isso a aspirante a cantora Roxie Hart (Renée Zellweger) sonha com um mundo de glamour e fama, até que mata seu namorado após uma briga. Billy fica sabendo do crime e decide adiar ao máximo o julgamento de Velma, de forma a poder explorar os dois assassinatos ao máximo nos jornais. Assim como ocorreu com Velma, Roxie também se torna uma estrela por causa de seu crime cometido, iniciando uma disputa entre as duas pelo posto de maior celebridade do meio artístico.

 

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Elenco

Renée Zellweger

(Roxanne "Roxie" Hart)

Catherine Zeta-Jones

(Velma Kelly)

Richard Gere

(Billy Flynn)

Comentários

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Júlia Marques em 30/10/2011Nota: 10     

Não sou muito de musicais, mas com certeza esse é um dos melhores musicais que existe!! Merecedor de todos os seus 6 Oscars e outros prêmios, em especial Oscar de melhor atriz coadjuvante para Catherine Zeta-Jones!! (mas voto de fã não conta, então...)
#FãClubeZeta4Ever

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Flavia Richard Heigel em 06/02/2011Nota: 8     

Detalhe especial pra Richard Gere no julgamento, fazendo do julgamento, do judiciario em geral um grande circo

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Flavia Richard Heigel em 06/02/2011Nota: 8     

Chicago mereceu cada um dos premios que recebeu. Queen Latifah estava demais, Renee e Catherine igualmente fabulosas. As músicas, as coreografias, tudo em Chicago foi cuidadosamente elaborado pra dar o resultado que deu.

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luciano em 01/09/2010

Repito o comentário que fiz sobre "Shakespeare apaixonado": O oscar é um grande engodo político. Como pode uma imundície dessa ganhar o oscar de melhor filme, superando filmes como "o pianista" e "O Senhor dos Anéis"? É de se revoltar!!!

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Homero B. S. Filho em 23/06/2010Nota: 4.5     

Para a maior parte das pessoas, num contexto intelectual, os melhores filmes são os antigos. Independentemente do gênero, é incontestável que os roteiros daquela época sejam mais puros, mais criativos e obviamente muito mais comprometidos com a arte em si do que os filmes mais novos. Embora vários representantes dos gêneros cinematográficos tenham conseguido alcançar um grau de excelência bastante similar ao de seus antepassados, os musicais há muito não chamavam atenção. Depois que Moulin Rouge estourou em 2001, Chicago (Chicago, 2002, de Rob Marshall) era outra produção que não poderia deixar de merecer certa atenção, especificamente por ser um musical.

A época é a década de 30. Cabarés, bebidas, intrigas, sexo, ocorriam em polvorosa na cidade dos ventos, como era chamada Chicago. No meio deste cenário, Velma Kelly e Roxie Hart cometem homicídios passionais e acabam na mesma prisão, onde partilham problemas não tão similares ocorridos entre as detentas. Próximas de serem condenadas à morte, elas independentemente contratam a mesma pessoa, Billy Flynn, advogado ambicioso e extremamente sagaz que surge como a última esperança para ambas.

O objetivismo que abre o longa trata-se de um desvio de atenção que causa ambiguidade em relação ao fluxo do roteiro (pois o passado das personagens permanece um mistério). Logo depois, descobrimos que não é exatamente necessário sabermos quem são essas pessoas, e sim o que elas querem, e é isso que irá traçar seus movimentos durante o filme: o propósito, a motivação que os impulsiona a satisafazerem seus desejos mais cobiçados.

São vários elementos que fazem de Chicago um bom filme, mas o mais peculiar é, sem dúvida, os números musicais bifurcados. De um lado, o explendor de um teatro, com direito à coreografia, platéia e um palco. Do outro, pessoas com caráter (falho ou não), sérias, mais do que atores em atividade, personalidades indecisas, movidas pela ganância ou que só querem chamar a atenção. Obviamente, o filme pende mais para o segundo lado, onde os conflitos precisam ser convincetes (e que exalta que um musical não pode ser só lantejoulas). Em contrapartida, os números musicais aparecem em momentos precisos, onde o expectador não poderia ter sido soterrado pela parte mais séria da trama para entender na pele o que realmente move cada personagem. Os números são divertidos, contagiantes e extremamente charmosos, o que é um substancial ponto positivo, e Rob Marshall consegue passar para a tela mais do que com talento essa bifurcação. Quando os personagens não são retratados em seus números musicais, eles são apenas pessoas, com roupas normais, penteados normais, e Dion Beebe contribui com uma excelente fotografia acinzentada, que expressa o quão pacato esse lado pode ser, independentemente da quantidade de intrigas. Porém, nos números musicais, tudo se transforma. As situações são ridicularizadas por metáforas hilárias, os figurinos são coloridos, e a fotografia anda lado-a-lado com a iluminação de um teatro, onde mais de uma paleta de cores, tanto na iluminação principal quanto na contra-luz, de repente surge - até os cones de luz podem ser vistos nos refletores!

Isso definitivamente faz de Chicago um sucesso, mas vemos aqui atuações inigualáveis de Renée Zellweger, Catherine Zeta-Jones e até mesmo Richard Gere. Renée brilha como Roxie, enquanto Gere atinge seu momento máximo de glória - apesar de seus 53 anos de idade durante as filmagens, o físico e o rosto do ator não aparentam mesmo essa idade. E enfim, com tantos talentos femininos, há ainda John C. Reilly, que interpreta o marido 'bobão' de Roxie. Ele rouba a cena toda vez que aparece ou falando bobagens, ou dando gafes, e ofusca todo o elenco quando expressa seus sentimentos de indivíduo cansado de ser passado para trás. O trunfo do filme, apesar de todos esses pontos positivos, é exagerar na comédia sem deixar o drama de lado, e sempre quando parece que o filme vai terminar com uma piada musical, aparece um momento dramático que muda tudo e contribui ainda mais para consolidar os personagens como pessoas de verdade. Como eu havia dito, a sátira está presente em cada número musical, e é mais do que bom poder ver os atores ironizando a eles mesmos. Chicago acerta na mosca, alternando números musicais que surgem como contra-ponto da realidade suja e das pessoas mesquinhas e interesseiras que protagonizam a longínqua história. E isto, por si só já é digno de uma antologia.

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Jonny Nunes em 23/04/2010

O Filme é simplismente perfeito, uma musical que consegue englobar tudo o que um bom filme precisa ter, uma ótima direção, elenco espetacular, roteiro maravilhoso e uma parte tecnica luxuosa.


Cathareine Zeta-Jones está perfeita e merce muito o oscar que ganhou.


Muitas críticas apontam contra mas Chicago mereceu cada OScar que ganhou e ainda mercia mais foi injusto a derrota do Rob Marshall que merecia  o Oscar de melhor Diretor.


 


Resumindo pra mim o melhor musical de todos os tempos.

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Lucas em 24/02/2010

Maravilhoso,melhor do que CABARET com liza Minnelli.

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romarioalg em 18/02/2010Nota: 4     

Por ser um musical, o filme tem toda sua ideologia de obrigatoriedade em ínúmeras aparições de músicas e danças, o que combinou bastante com o filme. O filme é bastante empolagante com uma excelente história e maravilhosas atuações. Excelente trabalho de Renée Zellweger.


Recomendo!

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Adrielle PSS em 05/02/2010Nota: 2     

Gosto de musicais, mas esse definitivamente não é o espetáculo que é "Moulin Rouge", tds as cenas com musicas são coisas das cabeças dos personagens, a única pessoa que canta bem ali é sem duvida Catherine Zeta-Jones, Renée canta gemendo e Richard Gere com certeza não nasceu pra isso, não tem o mesmo visual de "Moulin Rouge" e que fique bem claro que eu só estou comparando os dois, pq o Moulin Rouge foi o mais recente antes de Chicago, as musicas não empolgam, e vc com certeza não sai cantando as musicas, é como se as musicas fossem incluisas a força no filme. É nítido como Chicago tenta, sem sucesso, imitar Moulin Rouge, é decepcionante com certeza

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Mílton Faro em 14/02/2002Nota: 5     

Parabéns. Você que viu Chicago não só se divertiu como acabou de economizar uns 1200 dólares. Verdade. Chicago é o mais próximo que eu vi de um musical que me deu a nítida sensação de estar ali, ao vivo e bem frente do palco de um teatro em plena Broadway. No encerramento de cada número, minha vontade era de levantar e aplaudir, mas isso não só causaria um desastre com pipocas derrubadas e refrigerante derramado como resultaria numa provável expulsão da sala de cinema. Pois bem. Foi difícil mas me controlei e aplaudi com o coração cada final majestoso. Um espetáculo que permite abusar de elogios. Maravilhoso. Sedutor. Gostoso. Chicago é tudo isso sem gastar dinheiro com passagem aérea, hotel, estadia e bilhetes de entrada para Broadway. (Não que seja ruim assistir qualquer musical desse jeito, mas em tempos de vacas magras e dólares gordos, que grande oportunidade a sétima arte nos traz)."

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