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Chicago

titulo original: (Chicago)

lançamento: 2002 (EUA)

direção: Rob Marshall

atores: Renée Zellweger , Catherine Zeta-Jones , Richard Gere , Queen Latifah , Lucy Liu

duração: 100 min

gênero: Musical

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Chicago
  • gênero:Musical
  • duração:01 hs 40 min
  • ano de lançamento:2002
  • site oficial:http://www.miramax.com/chicago/
  • estúdio:Miramax Films / Loop Films / Producers Circle
  • distribuidora:Miramax Films / Lumière / Buena Vista International
  • direção: Rob Marshall
  • roteiro:Bill Condon, baseado em peça teatral de Maurine Dallas Watkins
  • produção:Marty Richards e Harvey Weinstein
  • música:Danny Elfman
  • fotografia:Dion Beebe
  • direção de arte:Andrew M. Stearn
  • figurino:Colleen Atwood
  • edição:Martin Walsh
  • efeitos especiais:Toybox

imagens - 20

Chicago Chicago Chicago Chicago Chicago Chicago Chicago Chicago Chicago Chicago Chicago Chicago Chicago Chicago Chicago Chicago Chicago Chicago Chicago Chicago

sinopse:

Velma Kelly (Catherine Zeta-Jones) é uma famosa dançarina que é também a principal atração da boate onde trabalha. Após matar seu marido, Velma entra em uma seleta lista de assassinas de Chicago, a qual é controlada por Billy Flynn (Richard Gere), um advogado que busca sempre se aproveitar ao máximo da situação. Ao contrário do se esperava, o assassinato faz com que a fama de Velma cresça ainda mais, tornando-a uma verdadeira celebridade do showbizz. Enquanto isso a aspirante a cantora Roxie Hart (Renée Zellweger) sonha com um mundo de glamour e fama, até que mata seu namorado após uma briga. Billy fica sabendo do crime e decide adiar ao máximo o julgamento de Velma, de forma a poder explorar os dois assassinatos ao máximo nos jornais. Assim como ocorreu com Velma, Roxie também se torna uma estrela por causa de seu crime cometido, iniciando uma disputa entre as duas pelo posto de maior celebridade do meio artístico.

elenco:

comentários

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Raffael
02/01/2002
nota:Rate08
É um musical menos gritante e excessivo que ''Moulin Rouge'', o que explica a minha preferência por ele. O elenco está ótimo e a produção é bela. Mas, é melhor como sátira de costumes do que propriamente como musical. Porque há algo sombrio em ''Chicago''. E também porque algumas músicas simplesmente não empolgam, ao contrário do que acontece em ''Moulin Rouge''. O que eu quero dizer é que, você não vai ter vontade de dançar e sair pulando enquanto assiste ''Chicago''. Mas tem muito charme e competência. Destaque para a maravilhosa Catherine Zeta-Jones.Tem tudo para fazer enorme sucesso (talvez mais que ''Moulin'') e, quem sabe, ganhar algumas estatuetas douradas."
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Wallace Andrioli Guedes
04/01/2002
nota:Rate010
O tempo dos musicais no cinema parecia ter chegado ao fim. Desde "O Show Deve Continuar" ("All that Jazz") , de 1979 , um representante do gênero não era indicado ao Oscar de melhor filme. Tirando raras exceções , como "Dançando no Escuro" e "Evita" , poucos filmes desse tipo eram produzidos na Hollywood atual. Mas em 2001 , o diretor Baz Luhrmann lançou "Moulin Rouge" , um musical ousado , diferente , que conquistou platéias e a crítica mundo afora , e foi indicado ao prêmio da Academia nas categorias principais. Foi o incentivo que faltava para o retorno desse gênero , que nos deu clássicos como "Cantando na Chuva" , "A Noviça Rebelde" , "Amor , Sublime Amor" , "Cabaret" , por exemplo , ao foco principal do cinema atual. E aí veio "Chicago" Na verdade , a história contada no filme tem fundos reais. Na década de 20 , uma jovem que sonhava em ser dançarina assassinou seu amante , foi presa , mas acabou se tornando uma celebridade na época. Alguns anos depois , esse curioso acontecimento tornou-se uma peça teatral , , já ganhando contornos ficcionais , e mais tarde dois filmes para o cinema. Em 1975 , Bob Fosse adaptou essa história para a Broadway. É daí que vem a trama que vemos no filme. Aliás , transportá-la para o cinema era um dos grandes sonhos de Fosse , diretor de obras aclamadas como "Cabaret" , "O Show Deve Continuar" e "Lenny" , mas sua morte em 1987 pareceu colocar um ponto final nessa chance. Mas o coreógrafo Rob Marshall , que nunca tinha dirigido um filme para a tela grande , resolveu "ressuscitar" o projeto , e conseguiu , no final de 2002 , enfim lançá-lo nos cinemas ianques. A aclamação foi imediata , transformando "Chicago" no grande favorito ao Oscar 2003 , onde recebeu 13 indicações (1 a menos que os recordistas "A Malvada" e "Titanic") , das quais poucas não foram merecidas (só achei um exagero indicar Queen Latifah a melhor atriz coadjuvante). A produção ainda arrebatou 3 Globos de Ouro : melhor filme em comédia ou musical , melhor ator em comédia ou musical (Richard Gere) e melhor atriz em comédia ou musical (Renée Zellweger). Em meio a todo esse furor , o filme estreou no Brasil , sob grandes expectativas. E não decepcionou. Uso como parâmetro para comparação o também indicado ao Oscar de melhor filme nesse ano "Gangues de Nova York" , que causou enormes expectativas nos fãs , e não fãs , de Martin Scorsese e acabou decepcionando por ser uma obra extremamente confusa e pretensiosa (sem perder a qualidade). São filmes completamente diferentes , mas que criaram expectativas parecidas. "Chicago" , cumpre o que promete e mostra o porquê de todo o destaque que vem recebendo. É impossível não gostar do filme. Ele possui um ritmo delicioso , não é frenético como "Moulin Rouge" mas também não é lento e arrastado como "Dançando no Escuro" , por exemplo. Tem atuações excepcionais , com destaque para o trio principal , Gere , Zellweger e Catherine Zeta-Jones , e para John C. Reilly. Um roteiro enxuto , inteligente , cheio de sacadas geniais , e uma parte técnica deslumbrante. E , é lógico , um fantástica trilha sonora , que contém canções inesquecíveis como "Razzle Dazzle" e "All That Jazz" , todas interpretadas magistralmente pelo elenco. Ou seja , é uma produção admirável , um filme merecedor dos prêmios que vem recebendo , e que , se não é inovador como "Moulin Rouge" , é de uma simplicidade impressionante , capaz de conquistar o espectador desde seu minuto inicial. Se ganhar o Oscar de melhor filme , a estatueta estará em boas mãos."
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Guilherme Talarico
06/01/2002
nota:Rate010
Não tem toda a produção de arte de Moulin Rouge. Mas de longe é bem melhor, numa história mais séria do que um romance trágico! O elenco em geral é muito bom e não duvido e Renné ganhe o Oscar, porque enquanto Nicole ficava só atuando com seu nariz, Renne e Catherine estavam lá dançando, cantando, e atuando tudo junto! A direção e o dinamismo do Diretor Rob Marshal valeu o premio do Sindicato dos Diretores. Chicago é mesmo "All That Jazz"."
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Priscilaa
07/01/2002
nota:Rate010
Excelente! O modo como eles trabalharam a realidade e a vida como um espetáculo é genial. A todo momento as cenas do fato em si e as do espetáculo se alternam com uma precisão artística. O filme é ritmo puro, arte e beleza. A protagonista soube deixar bem o seu recado. Parabéns, as indicações e os prêmios foram/são merecidos."
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Jorge H.C. Duete
08/01/2002
nota:Rate06
Chicago é uma fita musical que peca pavorosamente pelo roteiro superficial. Entretanto, as canções ensaiadas são muito atrativas, com destaques especiais para o surpreendente trabalho de Richard Gere ao som de Razzle Dazzle (minha cena predileta), um número musical bacana com Queen Latifah, e, por fim, John C. Reilly frustrado ecoando Mr. Celophane. Zeta-Jones também arrasa na abertura com "All that Jazz". O problema é que Cinema não é feito só de boas músicas, tem de haver um roteiro ao menos razoável, o que não ocorre em Chicago."
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Christian Jafas
09/01/2002
nota:Rate07
Eu vi Chicago e devo confessar que não era o filme que esperava. Talvez seja uma pequena ilusão criada por Moulin Rouge! Ou quem sabe ainda está vivo na memória o belíssimo West Side Story que vi mais de vinte vezes. Esse sim é um musical de respeito. Por favor peguem nas melhores locadoras! Mas voltando a Chicago ... o filme poderia ser enxugado em 10 minutos e ninguém ia sentir falta. Não conheço a peça original, mas não preciso dela, estou falando do filme Chicago e não da adaptação dele. Falta um pouco de ritmo no andar das cenas e os números enfraquecem a história. Ah, é um musical e tem que ter música, certo? A noviça rebelde está recheada de canções e elas movem a história para frente, West Side Story é um exemplo clássico e perfeito, nós esperamos o próximo número, aguardamos isso. E por que Moulin Rouge agradou tanto o público jovem? Não é chato. Já em Chicago fica aquela sensação: ‘Outra música e quando voltamos para a trama?’ A coreografia e a montagem parecem querer disfarçar pequenas falhas ou imperfeições, na verdade escondem mais do que mostram. Tudo parece uma ilusão ou um truque. É nisso que o filme ganha respeito. Se como musical ele não convence, pelo menos na crítica ele bate pesado. ‘Se Jesus tivesse U$ 5.000 para me contratar ... o final seria diferente.’ O personagem de Richard Gere é a síntese de uma sociedade que consome, cria e destroi seus heróis tão rápido que não chegamos nem a esquecê-los, apenas eles são apagados ou deletados. Alguém se lembra do caso Mike Tyson? Do caso O.J. Simpson? Ou do nosso bigbrodibrasil? Criamos bam-bam, caubói, caipiras, sabrinas, manuelas, cozinheiros e depois todos vão para a Playboy, RedeTV e outros jornais de fofoca. Nem tudo está perdido em Chicago. O elenco foi muito bem escolhido e Richard Gere supera qualquer dúvida e arrebenta como Billy Flynn. Ele é o advogado com a obrigação de livrar Renée Zellweger e Catherine Zeta-Jones da forca. E por falar em Renée, o que fizeram com ela? Me digam que não fui o único que vi o estranho Um amor e uma 45? Ele é um daqueles filme-violento-que-parece-Tarantino, e saiu um pouco depois de Pulp Fiction. Renée estava linda nesse trabalho, lindíssima. Será que ela acha que para fazer sucesso tinha que ficar feia? Tomara que ela não leve essas idéias para a mulher do Michael Douglas. Até tentaram tirar toda a sensualidade de Zeta-Jones ... mas não conseguiram. Toda vez que entra em quadro Velma Kelly rouba tudo: a cena, o close, a câmera e deve roubar o Oscar também. Chicago é até um bom filme, mas não se compara a Moulin Rouge e passa a quilômetros de distancia dos grandes clássicos."
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Pedro Henrique Marques
10/01/2002
nota:Rate08
O filme é bom, historia legal, mas entre os últimos musicas: Moulin Rouge e Dançando no Escuro, este foi o que menos gostei. Copia um pouco de cada: na cena em que a prisioneira é enforcada é praticamente igual a de DNE e a cena do circo (julgamento), possui muita semelhança com Moulin Rouge."
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André Mascarenhas
11/01/2002
nota:Rate09
Um ótimo musical, com brilhante direção e ótimas atuações.As músicas são excelentes, interpretadas por Reneé Zellweger, Catherine Zeta-Jones e Richard Gere.Ganhe talvez Oscar de filme."
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Durval Junior
12/01/2002
nota:Rate010
O Filme é excelente, não deixa nada a desejar a Moulin Rouge que reviveu o gênero nos cinemas, em alguns momentos percebe-se um toque do filme "Dançando no Escuro". Uma das melhores cenas do filme é quando o advogado vivido por Richard Gere (Billy Flynn) manipula a impressa da cidade para inocentar a sua cliente vivida por Renee Zeelweger (Roxie Hart), numa cena antológica para a história do cinema, quando a impressa é manipulada como se fosse fantoches... com certeza um dos fortes candidatos ao Oscar deste Ano. Nota 10 com todo o merecimento."
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Rafael Peixoto
13/01/2002
nota:Rate08
Outro musical que emplaca em Hollywood, mas por tantas estatuetas esperava mais. Se comparar com "Moulin Rouge" não se torna tão grandioso. Em contrapartida não deixa de ser um BELO musical, com atuações excelentes, principalmente da estonteante e brilhante Caterine Zeta-Jones!"
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Janaína Scotti Pintoa
15/01/2002
nota:Rate08
A partir das fantasias musicais da personagem Roxie, uma mulher que é julgada por assassinar seu amante, nasce o filme com mais indicações ao Oscar 2003: "Chicago". Diretor estreante encabeça no elenco três nomes famosos: Renée Zellweger, Richard Gere e Catherine Zeta-Jones, mas não são eles o atrativo principal do filme, e sim são as músicas. Os números musicais são a melhor e a pior coisa do filme. Por que? Os atores cantam e dançam (destaque para Zeta-Jones quanto aos cenas de dança) ao delicioso som de jazz e com ótimas coreografias de dança; só que ao mesmo tempo as músicas se tornam cansativas, já que tem mais cenas cantadas do que enredo no filme. Ao contrário de Moulin Rouge, Chicago não chega a ser tão barulhento e confuso, mas possui o mesmo ritmo ágil e fotografia escura, vermelho berrante do musical anterior, só que com excelentes montagens. Em poucas palavras, Chicago é puro entreterimento."
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Iura Bessaa
16/01/2002
nota:Rate010
É mais que um simples musical, é uma obra de arte. Chicago traz no elenco três grandes atores e é com certeza um dos melhor filme dos ultimos dois ou três anos... A Catherine Zeta Jones está excepcional e além de cantar e dançar muito bem, sua atuação é perfeita... A única coisa do filme que deixa a desejar é a atuação do Richard Gere, que não se expressa muito bem."
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Silrone Saraivaa
17/01/2002
nota:Rate04
A PRETENSÃO ATÉ QUE ERA BOA(UMA CRÍTICA AOS EUA,PRINCIPALMENTE AO PODER JUDICIÁRIO,REFLETIDA NA HISTÓRIA DE DUAS MULHERES BRIGANDO PELOS HOLOFOTES DA MÍDIA NA DÉCADA DE 1920),PENA QUE O SUCESSO TENHA SIDO PARCIAL.A DIREÇÃO DO ESTREANTE ROB MARSHALL É O TRUNFO DO FILME.A IDÉIA DE FILMAR AS CENAS MUSICAIS INSERINDO NELAS UM AR DE TEATRALIDADE E DE IMPRIMI-LAS NA MENTE DA PERSONAGEM DE ROXIE(RENÉE ZELLWEGER,ÓTIMA DRAMATICAMENTE E UM FIASCO DANÇANDO E CANTANDO)FAZEM JUZ AOS ELOGIOS DESSE COMPETENTE REALIZADOR E TORNAM O FILME MAIS AGRADÁVEL.A TRAMA PECA POR NÃO DESENVOLVER O TEMA MAIOR DE SEU ARGUMENTO,O QUE TIRA DO FILME A SUA GRANDIOSIDADE E O TORNA EM MERO PRODUTO DO ENTRETENIMENTO.AS LIMITAÇÕES MUSICAIS DOS PROTAGONISTAS(ZELLWEGER E O CANASTRÃO RICHARD GERE),QUE ACHO EU,DEU BASTANTE TRABALHO Á EQUIPE DE MONTAGEM,SUGEREM CERTA ARTIFICIALIDA DE AO MUSICAL.NA VERDADE O QUE SEGURA O FILME É A DIREÇÃO,JÁ CITADA,A PRESENÇA PODEROSA DE CATHERINE ZETA-JONES,E O TRABALHO TÉCNICO(CONFERIDOS, PRINCIPALMENTE, NA FOTOGRAFIA E NA EDIÇÃO).AS 13 INDICAÇÕES AO OSCAR É IMPORTANTE PARA O RENASCIMENTO DESSE GÊNERO,INICIADO PELO INJUSTIÇADO MUSICAL DE BAZ LUHMANN,MAS O FILME NÃO É DIGNO DO PRÊMIO DE MELHOR FILME DO ANO PELO FATO DE NÃO SER BEM CONDUZIDO,CORTESIA DE UM MAU ROTEIRO.MOULIN ROUGE FEZ MAIS BONITO."
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Danilo Ribeiro
18/01/2002
nota:Rate09
"Chicago" retoma a grandeza dos tradicionais musicais hollywoodianos, traz Renée Zellweger em mais uma ótima interpretação, Catherine Zeta-Jones e Richard Gere impecáveis. Ou seja, um filme simplesmente imperdível!"
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Henrique Miura
19/01/2002
nota:Rate06
Com o sucesso de “Moulin Rouge”, todos tiveram seus momentos de profeta. Afinal, quem após ver a obra-prima de Baz Luhrmann não disse que os grandes musicais de Hollywood estavam voltando com força total? O gênero que consagrou Gene Kelly (que ficou muito conhecido pelo primoroso “Cantando na Chuva), parecia morto e enterrado - com raríssimos cineastas apostando suas fichas em musicais;- pois o público atual passou a achar uma bobagem personagens começarem a cantar e dançar no meio do nada. Nessa onda de firmação, “Chicago” chegou para mostrar que os musicais realmente retornaram, e com uma roupagem moderna, bastante diferenciada daqueles simplistas clássicos que encantaram multidões e acumularam fãs ao redor do mundo, como “A Noviça Rebelde” e “Amor Sublime, Amor”. Não é um mérito e muito menos um demérito, apenas uma forma de se revitalizar o gênero e transformá-lo mais acessível para o público atual. Nessa nova onda de musicais, porém, parece que a responsabilidade e a vontade de realizar musicais com carga social e política (como do maravilhoso “Hair”, por exemplo), está ficando de lado. Podem tentar dizer que “Chicago” é um filme que tenta atingir alguns poderes do mundo atual (a mídia, principalmente), mas não. Este filme do estreante Rob Marshall é um veiculo diretamente para a mais simples e pura diversão, daquelas que pouco exigem pensamento ou raciocínio. E nisso, o filme cumpre seu papel. É uma diversão ligeira, daquelas que você acompanha às duas horas com facilidade e presencia momentos de grandiosidade do cinema. Em “Chicago” tudo é luxuoso, extravagante, bem feito, colorido, fútil, berrante e frenético – características que, por acaso, cabem perfeitamente para descrever “Moulin Rouge”. As coreografias são as melhores coisas do filme (Marshall, curiosamente, é coreógrafo formado), muito complementadas pelo b om desempenho do elenco; formado por monstros do cinema atual até aquelas atrizes pouco conhecidas. Mas quando o espetáculo acaba, fica a sensação de que você viu muitas coisas. Contudo, não parece que foi visto um filme. É difícil explicar a principalmente falha contida em “Chicago”, pois seu queixo constantemente está caindo no chão, porém pelo visual, pela grandiosidade do projeto, pelo luxo dos figurinos, pela direção de arte exuberante, ou pelas canções desengonçadas. Porém, por se tratar de um musical, “Chicago” peca exatamente por não saber “ser um musical”. É simples: o filme tem apenas dois números musicais de verdade (o primeiro e o último), os restantes são delírios da protagonista (ou de outros personagens), que é uma forma encontrada pelo diretor em criar um paralelo do que acontece, em canções interpretadas com bizarrice e de forma circense (no tribunal literalmente). Através de musicas, ele também apresenta algumas personagens e apresenta uma situação. A apresentação da Mama (Latifah), é digerível. Porém, quando o marido de Roxie (Zellweger), Amos Hart (Reily) canta sua tristeza, fica uma coisa desconexa. Com o sucesso de “Moulin Rouge”, esperava-se que “Chicago”, a consagrada obra teatral montada pelo mundo inteira e reconhecida mundialmente na Broadway (onde está em cartaz à aproximadamente sete anos), voltasse a ser filme rapidamente. E o processo foi realmente bem rápido e não foi difícil encontrar um elenco ideal. Encontrar as duas protagonistas foi mamão com açúcar. Quem poderia viver alguém que parece perpetuada a fama e que seja bela? Zeta-Jones foi uma escolha certeira, e consegue a melhor atuação do filme, esbanjando afinidade com as canções e segura das coreografias. Apesar de muito bem em cena, não se pode dizer o mesmo de Zellweger, que tem um canto muito afinado, mas que nas coreografias, acaba parecendo um fantoche. Talvez por isso tenha se dado tão bem na melhor cena do filme, onde ela é literalmente um fantoche do advogado (e essa cena, sem dúvida, é a que melhor justifica sua indicação ao Oscar); que é interpretado por Gere, que é o ma is despretensioso, e parece se divertir cantando e dançando como um garotão, e interpretando um espertalhão – papel que precisava para reerguer sua carreira. “Chicago” é um filme sobre o que é sugerido no título e sobre duas ambiciosas e orgulhosas mulheres em busca da fama, fortuna e reconhecimento. Velma é uma estrela, uma rainha do showbizz, que acaba sendo preso pela morte de sua irmã. Roxie é uma sonhadora, ingênua que acaba dando a sorte grande quando é enganada por um homem casado, e acabado o matando e sendo presa. Na prisão, elas disputam a atenção da mídia, brigando por espaços nos tablóides sensacionalistas. O advogado de ambas é Billy Flynn, o mais caro e competente no ramo em Chicago. Dentro da prisão, elas contam com a ajuda de Mama, para se promoverem. A única figura honesta e humana do filme é Amos Hart, muito bem interpretado por Reilly, que é o esposo de Roxie, e mesmo sendo um marido traído, cegamente ajuda sua mulher no processo de tribunal, caindo facilmente na massificação das noticias. Esse é o jogo em Chicago: uma disputa de egos, uma disputa de estrelas – uma querendo ser mais que a outra , mas individualmente, são fracas para se manterem no alto escalão de Chicago. Marshall tem um apuro técnico fantástico. Em diversos momentos parece que os produtores lhe pediram para imitar Luhrmann, onde a edição fica rapidíssima, e os ângulos vão se alterando com uma velocidade impressionante. Contudo, a inexperiência de Marshall nos entrega um filme muito técnico, quase sem vida. Ao contrário de “Moulin Rouge”, não é possível sentir emoções, se envolver com os personagens, se comover com as palavras, ou se fascinar com as situações dos personagens. Nem é demérito do roteiro, é do diretor mesmo, que se embola completamente na hora de inserir os belos números musicais na trama em si. Os números musicais delirantes no misto com as situações convencionais, não funcionam por repetir as informações e transformar tudo aquilo em uma perda de tempo. Se tradicionalmente as partes musicais de um filme do gênero têm de desempenhar um momento informativo do enredo – aqui em “Chicago”, as informações são dadas de forma convencional, para paralelamente os delírios das personagens nos informar novamente. “Chicago” é uma boa experiência, sem duvida. Mas não é uma grande experiência. Faltou muito para o filme chegar em algo realmente fascinante, que narrativamente surpreenda e faça com que nos empolguemos. Apesar de falhas, o filme acabou sendo a fita com mais indicações ao Oscar 2003, que consagrou o elenco. Das treze indicações, 4 foram para membros do elenco (Gere vencedor do Globo de Ouro, curiosamente nem foi indicado), sendo que Zeta-Jones é a única que mereça algo, mas Moore, por “As Horas”, deve se consagrar vencedora por seus méritos. É curioso ver Reilly sendo indicado, já que esteve presente em três dos cinco filmes indicados ao Oscar (além de “Chicago”, ele está em “As Horas” e “Gangues de Nova York”), e em todos com atuações competentes, dando a impressão que a indicação veio pelo conjunto que conseguiu (pode ser a zebra na noite do Oscar na categoria mais imprevisível). As outras indicações, tirando Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Canção (para “I Move On”), foram para as partes técnicas, onde o filme tem um valor inquestionável, com exceção de diretor (Direção de Arte, Fotografia, Edição e Som). “Chicago” deverá disputar os prêmios a tapas com “As Horas”, curiosamente os mais fracos filmes indicados ao Oscar na categoria principal (mas ambos bons filmes, em um Oscar principal só com filmes de bom nível), ficando distante da beleza épica de “O Senhor dos Anéis: As Duas Torres”, do humanismo e brilhantismo de “O Pianista”, e ainda mais longe da obra-prima de Martin Scorsese, “Gangues de Nova York”, o melhor filme entre os cinco. “Chicago” vale como uma diversão moderna, bastante técnica, mas nada emotiva."
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Luciana Turolaa
20/01/2002
nota:Rate010
Nunca tinha assistido a um filme musical antes. Não me chamavam a atenção. Aí fui assistir Chicago e descobri que musicais podem ser muito bons. Ele é bem descontraído, divertido, os atores são muito bons e mostra realmente como as coisas acontecem. Hoje você é uma grande estrela, mas amanhã podem nem se lembrar mais de você!"
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Biancaa
21/01/2002
nota:Rate010
Um espetáculo! Não tenho palavras para descrever o quão bom é este filme. Não sei como Catherine Zeta-Jones entre uma gravidez e outra conseguiu, não só manter a forma, mas dançar tanto daquele jeito e bem. E como Reneé Zellweger conseguiu emagrecer tanto e logo vai ter que engordar de novo para fazer "Bridget Jones". E Richard Gere está surpreendente. E não sei como John C. Reilly consegue fazer tantos filmes de uma vez só."
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pedro1asakura
22/01/2002
nota:Rate09
Bem produzido, bem atuado e bem dirigido, mas tem todas as limitações de um musical. Merece quase todas as indicações ao Oscar (apesar da maioria ser técnicas). Dentro do que poderia oferecer, é bom. Se fosse eu, votante da Academia escolheria Marshall como melhor diretor. Apesar de alguns números um pouco mal ensaiados, não tem concorrentes muito fortes: Daldry é literal demais, Polanski não inova com o tema de holocausto, o prêmio de Almodóvar é a indicação e Scorsese (que deve ganhar) faz o que qualquer diretor conseguiria com 97 milhões de dólares. Quanto as atuações, vale destaque para a rapper Queen Latifah. Renée convence como Roxie mas Gere não passa a mesma segurança como Billy. Ele fica em um meio termo em sua atuação e não convence muito. Faz o bem o papel, mas não foi realmente digno dessa vez de uma indicação ao Oscar. Catherine dá um s how nos números musicais e o seu Oscar pode até ser merecido. Quanto ah John C. Reilly não se pode dizer o mesmo. Não pelo autor, mas por seu papel. É simples, fácil e não tem nenhum grande destaque. Talvez a indicação seja merecida pelo conjunto de papéis que ele fez em 2002 (Em Gangues, As Horas e Chicago) que são bem diferentes uns dos outros. O roteiro é fraco sim. O filme poderia ser uma curta-metragem mas esperava até menos. Pensei que ia ficar cansado com um musical com a história que vi em trailer. Porém os números musicais não são tantos quanto pensava e ajudam até a definir a personalidade de todos os personagens e principalmente de Roxie (visto que os números se passam em sua cadeia), além de não serem bastante cansativos, até suportáveis. Por transformar uma história simples e curta em um musical sem excessos e não muito cansativo, Rob Marshall merece o Oscar."
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Eduardo Palacios
23/01/2002
nota:Rate010
Um filme que se poderia ver mais 10 vezes e não me cansaria. Reneé está perfeita como Roxie Hart, protagonizando esta história com um dos melhores números musicais que eu já vi. Richard Gere mostrou muito talento como Bily Flyn, sabendo cantar e sapatear muito bem, e por fim Zeta-Jones teve mais vantagem pois era cntora e dancarina antes de começar na carreira de atriz. Esse musical ganha de muito longe de Moulan Rouge, com ótimas atuações e um roteiro de primeira. Para mim Chicago merece ganhar o Oscar desse ano."
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Alberto Pereira
24/01/2002
nota:Rate010
Pena a maioria dos Brasileiros não estarem acostumados a linguajem de musicais,pois não faz parte de nossa cultura. Quando fui ver o filme percebi que algumas pessoas ficavam perdidas, não sabiam se os personagens estavam num sonho,durante os momentos de dança. A dimensão do enredo é percebida apenas por pessoas maduras e inteligentes. Resumo "CHICAGO" em poucas palavras. "UMA PÉROLA PARA POUCOS"."
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Sandra Akasakia
25/01/2002
nota:Rate06
Para um musical, Chicago é um filme razoável, com boa produção e ótimos atores, contudo, não chega aos pés de Moulin Rouge, tanto na produção como no enredo. Não o achei merecedor de tantas indicações para o Oscar, se Nicole Kidman não o levou, com sua ótima atuação em Moulin Rouge, inclusive no quesito voz, acho difícil Renée Zellweger levar a estatueta para casa."
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Marcelo Luiz Nascimento
26/01/2002
nota:Rate09
Gostei muito do filme. Chaterine Zeta-Jones está excepcional! Rouba todas as cenas em que aparece. Só não dou nota 10 porque não achei justo o Oscar de Melhor Filme. "Moulin Rouge" foi um musical ainda melhor e foi esquecido pela Academia em 2002."
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André P. de Oliveira
27/01/2002
nota:Rate010
O filme é exelente, vamos por partes: o filme:um ó timo musical, muito mais real do que moulin rouge, cujo tema central é apenas o amor que supera obstáculos, chicago é um musical que a muito tempo não se via, ele valoriza mais a música cantada ao vivo e a dança coreografada. o filme da destaque para a morena Catherine Zeta- zones, que laçou um oscar por sua exelente atuação no musical, renee também estava exelente, mas pena que sua voz não dava conta do recado e então nao cantou no oscar ao lado de catherine, sua atuação é boa. queen latifa está muito bem no filme, mas não é uma atuação merecedora de oscar! o filme é nota 1000, pena q tem umas toperas, que dão nota 0, sem ao menos se interessar por musical. o filme deveria ter ganhado em mais categorias. A decepção foi ver q o maravilhoso Richard gere, não foi indicado p/ o oscar!! apenas uma palavra : EXCELENTE, NOTA 100000."
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Guilherme Andrade Krawczun
29/01/2002
nota:Rate03
Chicago é um musical que pode ser considerado um bom filme por vários motivos, a qualidade musical, a criatividade do diretor, o oscar merecido para Catherina Zeta-Jones; no entanto os aspectos negativos pesam na balança para ser considerado um filme ruim. Muito embora o filme não peque pelos excessos de edição de Moulin Rouge, o roteiro sem dúvida é fraco e o filme acaba não passando mensagem alguma,o que acaba sendo muito suspeito por parte da academia, que praticamente foi omissa ao escolher um filme totalmente alheio ao cenário internacional. Tecnicamente o filme está muito longe de ser um musical com Fred Asteire, por exemplo, a cena em que Richard Gere sapateia é frustrante perto dos mitos de meados do século XX. Certamente também o filme teria sido menos pior se o diretor conseguisse sustentar a criatividade e as músicas do com eço do filme. Portanto, Chicago é um filme que tem suas qualidades, mas é perfeitamente questionável quanto à repercussão que conquistou aos olhos da Academia.
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Renataa
30/01/2002
nota:Rate010
Sempre gostei de musicais mas o filme superou todas as minhas expectativas! Você sai do cinema eufórico e sente que, o tempo em que esteve ali passou rápido demais. Com tantas tristezas e violência no Brasil e no mundo, nada como um belo musical para alegrar os nossos corações! Amei!
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Sérgio Braz
31/01/2002
nota:Rate04
Ótimas canções. Coreografias inteligentíssimas.Mas, e o filme? Sim, porque as músicas vem do musical da Broadway, as coreografias tomam o mesmo como base. E aí??? É claro, Catherine arrasa, e faz com vontade,e John C. Reilly nos faz sentir pena do personagem. Agora, Renée, poderia ter feito melhor, sua interpretação não é objetiva. E não brilha. Ou se tenta, é engolida pelo furacão Catherine, até mesmo nas cenas finais onde as duas fazem show juntas. Aliás, que finalzinho meia-boca... A melhor cena pra mim é a do ventríloquo, e também o tango é empolgante. Mas é só isso. O filme termina e não fica outra sensação a não ser empolgação. Além de toda a festa, é uma estória que fala de crime, inveja, sexo por carreira, falta de consideração, etc. E tudo isso, no filme de Marshall é superficial. Vale mais a pena comprar o cd e escutar em casa.
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Marcos Garita
01/02/2002
nota:Rate09
Na verdade, tudo começou com " West Story", "All that Jazz", "Famma", "Chorus Line" "A Noviça Rebelde", citando ainda" Sete Noivas para sete Irmãos", "O Rei e Eu", e assim vamos chegando em "Moulin Rouge" e o atual "Chicago" filme inteligente, mostrando a violência tão combatida hoje, por todos, como uma forma objetiva ( a realidade), sendo transformada por Bob Marshall no subjetivo ( o irreal) ,sendo essa mudança o filme em si, mostrando o que os personagens gostariam que fosse, e todos nos, os expectadores, também queríamos, com muita musica, cores e bom humor, tão difícil conseguir hoje em dia. O filme é uma delícia, Zeta-Jones surpreendeu com a sua performance de bailarina, Richard Gere, continua bonito( pena ter tentado sapatear). Para nos a musica marcante é Mr. Celophane.Bem, Chicago não é um Moulin Rouge,mas, é muito agradável. Seis Oscar foi mu ito,porque deveria haver uma divisão com "Gangues de New York", um Scorcese genial.
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Aurimar de Oliveira
02/02/2002
nota:Rate06
Apenas aceitável, me decepcionou, pois esperava mais. Com Bob Fosse, de certo teríamos algo como Cabaret. Com esse Rob Marshall, o brilho fica por conta de Renée, Zeta Jones e aquela estupenda negra, a melhor do trio.Gere é decididamente um senhor canastrão.O ballet final, aí sim, é contagiante. O score musical é o ponto alto do filme, enquanto a técnica do clip está virando um maçante macete. Oscar? Só o nosso Cidade de Deus merecia!!!
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Leandro Gantois
03/02/2002
nota:Rate010
Não há mais dúvidas! O gênero musical, que ficou nas gavetas de Hollywood por muito tempo, está de volta. E com força total, pois "Chicago" (Chicago, 2002) conseguiu atrair grande parte do público, se tornando um sucesso comercial, e além disso foi chamado de obra-prima pelos criticos, e sinceramente... eles não estavam mentindo! A aspirante a cantora Roxie Hart (Renée Zellweger) sonha com um mundo de glamour e fama, até que mata seu namorado após uma briga, depois disso ela consegue contratar Billy (Richard Gere), um advogado materealista, mas ele já está cuidando do caso de Velma Kelly (Catherine Zeta-Jones), a mais famosa vedete de Chicago, mas Billy explorará os dois assassinatos ao máximo nos jornais. Assim como ocorreu com Velma, Roxie também se torna uma estrela por causa de seu crime cometido, iniciando uma disputa entre as duas pelo posto de maior celebridade do meio artístico. Bill Condon se baseiou na peça teatral de mesmo nome que faz sucesso na Brodway de Nova York, e ele fez um trabalho excelente, mesmo o filme tendo um ritmo frenético, tudo é muito bem captado pelo espectador que fica fascinado pela história que lhe é apresentada, mas o melhor de tudo é a intensa crítica que o filme faz ao famoso sistema de Hollywood, que também é usado no Brasil, a temática de que a mídia é um fantoche que vira de lado a qualquer momento, só para poder vender mais, e de que a fama é passageira e descartável, e que para se manter em evidência é preciso apresentar novidades a todo instante, sem sombra de dúvidas um critica muito boa e ácida! O diretor Rob Marshall fez um excelente trabalho, ele é um profissional teatral que inicia sua carreira com glamur neste sensacional filme, com certeza ela deu sua alma a produção que ficou super caprichada, é tudo muito bem feito, bem conduzido e luxuoso, a parte técnia utilizada é perfeita, fora a trilha sonora que tem canções inesqueciveis, além do que Marshall conseguiu fazer seu trabalho ser mais aceitável do que o "Moulin Rouge", isso porque não é tão escandaloso e gritante, mas também é um pouco inferior ao filme do Baz Luhrman, mas é pouca coisa! No elenco temos a Renée Zellweger, que está bem em cena, mas não é seu melhor papel, ela está muito melhor em "O Diário de Bridget Jones", além do que Zellweger é totalmente ofuscada pela beleza de Catherine Zeta-Jones, que é a melhor do elenco, com muito charme e poder Jones faz jus à aclamação de sua incrivel performance; Richard Gere também arrasa, e mais uma vez é esquecido pela Academia; Queen Latifah faz a mais carismatica personagem em cena; John C. Reilly consegue muito destaque, mesmo como coadjuvante, e no final o que vemos é um incrivel resultado com arraso de todo o elenco! Com rios de dinheiros e todo mundo chamando de obra-prima, o filme tinha destino certo: O Oscar, e acabou sendo o grande vencedor na glamurosa noite, e conseguiu levar seis estatuetas para casa: Melhor Filme, Atriz Coadjvuante (Catherine Zeta-Jones), Direção de Arte, Edição, Figurino e Som, além de outras sete indicações: Diretor, Atriz (Zellweger), Atriz Coadjuvante (Queen Latifah), Ator Coadjuvante (John C. Reilly), Roteiro Adaptado e Canção ("I Move On"). Com isso, o filme deixou para trás o epico "O Senhor dos Anéis - As Duas Torres", o humanista "O Pianista", a obra-prima "Gangues de Nova York" e o feminista "As Horas". "Chicago" é um excelente filme, conseguiu seu espaço e retomou de vez com os musicais, o gênero mais glamuroso, divertido e critico do cinema, além do que mostrou de forma sensata a indústria de Hollywood, que só gosta do que é noticia... Resumindo, é um musical critico, divertido, que é com certeza uma obra-prima que dificilmente será esquecida, merece ser visto e revisto.
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Marília Martinhoa
04/02/2002
nota:Rate09
Bom, o filme é exelente!!! Uma boa história, um musical não "melodramático" como foi Moulin Rouge. A Atuação de Catherine Zeta Jones foi a melhor da carreira dela até agora e por isso o merecido Oscar. Mas a Renée Zellweger tem REALMENTE uma voz irritante, valeu a tentativa. Creio que Renée seja o único "porém" do filme.
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Fernando
05/02/2002
nota:Rate09
Catherine Zeta-Jones está perfeita e é a verdadeira estrela do filme. Renée Zellweger empolga mais nas cenas cômicas do que cantando , embora seu esforço seja visível. O problema é que Catherine , além da beleza estonteante , tem mais experiência em canto e dança do que Renée. Ainda assim um memorável espetáculo.Trilha sonora impecável."
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Henrique
06/02/2002
nota:Rate09
All... That... Jazz!!! Chicago eh isso! É empolgante, é perturabor, é alegre, é crítico... É tudo... de bom! A começar pelo elenco: Catherine Zeta Jones (nem tao bonita, mas excelente no papel), Reneé Zellwegger (fugindo do rótulo comédia romântica) e Richard Gere (canastrão até não poder mais). É um filme tecnicamente e visualmente perfeito. Mereceu cada Oscar que ganhou, e a "não-indicação" de Richard Gere foi uma grande injustiça. Ele diz a melhor frase do filme é dele: "Sou o melhor advogado de Chicago. Se Jesus tivesse me conhecido ele não teria acabado daquele jeito."
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Ninaa
07/02/2002
nota:Rate09
Surpreendentemente bom. É isso o que tenho a dizer sobre Chicago. No melhor estilo Broadway, este musical que tem tudo a ver com o perfeito ALL THAT JAZZ é sem dúvida uma ótimo pedida. Leve e delicioso, um filme para qualquer hora. Com direito a figurinas fascinantes, maquiagem impecável, assim como a trilha sonora, o filme também traz uma Renné Zellweger roubando a cena, mesmo da estonteante Catherine Zeta-Jones, tudo no melhor estilo Broadway. O diretor Rob Marshall acertou em cheio neste delicioso musical. Para quem gostou, assitir ALL THAT JAZZ(o show deve continuar- infeliz título em português) de Bob Fosse. Magnífico e extremamente charmoso."
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Mariana Polaa
08/02/2002
COMO UMA PORCARIA DE FILME PODE FAZER TANTO SUCESSO ASSIM COMO QUE PODE GANHAR UM OSCAR QUE DEVIA SER DO SENHOR DOS ANEIS ESSE FILME E UMA BOSTA EU NAO SEI COMO PERDI TEMPO ASSISTINDO ESSA PORCARIA O PIOR FILME QUE JA INVENTARAM E UM FILME MUSICAL E ANTIGO E MAIS PRA VELHOS E IDOSOS E POR ISSO QUE FEZ TANTO SUCESSO ASSIM. NOS POUPE DESSA PORCARIA E NAO FAÇAM O 2."
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Daniel Pilon
09/02/2002
nota:Rate08
O genero musical nunca me agradou muito. Acho que os filmes geralmente se concentram muito nas danças e não se preocupam muito com um roteiro bem elaborado. Porém, esqueça tudo o que já viu sobre musicais e vá assistir a esse "Chicago", um dos melhores filmes que estreiaram em circuito nacional até aqui esse ano. O filme conta a história de uma cantora de um cabaré e uma que deseja ser uma cantora, ambas da cidade de Chicago. Porém, os caminhos das 2 se cruzam quando na mesma noite, ambas cometem um assassinato e vão parar na mesma prisão. A partir daí, as 2 compartilham do mesmo advogado e um quente jogo de valores começa. As atuações estão espetaculares. Nenhum ator escorrega. Começando pelo indicado ao Oscar como coadjuvante, John C. Reilly, elé atualmente é o melhor ator para fazer o papel de coadjuvante ingênuo e não faz diferente nesse filme. Richard Gere está me surpreendendo cada vez mais. Depois de uma carreira recheada de bombas e mas atuações, ele esteve ótimo em "A Última profecia" e excelente nesse Chicago. Uma das grandes injustiças desse ano não indica-lo ao Oscar. Já as 2 musas do filme fazem miséria. Renee e Catherine (essa ultima principalmente) fazem com que você adore e odeie as personagens ao mesmo tempo. Os senhores da academia devem estar ficando cada vez mais carecas, pois com Renee e Kidman (por "As Horas", em que esta impecavel) como melhores atrizes é a mesma coisa que tentar escolher qual filho se gosta mais. Va ao cinema e assista a um ótimo filme, com um ótimo roteiro e principalmente, ótimas atuações. Só tome cuidado para não sair dançando do cinema e pagar um mico."
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Rodrigo Romero
10/02/2002
nota:Rate010
Simplesmente espetacular! Ainda bem que os EUA ressucitaram os musicais. E o que é melhor: de excelente qualidade. Zeta-Jones está impecável e sensual como Velma. Renné é estonteante como Roxie. O filme em si é perfeito, como é Moulin Rouge. Se tivesse nota 11 eu daria."
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Marcos Roberto de Oliveira Lopes
11/02/2002
nota:Rate09
Talvez tehna ficado alguma dúvida de transpor um musical em um único cenáio. Mas ver Catherine cantado All that jazz é uma das melhores cena que eu já vi no cinema. e esse é apenas uma das várias qualidades deste filme. o melhor musical já realizado."
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Carlos Henrique
12/02/2002
nota:Rate010
Se me perguntarem, direi que foi o melhor filme que já vi. Um musical bastante compacto, melhor do que Moulin Rouge.Só acho que o erro desse filme foi ter a Cathy Zeta como coadjuvante, não por ter atuado mal, só que passou a impressão de que ela era a triz principal e não terem colocado John Travolta no papel de Bob. Definitivamente, Richard Gere não serve como dançarino. Ah! Ainda tem a maravilhosa Queen Latifah que foi exepcional. Valeu!"
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Vânia Gonçalves
13/02/2002
nota:Rate010
O filme é simplesmente espetacular!Quem não gostou, fica até feio criticar!Não temos que compará-lo à Moulin Rouge, que por sinal, é maravilhoso também!Ah, o elenco, é completamente perfeito!A atriz principal foi tão boa quanto a coadjavante! Chicago merece muito mais!"
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Mílton Faro
14/02/2002
nota:Rate010
Parabéns. Você que viu Chicago não só se divertiu como acabou de economizar uns 1200 dólares. Verdade. Chicago é o mais próximo que eu vi de um musical que me deu a nítida sensação de estar ali, ao vivo e bem frente do palco de um teatro em plena Broadway. No encerramento de cada número, minha vontade era de levantar e aplaudir, mas isso não só causaria um desastre com pipocas derrubadas e refrigerante derramado como resultaria numa provável expulsão da sala de cinema. Pois bem. Foi difícil mas me controlei e aplaudi com o coração cada final majestoso. Um espetáculo que permite abusar de elogios. Maravilhoso. Sedutor. Gostoso. Chicago é tudo isso sem gastar dinheiro com passagem aérea, hotel, estadia e bilhetes de entrada para Broadway. (Não que seja ruim assistir qualquer musical desse jeito, mas em tempos de vacas magras e dólares gordos, que grande oportunidade a sétima arte nos traz)."
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Mílton Faro
15/02/2002
nota:Rate010
Parabéns. Você que viu Chicago não só se divertiu como acabou de economizar uns 1200 dólares. Verdade. Chicago é o mais próximo que eu vi de um musical que me deu a nítida sensação de estar ali, ao vivo e bem frente do palco de um teatro em plena Broadway. No encerramento de cada número, minha vontade era de levantar e aplaudir, mas isso não só causaria um desastre com pipocas derrubadas e refrigerante derramado como resultaria numa provável expulsão da sala de cinema. Pois bem. Foi difícil mas me controlei e aplaudi com o coração cada final majestoso. Um espetáculo que permite abusar de elogios. Maravilhoso. Sedutor. Gostoso. Chicago é tudo isso sem gastar dinheiro com passagem aérea, hotel, estadia e bilhetes de entrada para Broadway. (Não que seja ruim assistir qualquer musical desse jeito, mas em tempos de vacas magras e dólares gordos, que grande oportunidade a sétima arte nos traz)."
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Luís Felipe
16/02/2002
nota:Rate06
Eu não posso dizer que o filme seja ruim, mas eu acho que não era tão bom a ponto de ganhar o oscar de melhor filme.Eu achei as músicas meio chatas, mas a história e os diálogos foram muito bem formulados, e a edição de imagem também foi boa."
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Diego Almeida
17/02/2002
nota:Rate010
Como disse a própria Catherine Zeta-Jones, "Chicago é perigoso... é sexy... E pode ser obscuro." O Filme segue a história sem perder a linha e, como poucos roteiros adaptados, seguem fielmente a versão original da Broadway. Os atores sabem como manter o ritmo do filme cantando, dançando e, através de muita música, interpretar os papéis principais. Porém, como secundários, Queen Latifah e John C. Reilly mostraram muito bem seus "dotes artísticos" para a música, cantando "When You're good To Mama" e "Mr. Cellophane", respectivamente. Eles souberam como transmitir emoção ao espectador e, ao mesmo tempo, não entediá-los. Um grande lamento foi tirarem a música "Class", interpretada por Catherine Zeta-Jones e Queen Latifah (O motivo foi porque a musica continha "palavras obcenas"). Chicago é divertido e gostoso de se assistir. Aí vai uma dica pra quem quer assistir "Chicago": Não espere muita filosofia sobre o filme, apenas assista e tenha o prazer de curti-lo, afinal (segundo a revista "SET") é um filme "regado a muito jazz, licores proibidos e dançarinas de pernas fatais... Chicago é tudo isso, sendo você jovem ou não." Espere também muito humor em algumas partes do filme, como na música "Cell Block Tango" ou na música final "Hot Honey Hag". Parabéns a todo elenco e à produção desse filme nota 10."
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Thiago Nascimento
17/02/2002
nota:Rate010
Filme espetacular , lindo maravilhoso fez com que eu me apaixonase completamente durante sua exibição perdi totalmente a noção do tempo e quando acabou fiquei triste pois eu queria mais ,quem dizer que não gostou desse filme não entende nada de cinema ou não gosta de musical, ou quem sabe talvez seja louco . A química do filme é ótima as músicas,as coréografias,as atuações,o roteiro sarcástico que mostra as tragédias da vida como um verdadeiro circo em geral o filme inteiro é uma verdadeira obra de arte se você ainda não viu corra para ver que é imperdivel!"
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Robson
18/02/2002
nota:Rate02
Uma história boa perdida em um texto e uma edição duvidosa, o filme é um fiasco que só se salva pelas ótimas atuações de Zeta Jones e Renée Zellweger pois até o galã Richard Gere passa a sua antipatia pessoal para seu personagem canastrão. Não sei como um filme tão sem graça conseguiu tantas indicações a prêmios tão bem conceituados.... quem realmente quer ver um bom musical é melhor rever o “Moulin Rouge” que ainda consegue ser o melhor musical da atualidade. Não perca tempo vendo “Chicago” o máximo que você vai conseguir dar bons cochilos durante o filme. Não recomendo!"
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Maria Carolinaa
19/02/2002
nota:Rate010
Quaisquer dúvidas que eu tivesse acerca de Catherine Zeta-Jones foram dissipadas com esse filme. Maravilhosa do início ao fim, mereceu o Oscar por cada nota e cada passo. Renée Zellwegger é um show. Na verdade, foi a que mais atuou no filme, e não apenas dançou e cantou. Já Richard Gere, sapateando... Incrível! Confesso que ando um pouco na contra-mão da história, pois não adorei Moulin Rouge, por achoa que não entrou no espírito dos musicais antigos. Mas Chicago foi a minha desforra. Exatamente como imaginei que deveria ser. Apenas vi um pouco de descompasso entre a edição do início e do fim do filme, como se tivesse sido feita por equipes/pessoas diversas.Mas a evolução não fica prejudicada no todo. Vale a pena, para quem deseja algo entre o moderno e o clássico, pois guarda um pouco dos dois."
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Arthur
20/02/2002
Podre!!!! A crítica de cinema e os membros da "Academia" estão cada vez mais desqualificados e insensatos. Não existe um motivo se quer para um filme como esse ganhar um Oscar, muito menos cinco!!! Mas o que podemos fazer não é? Este fato foi consequência da falta de opção, afinal não existiu um filme bom sequer neste ano."
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Camilo
21/02/2002
nota:Rate010
O filme é perfeito! belíssimas atuações de catherine zeta-jones e renée zelwegeer. elas conseguiram encarnar as personagens sem ser caricatas. de longe, é bem melhor que moulin rouge. moulin, era bonito e interessante porém os atores (ewan macgregor e nicole kidman) naum tem tanto charme quanto o trio de chicago. chicaço não só foi, como é o melhor film e que eu já vi até hoje depois de o quarto do pânico. parabén a rob marshall."
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Letícia
11/10/2009

Até que é um bom musical.Mas sinceramente,acho injusto a não premiação de Moulin Rouge.


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Adrielle PSS
05/02/2010
nota:Rate04

Gosto de musicais, mas esse definitivamente não é o espetáculo que é "Moulin Rouge", tds as cenas com musicas são coisas das cabeças dos personagens, a única pessoa que canta bem ali é sem duvida Catherine Zeta-Jones, Renée canta gemendo e Richard Gere com certeza não nasceu pra isso, não tem o mesmo visual de "Moulin Rouge" e que fique bem claro que eu só estou comparando os dois, pq o Moulin Rouge foi o mais recente antes de Chicago, as musicas não empolgam, e vc com certeza não sai cantando as musicas, é como se as musicas fossem incluisas a força no filme. É nítido como Chicago tenta, sem sucesso, imitar Moulin Rouge, é decepcionante com certeza


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