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Chega de Saudade

titulo original: (Chega de Saudade)

lançamento: 2008 (Brasil)

direção: Laís Bodanzky

atores: Paulo Vilhena , Maria Flor , Elza Soares , Leonardo Villar , Tônia Carrero

duração: 92 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Chega de Saudade
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 32 min
  • ano de lançamento:2008
  • site oficial:
  • estúdio:Gullane Filmes / Buriti Filmes / Miravista / Globo Filmes / ARTE France
  • distribuidora:Buena Vista International
  • direção: Laís Bodanzky
  • roteiro:Luiz Bolognesi
  • produção:Caio Gullane e Fabiano Gullane
  • música:BiD
  • fotografia:Walter Carvalho
  • direção de arte:Marcos Pedroso
  • figurino:
  • edição:Paulo Sacramento
  • efeitos especiais:

imagens - 10

Chega de Saudade Chega de Saudade Chega de Saudade Chega de Saudade Chega de Saudade Chega de Saudade Chega de Saudade Chega de Saudade Chega de Saudade Chega de Saudade

sinopse:

Um baile acontecerá em um clube de dança em São Paulo. Desde quando o salão abre suas portas, pela manhã, até seu fechamento ao término do baile, pouco após a meia-noite, diversos personagens rodeiam o local.

elenco:

comentários

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Rafael Vespasiano
01/11/2009
nota:Rate08

 

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Chega de Saudade:

Brasil, 2007, filme dirigido por Laís Bodanzky do anterior “Bicho de Sete Cabeças”, premiado no Festival de Brasília de 2001, neste último o tema é, acima de tudo, sobre jovens, no recente “Chega de Saudade”, o tema está no extremo oposto: a velhice (terceira idade); vi esse filme no Festival de Brasília e amei, ele foi aplaudido de pé. O roteiro é de Luiz Bolonghesi e argumento dele próprio e de Laís Bodanzky. O filme ganhou o Candango de Melhor Filme – Júri Popular, Melhor Diretora e Melhor Roteiro.

O filme possui referências claras, nas estética, do clássico, “O Baile”, do italiano Ettore Scola. Os dois filmes se passam num salão de baile, com poucas cenas/tomadas externas, no nacional, os diálogos se dão no intervalo de uma música para outra e durante uma dança mesmo. A coreografia é belíssima. Trilha sonora idem. Cantada por Elza Soares e Marku Ribas. O filme é uma exaltação à vida saudável e alegre, não importando a idade, mostrando ser possível viver bem, na velhice, mesmo com problemas relacionados às doenças típicas da idade e limitações desta; na verdade, eles vivem melhor que muitos jovens, os quais estão tristes pelos cantos, sem nenhgum motivo importante para isso; os idosos do filme são pessoas, seres humanos, como qualquer indivíduo, e o filme mostra um painel/mosaico de suas relações com os amigos e amigas de salão, namorados e namoradas, parceiros e parceiras; suas alegrias e tristezas são narradas nos diálogos travados durante o baile, suas frustrações e sonhos são retratados; é, enfim, um filme sobre como viver a vida bem e feliz, alegremente, sem saudades tristes, só com saudades saudosas e alegres. No elenco, o genial Leonardo Villar, que faz par romântico com a magistral Tônia Carrero, respectivamente, Sr. Álvaro e Alice, no filme, um casal que vive às turras, mas que se ama e são exímios dançarinos, os melhores desse baile da terceira idade; Betty Faria faz Elza, uma mulher solitária e um pouco grossa, mas não má; Stephan Necessian é Eudes e Cássia Kiss faz a esposa deste, Maricy, ela agüenta e até gosta das cantadas que ele dá em outras mulheres, Eudes é romântico e suas investidas sempre são limitadas, pelo amor verdadeiro que ele sente por Maricy, ou seja, as suas paqueras têm limites combinados com a própria esposa; a cena final da delaração de amor de Eudes a Maricy é belíssima e fecha com chave de ouro o filme! Belíssimo! Vale destacar a presença de dois atores jovens no elenco, Paulo Vilhena vive Marquinho o responsável pela execução das músicas, é o DJ, que está brigado com a namorada, Bel (Maria Flor), que o acompanha nesse baile, o qual é mais um trabalho de Marquinho, pois ela não tinha outra coisa para fazer no momento, então acompanha o namorado em seu trabalho, Bel começa a perceber que sua relação com marquinho está terminando, por ele ser muito frio com ela e o estopim para o rompimento é o envolvimento que ela trava com Eudes, muito mais velho, Bel é seduzido por este e seu romantismo e jeito carinhoso de tratar as mulheres, a reflexão que Bel faz sobre sua relação com Marquinho é também bem desenvolvida pelo roteiro, que mostra várias outras personagens e situações e reflexões, sem perder o bom andamento!


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Rafael Vespasiano
14/11/2009
nota:Rate08

Chega de Saudade:

Brasil, 2007, filme dirigido por Laís Bodanzky do anterior “Bicho de Sete Cabeças”, premiado no Festival de Brasília de 2001, neste último o tema é, acima de tudo, sobre jovens, no recente “Chega de Saudade”, o tema está no extremo oposto: a velhice (terceira idade); vi esse filme no Festival de Brasília e amei, ele foi aplaudido de pé. O roteiro é de Luiz Bolonghesi e argumento dele próprio e de Laís Bodanzky. O filme ganhou o Candango de Melhor Filme – Júri Popular, Melhor Diretora e Melhor Roteiro.

O filme possui referências claras, nas estética, do clássico, “O Baile”, do italiano Ettore Scola. Os dois filmes se passam num salão de baile, com poucas cenas/tomadas externas, no nacional, os diálogos se dão no intervalo de uma música para outra e durante uma dança mesmo. A coreografia é belíssima. Trilha sonora idem. Cantada por Elza Soares e Marku Ribas. O filme é uma exaltação à vida saudável e alegre, não importando a idade, mostrando ser possível viver bem, na velhice, mesmo com problemas relacionados às doenças típicas da idade e limitações desta; na verdade, eles vivem melhor que muitos jovens, os quais estão tristes pelos cantos, sem nenhgum motivo importante para isso; os idosos do filme são pessoas, seres humanos, como qualquer indivíduo, e o filme mostra um painel/mosaico de suas relações com os amigos e amigas de salão, namorados e namoradas, parceiros e parceiras; suas alegrias e tristezas são narradas nos diálogos travados durante o baile, suas frustrações e sonhos são retratados; é, enfim, um filme sobre como viver a vida bem e feliz, alegremente, sem saudades tristes, só com saudades saudosas e alegres. No elenco, o genial Leonardo Villar, que faz par romântico com a magistral Tônia Carrero, respectivamente, Sr. Álvaro e Alice, no filme, um casal que vive às turras, mas que se ama e são exímios dançarinos, os melhores desse baile da terceira idade; Betty Faria faz Elza, uma mulher solitária e um pouco grossa, mas não má; Stephan Necessian é Eudes e Cássia Kiss faz a esposa deste, Maricy, ela agüenta e até gosta das cantadas que ele dá em outras mulheres, Eudes é romântico e suas investidas sempre são limitadas, pelo amor verdadeiro que ele sente por Maricy, ou seja, as suas paqueras têm limites combinados com a própria esposa; a cena final da delaração de amor de Eudes a Maricy é belíssima e fecha com chave de ouro o filme! Belíssimo! Vale destacar a presença de dois atores jovens no elenco, Paulo Vilhena vive Marquinho o responsável pela execução das músicas, é o DJ, que está brigado com a namorada, Bel (Maria Flor), que o acompanha nesse baile, o qual é mais um trabalho de Marquinho, pois ela não tinha outra coisa para fazer no momento, então acompanha o namorado em seu trabalho, Bel começa a perceber que sua relação com marquinho está terminando, por ele ser muito frio com ela e o estopim para o rompimento é o envolvimento que ela trava com Eudes, muito mais velho, Bel é seduzido por este e seu romantismo e jeito carinhoso de tratar as mulheres, a reflexão que Bel faz sobre sua relação com Marquinho é também bem desenvolvida pelo roteiro, que mostra várias outras personagens e situações e reflexões, sem perder o bom andamento!


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