Depois do sucesso de Michael Jackson's This Is It, mais um filme sobre o astro da música pop está prestes a chegar nos cinemas.
E quem está por trás do projeto é Ian Halperin, autor do best seller "Unmasked: The Final Years of Michael Jackson", e que tem cerca de 300 horas de gravações. O documentário, batizado de Gone Too Soon, terá cerca de 88 minutos e chega em 25 de junho (um ano de falecimento) no Canadá e na França.
O documentário terá cenas do cantor antes de sua morte e também entrevistas com várias pessoas do seu staff, incluindo seu advogado e o da família que, por sinal, não está envolvida, mas ciente do filme.
A produção não abordará as questões mais polêmicas da vida do artista e, segundo Halperin, "será um tributo balanceado do Rei do Pop. Um filme que Michael e seu fãs merecem".
Para Chris Grant, presidente da companhia que detém os direitos, o documentário será "parte importante da saga de Michael Jackson". Segundo ele, "Ian fez um trabalho incrível e conta o que realmente aconteceu. Vimos um pedaço e a reação foi tremenda".
Para quem não sabe, em dezembro de 2008, Halperin divulgou que Jackson estava com problemas sérios de saúde e numa revista de celebridades disse ainda que a estrela do pop poderia estar morta em seis meses.
O documentário será lançado nos cinemas em alguns países e em outros irá direto para a televisão. Halperin dirigiu The Cobain Case, documentário sobre Kurt Cobain, um fenômeno do gênero batizado de grunge.
Jodelson
Marcelo Teixeira
SONOLENTO, POBRE, RIDÍCULO. NÃO PRESTA NEM PARA SE APRENDER UM POUCO DA HISTÓRIA DE CHE OU DE CUBA. NÃO VALE A LOCAÇÃO E MUITO MENOS O INGRESSO. COMO CURIOSIDADE, A FIGURAÇÃO DE RODRIGO SANTORO QUE, POR SER FIGURAÇÃO (APARECE E FALA UM POUCO MAIS DO QUE NO FILME DAS "PANTERAS"), NEM PODE SER AVALIADA.
olhonegro
Discordo completamente dos colegas acima. O filme é excelente! Assisti as duas partes com extremo gosto. A primeira parte trata da revolução cubana, a derrubada de Fulgêncio Batista, e a segunda da tentativa de se fazer a revolução tbm na Bolívia. Tecnicamente falando o filme é belíssimo (fotografia e direção) e as atuações de Benicio del Toro como Che e de Demián Bichir como Fidel Castro só não ganharam o Oscar 2009 de melhor ator e ator coadjuvante, simplesmente pq o filme não recebeu uma única indicação ao prêmio, o que ao meu ver é o melhor reconhecimento que ele poderia conquistar; pois quando se vê uma obra tão tocante como essa, mostrando Che, um lider natural, guerrilheiro justo e amoroso, e por isso amado e respeitado por seus comandados, respeitado até mesmo pelos seus "inimigos", dar a vida pelo ideal de libertação dos povos latino americanos das mãos dos ditadores e dos imperialistas, representando todo o oposto ao que é o sistema e os ideais norte americanos, assim não é de se estranhar que uma premiação politicamente desvairada como o Oscar é, não reconheça não só o valor técnico do filme como acima de tudo seu valor político. Então na minha opinião a película não sendo sequer indicada ao Oscar foi mais valorizada em seu mérito do que seus estúpidos e politiqueiros jurados aristocratas poderiam supor. A segunda parte é um dos filmes mais tensos que já vi na minha vida. Excelente.
Abraços.. : )
tocaims
Del Toro tenta, em vão, glorificar um assassino de modo tão grosseiro quanto sua história. Um filme sem atrativos, enfadonho e editado de modo enganador. Digno de Che.
Agora, sua entrevista publicitária para Marlen Gonzalez é fabulosa:
http://www.youtube.com/watch?v=TJQUVb78DTM
Del Toro mostra todo seu conhecimento a respeito do mártir Argentino.
Paty
Tem um tema muito interessante,mas nao souberam contar na telona.Pessimas atuaçoes,principalmente de RODRIGO SANTORO,mas uma vez no cinema mundial.O filme poderia ser bem melhor,se fosse bem dirigido e com um roteiro empolgante.NAO RECOMENDO.