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Maravilhoso, sensacional, espetacular. A Casa Vazia é um dos melhores filme já feito nos ultimos anos, e nos trás a premissa maior do cinema, falar através de imagens, de maneira magnifica. Um filme que vai agradar ao amantes do bom cinema, que estão cansados de cinema pipoca. E vai ser recebido com estranhesa por quem só quer cinema pipoca. |
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Apenas a gestualidade e a completa mudez. Uma criatura nômade na Coréia do Sul ocidentalizada percorre a cidade a distribuir folhetos de propaganda de casa em casa. Isto não parece muito significativo. O central no roteiro é que invadia algumas casas escolhidas a dedo e que estavam momentaneamente vazias. E aí ficava instalado uns poucos dias, pagando a permanência com o conserto de toda sorte de objetos. O espectador pergunta-se quem é esse judeu errante, esse cigano, que parece não ter um lar, mas habita em casas vazias com tal cuidado e delicadeza. Lá um dia, encontra o seu par, não menos silencioso na esposa de um homem que a batia. Ele era uma criatura antipática e violenta, bem ao contrário do seu rival, amoroso e justo, talvez uma dualidade que coteja o oriental subjugado pelo Ocidente. O oriental dividido pelo Ocidente. E, como se a sua busca estivesse para se encerrar, o coreano conquista e é conquistado pela coreana. O marido dela, em sua irascibilidade, parecia um conflito sufocado e insolúvel, os tacos de golf o simulacro da espada do samurai E o seu ciúme encontrava no outro o que parecia negar em si mesmo. Ao prosseguir o filme até a simples corporalidade se apaga e nos adentramos no simbólico, no especular, no estruturalmente telepático pela linguagem do movimento e do desejo, a encaminhar os passos dos amantes distantes pelas casas vazias. É um "pathos" que seduz ou ameaça, revolta ou fascina. Induz à redução psicológica na triangulação edipiana, presente também. Interrogamo-nos sobre as razões sociais da divisão macrocósmica, mais histérica do que esquizofrênica, uma indução vertical além da revelação de Kim Ki-Duk. Não é algo óbvio, nem parcial. É crítico, talvez. E um momento... |
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Um filme belíssimo. O diretor consegue dar voz ao silêncio. É um filme sobre a solidão, sobre o vazio. E consegue nos mostrar tudo o queé invisível. |
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"A Casa Vazia" é mais uma excelente produção cinematográfica que diverge do modelo hollyudiano, é um filme intenso onde as atitudes e olhares dizem mais que as palavras,aliás há pouquíssimos diálogos entre o casal, só é dito "eu te amo".O filme procura resgatar a solidariedade, simplicidade nas relações humanas e talvez o silêncio represente isto de forma perfeita. |
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Algumas coisas são mal explicadas, repetitivas e desnecessárias. clichês e besteiras misturados.a única parte mais ou menos interessante é o final, quando há uma explicaçãozinha. |
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Filme despretencioso, que chama a atenção desde a primeira cena e te prende a atenção. Os personagens principais quase não se falam (acho que não falam nada um pro outro o filme todo...) somente os coadjuvantes. O roteiro é ótimo e tem uma sacada espetacular. Só assistindo pra saber! |
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Kim Ki-Duk nos presenteia com uma verdadeira ode sobre o silêncio, tudo isso com a marca registrada desse diretor que, apesar dos poucos trabalhos, já aponta para um grande futuro como cineasta. Incrível a capacidade desse indivíduo de trazer com tanto preciosismo e sutileza os ideiais orientais. Recomendadíssimo! |
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Esse filme do coreano Kim Ki-duk é simplesmente fantástico, apesar de ser muito surreal. Assisti uma vez no Cine Cultura de Goiânia e não resisti: tive que ver de novo. A seqüência final, em que o protagonista - que aliás, não fala nada o filme inteiro - começa a morar na casa da mulher sem que o marido saiba é, sem dúvida, algo do mais incrível que o cinema, em todos os tempos, já produziu. |
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O filme é bastante subjetivo, a idéia de que as casas são abertas a que a propriedade privada não faz parte de nós é muito interessante e abordada de uma forma interessante no filme. Há pouco dialogo, o que aumenta o valor das cenas e seus movimentos. Ótimo filme, é uma boa quebra de rotina e momento de reflexão. |
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Este filme é BELÍSSIMO e figura na minha lista de favoritos. Tem uma proposta diferente, bastante inusitada: os protagonistas não possuem uma fala sequer! Mas é como se falassem - e é mui interessante vVer como os dois se relacionam (a aproximação, a hesitação, a afetividade, a briga, o amor platônico...). Por fim, diria que esse filme transcende ao cinema, pois é muito mais: é poesia pura. Lírico, mágico. |
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| 1 - | Avatar | 8 | 104 |
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