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A Casa Vazia

titulo original: (Bin-jip)

lançamento: 2004 (Coréia do Sul)

direção: Kim Ki-Duk

atores: Lee Seung-Yeon , Lee Hyun-Kyoon , Kwon Hyuk-Ho , Ju Jin-Mo , Moon Sung-Hyuk

duração: 95 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Bin-jip
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 35 min
  • ano de lançamento:2004
  • site oficial:http://www.3ironmovie.com/
  • estúdio:Cineclick Asia / Kim Ki-Duk Films
  • distribuidora:Sony Pictures Classics / Imovision
  • direção: Kim Ki-Duk
  • roteiro:Kim Ki-Duk
  • produção:Kim Ki-Duk
  • música:Slvian
  • fotografia:Jang Seong-Back
  • direção de arte:
  • figurino:
  • edição:Kim Ki-Duk
  • efeitos especiais:

imagens - 12

A Casa Vazia A Casa Vazia A Casa Vazia A Casa Vazia A Casa Vazia A Casa Vazia A Casa Vazia A Casa Vazia A Casa Vazia A Casa Vazia A Casa Vazia A Casa Vazia

sinopse:

Um jovem vagabundo invade a casa de estranhos e mora nelas enquanto os donos estão fora. Para pagar a estadia ele realiza pequenos consertos ou faz limpeza na casa. Ele costuma ficar um ou dois dias em cada lugar, trocando de casa constantemente. Até que um dia encontra uma bela mulher em uma mansão, que assim como ele também está tentando escapar da vida que leva.

elenco:

  • Lee Seung-Yeon (Sun-Hwa)
  • Lee Hyun-Kyoon (Tae-Suk)
  • Kwon Hyuk-Ho (Min-gyu)
  • Ju Jin-Mo (Inspetor Cho)
  • Moon Sung-Hyuk (Sung-Hyuk)
  • Park Jee-Ah (Jee-Ah)
  • Jang Jae-Yong (Hyun-Soo)
  • Lee Dah-Hae (Ji-Eun)
  • Park Dong-Jin (Detetive Lee)
  • Lee Mi-Suk
  • Choi Jeong-Ho

comentários

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Jair
02/01/2004
nota:Rate010
Maravilhoso, sensacional, espetacular. A Casa Vazia é um dos melhores filme já feito nos ultimos anos, e nos trás a premissa maior do cinema, falar através de imagens, de maneira magnifica. Um filme que vai agradar ao amantes do bom cinema, que estão cansados de cinema pipoca. E vai ser recebido com estranhesa por quem só quer cinema pipoca.
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Fernando Dias Campos Neto
03/01/2004
nota:Rate09
Apenas a gestualidade e a completa mudez. Uma criatura nômade na Coréia do Sul ocidentalizada percorre a cidade a distribuir folhetos de propaganda de casa em casa. Isto não parece muito significativo. O central no roteiro é que invadia algumas casas escolhidas a dedo e que estavam momentaneamente vazias. E aí ficava instalado uns poucos dias, pagando a permanência com o conserto de toda sorte de objetos. O espectador pergunta-se quem é esse judeu errante, esse cigano, que parece não ter um lar, mas habita em casas vazias com tal cuidado e delicadeza. Lá um dia, encontra o seu par, não menos silencioso na esposa de um homem que a batia. Ele era uma criatura antipática e violenta, bem ao contrário do seu rival, amoroso e justo, talvez uma dualidade que coteja o oriental subjugado pelo Ocidente. O oriental dividido pelo Ocidente. E, como se a sua busca estivesse para se encerrar, o coreano conquista e é conquistado pela coreana. O marido dela, em sua irascibilidade, parecia um conflito sufocado e insolúvel, os tacos de golf o simulacro da espada do samurai E o seu ciúme encontrava no outro o que parecia negar em si mesmo. Ao prosseguir o filme até a simples corporalidade se apaga e nos adentramos no simbólico, no especular, no estruturalmente telepático pela linguagem do movimento e do desejo, a encaminhar os passos dos amantes distantes pelas casas vazias. É um "pathos" que seduz ou ameaça, revolta ou fascina. Induz à redução psicológica na triangulação edipiana, presente também. Interrogamo-nos sobre as razões sociais da divisão macrocósmica, mais histérica do que esquizofrênica, uma indução vertical além da revelação de Kim Ki-Duk. Não é algo óbvio, nem parcial. É crítico, talvez. E um momento...
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Matheus
04/01/2004
nota:Rate010
Um filme belíssimo. O diretor consegue dar voz ao silêncio. É um filme sobre a solidão, sobre o vazio. E consegue nos mostrar tudo o queé invisível.
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Lorenaa
05/01/2004
nota:Rate010
"A Casa Vazia" é mais uma excelente produção cinematográfica que diverge do modelo hollyudiano, é um filme intenso onde as atitudes e olhares dizem mais que as palavras,aliás há pouquíssimos diálogos entre o casal, só é dito "eu te amo".O filme procura resgatar a solidariedade, simplicidade nas relações humanas e talvez o silêncio represente isto de forma perfeita.
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Camila Mazzinia
06/01/2004
nota:Rate02
Algumas coisas são mal explicadas, repetitivas e desnecessárias. clichês e besteiras misturados.a única parte mais ou menos interessante é o final, quando há uma explicaçãozinha.
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Rodrigo Pinheiro Romano
07/01/2004
nota:Rate010
Filme despretencioso, que chama a atenção desde a primeira cena e te prende a atenção. Os personagens principais quase não se falam (acho que não falam nada um pro outro o filme todo...) somente os coadjuvantes. O roteiro é ótimo e tem uma sacada espetacular. Só assistindo pra saber!
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Carlos Debiasi
08/01/2004
nota:Rate09
Kim Ki-Duk nos presenteia com uma verdadeira ode sobre o silêncio, tudo isso com a marca registrada desse diretor que, apesar dos poucos trabalhos, já aponta para um grande futuro como cineasta. Incrível a capacidade desse indivíduo de trazer com tanto preciosismo e sutileza os ideiais orientais. Recomendadíssimo!
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Túlio Moreira
09/01/2004
nota:Rate010
Esse filme do coreano Kim Ki-duk é simplesmente fantástico, apesar de ser muito surreal. Assisti uma vez no Cine Cultura de Goiânia e não resisti: tive que ver de novo. A seqüência final, em que o protagonista - que aliás, não fala nada o filme inteiro - começa a morar na casa da mulher sem que o marido saiba é, sem dúvida, algo do mais incrível que o cinema, em todos os tempos, já produziu.
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Epaminondas
10/01/2004
nota:Rate010
O filme é bastante subjetivo, a idéia de que as casas são abertas a que a propriedade privada não faz parte de nós é muito interessante e abordada de uma forma interessante no filme. Há pouco dialogo, o que aumenta o valor das cenas e seus movimentos. Ótimo filme, é uma boa quebra de rotina e momento de reflexão.
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Priscilaa
11/01/2004
nota:Rate010
Este filme é BELÍSSIMO e figura na minha lista de favoritos. Tem uma proposta diferente, bastante inusitada: os protagonistas não possuem uma fala sequer! Mas é como se falassem - e é mui interessante vVer como os dois se relacionam (a aproximação, a hesitação, a afetividade, a briga, o amor platônico...). Por fim, diria que esse filme transcende ao cinema, pois é muito mais: é poesia pura. Lírico, mágico.

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