Don Lockwood (Gene Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen) são dois dos astros mais famosos da época do cinema mudo em Hollywood. Seus filmes são um verdadeiro sucesso de público e as revistas inclusive apostam num relacionamento mais íntimo entre os dois, o que não existe na realidade. Mas uma novidade no mundo do cinema chega para mudar totalmente a situação de ambos no mundo da fama: o cinema falado, que logo se torna a nova moda entre os espectadores. Decidido a produzir um filme falado com o casal mais famoso do momento, Don e Lina precisam entretanto superar as dificuldades do novo método de se fazer cinema, para conseguir manter a fama conquistada.
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Ah, os musicais de antigamente...Tive o prazer de assistir recentemente "Cantando na chuva", filme o qual apenastinha visto pedaços, como a clássica dança de Gene Kelly na chuva. É impressionantecomo em algum momento da história Hollywood parece ter desaprendido a fazer este tipo defilme. Os musicais atuais são todos mais realistas e, digamos assim,"depressivos", como "Dançando no escuro" e "Evita"."Cantando na chuva" é um musical alegre e bem-humorado, como já não se faznos dias de hoje. Uma pena. Mas de qualquer forma sempre existem os musicais antigos,imortalizados para que todos possam assistir um mundo onde tudo parece ser mais fácil emais alegre. "Cantando na chuva" pode até parecer um pouco ingênuo nestesentido, em relação aos dias de hoje, mas mesmo assim continua sendo um clássico dahistória do cinema." |
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Cinema do mais alto nível, inteligente, engraçado, romântico... é "Cantando na chuva". A Metro fez dezenas de outros ótimos musicais (como "Sinfonia de Paris" e "Gigi"), mas foi este a sua obra-prima. "Cantando na chuva" é inesquecível!" |
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Uma perfeita diversão, não há como não rir vendo esse filme. É totalmente alto-astral, você passa o filme inteiro com aquele sorriso no rosto. É sem dúvida um dos melhores filmes que já vi.10 é pouco, é nota 1000!" |
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Acredito que raramente um único filme conseguiu ser tão emocionante e hilariante ao mesmo tempo como "Cantando na Chuva", um musical repleto de passagens antológicas e que marcaram a história do cinema. Hoje, infelizmente, esse gênero que deu tantas obras-primas à sétima arte está quase morto. Tudo o que podemos fazer é torcer para que um dia Hollywood volte a ter o bom senso de produzir filmes tão contagiantes como esses. Vivemos em uma época onde a maioria das obras vem rotuladas com "ação", "suspense" e sempre coisas parecidas. É impossível rotular os musicais dessa maneira, eles mesclam tudo, comédia, drama, romance, suspense, e todos os gêneros possíveis. É o cinema arte, que todos os fãs dos verdadeiros filmes lutam incessavelmente para tirar do túmulo. Aqui, Gene Kelly usa mais uma de suas idéias brilhantes: satiriza de forma leve (mas impiedosa) a transição do cinema mudo para o falado. Na época do lançamento de "O Cantor de Jazz" (primeiro filme falado), todos achavam que o som seria uma coisa fútil e vulgar... Mesmo assim, tivemos um sucesso (e uma revolução tecnológica) que fez com que os atores famosos se interessassem pelo novo meio de fazer filmes: o casal queridinho, Don Lockwood e Lina Lamont, então resolvem entrar no espírito da coisa e lançar um desses filmes. Os problemas surgem quando Lockwood, por acidente, cai no carro de uma atriz de teatro por quem se apaixona perdidamente. Ela era cem vezes mais talentosa que Lamont (essa ainda achava que era querida por todos), sendo que a famosa atriz tinha uma voz insuportável (maestria de Jean Hagen) e inaudível, por isso precisava ser dublada nas telas. A partir daí vão surgindo as emoções e confusões dessa turma de carisma inacreditável. Absolutamente todo o filme é levado com magia por Gene Kelly e Stanley Donen (parceria arrasadora), que não exageram nas partes musicais, para não tornar a projeção arrastada. Sempre que possível um número modesto entra e depois há transição de diálogos e cenas que deixam qualquer um chorando... de tanto rir. A melhor das passagens que não utilizam música é, sem dúvidas, a pré-estréia do filme "Cavaleiro Duelador". Na parte que, em pleno cinema, o som sai de sincronia obriga todos a parar o filme para se recompor. Caso contrário, os riscos de enfarte ou ataques seriam imensos. Mesmo com tanta magia, a cena pela qual o filme é mundialmente lembrado é aquela onde Gane Kelly sai no meio de uma tempestade sem guarda-chuva e, sapateando em um monte de poças d'água, cantando a inesquecível "Singin'in the rain". É uma cena incrível, nem dá para descrever. Todos ficam com um sorriso largo só por terem visto tamanha pérola. Ainda existem outros números capazes de produzir o mesmo efeito, em sua maioria com Donald O'Connor e seu personagem hilário. No começo, quando ele apanha de uma boneca de pano, lembrando um circo, eu quase tive de voltar meu maxilar ao local correto. E os personagens não são inovadores, ou tecnicamente fantásticos. Apenas ficam consagrados pelo carisma dos protagonistas (coisa raríssima na atualidade). Gene Kelly dá um show e a cena da chuva gravou seu nome no cinema. Debbie Reynolds encantadora, com participações sempre alternando em uma linha tênue entre a comédia e o drama, totalmente em conjunto com aquilo que é proposto pela direção do filme. Donald O'Connor, como já disse, está hilário, em tudo o que ele faz quase causa danos ao espectador de tantas risadas que arranca. Jean Hagen produziu uma voz não menos fantástica para sua personagem, aparentemente mais um clichê desnecessário mas que logo ganha a magia de todo o filme. "Cantando na Chuva" é isso: uma obra sensacional, inesquecível para amantes de cinema, fãs de música, e, principalmente para os dois juntos. Se você está de mau humor, triste, deprimido ou qualquer coisa, a melhor solução existente no mundo é assistir a essa obra-prima do cinema clássico. Todos nós, que amamos a sétima-arte, torcemos incasáveis para que, um dia o cinema volte a tal nível. Esse filme sim influencia a mente das pessoas: influencia todos a serem felizes por toda a vida. Ou você nunca teve vontade de sair por aí CANTANDO NA CHUVA, APENAS CANTANDO NA CHUVA? |
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Não há a menor dúvida que esse é o melhor musical já feito na história do cinema. Cantando na Chuva facina mesmo aqueles que torcem o nariz para musicais (a maioria dos brasileiros)! Tudo é perfeito, fotografia, roteiro, história, Gene Kelly ´´dançando na chuva´´, seqüência que é a imagem mais marcante do cinema e, também, Kelly revelando a magia do cinema, fazendo o espectador sonhar num galpão vazio com o auxílio apenas de uma escada e um ventilador. De brinde as mais lindas e perfeitas pernas de Hollywood (Cid Charisse). |
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Além de um filme alto-astral, é musicalmente perfeito, com atores que cantam e dançam com perfeição suavidade e prazer, sem fugir da história. Também não deixa de ser uma crítica aos empresários de artistas que normalmente procuram fazer da vida real dos artistas uma vida fictícia, para fazer mais sucesso; e percebemos que ainda não mudou nada. Bom, é o melhor filme que já vi. Mexe com a minha alma. |
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Como escrever de um filme que já foi consagrado como clássico. Realmente é difícil, já que é impossível fazermos comparações com filmes tanto novos como antigos. Cada filme em si é um mundo novo a ser conhecido. E isso torna a sétima arte tão maravilhosa. Bem, resolvi me entregar a essa arte há menos de dois anos (sou novinho ainda). Mas como todos que resolvem conhecer cinema, me apaixonei rapidinho, e me tornei mais um cinéfilo da vida. Então, resolvi assistir esse clássico, que muitos dissem ser bom, considerado por alguns até mesmo o maior musical que Hollywood já produziu. E não me arrependi. O filme é fascinante! Se é que essas palavras já não foram usadas tantas vezes para descrever esse filme. E essa foi a razão de eu decidir por ele ao escrever a minha primeira crítica. Primeiro, a escolha do roteiro foi perfeita. Situar o cenário no final dos anos 20, dentro de um estúdio de cinema num momento tão cruciante para a indústria de filmes foi realmente sábio. Quem de nós nunca imaginamos como foi essa transição do cinema mudo para o falado. O filme nos apresentou a total descrença dos produtores quando "O Cantor de Jazz" da Warner foi lançado (e esse filme ganhou um Oscar honorário na primeira premiação justamente por isso, seu pioneirismo no uso do som, sendo o primeiro filme falado e cantado). Vimos também a aceitação do público para esse novo formato. O desespero dos estúdios para se adaptarem a nova cena que surgia na indústria de filmes. E tudo isso apresentado a nós de uma maneira engraçada. Que delícia foi assistir a isso. E Donald O´Connor! Esse é o primeiro filme que assisto dele e simplesmente amei a sua atuação. E por isso acredito ser merecido ele ter ganhado o Globo de Ouro de melhor ator comédia/musical. Suas expressões faciais (caretas) foram hiper-engraçadas e realizadas de uma maneira simples, aparentemente sem esforço nenhum. Se compararmos com os grandes comediantes de hoje, sou mais Donal O´Connor. Ri demais nas cenas da música "Make ´em laugh" e quase chorei de rir na cena que ele recebeu um beijo de Debbie Reynolds. Seu rosto ficou realmente muito engraçado. Jean Hagen (indicada ao Oscar)está deslumbrante no papel, com sua vozinha irritante e suas falas erradas ("guento"). Debbie Reynolds nos mostra um exemplo maravilhoso da beleza dos anos 50. Ficou gravado em minha mente sua perfomance na música "Good mornin´". E Gene Kelly, com o charme dos grandes astros de Hollywood do passado, nos deixou tonto com seus passos de dança. E junto com Donald O´Connor e Debbie Reynolds nos fez emocionar com a coreografia perfeita. Um filme que merece ser visto e revisto sempre, mesmo por aquelas pessoas que não gostam dos filmes antigos de Hollywood. Pena que recebeu tão poucas indicações ao Oscar. |
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Infelizmente a nota maxima é 10 esse filme é uma maravilhosidade em que se deve guardar-se em um lugar que possa durar para sempre, os passos de dança assim como a musica são maravilhosos esse filme é espetacular ja assisti diversas vezes e não me canso e claro a cena que eu mais gosto ele ja diz tudo sing and dancing in the rain. |
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Há tempos tenho vontande de ver ao menos a cena da Chuva... Sempre via mais não na integra isso sempre me deixava cada vez mais curiosos para conhecer esse Musical. Sempre procurei, mais sempre foi dificl achar, que coisa não :/ Um filme desse nivel deveria ficar como Lançamento eternamente nas locadoras... E sempre com o Poster na Porta.Esse Filme, principalmente a cena da Chuva foi efetivamente uma grande inspiração para eu começar a dançar. Hollywood, poderia voltar a realizar os sonhos das pessoas ou pelo menos motiva-los. Os musicais da Hollywood sempre foram referencias para que eu dançar...E acredito que tem sido até hoje para os poucos "sortudos" que tem a oportunidade de conhecer essas verdadeiras obras de Arte. |
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O mais delicioso e fantastico musical de todos os tempos. Gene Kelly era o maior dancarino do cinema americano. Um filme inesquecivel do genial Stanley Donen. Ja vi o filme umas vinte vezes e sempre sinto uma grande emocao com o show de Gene naquela corografia maravilhosa. |
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