Candy

Candy 2010-05-22 Francisco

Título original: (Candy)

Lançamento: 2006 (Austrália)

Direção: Neil Armfield

Atores: Heath Ledger, Abbie Cornish, David Argue, Paul Blackwell.

Duração: 116 min

Gênero: Drama

Status: Arquivado

5           10 10 5

(10 votos)

                   

Sinopse

Candy (Abbie Cornish) é uma jovem e talentosa pintora, enquanto que Dan (Heath Ledger) é um promissor poeta. Eles se apaixonam assim que se conhecem, divindo também a dependência por heroína. De início Candy e Dan sentem viver no paraíso, mas a falta de dinheiro faz com que eles retornem à realidade. Candy torna-se prostituta, com o consentimento de Dan. Para afirmar sua união eles decidem se casar, mas a dependência das drogas afeta cada vez mais sua felicidade. Até que Candy, cansada de viver no caos, decide se internar em uma clínica de reabilitação e largar de vez as drogas. Só que ela não esperava a reação que sua atitude provocaria em Dan.

 

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Elenco

Heath Ledger

(Dan)

  • Abbie Cornish (Candy)
  • David Argue (Lester)
  • Paul Blackwell (Phillip Dudley)
  • Tom Budge (Schumann)
  • Jason Chan (Dr. Lao)
  • Nathaniel Dean (Paul Hillman)
  • Noni Hazlehurst (Elaine Wyatt)
  • Damon Herriman (Roger Moylan)

Comentários

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Debbie em 09/01/2012Nota: 10     

Ótimo filme,muito emocionante e poético,deu uma saudade do Heath Ledger 'U.U' com certeza ele deixa muita saudade!E realmente a cena do bebê é chocante,chorei litros e ainda sou mãe me sinto mais fragilizada ainda.Recomendadíssimo,ainda mais para quem pensa que drogas é a última solução veja este filme.

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Jéssica F. em 06/01/2012Nota: 8     

É Díficil assistir esse filme sem comparar tanto com Réquiem para um sonho,quanto com Trainspotting.
Os 3 são ótimos filmes, com algumas semelhanças mas focando em pontos diferentes.
Tratando de Candy, o filme foca no relacionamento do casal. Divido em três partes "Paraiso, Terra e Inferno". Mostrando de uma forma muito real, o efeito desde o começo do uso da droga e do relacionamento, os problemas para manter o vicio e a desesperada forma de tentar pará-lo.
O filme traz ótimas atuações, principalmente do casal, da até uma tristeza pelo grande talento notável do Heath Ledger.
A cena do bebe não podia passar despercebida do comentário,pois é muito forte. O filme em sim é intenso, um ótimo drama. Trágico de uma forma poética. Totalmente recomendado.

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Wagner de Oliveira em 20/07/2011Nota: 8     

Belo filme, com ótimas atuações e um final correto. Realmente a cena do Bebê choca bastante, Ledger era maravilhoso...
Vale a pena

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Allê em 24/05/2011

Um fim lamentável... Merecia um final melhor!
Mas é de extrema inteligência.
Consegue mostrar os efeitos reais do uso de drogas na vida de uma pessoa.
Sem contar no Heath Ledger. Que atuação! Que brilho!
Esse, sem dúvida, seria um grande ator!
Quanto a Abbie Cornish, bela participação!
Além de sua beleza, impecável!
Recomendo!

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N Costa em 01/11/2010Nota: 1.5     

Achei bacana o filme...

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Marcelo Ris em 03/01/2006Nota: 4     

O filme é um duro retrato das consequências das drogas na vida dos seres humanos, mostrando a vida de um casal Candy (Abbie Cornish, "Um Bom Ano") e Dan (Heath Ledger, "O Segredo de Brokeback Mountain"), ambos ótimos em seus papéis, e contando com a atuação sempre magistrosa de Geofrey Rush, que faz o papel de um professor, amigo e confiidente do casal. Dividido em três partes: "Paraíso, Terra e Inferno", faz um paralelo do efeito da droga no corpo. Primeiro o clímax ("Paraíso"), quando a mente atinge seu clímax com efeito do alucinógeno, discorre o começo da relação de Candy e Dan e como eles são iniciados nos mais diversos tipos de anfetaminas, sempre com a ajuda de seu amigo e confidente Casper. Segundo a busca (Terra), retrata a dura vida dos dependentes no que diz respeito a busca por dinheiro para adquirir a droga, nesta fase Candy se prostitui e Dan inicia pequenos furtos, e quando o dinheiro não alcança Casper sempre está lá para ajudá-los. Terceiro a abstinência (Inferno), enfatiza o terrível efeito quando eles decidem parar de usar a droga, aqui Candy descobre que está grávida e precisa de qualquer modo parar de se drogar e os dois tentam ao máximo executar esta árdua tarefa. O filme é uma poesia trágica e muito bem dirigido por Neil Armfield, com bela fotografia e roteiro muito bem escrito. Apesar do assunto um pouco batido vale ser visto e analisado.

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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR em 04/01/2006Nota: 3     

Qualquer filme que venha a tratar de dependentes de heroína tem como parâmetro de comparação "TRAINSPOTTING - SEM LIMITES", de Danny Boyle. E aí a situação fica complicada para qualquer diretor que tente levantar novas abordagens para tal temática. O australiano Neil Armfield baseou-se no livro de Luke Davies para contar a história de amor e dependência de opióides entre Candance (Abbie Cornish), apelidada de Candy, e Dan (Heath Ledger). O jovem e belo casal tem ambições artísticas: Candy e sua pintura; Dan e sua poesia. A única obra de Candy que é mostrada dá dó tamanha a infantilidade evidenciada. O contato de Dan com a poesia é a leitura que ele faz de E. E. Cummings, na cama numa noite de insônia. No início do relacionamento entre ambos, Candy cheira cocaína enquanto Dan usa heroína injetável. Em seguida, Candy se junta a Dan no uso de opióides intravenosos. No início parecia tudo um êxtase. O filme é dividido em três partes: paraíso, terra e inferno. Como nenhum dos dois consegue fazer nada de produtivo, Dan passa a contar mentiras para custear o consumo de drogas. A degradação vai progressivamente aumentando: iniciam-se os roubos até chegar ao grau de Candy ter de se prostituir-se. Ainda bem que o diretor não força a barra nos aspectos psicológicos que poderiam justificar a drogadição. A família ausente de Dan e a mãe castradora de Candy serviriam como belas justificativas. Felizmente isso não ocorre. A gravidez inesperada de Candy serviu para o casal optar pela abstinência (que é descrita dia-a-dia). A situação assume aspectos de tragédia com o término da gestação de Candy. O casal retoma então o consumo de drogas. Por último, tenta morar na zona rural da Austrália, distante das facilidades da obtenção das drogas. Mera ilusão. Candy entra em surto psicótico e é internada. Finalmente Dan consegue seu primeiro emprego como lavador de pratos. O ator que já recebeu o Oscar por sua atuação em "SHINE", Geoffrey Rush, é um amigo do casal. Homossexual e professor de química, que usa o seu laboratório para sintetizar drogas. A trama é contada de forma linear, sem grandes "viagens". A atuação da bela Abbie Cornish é surpreendenetemente boa. Heath Ledger que atuou como homossexual em "O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN", volta ao seu país natal para atuar como um junkie. Não faz feio. O diabo é a comparação que vem â mente com "TRAINSPOTTING - SEM LIMITES" e aí...

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Erika Liporaci, Colunista em 02/01/2006Nota: 3.5     

Usuários de drogas pesadas, a pintora Candy e o poeta Dan vivem entre o céu e o inferno: jovens, talentosos e apaixonados, porém sempre na miséria. Chegam ao ponto de Candy se prostituir para manter o vício do casal. Participou da competição oficial do Festival de Berlim de 2006. "Candy" é, sem dúvida, um bom filme. Sensível, bem-escrito, lindamente interpretado e dirigido com competência. Seu único (e grave) problema é ser muito parecido com outros filmes que já foram feitos sobre usuários de drogas. Longe de ter a ousadia estética de um "Réquiem para um Sonho", o filme acaba soando como o remake de uma história que já foi mostrada antes. Mas vale a pena conferir o trabalho maduro de Heath Ledger, que prova ser um ator cuja indicação ao Oscar não fez mal. Longe de se tornar preguiçoso, o cara embarca numa viagem totalmente diferente e tão radical quanto o caubói gay de "Brokeback Mountain". O destaque fica para a comovente cena do casal com o bebê no quarto de hospital.

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