Título original: (Cama de Gato)
Lançamento: 2002 (Brasil)
Direção:
Atores: Caio Blat, Rodrigo Bolzan, Cainan Baladez, Rennata Airoldi.
Duração: 92 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Cristiano (Caio Blat), Gabriel (Cainan Baladez) e Francisco (Rodrigo Bolzan) são três amigos que moram em São Paulo, que assim que concluem o ensino médio decidem sair pela noite em busca de diversão. Em sua tentativa de se divertir a todo custo eles acabam estuprando e matando uma adolescente.
Márcio H. em 27/01/2002Nota: 1
É um filme irônico, que retrata o niilismo e a falta de compromisso que existe hoje em todos nós - não sendo só privilégio da juventude. As discussões, pela pretensão de trazerem alguma substância ao longa, não contribuem pra tornar o retrato do jovem menos alienado - aliás, o tornam ainda mais... Enfim, sou contrário ao discurso do diretor por dois motivos: 1. não sou afeito às generalizações emj relação à juventude; 2. não gosto de quem usa o filme pra exercitar fetiches, como o a cena de sexo - que se torna exagerada, e não só explícita. Ou seja, pra quem quer encontrar verdade, esse não é o melhor caminho. e definitivamente, embora guarde grandes semelhanças, não é Laranja Mecânica!
Anitaa em 04/01/2002Nota: 5
O filme é bem sucedido em seu retrato da sociedade jovem atual, sem fantasiar ou transcender a realidade. Ele te faz pensar durante horas depois de ter assistido, sem deixar espaço mental para nenhuma outra atividade. É impossível fechar os olhos para o que filme mostra, discutir o assunto após assistí-lo é fato.
Junior em 06/01/2002Nota: 3
Interessante de se assistir, porem nao acrescenta nada. O filme conta com muitas ideias vazias, lembra muito ken park e assim como tal, so quer ser mais um filme independente forte que quer revolucionar.
T. Vasconcelos em 14/01/2002Nota: 5
Inovador e realista. Ótimo filme que reflete a situação deturpada em que vivem os jovens de nosso século. A nota que atribuo a este filme se refere mais ao tema levantado e a maneira como foi tratado (objetivamente)do que como foi produzido. Um filme muito bom para levar a sociedade brasileira, principalmente, à repensar os problemas que envolve os jovens; não tendo apenas as drogas e as bebidas como temas centrais da discussão, mas também a filosofia lasciva e nefasta espalhada atualmente. Assista e se conscientize, não obstante, haja!
Guilherme em 08/01/2002Nota: 3.5
Não é o "Laranja Mecânica" dos anos 2000. Stcokler mostra-se um diretor de pulso firme e os atores se entregam ao projeto com organicidade. Talvez sem os maneirismos estilísticos que apresenta, pudesse ser mais trabalhado dramturgicamente. Ainda assim, sufocante, ousado e original.
Bruno P. Santos em 20/01/2002Nota: 4.5
IMPACTANTE E PERTURBADOR. Cama de gato é um filme que quebra a visão tradicional de uma sociedade acostumada a "tapar o sol com a Peneira". Forte e tambem incisivo esse filme deve ser debatido em escolas e faculdades para que os joven e adultos possam refletir sobre os valores éticos da sociedade brasileira. Não é um filme tecnicamente bom, mas moralmente é excelente!
Felipe Yuri em 02/01/2002Nota: 0.5
De péssima qualidade,não passa de um filme polêmico, pé no saco que deixa os telespctadores impressionados de como o filme tem cenas explícitas de sexo e violência.
Bruno Martins em 13/01/2002Nota: 5
GENIAL! o melhor filme nacional dos ultimos tempos...nao soh nacional...tem sacadas inteligentes do inicio ao fim, um roteiro super bem estruturado, uma forte critica social, um diretor mais do que competente, atuações memoraveis e cenas fortissimas que contribuem com a mensagem, mesmo que a maioria torça o nariz e julgue desnecessário...vamos torcer para que os próximos filmes desse novo e brilhante projeto TRAUMA sejam pelo menos metade do que este representou.
Guilherme Souza em 19/01/2002Nota: 2.5
Fui a uma locadora de vídeos à procura de um DVD da Maria Bethânia, mas acabei passando os olhos pelos títulos do cinema nacional e, lá no meio, encontrei o Cama de Gato. Lembrei-me das matérias que li vagamente na época de seu lançamento, sempre com a palavrinha mágica "polêmica" incluída nos textos, bem como das entrevistas apaixonadas do ator Caio Blat. Correndo os olhos pela capa do DVD, chamou a minha atenção o fato de o filme ter pretensões a um debate sobre ética, coisa rara atualmente. Estava então decidido o que eu iria assistir naquela terça-feira cinzenta, antes de ir para a universidade. Ok. O filme propõe o debate de uma série de questões bastante urgentes. No país da telenovela, dos Leblons perfeitos e dos finais felizes, qualquer gota de uma realidade menos florida é bem-vinda. Não que o cinema, para ser bom, deva ser documental, engajado. Vide Lavoura arcaica, que é puro lirismo e beleza (com participação do mesmo Caio Blat). Estes não são, com certeza, atributos do filme de Alexandre Stockler. Estes não são princípios do TRAUMA (Tentativa de Realizar Algo Urgente e Minimamente Audacioso) conforme este se apresenta para o público, com aquela velha história de uma câmera na mão e uma idéia na cabeça. Cama de gato começa e termina com entrevistas e abordagens de jovens que, dada a sua patente mediocridade, poderiam ser os protagonistas do filme. Talvez essa seja a sugestão mais pungente do diretor ao filmar tais entrevistas no mesmo formato digital que a trama ficcional é registrada. É evidente que os parcos recursos orçamentários conduziram a esta posição, mas Stockler soube se apropriar, de certo modo, da precariedade técnica. Porém, pessoalmente, preferiria ver a hora e meia de filme em película. Pode ser um preconceito, mas considero que o grande pecado do filme é ser "informal" demais em sua forma. O diretor afirmou em entrevista que não tinha intenção de fazer um filme "bonitinho", por isso a opção acessível do vídeo digital. Mas a essência do cinema é a imagem, bela ou não. E o filme perde, ao abdicar da sua força visual em nome do discurso verbal, muitas vezes clichê. Os diálogos nervosos têm mais importância que a imagem em Cama de gato. São muitas as palavras, frases de efeito. Stockler, que também é o roteirista (ruim, por sinal), não quis deixar nenhuma alfinetada de fora, mesmo que isso não contribua em nada para a estrutura do filme, como por exemplo, o diálogo superficial e dispensável no posto de gasolina, cujo objetivo é criticar o culto ao corpo. Parece desesperado em lançar opiniões contra todas as futilidades que permeiam a juventude que tematiza em seu filme, sem mostrar, contudo, as suas causas. Tanto blábláblá só deixa evidente a alternância que aqueles três jovens operam entre a lucidez do vazio em que se encontram e a cegueira em que se lançam, paradoxalmente, a cada instante seguinte. E a enrascada irracional em que Cristiano (Blat), Francisco (Rodrigo Bolzan) e Gabriel (Cainan Baladez) se metem, que lembra a trama dos assassinatos de Fargo, dos Coen, somente explicita isto. Mas o objetivo de Stockler não é contar historinha (e ele não o faria bem), é óbvio, por melhor que esta possa ser, e sim botar o dedo na ferida de uma classe urbana sem valores morais e que é pobre demais pra ser considerada rica e rica demais pra ser considerada pobre. Não é preciso ir muito longe não. Aqui mesmo em Ouro Preto uma garota foi morta por estudantes, durante uma noite de sexo, drogas e RPG. E viva a diversão! Muito se comentou também sobre a cena de estupro, o que talvez seja exagerado. No roteiro do filme, ela é um ponto chave, é o início da derrocada daqueles adolescentes de classe média, é a situação-limite. Mas, apesar de toda a coragem dos atores em se exibirem nus (sem aquela tradicional proteção à nudez masculina), a cena possui falhas na encenação e algumas incoerências de comportamento. Há descompasso entre a violência das circunstâncias e a atitude "lesada" dos atores. A cena não é violenta o suficiente, parece improvisada, embora suas conseqüências para o debate que o filme propõe sejam as mais altas. Mas quem assistiu Irreversível não se choca tanto. E o desempenho da garota deixa a desejar, do início ao fim. Aliás, só o Caio e o Rodrigo oferecem bons desempenhos durante todo o longa. Por fim, acho que o grande momento do filme é a seqüência final no lixão. Os diálogos estão mais adequados à encenação e a resposta psicológica dos atores está afinada com a dos personagens diante do absurdo em que se acham enrascados. É um filme sobre moral, mas não é moralizante, não há contraponto à imoralidade dos delinqüentes nem punição. É um retrato de uma juventude que abraça um estilo de vida inadequado, que Stockler joga na fogueira para ser questionado e transformado pelos espectadores. Os juízes somos nós. Num país tão carente de discussões e, por isso, cheio de gente tão inapta ao debate, parece que Cama de gato deve ser visto. Até mesmo para que seja desabilitado como grande obra de arte (coisa que todo filme brasileiro independente e pretensioso se julga ser), o que definitivamente ele não é.
Simonea em 21/01/2002Nota: 2.5
O filme mostra um pouco da realidade dos jovens na atualidade, porém, força muito a barra, quando mostra varias mortes e os garotos do filme continuam a tirar um barato sobre isso.......de péssimo gosto........mas, as cenas de sexo sao engraçadissimas.........totalmente tosco......vale a pena conferir!
Cada Um Tem a Gêmea que Merece
...Eu tbm gostaria de vê-lo atuando com o Jim Carrey seria fantástico
por Daniel Degraus, 09/02/2012 às 16:08
Vale mesmo não, nem meia que dirá inteira que eu paguei...
por Suphie Vanessa, 09/02/2012 às 13:25
Pensei nisso também kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
por Suphie Vanessa, 09/02/2012 às 13:24
A Queda - As Últimas Horas de Hitler
Filme fantástico que retrata as últimas horas de vida do maior assassino da história da h...
por Atena Negra, 09/02/2012 às 12:50