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Os Caçadores da Arca Perdida

titulo original: (Raiders Of The Lost Ark)

lançamento: 1981 (EUA)

direção: Steven Spielberg

atores: Harrison Ford , Karen Allen , Paul Freeman , Ronald Lacey , John Rhys-Davies

duração: 115 min

gênero: Aventura

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Raiders Of The Lost Ark
  • gênero:Aventura
  • duração:01 hs 55 min
  • ano de lançamento:1981
  • site oficial:http://www.indianajones.com
  • estúdio:Paramount Pictures / Lucasfilm Ltd.
  • distribuidora:Paramount Pictures
  • direção: Steven Spielberg
  • roteiro:Lawrence Kasdan, baseado em estória de George Lucas e Philip Kaufman
  • produção:Frank Marshall
  • música:John Williams
  • fotografia:Douglas Slocombe
  • direção de arte:Leslie Dilley
  • figurino:Deborah Nadoolman
  • edição:Michael Kahn
  • efeitos especiais:Industrial Light & Magic

imagens - 12

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sinopse:

Em 1936, o arqueólogo Indiana Jones (Harrison Ford) contratado para encontrar a Arca da Aliança, que segundo as escrituras conteria "Os Dez Mandamentos" que Moisés trouxe do Monte Horeb. Mas como a lenda diz que o exército que a possuir será invencível, Indiana Jones terá um adversário de peso na busca pela arca perdida: o próprio Adolf Hitler.

elenco:

  • Harrison Ford (Indiana Jones)
  • Karen Allen (Marion Ravenwood)
  • Paul Freeman (Rene Belloq)
  • Ronald Lacey (Toht)
  • John Rhys-Davies (Sallah)
  • Alfred Molina (Sapito)
  • Denholm Elliott (Marcus Brody)
  • Wolf Kahler (Dietrich)
  • Don Fellows (Coronel Musgrove)
  • William Hootkins (Major Eaton)
  • Fred Sorenson (Jock)
  • Anthony Higgins

comentários

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Wendell D. Andrade
02/01/2001
nota:Rate010
A melhor aventura que o cinema jáproduziu. O início com a bola rolando atras de Indy é adrenalina pura, é cinema da maispura qualidade, a união entre um ótimo roteiro e uma grande aventura só poderia darneste filme incrível. Excepcionalmente dirigido por Steven Spielberg. O que mostra que aunião entre Steven e George Lucas para fazer qualquer produção cinematográfica élucrativa para o cinema!
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Danilo Gentili Junior
03/01/2001
nota:Rate010
É, sem dúvida, o melhor filme que jáassisti até hoje. O filme é emocionante e diverte demais... Quando se cita o nome "aventura"é impossível não se lembrar de Indiana Jones... é o melhor!
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João Paulo Ferreira
04/01/2001
nota:Rate010
"Os Caçadores da Arca Perdida"e os outros filmes da série Indiana Jones mostram que a criatividade de George Lucas nãose resume à saga Star Wars. Este filme é uma verdadeira aula de como se fazer um filmeespetacular de aventura. Harrison Ford caiu como uma luva no papel do Indy e todo ocontexto pré-II Guerra Mundial é muito bem utilizado. E a trilha sonora de John Williamsé um marco do cinema.
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Marcelo Santiago
05/01/2001
nota:Rate010
Nunca mais os filmes de aventura foramos mesmos depois deste "Os Caçadores da Arca Perdida". Com um heróicarismático e uma série de cenas de ação geniais (feitas para serem copiadas àexaustão), o filme atinge o ápice do cinema-entretenimento.
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Carlos
06/01/2001
nota:Rate010
O filme tem cenas incríveis de ação, como a cena da briga em volta do avião e a cena da briga no caminhão. Tem também a melhor trilha sonora já feita para o cinema. A história do filme é muito boa, a idéia de se passar pouco antes da Segunda Guerra Mundial é ótima, mas é melhor ainda ter os nazistas como vilões. E é bom lembrar que pegaram um dos 5 melhores atores americanos para fazer o herói Indiana Jones.
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Tiago Siri
07/01/2001
nota:Rate010
Fantástico, impossível não se apaixonar por essa aventura que é com certeza um dos filmes mais importantes de nossa época. Usando como referência os clássicos de aventura dos anos 50, esse filme foi a melhor sacada dos anos 80, estabelecendo-se como um dos gigantes de bilheteria de todos os tempos. Enfim, faltam palavras para descrever o filme de aventura. Absoluto.
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Aleksei
08/01/2001
nota:Rate010
"Os Caçadores da Arca Perdida" é o filme que traz as cenas mais perfeitas já usadas em filmes de aventura. Admito que prefiro os outros dois filmes da série mas como esquecer a cena em que a bola sai rolando atrás de Indy ou ainda a em que ele passa por baixo do caminhão? Indiana Jones é com certeza a melhor série feita até hoje e agora temos que ficar torcendo para que saia logo o quarto filme antes que Harrison Ford fique velho demais.Uma coisa que todos nós temos que admitir é que se Steven Spielberg, George Lucas e Harrison Ford são responsáveis por grande parte do sucesso do filme, outra parte é devido a John Willians, que faz uma trilha sonora magistral. Indiana Jones é sem dúvida o mais famoso herói dos filmes de aventura e, sem dúvida, serviu de exemplos para muitos outros filmes, com grande destaque para "A Múmia".
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Ronaldo Leite
09/01/2001
nota:Rate09
O cineasta americano Steven Spielberg é, talvez, o diretor mais famoso de Hollywood, ao lado do mestre inglês Alfred Hitchcock; seus nomes tornaram-se verdadeiras marcas. Mas é também um dos mais polêmicos e injustiçados. Ao mesmo tempo em que seus melhores filmes são recebidos com festa pela maioria do público, suscitam opiniões desfavoráveis de críticos ou mesmo espectadores mal-humorados e preconceituosos, que não enxergam o conhecimento lingüístico, a competência cinematográfica patente em seus filmes, obcecados que estão por seu caráter comercial. Nasceu Steven Allan Spielberg, em Cincinnati, no ano de 1947. Aos doze anos ganhou sua primeira câmera e fez seu primeiro filme, mostrando uma batida entre trens de brinquedo. O universo infantil, por sinal, e a separação entre pais e filhos são constantes temáticas de Spielberg, que viu os pais se separarem quando contava 17 anos. Seja mostrando crianças, seja dando toques infantis à sua narrativa, o diretor deixou essa marca em boa parte de seus filmes, dos quais E.T. O Extra-Terrestre (E.T. The Extra-Terrestrial, 1982), O Templo da Perdição (The Temple of Doom, 1984) e Império do Sol (Empire of the Sun, 1987) são bons exemplos. Aos dezesseis, durante uma excursão aos estúdios da Universal, fugiu do grupo para assistir às filmagens. Com dezenove, resolveu fazer carreira no cinema; ingressou na Universal, fazendo-se passar por sobrinho de um alto executivo. Conseguiu, assim, freqüentar a empresa por três anos até ser descoberto. Entrou então na Universidade da Califórnia, onde, ao custo de dez mil dólares fornecidos por um amigo, produziu, escreveu e dirigiu em dez dias, um curta-metragem chamado Amblin, em 1968. Ao mostrá-lo na Universal, ganhou logo um contrato de sete anos, tão evidente era seu talento. Outra constante de Spielberg é a “volta para casa”, cujo maior exemplo é E.T. O Extra-Terrestre (E.T. The Extra-Terrestrial, 1982), mais que pode ser vista também em O Templo da Perdição e Encurralado (Duel, 1971), por exemplo. O único lugar seguro é na segurança do lar e todo o ambiente externo é perigoso e bastante desafiador. Encurralado, um thriller feito para a TV, foi, inclusive, sua primeira realização de destaque. Este filme, que foi premiado no Festival de Avoriaz, passou, anos mais tarde, a ser cultuado. Construindo uma imagem de sucesso ainda na década de 1970 – com filmes como Tubarão (Jaws, 1975), usou seu nome, também, em favor de novos talentos, como Robert Zemeckis e Lawrence Kasdan; este último assina o roteiro de Os Caçadores da Arca Perdida. De origem judaica, Spielberg realizou A Lista de Schindler (Schindler’s List, 1993), cuja estória se baseia no holocausto judeu durante a Segunda Guerra Mundial e é considerado um de seus melhores filmes. Já em 1996, em parceria com David Geffen e Jeffrey Katzenberg, fundou o estúdio Dreamworks, o primeiro criado em Hollywood desde os anos 50. Mais recentemente, em 2001, deu cabo ao projeto de Stanley Kubrick, falecido em 1999, Inteligência Artificial: A.I. (Artificial Intelligence: A.I.). O fato é que esse verdadeiro promotor de espetáculos sempre teve como grande objetivo, em sua carreira, resgatar o espírito dos anos áureos de Hollywood. Busca provocar no público o prazer de ira ao cinema, se encantar, empolgar-se com a trama narrada, torcer pelo mocinho e, claro, divertir-se. E este espírito é perfeitamente ilustrado em Os Caçadores da Arca Perdida (Raiders of The Lost Ark, 1981), simplesmente, a matéria-prima da qual é feita um verdadeiro filme de aventura. Este é primeiro filme da saga do carismático e aventureiro arqueólogo Indiana Jones. Esta obra-prima do cinema comercial resgata o cinema clássico de aventura e é, simplesmente, o que se pode chamar de arquétipo da aventura cinematográfica. Os Caçadores da Arca Perdida é também uma homenagem aos seriados americanos de aventura dos anos 30 e 40. Spielberg construiu uma espécie de hiper-seriado, uma coletânea de situações de pura emoção aventureira, com seus respectivos desfechos, cada um com um clímax. Tal constatação pode ser entendida como depreciativa à obra do milionário e polêmico cineasta americano. Contudo, afirmar simplesmente que um filme faz uso de clichês não constitui crítica nem elogio. O que importa é de que modo o autor da obra utiliza esses clichês: de forma criativa ou ridícula, divertida ou pretensiosa. Um dos aspectos mais interessantes em Os Caçadores da Arca Perdida é o trabalho de reunião de vários artifícios já consagrados do universo de aventuras, seja pelo cinema ou mesmo pela literatura. Spielberg faz uma obra síntese de modo eficiente e criativo. Outro propósito do cineasta, com este filme, foi o revigoramento do cinema tradicional e de sua indústria, que fora, em parte, prejudicada pela popularização da TV. Ele Opera essa revalorização, então, transformando um produto televisivo em produto cinematográfico, com criatividade, além de grande cuidado técnico e lingüístico. Spielberg ressuscitou um gênero popularíssimo nos EUA, por meio de um cinema lingüisticamente simples – ainda que apurado – e inocentemente divertido e fantasioso, com o acréscimo tecnológico inexistente até então. O filme é despretensioso, sem quaisquer aspirações vanguardistas ou caracteres modernos; é o que se convencionou chamar de cinema pós-moderno, que, a despeito do que tal título possa dar a entender, remete ao clássico, que nos relembra o valor do estilo narrativo griffithiano. O professor Jones alterna sua vida acadêmica à de caçador de relíquias perdidas. O filme tem início com de prólogo que nos apresenta o protagonista e o motor da trama que virá em seguida. Assistimos a uma espécie de filmezinho que nos prepara para o filme propriamente dito, deixando-nos a par do espírito narrativo do filme. Ano de 1936. Indy está em busca de uma estatueta dourada, escondida num salão de um antigo templo na América do Sul, cheio de armadilhas. Temos nessa introdução, o prazer de assistir a famosíssima seqüência da fuga deste templo, que culmina com a corrida do herói da bola de pedra gigante que rola atrás dele. A relíquia é, em seguida, roubada pelo nefasto rival francês de Indy, Belloq. O protagonista tem, então, de fugir do vilão e seu exército de índios sulamericanos, escapando por meio de um hidroavião, estacionado à sua espera, no qual o filme nos mostra sua fobia de cobras. Neste momento, também, nos chega pela primeira vez aos ouvidos a conhecidíssima música tema de Indiana, feita por um dos maiores compositores da história do cinema e costumeiro parceiro de Spielberg, John Williams. Esta empolgante trilha sonora, somada à mais que adequada fotografia em Metrocolor, se mescla à narrativa e a idéia do filme, provocando no espectador um efeito único de prazer desprendido e forte comprometimento ao desenrolar da película. Indy é um herói individualista que salva relíquias e pessoas das mãos de vilões inescrupulosos. Ele é também pueril e atrapalhado, mas experiente; é culto, porém pragmático. Logo após a introdução, contudo, Indy vê a chance de se vingar de seu antípoda europeu, enquanto aproveita para salvar a humanidade da ilimitada ambição nazista. Sim, os alemães são vistos como sanguinários gananciosos, capazes das atitudes mais nefastas para conquistar o mundo; o roteiro constrói visões completamente estereotipadas dos personagens. Equívocos não hajam, entretanto; é preciso lembrar que o filme é construído em cima do espírito dos antigos seriados; estereótipo é, mas em tom de brincadeira, de forma descontraída, não devendo ser levado à sério – o próprio filme não o faz. Continuando, nosso herói recebe uma missão especial do serviço secreto americano; tem de ir ao Egito, recuperar a Arca da Aliança dos hebreus, onde estariam guardadas as tábuas com os Dez Mandamentos, recebidos por Moisés diretamente de Deus. Esse pano de fundo espiritual é uma constante temática da trilogia. A polarização, nos filmes da série, obviamente, é entre mocinhos e bandidos, mas também entre razão e fé, já que os objetos divinos são vistos com certo ceticismo de início, mas se revelam verdadeiros ao final. Esse espiritualismo, juntamente à construção do herói, aproxima a trilogia Indiana Jones à Guerra nas Estrelas (Star Wars), anos 1970, do parceiro e amigo de Spielberg, George Lucas. O criador da empresa de efeitos especiais Industrial Light & Magic é, inclusive, um dos criadores da saga do arqueólogo caçador de relíquias. É um homem de boas idéias, importante para o desenvolvimento tecnológico da produção cinematográfica, de quem são devedoras a mais diversas superproduções subseqüentes, blockbusters e filmes fantásticos e fantasiosos. Não é, todavia, o que se pode chamar de um cineasta; ele peca quando resolve dirigir suas idéias. Ninguém é perfeito. Voltando às duas continuações – O Templo da Perdição (The Temple of Doom, 1984) e A Última Cruzada (The Last Crusade, 1989) –, embora divertidos, não mantiveram o nível do primeiro, perdendo, de certo modo, a singela beleza narrativa do primeiro. Nas palavras de Amir Labaki, Os Caçadores da Arca Perdida “é narração bruta, texto limpo, cinecatarse pura”. Os alemães, adiantados, já estão escavando no deserto, em procura da arca. Eles não sabem, porém, sua localização exata. Indy, por outro lado, conta com a ajuda de Sallah (John Rhys-Davies) e Marion (Karen Allen), que possui a chave para o encontro da arca, em forma de um medalhão antigo. Nosso herói, assim, descobre o lugar da arca, em meio a enorme escavação alemã. Seguem-se uma série de peripécias protagonizadas por Indy, com destaque para a seqüência da perseguição a cavalo, que tem prosseguimento com o memorável trecho da luta pelo controle do caminhão – equivalente às antigas diligências do velho oeste – que carrega a arca. Esta seqüência deu origem ao comentário de Claude Beylie, que chamou o filme de um “western arqueológico”. Após toda sorte de situações de conflito, romance, comédia – vale lembrar a cena em que um impaciente Indy atira num inimigo que faz firulas com espadas – e muita aventura, a arca é, por fim, aberta pelos alemães. A ira de Deus, então, se abate sobre os homens, castigando-os. Todos os personagens presentes são pulverizados pela chuva de energia divina advinda da arca, com exceção de Indy e Marion, que escapam, simplesmente, se recusando a olhar para o poder superior. Parafraseando o crítico André Setaro, Spielberg “possui um grande senso de espetáculo”; ele sabe e busca realizar filmes para crianças de 8 a 80 anos de idade. Os Caçadores da Arca Perdida é uma belíssima obra cinematográfica, ideal para chocar o típico “cinemeiro” imbuído do (pré)conceito de que um filme é bom em função da natureza nobre do tema, de que o bom filme é o que faz refletir sobre a vida. Existem sim filmes geniais com tal propósito, como certas obras do italiano Federico Fellini ou do sueco Ingmar Bergman, que, contudo, são brilhantes, justamente por possuírem uma narrativa elaborada ao ponto de satisfazer as necessidades da idéia pensada pelo autor, uma narrativa bem construída, que torne o filme criativo, único. Este trabalho finda com a seguinte conclusão, também defendida por Amir Labaki. Spielberg desafia gostos estabelecidos e preconceituosos e automatismos críticos, por vezes, simplistas. O competente estilista norte-americano se empenha em acabar com o tédio e o desânimo dentro da sala de projeção. Não é brilhante, mas ao retirarmos o sumo de sua obra, temos diversão leve, fantasiosa e emotiva, mas nem por isso, de pouco valor cinematográfico, uma vez que é bem elaborada."
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Crosley Rodrigues Gomes
10/01/2001
nota:Rate08
Nunca se tinha pensado que uma parceria entre Spielberg e Lucas poderia ser tão genisa como foi neste filme, bolas para a Unit de Arts que rejeitou Spielber para fazer um filme de 007, Spielberg e lucas provaram que poderiam fazer um personagem muito mais interessante e popular que o espião britânico.
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Daniele Diasa
11/01/2001
nota:Rate09
Muuuito bom!!! uma aventura fantástica!! spielberg em primeirissíma mão...eu estava pensando em como a trilha eh perfeita para o filme, cai como uma luva, mas também, john williams é sem palavras e outra vocês conseguem ver alguém além de harrison ford como indy??! eh incrivel, o filme, assim como todos da saga acerta em tudo!
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Celso
12/01/2001
nota:Rate010
Não sei qual é o melhor dos filmes de Indi, mas todos são aventuras perfeitas, como não se fazem mais. Efeitos especiais, só os necessários, o q vale mesmo é o roteiro.
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Jônathan S.L.
13/01/2001
nota:Rate010
Primeiro filme da trilogia que reinventou a matinê, fazendo com que o personagem Indiana Jones, interpretado de maneira magnífica por Harrison Ford, se tornasse um imortal. Um filme para acalmar a alma dos amantes de um bom filme.
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Helder Pereira
14/01/2001
nota:Rate010
A mãe dos filmes de ação! Ator perfeito, cenas perfeitas, diretor perfeito e um herói mais que perfeito! Não tem como não torcer pro Indy durante o filme! Demais!
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Nicollea
15/01/2001
nota:Rate09
O melhor filme que já assisti!Um filme muito bom,emocionante e com uma tor perfeito para fazer Indiana Jones! A parte que mais gostei foi da cena do início do filme dele quase pegando o ídolo:perfeita! As músicas também,muito boas!
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Mílton
16/01/2001
nota:Rate010
Um verdadeiro classico do cinema.graças a este filme,começou o mito do indiana jones,o maior aventureiro d todos os tempos.harrison ford ficou imortal graças a esta presonagem e k venha o quarto episodio.
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Cleverson
17/01/2001
nota:Rate010
Esta trilogia é sem dúvida a reunião dos melhores filmes de aventura já feitos. Todos os três tem todos os ingredientes de um bom filme na medida certa. Será que ainda veremos filmes como estes?

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