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Os Brutos Também Amam

titulo original: (Shane)

lançamento: 1953 (EUA)

direção: George Stevens

atores: Alan Ladd , Jean Arthur , Van Heflin , Brandon De Wilde , Jack Palance

duração: 118 min

gênero: Faroeste

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Shane
  • gênero:Faroeste
  • duração:01 hs 58 min
  • ano de lançamento:1953
  • site oficial:
  • estúdio:Paramount Pictures
  • distribuidora:Paramount Pictures
  • direção: George Stevens
  • roteiro:A.B. Guthrie Jr., baseado em estória de Jack Schaefer
  • produção:George Stevens
  • música:Victor Young
  • fotografia:Loyal Griggs
  • direção de arte:Hal Pereira e Walter H. Tyler
  • figurino:Edith Head
  • edição:William Hornbeck e Tom McAdoo
  • efeitos especiais:

imagens - 8

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sinopse:

O filho de humildes rancheiros passa a idolatrar um gentil mas muito hábil pistoleiro (Alan Ladd), que defende a propriedade dos seus pais de um grupo de capangas a serviço de um barão do gado.

elenco:

  • Alan Ladd (Shane)
  • Jean Arthur (Marian Starrett)
  • Van Heflin (Joe Starrett)
  • Brandon De Wilde (Joey Starrett)
  • Jack Palance (Jack Wilson)
  • Ben Johnson (Chris Calloway)
  • Edgar Buchanan (Fred Lewis)
  • Emile Meyer (Rufus Ryker)
  • Elisha Cook Jr. (Frank Torrey)
  • Douglas Spencer (Axel Shipstead)
  • John Dierkes (Morgan Ryker)
  • Ellen Corby (Sra. Torrey)
  • Paul McVey (Sam Grafton)
  • John Miller (Atkey)
  • Edith Evanson (Sra. Shipstead)

comentários

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Jurandir B. Lima
02/01/2001
nota:Rate010
A supremacia do gênero está explícita neste clássico de George Stevens, que precisou fugir de seu gênero de filmes para mostrar como se faz o mais precioso faroeste de todos os tempos. Não há como se descrever demais Shane, é preciso que se assista para que se comprove o porque deste filme ser classificado o mais perfeito filme de western já feito.
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M. Nagime
03/01/2001
nota:Rate010
Simplesmente amo este filme e o considero, ao lado de "Cidadão Kane" e "Cantando na Chuva", um dos melhores filmes de todos os tempos, e claramente o mais emocionante.Começa numa linda sequência inical, aonde já se percebe a maravilhosa e tocante trilha de Victor Young. Talvez você não sinta na primeira vez que assistir o filme, mas a parir da segunda seus olhos se encherão de lágrimas. A história tocante (um homem misterioso chega e se hospeda numa casa no interior dos EUA, e ajuda pequenos fazendeiros na luta contra latifundiário explorador) é explorada muito bem. As atuações são magníficas, como a de Jack Palance, Van Heflin, Alan Ladd & Brandon de Wilde (numa das melhores interpretações de atores mirins da história - seu diálogo com Shane na cena final é emocionante e faz até os mais durões chorarem) e a direção é sensasional, assim como a fotografia e a montagem. A obra-prima de Stevens (que faz parte da trilogia da formação dos EUA - junto com "Assim Caminha a Humanidade" e "Um Lugar ao Sol") ainda não foi superada como melhor western da história. E, sinceramente, pode não ser o melhor, mas é o meu filme preferido.No fim do filme você não pensará duas vezes e verá de novo o filme. Garanto.
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Hélio Teixeira Orgolini Jr.
04/01/2001
nota:Rate010
É um faroeste de ritmo lento e grande construção psicológica, que mexe com um dos grandes mitos dos filmes de western: a figura do estranho sem rumo e de passado misterioso. Neste grande clássico de George Stevens podemos notar a qualidade e força dos personagens, inclusive com a sugestão de envolvimento emocional entre Shane, o pistoleiro, e a mãe do garotinho. Este é, sem dúvida, um dos mais marcantes trabalhos do ator Alan Ladd, trabalho pelo qual se tornou muito conhecido. Todos os atores deste filme apresentam um grande desempenho, destacando-se a figura de Jack Palance, como o perverso pistoleiro de aluguel. Um filme nota dez.
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Francisco Russo
05/01/2001
nota:Rate08
Muito bom filme. "Os Brutos Também Amam" pode ser dividido em três atos bem distintos. O primeiro, com a chegada de Shane e sua apresentação aos moradores do local, é excelente. O carisma de Alan Ladd impressiona e sua relação com o pequeno Joey cria uma imediata simpatia com o público. No segundo ato Shane sai um pouco de cena para que Joe Garrett ganhe os holofotes principais da trama. O filme consegue se manter interessante, mas perde bastante em qualidade em relação à parte inicial. Já o terceiro ato é quando a trama do filme já está para ser resolvida e Shane retorna como principal personagem. Aqui, mais uma vez, o relacionamento dele com Joey emociona e o filme cresce bastante.
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José Afonso Zerbini
06/01/2001
nota:Rate010
Há quarenta anos atrás, assisti pela primeira vez "Os brutos também amam". Naquela época, tinha 13 anos de idade, aproximadamente a mesma idade do garoto Joey, vivido no filme por Brandon de Wilde. Talvez daí o enorme impacto que o filme me causou. Nos anos seguintes, acredito que pelo menos por uma meia dúzia de vezes a cada ano, voltei a assistí-lo. Quando não havia ainda a facilidade do vídeo (VHS), procurava avidamente nos jornais, a programação dos cinemas, e também a programação de TV, na busca de "Os brutos também amam". Trata-se, na minha opinião de um filme perfeito. A chegada de Shane ao vale onde viviam os colonos, faz com que, imediatamente, cada um de nós se identifique com ele, chegando também ao vale. Daí em diante, tudo parece acontecer automaticamente, dando uma impressionante impressão de realidade. Shane é encarnação do verdadeiro Cavaleiro Solitário, posteriormente popularizada nos filmes de far-west, que foge de um passado possivelmente maculado e não vislumbra qualquer futuro. Ao deparar com a família Starret, vê a única possibilidade concreta de uma vida digna e tenta, inutilmente integrar-se a ela. Mas como ele mesmo diz no final, ao garoto: não se pode viver feliz com um crime nas costas. E então ele parte novamente, fugindo mais uma vez, talvez de si mesmo. A honestidade e consciência do personagem dá uma dimensão extraordinária ao filme. Em determinado momento, já no acerto de contas com Rickers, este lhe diz: seu tempo já passou pistoleiro. E Shane responde: É verdade, o seu também, a diferença é que eu sei disso. O ator Alan Ladd agigantou-se no filme, sem dúvida na sua maior atuação no cinema, ele, que nunca foi tão brilhante, mas que se suplantou ao viver Shane. A despedida do garoto, na seqüência final do filme, é um momento tão marcante do cinema, de tão rara inspiração do diretor George Stevens, que merece - como é -ser objeto de análise em cursos e estudos sobre cinema. Enfim, é um grande filme. Talvez um dos mais belos já feitos. Sem dúvida é o mais perfeito dos westerns."
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Antônio Ronaldo Jatene
07/01/2001
nota:Rate010
Filme extraordinário que transcende a mágica do próprio cinema. Um filme de beleza estonteante, de história forte e comovente. Indiscutivelmente o mais admirável filme de faroeste produzido no cinema. Perdão a todos os outros filmes do genero, mas Shane, sem dúvida e decididamemnte, é imbatível."
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José Cláudio C. Carvalho
08/01/2001
nota:Rate010
Prezado Senhores: Sou colecionador de filmes de faroeste e sou daqueles apaixonados, acho que já nasci dentro do bang-bang, sou f de John Wayne, mas o filme os Brutos Também amam, realmente é um dos melhores que já assistir, afinal, ele simboliza a história americana, fantástico.
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Rildo de Oliveira
09/01/2001
nota:Rate010
Uma verdadeira obra prima do faroeste, atores perfeitos, uma trilha sonora maravilhosa. destaques principalmente para allan ladd(aquela cena do bar em que depois de matar os viloes e girar a arma nos dedos e antologica)e o menino Brandon De Wilde comovente atuaçao.
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J. Bosco
10/01/2001
nota:Rate010
Uma revolução no gênero faroeste.George Stevens dirige um clássico apesar da falta de talento de Alan Lad, (Shane) o filme é rico na fotografia.Jack Palance rouba a cena.A partir deste filme, todos pegaram carona no estilo, George também se supera em " Da terra nasce os homens".
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Alaor Della Rocca
11/01/2001
nota:Rate010
Um marco no gênero wester.Jamais se viu tantas qualidades num só filme.O pequeno Alan Ladd - se tornou um gigante . Fotografia, cenário,música e roteiro que fascinam o mais exigente espectador. Um filme autêntico, puro e até sublime . A cena final, da despedida, jamais teve semelhante contesto emocional. Dá para rever, várias vezes e sempre agrada. A grandeza do filme está nas sutilezas, nas entre linhas ,na amizade,na idolatria, no amor platônico, na dignidade dos personagens, complementados por um visual, jamais ocorrido noutro wester.
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Aurélio Carlos Sena e Silva
12/01/2001
nota:Rate010
O filme é uma obra prima.Mostra plenamente como os homens daquela época tinham que ser duros, e ao mesmo tempo sofrerem por amores não correspondidos e terem que conviver com isto. A dedicação escrava de Shane pela esposa de Starret, a confiança dele nela e a terna afeição do garoto pr seu heroi. Obra-prima.
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Ricardo Grechi
13/01/2001
nota:Rate010
É desses filmes que um dia aferirão ao cinema o status de arte. Tudo é perfeito em Os Brutos Também Amam. É um filme para se ver muitas vezes, e se emocionar a cada novo encontro com os Starret e seu herói Shane. Cenas antológicas, o preciosismo do diretor Stevens, a fotografia, tudo sob a balada de Victor Young. Maravilhoso cinema.
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Odo Amorim
14/01/2001
nota:Rate010
FAROESTE ANTOLÓGICO.OBRA-PRIMA DE BELEZA INCONTESTÁVEL, QUE SE CONFIGURA NA AMIZADE ENTRE O PISTOLEIRO E O MENINO.A CENA FINAL É CARREGADA DE TERNURA E SIMBOLISMO.
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Décio Rocha
15/01/2001
nota:Rate010
É O MAIOR FAROESTE DE TODOS OS TEMPOS, ASSISTI DEZENAS DE VEZES A ETERNA HISTÓRIA DO BEM CONTRA O MAL, LADD, DE WILDE, ARTHUR E FLYNN PERFEITOS, ASSIM COMO TODO O ELENCO. IMPERDIVEL E INDISPENSSÁVEL.
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Lucas Souza de Carvalho
16/01/2001
nota:Rate08
Com o mito do caubói ressurgido na figura de Shane, esse western acena com uma intrigante tensão sexual entre o herói e a mulher casada, cuja a família ele protege, conhecendo o mal e tentando fugir da violência da mesma forma que tenta evitar o desejo. Nesse dilema, o filme mostra do que é feito a nobreza e a razão de um herói.
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Fernando Vasconcelos
28/11/2009
nota:Rate010

Embora não goste deste gênero de filme, tenho que reconhecer a excelente qualidade do mesmo. Achei-o perfeito, certamente uma obra-prima. São magistrais as atuações de Alan Ladd (Shane), Van Heflin (Joe Starrett) e Brandon De Wilde (Joey Starrett), este último, com pouco mais de 10 anos de idade,  indicado ao oscar de ator coadjuvante, mas que perdeu a estatueta para Frank Sinatra (A um passo da eternidade), numa disputa certamente de difícil escolha por parte dos votantes da acedemia. Só não entendi a indicação de Jack Palance ao oscar de coadjuvante, numa interpretação pequena, de poucos diálogos, quase monossilábicos.


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