Título original: (Shane)
Lançamento: 1953 (EUA)
Direção: George Stevens
Atores: Alan Ladd, Jean Arthur, Van Heflin, Brandon De Wilde.
Duração: 118 min
Gênero: Faroeste
Status: Arquivado
O filho de humildes rancheiros passa a idolatrar um gentil mas muito hábil pistoleiro (Alan Ladd), que defende a propriedade dos seus pais de um grupo de capangas a serviço de um barão do gado.
Benedito em 08/02/2012Nota: 10
Shane seria um titulo mais apropriado para esse belo faroeste , que fala de sentimentos , dor , amor e compaixão .Um amor platonico e uma admiração incomum de um garoto por um estranho que pratica a violencia e tem uma aura de anjo protetor .O triste desfecho com a partida do heroi , avistando o num perdido horizonte , o garoto clamando a volta de Shane, é de arrepiar , é comovente .
Fernando Vasconcelos em 28/11/2009Nota: 5
Embora não goste deste gênero de filme, tenho que reconhecer a excelente qualidade do mesmo. Achei-o perfeito, certamente uma obra-prima. São magistrais as atuações de Alan Ladd (Shane), Van Heflin (Joe Starrett) e Brandon De Wilde (Joey Starrett), este último, com pouco mais de 10 anos de idade, indicado ao oscar de ator coadjuvante, mas que perdeu a estatueta para Frank Sinatra (A um passo da eternidade), numa disputa certamente de difícil escolha por parte dos votantes da acedemia. Só não entendi a indicação de Jack Palance ao oscar de coadjuvante, numa interpretação pequena, de poucos diálogos, quase monossilábicos.
Aurélio Carlos Sena e Silva em 12/01/2001Nota: 5
O filme é uma obra prima.Mostra plenamente como os homens daquela época tinham que ser duros, e ao mesmo tempo sofrerem por amores não correspondidos e terem que conviver com isto. A dedicação escrava de Shane pela esposa de Starret, a confiança dele nela e a terna afeição do garoto pr seu heroi. Obra-prima.
Francisco Russo em 05/01/2001Nota: 4
Muito bom filme. "Os Brutos Também Amam" pode ser dividido em três atos bem distintos. O primeiro, com a chegada de Shane e sua apresentação aos moradores do local, é excelente. O carisma de Alan Ladd impressiona e sua relação com o pequeno Joey cria uma imediata simpatia com o público. No segundo ato Shane sai um pouco de cena para que Joe Garrett ganhe os holofotes principais da trama. O filme consegue se manter interessante, mas perde bastante em qualidade em relação à parte inicial. Já o terceiro ato é quando a trama do filme já está para ser resolvida e Shane retorna como principal personagem. Aqui, mais uma vez, o relacionamento dele com Joey emociona e o filme cresce bastante.
Antônio Ronaldo Jatene em 07/01/2001Nota: 5
Filme extraordinário que transcende a mágica do próprio cinema. Um filme de beleza estonteante, de história forte e comovente. Indiscutivelmente o mais admirável filme de faroeste produzido no cinema. Perdão a todos os outros filmes do genero, mas Shane, sem dúvida e decididamemnte, é imbatível."
Odo Amorim em 14/01/2001Nota: 5
FAROESTE ANTOLÓGICO.OBRA-PRIMA DE BELEZA INCONTESTÁVEL, QUE SE CONFIGURA NA AMIZADE ENTRE O PISTOLEIRO E O MENINO.A CENA FINAL É CARREGADA DE TERNURA E SIMBOLISMO.
M. Nagime em 03/01/2001Nota: 5
Simplesmente amo este filme e o considero, ao lado de "Cidadão Kane" e "Cantando na Chuva", um dos melhores filmes de todos os tempos, e claramente o mais emocionante.Começa numa linda sequência inical, aonde já se percebe a maravilhosa e tocante trilha de Victor Young. Talvez você não sinta na primeira vez que assistir o filme, mas a parir da segunda seus olhos se encherão de lágrimas. A história tocante (um homem misterioso chega e se hospeda numa casa no interior dos EUA, e ajuda pequenos fazendeiros na luta contra latifundiário explorador) é explorada muito bem. As atuações são magníficas, como a de Jack Palance, Van Heflin, Alan Ladd & Brandon de Wilde (numa das melhores interpretações de atores mirins da história - seu diálogo com Shane na cena final é emocionante e faz até os mais durões chorarem) e a direção é sensasional, assim como a fotografia e a montagem. A obra-prima de Stevens (que faz parte da trilogia da formação dos EUA - junto com "Assim Caminha a Humanidade" e "Um Lugar ao Sol") ainda não foi superada como melhor western da história. E, sinceramente, pode não ser o melhor, mas é o meu filme preferido.No fim do filme você não pensará duas vezes e verá de novo o filme. Garanto.
José Afonso Zerbini em 06/01/2001Nota: 5
Há quarenta anos atrás, assisti pela primeira vez "Os brutos também amam". Naquela época, tinha 13 anos de idade, aproximadamente a mesma idade do garoto Joey, vivido no filme por Brandon de Wilde. Talvez daí o enorme impacto que o filme me causou. Nos anos seguintes, acredito que pelo menos por uma meia dúzia de vezes a cada ano, voltei a assistí-lo. Quando não havia ainda a facilidade do vídeo (VHS), procurava avidamente nos jornais, a programação dos cinemas, e também a programação de TV, na busca de "Os brutos também amam". Trata-se, na minha opinião de um filme perfeito. A chegada de Shane ao vale onde viviam os colonos, faz com que, imediatamente, cada um de nós se identifique com ele, chegando também ao vale. Daí em diante, tudo parece acontecer automaticamente, dando uma impressionante impressão de realidade. Shane é encarnação do verdadeiro Cavaleiro Solitário, posteriormente popularizada nos filmes de far-west, que foge de um passado possivelmente maculado e não vislumbra qualquer futuro. Ao deparar com a família Starret, vê a única possibilidade concreta de uma vida digna e tenta, inutilmente integrar-se a ela. Mas como ele mesmo diz no final, ao garoto: não se pode viver feliz com um crime nas costas. E então ele parte novamente, fugindo mais uma vez, talvez de si mesmo. A honestidade e consciência do personagem dá uma dimensão extraordinária ao filme. Em determinado momento, já no acerto de contas com Rickers, este lhe diz: seu tempo já passou pistoleiro. E Shane responde: É verdade, o seu também, a diferença é que eu sei disso. O ator Alan Ladd agigantou-se no filme, sem dúvida na sua maior atuação no cinema, ele, que nunca foi tão brilhante, mas que se suplantou ao viver Shane. A despedida do garoto, na seqüência final do filme, é um momento tão marcante do cinema, de tão rara inspiração do diretor George Stevens, que merece - como é -ser objeto de análise em cursos e estudos sobre cinema. Enfim, é um grande filme. Talvez um dos mais belos já feitos. Sem dúvida é o mais perfeito dos westerns."
Ricardo Grechi em 13/01/2001Nota: 5
É desses filmes que um dia aferirão ao cinema o status de arte. Tudo é perfeito em Os Brutos Também Amam. É um filme para se ver muitas vezes, e se emocionar a cada novo encontro com os Starret e seu herói Shane. Cenas antológicas, o preciosismo do diretor Stevens, a fotografia, tudo sob a balada de Victor Young. Maravilhoso cinema.
Alaor Della Rocca em 11/01/2001Nota: 5
Um marco no gênero wester.Jamais se viu tantas qualidades num só filme.O pequeno Alan Ladd - se tornou um gigante . Fotografia, cenário,música e roteiro que fascinam o mais exigente espectador. Um filme autêntico, puro e até sublime . A cena final, da despedida, jamais teve semelhante contesto emocional. Dá para rever, várias vezes e sempre agrada. A grandeza do filme está nas sutilezas, nas entre linhas ,na amizade,na idolatria, no amor platônico, na dignidade dos personagens, complementados por um visual, jamais ocorrido noutro wester.
Cada Um Tem a Gêmea que Merece
Esperava ser melhor :/
por miickaella, 13/02/2012 às 14:06
...concordo plenamente
por Diogo Timão, 13/02/2012 às 13:50
...me desculpe wesley, mas eh impressionante vc acha todo filme maravilhoso, quase todos fil...
por Diogo Timão, 13/02/2012 às 13:45
Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2
...O melhor HP da franquia, sem duvidas nenhuma
por Isnaildo, 13/02/2012 às 12:52