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Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças

titulo original: (Eternal Sunshine of the Spotless Mind)

lançamento: 2004 (EUA)

direção: Michel Gondry

atores: Jim Carrey , Kate Winslet , Gerry Robert Byrne , Elijah Wood , Thomas Jay Ryan

duração: 108 min

gênero: Comédia Romântica

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Eternal Sunshine of the Spotless Mind
  • gênero:Comédia Romântica
  • duração:01 hs 48 min
  • ano de lançamento:2004
  • site oficial:http://www.eternalsunshine.com/
  • estúdio:Blue Ruin / This Is That Productions / Focus Features / Anonymous Content
  • distribuidora:Focus Features / UIP / TriStar Pictures S.A.
  • direção: Michel Gondry
  • roteiro:Charlie Kaufman, baseado em estória de Charlie Kaufman, Michel Gondry e Pierre Bismuth
  • produção:Anthony Bregman e Steve Golin
  • música:Jon Brion
  • fotografia:Ellen Kuras
  • direção de arte:David Stein
  • figurino:Melissa Toth
  • edição:Valdís Óskarsdóttir
  • efeitos especiais:Custom Films Effects

imagens - 15

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sinopse:

Joel (Jim Carrey) e Clementine (Kate Winslet) formavam um casal que durante anos tentaram fazer com que o relacionamento entre ambos desse certo. Desiludida com o fracasso, Clementine decide esquecer Joel para sempre e, para tanto, aceita se submeter a um tratamento experimental, que retira de sua memória os momentos vividos com ele. Após saber de sua atitude Joel entra em depressão, frustrado por ainda estar apaixonado por alguém que quer esquecê-lo. Decidido a superar a questão, Joel também se submete ao tratamento experimental. Porém ele acaba desistindo de tentar esquecê-la e começa a encaixar Clementine em momentos de sua memória os quais ela não participa.

elenco:

  • Jim Carrey (Joel Barish)
  • Kate Winslet (Clementine Kruczynski)
  • Gerry Robert Byrne (Condutor de trem)
  • Elijah Wood (Patrick)
  • Thomas Jay Ryan (Frank)
  • Mark Ruffalo (Stan)
  • Jane Adams (Carrie)
  • David Cross (Rob)
  • Kirsten Dunt (Mary)
  • Tom Wilkinson (Dr. Howard Mierzwiak)
  • Ryan Whitney (Joel - jovem)
  • Debbon Ayer (Mãe de Joel)
  • Deirdre O'Connell (Hollis)

comentários

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marcelo
02/01/2004
nota:Rate09
Achei o filme otimo. muito boa a ideia de apagar alguem da memoria...leva um tempinho pra entender qual a ordem dos acontecimentos, mas ficou muito bom. Adorei as cenas em que o jim olha pra cima e pergunta "quem esta ai?". O máximo.
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Talitaa
03/01/2004
nota:Rate010
Esse filme foi um dos melhores filmes q eu já assisti... esplendido... é super confuso no começo, mas com o desenrolar da história, mostra a criatividade do escrito... AMEI... fora o Jim, q arrasou... e mostrou mais uma vez q naum é só um bom comediante, mas um otimo ator em todas os estilos de filme.
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Lúcia Meloa
04/01/2004
nota:Rate010
Muito bom o filme, com certeza um dos melhores dos ultimos tempos. JIm Carrey e Kate Winslet estao fenomenais, a história é ótima e a produção e edição de imagens está perfeita. Um filme que envove o expectador do inicio ao fim, sendo imperdível para aqueles que realmente apreciam a 7a arte!
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Cristiane Arakakia
05/01/2004
nota:Rate010
O filme é fantástico!!! Imaginava que fosse, pelo roteirista, mas é melhor do que eu esperava! A história que se constrói apesar de não-linear, é compreensível até o final do filme... e não perde a genialidade! A construção dos personagens e a relação entre os mesmos é bastante interessante e inteligente. Além disso, as cameras são um show a parte!!! O posicionamento, enquadramento, efeitos, tudo é muito bom!!! VALE A PENA CONFERIR!
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Alexander Schio
06/01/2004
nota:Rate010
O filme retrata de uma forma hilaria a concepção humana de esquecer algo que o machucou. O controle da mente humana, uma area que envolve muito estudo, no filme a ciencia é usada para "fazer o bem" danificando parte do cerebro humano... Uma comedia muito bem bolada, com partes em que devemos parar para entender a cena, que na maioria das vezes são engraçadas. Kate dá um show de interpretação como o comediante Jim Carey, os dois juntos formam um belo casal, mais ele do que ela, ambos estao muitos bem em seus papeis... Resumindo, o filme é algo espetacular que todos devem assitir e aonde aprende a não ser "impulsivo".
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Patríciaa
07/01/2004
nota:Rate010
O filme é irreverente, muito inteligente! Quando eu assisti rolaram duas interpretaçoes, uma é que você pode apagar a pessoa da sua mente mas se ama ela, ela permanecerá no seu coração mesmo q vc não a conheça mais. E a outra é que vc pode apagar seu passado mas isso não vai mudar seu destino. Adorei o filme!
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Philipe de Magalhães Siqueira
08/01/2004
nota:Rate010
A idéia de traspor para as telas a possibilidade apagar lembranças ruins, é surpreendente e tbm muito bem explicada como funcionaria tal mecanismo(se fosse possível hoje em dia)...O decorrer do filme surpreende quem assiste já que não temos muita noção do filme só pela sinopse. Dá gosto assistir filmes do estilo "ARTE" hoje em dia e a "confusãozinha" do início logo se acerta, O que Jim Carrey mostrou saber fazer muito bem. Exelente Filme pra se ver com com o seu par... O que eu Fiz por acaso.
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Fernandaa
09/01/2004
nota:Rate010
Esse filme é pra ver muitas e muitas vezes. Q história fantástica, pq as pessoas estão dizendo por aí q é ruim e q não entenderam nada? Ele é claro e tem um desenrrolar perfeito!! Adorei mesmo, sem contar o Jim Carrey q é um ótimo ator não só de comédias!
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Ana Tereza Ramosa
10/01/2004
nota:Rate09
Acabei de assistir o filme e gostei muito, porque tem um tema interessante e atual. O filme é muito bom, porque podemos refletir a respeito das coisas que são boas e ruins em nossas vidas e uma não é possível sem outra. Principalmente em um relacionamento, nossos momentos ruins são tão necessários quanto os bons e o filme fala sobre lembranças... o que seria da nossa vida sem lembranças, sem erros e sem arrependimentos. Adorei este filme e gosto muito do Jim Carrey fazendo "drama", ele é um grande ator! Por tudo isso dou uma nota boa p/ o filme!
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José Pedro dos Santos
11/01/2004
nota:Rate08
Um grande filme. Realmente uma mostra inteligente para um assunto por vezes bem dificil. Lembranças de uma pessoa que se ama, mas que nos deixou. Jim Carrey esta fenomenal novamente, em um drama/romance. Altamente recomendavel.
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André Luís Aquino
12/01/2004
nota:Rate09
Sabe quando você vai assistir a um filme que imagina que é bom porque leu algo a respeito e durante a exibição você vai descobrindo que foi a melhor idéia que você teve nos últimos tempos foi assistir aquele filme? Pois é. O filme fala basicamente sobre a memória do amor(quem já não quis esquecer alguém do dia para noite?) e o "pé-na-bunda", eu que já levei vários não me arrependo de ter tomado nenhum, acho que mereci alguns deles e mesmo os que foram injustos me ajudaram a pelo menos a ir para frente com o impulso do pé de outrem em meu traseiro, rsrs. A minha tolerância a términos de relacionamentos sempre foi muito baixa, abaixa minha auto-estima, pulveriza meu amor-próprio, acabo virando uma pessoa insuportável, fico procurando imediatamente uma nova pessoa para me apaixonar, perco o rumo, a vida perece ficar chata, sem graça, meio sem sentido se você não tem com quem se preocupar ou quem se preocupe contigo...não sei viver bem se não estiver amando alguém. As maiorias dos relacionamentos acabam não dando certo mesmo, terminam em lágrimas e mágoas, quanto mais você ama mais aprende que o fato de você amar alguém não lhe garante o direito de ser amado, algumas vezes as pessoas são pouco sinceras uma com as outras e por pouco autoconhecimento creio que não são leais nem com os próprios sentimentos, o velho medo de ficar sozinho. Jim Carey está maravilhoso nesse Filme, personifica o personagem tímido de uma forma maravilhosa e totalmente verossímil, aqui as caretas foram trocadas por expressões corporais com tons fortes e Kate Winslate (sou suspeito para falar, pois sou fã de seu trabalho e qualquer coisa que ela faça sempre será bom para mim) é uma mulher impetuosa, dessas que muitos homens fingem estar sempre fugindo, mas que no fundo estão mesmo é correndo atrás O filme fala sobre estes dois opostos e desconhecidos que se conheceram por obra do acaso(sempre ele unindo as pessoas, o acaso é o disfarce usado pelo destino, leva consigo as flechas do cupido escondidas nos bolsos) e apaixonam-se um pelo outro perdidamente(não há como não se apaixonar se não for perdidamente, apaixonar-se é o ato de perder um pedaço de si, amar é o de encontrar). Mas algo dá errado no relacionamento deles(todo relacionamento quando começa tem todas chances para dar certo, nós é que o estragamos) e Clementine(Winslet) resolve apagar Joe(Carey) de sua memória através de uma empresa que faz o serviço, Joe fica muito mal depois que percebe que a namorada não o ama mais, pior se quer o reconhece e descobre acidentalmente como foi esquecido e então procura a mesma empresa para realizar o mesmo procedimento e esquecê-la para sempre. O filme levanta a questão sobre a possibilidade de se apagar um grande amor da sua mente. Se você acabar com as lembranças, o amor acaba também? Eu penso que memória dolorosa de qualquer experiência ainda é melhor do que nunca ter experimentado.Você quase pira quando descobre que o filme foi todo criado da seguinte forma: o roteirista do filme chamado Charlie Kaufman criou toda história depois de ler um trecho do poema "Eloisa to Abelard" de Alexander Pope (Feliz é o destino da inocente vestal/ Esquecida pelo mundo que ela esqueceu/ Brilho eterno da mente sem lembrança!".) A história é de difícil compreensão porque tem seu roteiro todo desestruturado e a canção que fecha o filme "Everybody´s Gotta Learn Sometimes" é quase como uma facada no coração, vale a pena ver o filme, e se você gostar vai sair da sala mais ou menos como eu saí, a cabeça dando tantas voltas em torno de si mesma que vai te deixar tonto, zonzo meio sem rumo, demorei alguns minutos para achar o rumo de casa. "Abençoados os que esquecem, porque aproveitam até mesmo seus equívocos".( Friedrich Nietzsche).
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Lara Françaa
13/01/2004
nota:Rate010
Brilho Eterno é um filme espetacular e um tremendo cala-a-boca naqueles que subestimaram Jim Carrey enquanto ator dramático. Nunca duvidei (aliás tive agradáveis experiências com filmes como O show de Truman e Cine Majestic) de sua competência para todo e qualquer tipo de papel, e Brilho Eterno de uma mente sem lembranças reforça minha admiração pelo ator.
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Araken Lugosi
14/01/2004
nota:Rate010
Certa vez, há muito, mas muito tempo atrás mesmo, estavamos eu e Cesaria, perambulando pelo Iguatemi shopping na Tijuca quando passamos em frente a uma lojinha de cds cujo nome, se não me falhe a memória, era "Cocoon". Ao avistar a loja comentei: "bora dar uma olhada nessa lojinha cesaria" que me respndeu: "ah num deve ter nada nessa loja não cara, tem cara de loja comum, com cds comuns ..." ao que respondi: "eu sei, mas e daí, num temos nada a perder mesmo, vambora ver coé." Ao entrarmos reparamos logo num stand com cds promocionais, para o qual nos dirigimos rapidamente. Ao vasculhar tal stand encontrei ótimos cds, como Stone Roses, Stereolab, Sugar Cubes, Velvet Underground, entre muitos outros, tudo por merreca, bagatela de 5,90 ou 9,90, não sei exatamente agora quanto. Só sei que catei tudo que tinha de bom, passei um chequão e saí feliz e contente com uma porrada de cds bons e baratos. Quando saímos falei com Cesaria: "Pô cara, quem diria né, a gente fazendo mó pouco caso da lojinha, dizendo que era uma loja borrabotas, que num ia ter nada de bom, e quando entramos, cheia de cds maravilhosos, e melhor, todos por merreca. Maneiro. Só sei de uma coisa agora, nunca mais julgo nada pela aparência, tudo o que ver e tiver curiosidade saber coé, vou entrar sem preconceito e pesquisar, sem preconceitos." É, meio piegas eu sei, mas era o que pensava. Mas isso não foi o que aconteceu no futuro. O mesmo preconceito aconteceu quando estreou nos cinemas o filme "Clube da Luta". Ao ver aquele trailer, aquele cartaz, os pôsteres, pensei logo: "mas um filminho borrabotas cheio de gatinhos hollywoodianos se promovendo". "É mais um filminho desse Brad Pitt". "É só mais um filminho bunda de luta." "É ruim deu ver essa merda no cinema. Aliás nem em vídeo". Depois que o filme saiu em cartaz me perguntaram se eu havia visto o filme ao que respondi revoltado: "ta me estranhando cara, tu acha queu vou perder meu tempo vendo uma palhaçada dessas muleki, te enxerga". O cara me recriminou me dizendo queu estava completamente equivocado, que o filme era maravilhosos e queu deveria assistir. Continuei não dando atenção, mas os comentários favoráveis estavam em todos os lugares e então decidi ver pensando: "Tenho certeza que é uma merda, mas ta todo mundo babando o ovo, então vamos ver coé né". E aluguei-o. E assisti. E embasbaquei. Fiquei puto. Puto comigo mesmo por não ter visto essa obra prima no cinema (que roteiro / que direção / que atuações / que final / tudo mágnifico ao extremo). Puto por ter tido um preconceitozinho idiota sobre um filme, sem nem sequer procurar saber sobre o mesmo, para saber se estava certo ou errado. Pensei que dessa vez tivesse aprendido a lição, mas a mesmissima coisa já estava prestes a acontecer novamente com o filme "brilho eterno de uma mente sem lembranças". Quando vi no jornal a chamada de estréia do filme pensei: "É mais um romancezinho piegas, com Jim Carrey e a gostosa da Kate Winslet. Humpf... Tô fora". Nem me dei ao trabalho que de perceber que era um filme do kaufman ("quero ser John Malkovich" e "Adaptação"), nem de perceber que a crítica falava bem horrores do filme. Só levei o mesmo a sério quando o mesmo Cesaria já citado comentou que estava a fim de ver o filme, pois todo mundo que tinha visto estava falando super bem e adorando o filme. Resolvi assisti-lo. E acabei de assisti-lo. E o filme é tão maravilhoso, estou tão empolgado com o filme de tão foda que ele é, ao extremo máximo absoluto total e indiscutivel, que resolvi sentar a bunda aqui no cpu, imediatamente ao chegar em casa para falar dele. O filme é, sem medo de dizer, o melhor filme que assisti esse ano (e olha que ainda assisti ''Spiderman 2" e "Fahrenheit 11/9" esse ano hein). O roteiro é esplendoroso, uma obra prima.Charlie Kaufman já tinha se revelado um mestre com o excelente "quero ser John Malkovich", um filme com um roteiro viagem total, nonsense pacas, bizarro, e ótimo, simplesmente ótimo. Neste novo filme, ele volta com força total, com um roteiro mais coeso, pé no chão, mas nem por isso menos viajandão. Rola uma viagem bem ao seu estilo no filme, que se você não se prender na história acaba se perdendo, mas se você acompanhar, e entrar na viagem do filme, acompanhar bem de perto toda a doideira, como se a estivesse vivenciando também, é um deleite no fim, um orgasmo, vc fica nervoso cara, ansioso, doido pra ligar pra alguém e dizer o quanto o filme é foda. E bonito. E Singelo. E esplêndido. E maravilhoso... Tinha tempos queu não ia dormir tão empolgado, tão feliz e satisfeito com um filme amiguinhos. É um filme para se ver muitas e muitas vezes. Além da história ser magnífica como é, ainda juntamos as atuações de Jim Carrey (q já provou há muito tempo que é muito mais do que um simples Ace Ventura) e principalmente da excelente Kate Winslet (q tb tinha o filme queimado, oq causava preconceitos bobos, por causa de Titanic). Eles estão dando um show de interpretação, difícil saber quem está melhor. Os dois colocam o filme no bolso, roubando a cena do resto do elenco que também é muito bem selecionado. Vão por mim, assistam esta obra prima, entrem na viagem de Kaufman e fiquem nervosos de felicidade como eu estou agora. Araken Moore. P.s.: Queria aproveitar a oportunidade para dizer que depois de assistir aos seus filmes cheguei a conclusão que Charlie Kaufman é o David Lynch das viagens Inteligivéis. P.s 2.: Os personagens de Carrey e Winslet tem ao mesmo tempo uma complexidade e simplicidade tão grandes que é impossível você não torcer pelos dois, pela continuidade do belo e singelo romance deles, bem ao estilo "Eduardo e Mônica". Emocionante. Putz grilo cara, que filme.
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Tiago Mello
15/01/2004
nota:Rate010
Maravilhoso é pouco para definir este filme. A fita nos revela a importância e a beleza de termos pequenas lembranças, recordações de momentos aparentementes bobos, mas que são com certeza os mais importantes de nossas vidas. Jim Carrey e Kate Winslet estão espetaculares, obtendo uma química extraordinária. Assista, se emocione e sinta o prazer de conferir um filme emocionante e extremamente inteligente; algo raríssimo hoje em dia. Charlie Kaufman é gênio!
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Karinaa
16/01/2004
nota:Rate010
O roteirista Charlie Kaufman prova definitivamente a sua genialidade e senso criativo com "Brilho Eterno", que consegue ser ainda melhor do que os ótimos "Adaptação", "Quero ser John Malkovich" e "Confissões de uma Mente Perigosa", filmes de roteiros escritos por ele anteriormente. Comovente, moderno, inesquecível e brilhante, o filme lida com a questão da mente humana, memória e com uma extrema sutileza e grandiosidade; os sentimentos. Jim Carrey mostra a todos que definitivamente é um ator de respeito na sua excelente caracterização do tímido e ligeiramente desesperado Joel Barish - Jim não sabe apenas fazer caretas e mostra que foi uma feliz opção para o papel que lhe foi dado. Kate Winslet como a impulsiva Clementine mostra extrema versatilidade e carisma, conseguindo passar por uma perfeita cidadã americana com direito a gírias e tudo mais (A atriz é inglesa). O elenco de apoio também é excelente, com destaques para Mark Ruffalo e Kirsten Dunst, excelentes. Para completar, o diretor Michael Gondry também mostra o seu notável talento, e "Brilho Eterno de Uma Mente sem Lembranças" é um filme majestoso, marcante - Um dos melhores da década.
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Guy Ishikawa
17/01/2004
nota:Rate09
Ótimo filme ! Roteiro inteligente, atuações inspiradas do Jim Carrey e Kate Winslet e uma das melhores edições dos ultimos tempos. Altamente recomendável para pessoas que gostam de assistir a filmes que nos levam a refletir sobre a vida.
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Otávio Ramalho Cândido Neto
18/01/2004
nota:Rate010
Em primeiro lugar quero dizer que este filme é obrigatório para aqueles que acham que um bom filme não basta entreter, mas, tem obrigatoriamente que emocionar o espectador. Assim é o comovente, singelo e contemporâneo drama vivido por Joel (Jim Carrey em atuação magistral) e Clementine (Kate Winslet também fenomennal). Este filme abre a ferida contida mais nunca inteiramente cicatrizada que existe em muitos de nós que é o estrago feito pelo embate entre o amor e o convívio com nossas diferenças. A grande mensagem do filme é que o amor pode sobrepujar apesar de tudo, o desentendimento e a intolerância. O personagem Joel quando mergulha fundo dentro de sua dor, a procura de alívio imediato, descobre o que tantos poetas já disseram: pior do que a dor de um amor perdido é a dor de um amor nunca encontrado. Para terminar essa mensagem aos que viram ou irão ver este esplêndido filme, acho que a grande jornada dos personagens desse filme está muito bem retratada nos verso de Nietzsche :Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar, para atravessar o rio da vida - ninguém, exceto tu, só tu. Existem, por certo, atalhos sem números, e pontes, e semideuses que se oferecerão para levar-te além do rio; mas isso te custaria a tua própria pessoa; tu te hipotecarias e te perderias. Existe no mundo um único caminho por onde só tu podes passar. Onde leva? Não perguntes, segue-o.
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Daniel Paes
19/01/2004
nota:Rate08
Eu precisava fazer hora e decidi ver um filme no cinema pra matar o tempo livre. Forte isso, né? Matar o tempo livre. Eu, escravizado pelo relógio, não posso ver um tempinho correndo livre que: Bang ! Mato com uma sessão de cinema. Bem, deixando a pseudo-profundidade de lado, queria ver uma produção franco-chinesa cujo nome não vou dizer para que, talvez, com muito esforço vocês consigam lembrar algumas palavras do título do filme que acabei vendo. Isso mesmo. Me atrasei para o intelectualóide e acabei entrando em uma outra sessão a qual eu não tinha recolhido ou computado nenhuma informação. Entrei cego, apalpando, desculpa, licensa, sentei numa bolsa, desculpa, obrigado. Ufa...Ainda tá no trailer. Créditos: Jim Carey, Kate Winslet, Elijah Wood. Engraçado, mas eu não me desesperei. Não cravei unhas na poltrona ou arregalei os olhos em busca da palavra neon-verde (Saída). Eu olhei para uma coroa elegante que provavelmente era uma assassina temporal como eu e perguntei. É uma comédia. É. Ah, bom. Sorriso de meia boca. Eu não esperava nada. Esse é o segredo. Nem algo ruim nem algo bom. Nada. E o filme me deu tudo. O roteiro não linear é lúdico e respeita a inteligência do espectador. A fotografia granulada e invernal aponta para o clima de introspecção da película. Carrey atua como uma persona extremamente triste e estranha a esse mundo monstro. Junto a Kate, encerra o casal mais belo que já vi nesses poucos anos de vida. Um casal dialético. Ela é linda e estravagante. As cenas surreais das memórias sonhos - o filme é quase uma - são fascinantes. E mais que isso não falo. Vejam sem espectativas além dessas que já criei...Ih! Pessoas trancadas dentro de espectativas (mais uma comédia-pipoca de Carey) ficaram visivelmente perturbadas. Algo que passou como um sonho para alguns foi pesadelo para outros. Normal. Eu não esperava nada. E o filme me deu tudo. Ao fim, olhei para a senhora e ela ficou meio sem graça. Não é comédia, mas é muito bom, sorri. Aliviada, é verdade. Ah, cabe aqui lembrar que o filme é americano e que Fahrenreit 11/09 é um dos trailers. O bonequinho viu, aplaudiu de pé e definiu como comédia romântica. Não sei qual a importância disso. Eu defino como Dramasurrealíricomico. E só não aplaudi de pé por pura timidez.
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Leandro Cerqueira
20/01/2004
nota:Rate08
E se você pudesse apagar de sua memória todos os eventos que causam alguma dor ou trauma psicológico? Como seria esse eterno recomeçar? Será que estaríamos fadados a cometer os mesmos enganos e viver os mesmos sentimentos? "Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças" é um filme sobre novas chances e sentimentos inevitáveis. Falando de amor sem pieguice, faz pensar e conquista ao mesmo tempo. A narrativa não-linear mostra a história do romance entre o sorumbático Joel, vivido por Jim Carrey, e a espevitada Clementine, personagem da titânica Kate Winslet. Quando o relacionamento dos dois se deteriora a níveis insuportáveis, Clementine se submete a um tratamento para remover de seu cérebro toda e qualquer lembrança de seu amado. O tratamento funciona e ela passa a vê-lo como um estranho. Porém, Joel descobre a clínica onde sua namorada teve a memória apagada e resolve passar pelo mesmo processo para também esquecê-la completamente. É no tratamento de Joel que o filme se desenvolve, mostrando o modo como todas as recordações sobre seu relacionamento vão sendo apagadas, desde as mais recentes, de quando as brigas e a frieza entre ele e Clementine eram constantes, até as primeiras memórias dos dois, ainda felizes juntos. "Brilho Eterno" não chega a prender a atenção por completo, na verdade é no final do quebra-cabeças que o filme pega de vez o espectador. Não há como não sair do cinema pensando sobre o que acabou de passar na telona. Jim Carrey mais uma vez está ótimo, embora tenha ficado para o próximo o primeiro filme dele sem nenhuma careta. Kate Winslet também se sai muito bem e a participação especial de Frodo é uma atração a parte. Quem for ver o filme tem que ir preparado para pensar, mas sem susto! Não é nada cabeçudo demais. Fica comprovado que é das histórias mais inteligentes que nascem as mensagens mais bonitas. Não dá pra esquecer de assistir.
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Giuliano
21/01/2004
nota:Rate03
A premissa do filme é fantástica: e se pudéssemos apagar cientificamente uma lembrança que nos incomoda ou nos faz sofrer? Para usar um adjetivo que os personagens citam o tempo todo, seria legal, não? E o filme até que começa bem. O problema é justamente quando as tais lembranças do desiludido Joel (Jim Carrey) começam a se desfazer. No meio do caminho, ele se arrepende e tenta reverter o processo. Então, passado e presente se fundem, da maneira mais confusa possível. Na verdade, o filme tinha tudo para decolar e ser uma das melhores fantasias românticas recentes, mas essa falta de linearidade narrativa põe tudo a perder. Culpa talvez do roteiro, mais especificamente de um dos roteiristas, Charlie Kaufman. Ele tem mania de querer complicar as coisas, confundir o que poderia (e deveria) ser simples e direto. Foi assim em "Adaptação", é assim nesse aqui. À medida que avança, o filme vai perdendo mais e mais interesse, até vir aquela sensação de "não acaba nunca" que geralmente acompanham os grandes abacaxis cinematográficos quando você se dá conta do que está tentando engolir. Para piorar, ainda fica a mensagem de que são justamente as diferenças que fazem a graça dos relacionamentos afetivos e aquela quel toda. Triste ver tantos e tão talentosos atores envolvidos nessa bomba. Kirsten Dunst está desperdiçada, assim como o bom Tom Wilkinson. Elijah Wood, depois do sucesso como o Frodo do "Senhor dos anéis", poderia escolher papéis melhores. Ao menos Kate Winslet compõe com perfeição sua personagem amalucada e Jim Carrey confirma que, livre das caretas e trejeitos que marcaram seu começo de carreira, é mesmo um dos melhores atores da atualidade. Mas o filme não tem jeito. O melhor mesmo é seguir o conselho e apagar esse filme da memória.
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Roseli Valima
22/01/2004
nota:Rate05
O filme tem um enredo muito interessante, mas que é totalmente perdido pela maneira confusa em que ele se desenrola. Totalmente cansativo pq vc passa o tempo todo tentando entender a sequência das cenas. Um verdadeiro porre, um desperdício de bons atores.
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Evandro Rodrigo Paes
23/01/2004
nota:Rate010
Quem diria! Quando se pensa que tudo está perdido, eis que surge mais uma grande história para mostrar que o cinema não é feito apenas dos filmes "pipoca". Que Charlie caufman é um gênio já ficou evidente nos dois últimos filmes escritos por ele, porém, agora ele foi além. Juntamente com Michel Gondry, e seu elenco, mostrou-nos um romance que foge dos padrões. Traduziu melhor do que a maioria dos romances pretenciosos americanos auqela velha máxima: "O que foi criado por deus, o homem não pode modificar". Além de uma bonita história,e de perfeita fotografia, a produção trás uma Kate Winslet maravilhosa como sempre, e um Jim Carrie diferente de tudo que já vimos. Um filmaço! O melhor de Charlie Caufman, porém, apenas até ele escrever um próximo roteiro!
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Déborah Caramicoa
24/01/2004
nota:Rate010
Li algumas sinopses e críticias meia bocas, então fui esperando uma comedinha romântica, estilo qualquer uma dessas, mesmo sabendo que Jim Carrey quando não faz pastelão bota pra fudê. O filme é lindo. Ontem eu bolei um bom texto enquanto íamos embora do cinema, mas não vou ficar transcrevendo aqui as frustrações, as emoções e as conclusões que ele causou em mim, porque Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças não é (nem dá...rs..) para ser explicado. Vá, assista e sinta como puder. Vai servir pra um monte de coisas. Principalmente para perceber (ou, pra quem esqueceu lembrar) de que não há nada mais gostoso e bonito do que dividir sua vida com alguém. E que os amantes também falam bobagens, e que os amantes também erram... enfim... Vá, e leve seu namorado carinhoso junto. É bom ter uma mão pra apertar nos momentos mais bonitos.
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Fátima Carvalhoa
25/01/2004
nota:Rate010
Para mim o drama/romance mostrou com precisão uma realidade atual: A "neurose" está tão pesada que o grande simples fato de amar e ser amado não é suficiente para as pessoas vencerem algumas dificuldades e se tornarem seres mais harmoniosos. Joel não fez a barba e Clementine não parou de beber.Será que o amor não consegue mais fazer pequenos milagres como nos romances antigos e na vida real ou a doença do narcisismo faz com que as pessoas não queiram sair de seus lugares doentios e evoluir,juntos ou separados, para algo melhor?Lindo e emocionante o filme pelas possibilidades que oferece, e triste em mostrar que tantos amores e amizades, prazer maior na vida, são perdidos por nosso egoísmo.
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Cristina Limaa
26/01/2004
nota:Rate010
Adorei o filme, o desenrolar da história é interessante, pois não acontece de forma linear. A abertura do romance entre Joel e Clementine, acontece de acordo com o desejo psicológico de Joel Barish, e o interessante é que o espectador não perceber de imediato, dando, inicialmente, uma sensação de desordem que é desmistificadan no decorrer do filme.Jim Carey está espetacular, mostrando um outro lado que era barrado por a imagem de um ator de "caretas", de gestos exagerados. O filme é ótimo.
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Gabriel Ferreira
27/01/2004
nota:Rate010
Numa tragédia, a gente fica sempre se perguntando porque as "vítimas" não tomaram um rumo diferente evitando assim o trágico final. O brilho eterno da tragédia é saber que ela, na verdade, não oferece alternativas. E essa pérola de filme mostra pq. Quem não começaria tudo de novo? Com a Clementine então?! Quantas vezes fosse necessário!
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Pablo Sivila
28/01/2004
nota:Rate010
Um filme maravilhoso que toca o fundo de nosso coracao mostrando a beleza do relacionamento humano de uma forma simples e emocionante. Simplesmente fantastico. Assim como as atuacaoes de Carrey e Winslet.
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Murilo
29/01/2004
nota:Rate08
O filme é original,Jim Carrey convenceu em um papel mais sério !Eu gostei. No começo e no finalzinho dá pra ficar meio confuso caso não preste bastante atenção, mas no meio do filme várias partes se encaixam. Se vc procura um filme diferente, não deixe de ver.
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Daniel Vallada
30/01/2004
nota:Rate010
Um filme que sinceramente é cansativo em alguns momentos, pois parece que não acbaa nunca. Mas isso não estraga o brilhantismo do filme, com ótimas atuações, cenas surreais de cair o queixo, e muita filosofia. Ensina que não adianta apagar alguma coisa, o destino a fará novamente se for preciso.
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Taísa
31/01/2004
nota:Rate09
Quanto tempo você já perdeu de sua vida tentando esquecer um grande amor? Desista! Ele sempre reaparecerá pois o verdadeiro sentimento supera todas as lembranças e todo o concretismo real. Você sairá do cinema tendo vontade de ligar para seu ex namorado e mandá-lo assistir, seja com quem for. Deixe vivas as lembranças, assim "Brilho Esterno" deixou em mim.
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Aureliano Miramar
01/02/2004
nota:Rate09
O que pode sair da união de duas mentes geniais? Só pode ser uma obra-prima, e foi exatamente o que Kaufman e Gondry fizeram. Excelente roteiro, direçõa e elenco, mas dou 9,5 porque acho que Elijah Wood e Kirsten Dunt não estavam muito no clima.
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Alexandrea
02/02/2004
nota:Rate010
Impactante. Entrei no cinema sem saber nada da estoria. Somente outro filme me arrebatou da mesma forma - blade runner ! Somente um "spotless" não gostará deste filme. Só não gostei da tradução, que não reflete o sentido original do poema, deveria ser: Brilho Eterno de uma mente sem Nodoas.
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Sidnei
03/02/2004
nota:Rate010
O MELHOR FILME DO ANO ATÉ AGORA. SUPER ORIGINAL E CRIATIVO, USANDO E ABUSANDO DOS RECURSOS DE MONTAGEM E EFEITOS, MAS COM UMA POESIA TRANSBORDANDO EM IMAGENS E TAMBÉM PALAVRAS. JIM CARREY PROVA DEFINITIVAMENTE QUE É UM BOM ATOR, E NÃO SÓ CARETAS. FAZ CHORAR, RIR E PENSAR. EXCEPCIONAL!
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Maíra Melloa
04/02/2004
nota:Rate09
Considero um filme bom. Fiquei meio desconfiada, já que se tratava de Jim Carrey. Mas quando assisti, não acreditei. Parecia que era outra pessoa. E além disso, não é um romance muito dramático, de te fazer chorar do início ao fim. é um romance bem moderno, mais do geito que a vida relamente é. Tirando a clínica que fazia vc esquecer seus amores.
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Carol Cantona
05/02/2004
nota:Rate09
Um filme explêndido!Bem dirigido,uma história original e sem clichês que provoca a reflexão de quão complicada são as relações humanas.O filme mostra tb q o sentimento não está atrelado necessariamente à lembrança de alguém,e por mais que vc tente apagar a pessoa da sua vida,se o sentimento perdura,ela continuará mesmo q inconscientemente em sua mente.Lindo e inteligente!Só não é 10 pq possui algumas incoerencias,mas vale a pena assistir!
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Luís Henrique
06/02/2004
nota:Rate09
Tem umas misturas destinadas ao fracasso - especialmente no cinema. Comedia romantica (um dos generos mais covardes, pq eh dificil errar a mao e sempre se arruma gente disposta a ver) com ficcao cientifica (um dos mais dificeis, pq eh quase impossivel fazer alguma coisa razoavel, quanto mais boa), por exemplo. O careteiro Jim Carrey com Kate Winslet, de Titanic. Tudo isso num roteiro sem peh nem cabeca de pessoas fugindo, dentro do proprio sonho, de funcionarios encarregados, por elas mesmas, de lhes apagar a memoria. Livros com a lombada em branco, esconderijo na memoria das humilhacoes, no escarnio sofrido na infancia, memorias em ruinas, em ruinas. E alem disso uma historia de amor, bonita, e nao das que terminam felizes para sempre, mas algo mais proximo do real: das que tem momentos bonitos - mas que tb tem enchecao de saco, vontade de mandar o outro aa merda, desconfianca quanto aa fidelidade etc. Misture a isso tudo uma ou outra trama paralela e a chance de dar certo beira a zero. Mas funcionou, e da maneira mais linda, em Brilho Eterno de uma Mente sem Lembrancas, em cartaz aqui em Brasilia hah mais de um mes. Joel recebe um bilhete de uma empresa dizendo que Clementine, sua ex-namorada, decidiu apagar todas as lembrancas que tinha dele - o que explica o fato dela nao reconhece-lo mais. "Por favor, nao a procure mais". Ele tb procura a empresa e decide se submeter ao mesmo tratamento para apagar todas as memorias de Clementine de sua vida. Presentes, fotos, seu diario, desenhos, tudo isso permite a construcao de um mapa das memorias de sua ex-namorada, que serao apagadas por uma dupla de agentes. Ocorre que, durante o sono, em meio ao processo de eliminacao das memorias, Joel descobre que nao quer apagar algumas das memorias. E, depois de algum tempo, percebe que nao quer apagar nenhuma. Por piores que sejam, sao elas que dao sentido a sua vida - apagar Clementine eh apagar a si mesmo. Nao eh isso? O que nos somos senao um amontoado de experiencias postadas sobre uma base biologica dada, que acabam estruturando uma personalidade? O que somos alem do que vivemos? Por mais sofrido que seja, soh sabemos o que somos pelo que vivemos. Mas eh tarde. Suas memorias vao sendo apagadas, uma a uma. Ele alerta Clementine - e ambos passam a se esconder nos mais improvaveis espacos da memoria. Na infancia, nas humilhacoes da adolescencia, em todos os lugares em que Clementine nunca esteve. Quem jah assistiu a algum filme do roteirista Charlie Kaufman (Quero ser John Malkovich, Adaptacao e, um pouco menos interessante, Confissoes de uma Mente Perigosa) de alguma forma jah percebeu que o sujeito tem uma capacidade fora de serie de transformar qualquer enredo absolutamente maluco em algo plausivel - de maneira que, durante as 2h de projecao, suspendemos o estranhamento e achamos muito natural que pessoas trabalhem em um andar de edificio com 1m de altura (todos andam agachados), ou que se descubra nesse andar uma "porta" que leva diretamente aa cabeca de John Malkovich - isso mesmo, a pessoa entra na cabeca, consegue ver com olhos, enfim, por alguns minutos passa a ser Malkovich. Bastante normal tb o fato de Adaptacao ser um filme sobre o processo de adaptacao do livro O Ladrao de Orquideas para o cinema - que conta, fundamentalmente, o fracasso da tentativa feita por ele, Kaufman, sobre a adaptacao que tentou fazer. Eh o que o pessoal chama de "metanarrativa": um roteirista que falha num processo de adaptacao contando a historia de um roteirista falhando em um processo de adaptacao. O filme termina com o roteirista (personagem principal do filme) perguntando: "quem eh que vai me interpretar no cinema? Quem sabe Nicolas Cage?". Bem, eh o proprio Cage que faz essa pergunta... Enfim, nada a ver com enredos obvios das comedias romanticas, com os finais felizes para sempre, com a linearidade dos filmes banais. Li uma critica falando da "originalidade" dos roteiros de Kaufman - e nao que nao sejam. Sao muito originais. Mas sua principal caracteristica eh nos fazer nao estranhar o estranho. Aceitar o estranho como algo muito natural. E seguem Joel e Clementine tentando salvar alguma memoria, algo que pudessem preservar de sua vida em comum, e criancas que nao sao nem vistas pelas maes, e praias desertas com casas desmoronando, e tentativas de fazer diferente. "Pq voce nao volta desta vez, ao inves de ir embora? Podemos fazer um final diferente para esta parte" - Clementine diz numa das fulgas. Bem, o final eh previsivel, sim - pq, afinal, eles voltam, para tentar de novo. Mas para que? Para se odiarem de novo, para terem a certeza de que vao se cansar um do outro, para dizerem os absurdos que disseram na fita que gravaram ao assumir que queriam apagar as memorias? Sim. Pq nao hah outro jeito. Amar tb eh passar por momentos ruins, tb eh sentir raiva - e, pior ainda, aas vezes indiferenca. Mas tb eh chorar junto, eh ter a certeza de que voce nao conhece ninguem melhor do que a conhece - e que ninguem te conhece melhor do que ela. Eh rir, dormir deitado olhando para o ceu escuro, e saber que cada um dos pequenos momentos diz muito sobre voces. Eh rir, sobretudo rir. Ouvir, na cabeca, as musicas que te fazem lembrar. Eh lembrar. Nunca esquecer. Generos sao assim: voce sabe como tudo vai acabar. Eh um filme romantico, um filme sobre amor. Eles vao terminar juntos. Mas os bons filmes nao te surpreendem por trair o genero, com finais inusitados - e sim pelo fato de voce nunca saber que caminho maluco vai ser usado para chegar ao fim. Bem, eu nao sou cinefilo, nao conheco muitos filmes, e portanto elogio meu nao vale nada. Mas eu correria para ver Brilho Eterno de uma mente sem lembrancas, antes que saia de cartaz.
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Érica Ramosa
07/02/2004
nota:Rate07
Não se deve esperar muito deste filme. Se mostra um pouco confuso, tenta ser inteligente mas não conseguiu êxito. Jim Carrey ainda não conseguiu obter o sucesso de Show de Truman, mas esperamos que ele continue tentando visto que, nesta nova fase de sua carreira, ao menos vem trazendo, além de suas caretas, atores como Mark Ruffalo e Elijah Wood para que apreciemos sua atuações.
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Líviaa
08/02/2004
nota:Rate010
Amor, decepções, separações...Novela mexicana? Não, simplesmente o melhor lançamento do ano. Brilho eterno de início seduz pelo roteiro, bastante criativo.A partir daí, enredam-se situações com seu cerne numa história de amor, encontros e desencontros, tudo envolvido por interpretações soberbas de protagonistas e coadjuvantes. Filme dinâmico e poético, que fala aos coração de qualquer um que já amou e desamou.
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Alexandre Souza
09/02/2004
nota:Rate010
Considero este um dos melhores filmes que eu já vi em minha vida! Isto é cinema de verdade, tratando dos sentimentos humanos mais íntimos e confrontando nossas emoções e os nossos conceitos sobre relacionamentos. Os efeitos especiais foram usados com qualidade, de forma contextualizada. Grande atuação de Jim Carrey. Poucos filmes me fizeram ir do riso ao choro. Normalmente isso só acontece comigo em filmes de Charles Chaplin. É por isso que eu cosidero este filme muito especial.
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Rafael Mota
10/02/2004
nota:Rate010
O filme é uma surpresa... pois em seus primeiros 30 minutos, é complicado entender o que se assa, mas quando as peças passa a se encaixar, vc fica ansioso (na mesma medida que a personagem principal). è bom também, por ser uma comédia sútil; Situações engraçadas, porém nada de escrachos, além da surpreendente atuação de Kirsten Dunst (que passa de uma simples participação, para um peça essencial da história). Não posso deixar de falar da Trilha Sonora, poucas músicas, porém todas executadas no momento certo. Nada mais do que um filme brilhante!
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Luís Maurício Azevedo
11/02/2004
nota:Rate010
Há sempre algo que queremos esquecer. Uma humilhação, uma dor, uma revolta dissolvida. A sociedade ocidental vive o mito do amor. Baseados no platonismo e na influência do período romântico, adotamos a idéia da felicidade através do outro. Mas às vezes as coisas terminam. O Outro falha. Às vezes não há desgraça ou adultério, mas dissolução e descaso, tendência lenta de apagar-se sem fúria. Em Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças é isso o que ocorre. Com o tempo o relacionamento de Joel (Jim Carey) e Clementine (Kate Winslet) sofre o desgaste natural de tudo que está vivo. O que antes era orgulho, agora é vaidade. O que antes era generosidade, agora é servidão. Sem saída, a protagonista decide procurar uma empresa que promete apagar lembranças desagradáveis da memória de seus clientes. Ao descobrir que sua ex desejou jamais tê-lo conhecido, Joel também decide procurar os serviços da Lacuna S.A. O problema é que o cérebro de Joel se recusa a deletar Clementine da memória. Fica claro que, para ele, a existência de um passado cheio de humilhações, abandonos e timidez traduz com clareza a essência do que ele realmente é e deseja ser. Longe do costumeiro impulso hollydiano de melhorar-se através do outro, o roteiro de Kauffman prova que temos um tipo de memória estética que nos torna, de certa forma, apaixonados por aquilo que vivemos. Mesmo uma situação desagradável ou profundamente penosa pode ser vista com genorosidade pela mais perversa das mentes. Mais do que o ser amado, gostamos de amar. A idéia de que podemos gostar de alguém apesar de seus defeitos e a sensação estranha que se tem às vezes de que gostamos dela justamente por causa desses defeitos nos enche de orgulho. Enfim, não somos apenas o que nos acontece, mas somos principalmente o respeito que temos com o que nos acontece. Baseado no poema de Alexander Pope, Abelard to Eloisa, o título faz parte de uma inesquecível estrofe na qual o autor rejeita o silêncio como forma de comunicação. Nada de esquecer, nos diz Poper. Lembrar é trazer à tona a verdade. E cada vez que lembramos mais verdadeiro fica aquilo que vivemos. Brilho Eterno... é uma ode ao autoconhecimento, uma bandeira em prol da psicanálise e do combate à idéia de que somos o mero resultado de impulsos hormonais e atividades bioquímicas. Nem Bromazepam, nem Fluoxetina. Precisamos entender. E sermos entendidos. Entender tudo aquilo que está ao nosso redor e compreender tudo aquilo que se recusa a estar ao nosso redor. Por rejeição ou fuga, estamos à margem do que gostaríamos de estar. Mas nenhuma droga vai nos mostrar o caminho da realidade. Essa é a maior lição do roteirista Kauffman. Jamais se esqueça de que antes de antes de odiar, você amou. Antes de rejeitar, você quis. Depois de assistir o filme, você vai ficar com a agradável sensação de que tudo é possível, de que ainda há tempo. Talvez, levado pela sensação confortável de um final aberto, passe a se perguntar se não tem sido cruel consigo mesmo, se já não é hora de dar uma chance às coisas boas da vida e prestar atenção naquela pessoa que sempre prestou atenção em você. Não se iluda. Nada é eterno. Nem mesmo aquilo que brilha.
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Sérgio Luna
12/02/2004
nota:Rate010
Apesar de ficção o filme fala de pessoas como nós... quem já se apaixonou um dia certamente vai gostar. Talvez as poucas críticas negativas revelem a espectativa de um padrão hollywoodiano ou vêm de pessoas que tiveram apenas relações superficiais.
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Leonardo Ferreira
13/02/2004
nota:Rate010
Filme fora do sério, a história envolve detalhes sutis dos sentimentos de um relacionamento, que mostra a melancolia de uma lembrança de alguém que você gostava perdeu contato, mostra de forma bem inteligente esses tipos de momentos e a história no início dá um nó e depois se torna uma história que realmente prende a atenção, um dos melhores do ano.
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Janaína Soaresa
14/02/2004
nota:Rate03
A idéia do filme é boa, mas a maneira como foi desenvolvido o enredo quase faz dormir. Muito lento, cansativo e sem graça alguma. Não emocionou, não mudou em nada minha vida... álias, nunca pensei que um filme com o Jim carey pudesse ser tão chato.
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Rodrigo
15/02/2004
nota:Rate010
Eu adorei este filme.É imprevisível e com excelentes atuacões.Todos estão ótimos no filme.Kaufman ataca de novo.Veja pois é um filme feito por intelectuais e para intelectuais.Para pensar muito.
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Klaus
16/02/2004
nota:Rate010
O filme questiona sobretudo até que ponto vale a pena privar-se da vivência do luto, pois qualquer que seja a perda, essa deve ser vivenciada para que possa ser superada mais rapidamente, evitando traumas e sofrimentos mais longos. Além disso, na manutenção da perda de um relacionamento, tentamos inconscientemente repetí-lo numa nova relação, para obter as respostas aos possíveis erros que deflagraram o fim da parceria.
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Breno Dellazen
17/02/2004
nota:Rate010
Incrível, emocionante. A "confusão" provocada pelo filme é perfeita, pois remete-nos à realidade do filme, que se passa entre memórias e pensamentos. Saí do cinema sorrindo, com a esperança de encontrar um amor que não pudesse esquecer. Nota 10 o filme.
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Carlos Eduardo Pacheco Garcia
17/02/2004
nota:Rate01
Dei graças a Deus quando acabou,alias parecia que nunca iria acabar.Adoro o Jim Carrey,mas nunca pensei que iria detestar tanto um filme qunato foi esse.Será que tem como apagar da minha mente esse filme.Seria bom.A nota 1 vai pelo Jim Carrey acho que se fosse outro ator seria muito pior.
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Édson Cheng
18/02/2004
nota:Rate09
Filme americano com cara de cinema europeu, não é sempre que esse roteirista, Kaufman, acerta a mão (vide Adaptação, lixo !!). Mas dessa vez o cara mandou bem. Ótimo para casais em crise e vale mais a pena assitir a um filme desses do que gastar um dinheirão com terapeutas conjugais. A nota nove vai para a escolha do Jim Carrey, ainda não é um ator pronto com profundidade e estrutura para interpretar um papel difícil como Joel ( quem sabe com tempo....). A parceira dela no filme, Kate Winslet, matou a pau.
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Carina Bortolinia
19/02/2004
nota:Rate010
Difícil traduzir a originalidade e beleza deste filme! Merecedor de Cannes, um filme brilhante de verdade, Jim Carrey e Kate Winslet nos melhores papéis de suas vidas! E que química mais improvável! Assistam!
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Cláudio Sant'ana
20/02/2004
nota:Rate010
A narrativa não-linear é uma obra-Prima! A genialidade do filme só pode ser avaliada totalmente nos últimos 25 minutos do filme, quando as cenas iniciais ganham real sentido. Um dos melhores filmes que já vi na vida, e estabelece Jim Carrey como ator dramático, sem sombra de dúvidas.
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Gilcia Gomesa
21/02/2004
nota:Rate010
SIMPLEMENTE PERFEITO! Jim mostrou que não é apenas bom comediante e que sabe fazer uma bom filme. Todo o elenco está de parabéns:Kate,Kirsten,Elijah e os outros. O enrredo é fantático e ,quem entende o filme,fica fascinado e surpreso por ainda ter filmes bons em holliwood!
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Mariele Máximoa
22/02/2004
nota:Rate010
O filme é bilhante pois do começo ao fim é possível perceber uma história intrigante e cheia de mistério. Nada pode ser tão simples como mostrado em outras obras cinematográficas e o conflito de brilho eterno é sua essência. Desde o início, o filme prende por sua contagiante descrição da verdade de Joel e Clementine. Resumindo, é uma história atual, tratada com muito bom-gosto e integridade para fazer a ficção mantendo a realidade, de alguma forma. Considero uma obra prima.
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Scarletta
23/02/2004
nota:Rate010
Uma história de amor sensacional- é impossível não se apaixonar por Jim Carrey como Joel e, principalmente, por Charlie Kaufman, sempre brilhante, ambos em suas melhores performances (ator e roteirista). É um daqueles filmes capazes de mudar todos os nosso conceitos, especialmente os relacionados ao amor. Simplesmente maravilhoso!
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Eduardo Coelho
24/02/2004
nota:Rate07
Um filme de roteirista. O diretor é mediano, por isso o filme deixa a desejar. Mas leio críticas absurdas de pessoas alienadas que não entendem nada de cinema. Todas essas críticas se baseiam apenas no conteúdo e não na forma do filme, que é verdadeiro cinema (arte) nas mãos do Charlie Kaufman. A história de romance é de menos perto do roteiro do Kaufman.
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Paulo Borges
25/02/2004
nota:Rate010
Eu achei o filme fantástico. Em certos pontos realmente chega a ficar meio parado, mas as atuações de Jim Carrey e Kate Winslet foram excepicionais. A maior parte dos efeitos foram feitos por "truque de câmera" o que torna a produção do filme ainda mais interessante. Todos esperam uma comédia romântica, mais o filme nada mais é que um romance da vida real. As pessoas se acostumaram com romances com pequenas entrigas, clichês e finais melosos...esse filme simplesmente contradiz esse paradigma mostrando uma realidade instigante através de ficção. Nada é perfeito, nem tudo é um "mar de rosas", conflitos existem em relacionamentos, e esses não são resolvidos facilmente. Jim Carrey é acimda de tudo um ator, não apenas um comediante e isso muitas vezes acaba chocando seus fãns. Só faço uma pergunta aos críticos desse filme e de The Majestic - "Tom Hanks se tornou um grande e conceituado ator quando atuou em "A Última Festa de Solteiro" ou em "O Resgate do Soldado Ryan"; "Náufrago" e "Forrest Gump" ? O ator deve fazer a comédia, mais a comédia não deve fazer o ator.
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Roney Nunes Soares
26/02/2004
nota:Rate08
É uma amostra que o amor supera tudo, que quando se ama verdadeiramente nada pode superar, como uma Estória bem contada, com realce da ótima interpretação de Jim carrey e kate winslet.
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Alekxander
27/02/2004
nota:Rate010
Imagine como seria a sua vida se você pudesse apagar completamente da memória todos aqueles momentos ruins que já viveu, sozinho ou ao lado de alguém? Você se tornaria uma pessoa mais feliz? Seria bom fazer isso? Pense antes de responder... No fundo, você acredita que haveria vantagens em se livrar de uma lembrança triste como o fim de um relacionamento que não deu certo? Partindo dessa questão Charlie Kaulfman (Quero ser John Malkovich, Adaptação) criou o roteiro mais simples de sua carreira e também o mais agradável de um modo geral: a história de um casal que decide conferir o quanto vale a pena ou não apagar um relacionamento, que terminou de uma maneira ruim, da memória. Jim Carrey e Kate Winslet tem uma química perfeita e protagonizam um filme altamente instigante e reflexivo cujo sentido maior é responder por que sempre queremos dividir nossa vida com alguém. Carrey é Joel, um cara tímido, introspectivo, que vê sua vida desmoronar quando a sua namorada, Clementine (Winslet), totalmente impulsiva, termina o relacionamento e ainda se vinga contratando uma empresa especializada para apagar as memórias que tem de Joel de sua mente. Ele decide fazer o mesmo, a fim de tentar reconstruir sua vida, mas durante o processo percebe que o que viveram nunca deveria ser apagado, e tenta esconder a todo custo as lembranças boas do relacionamento. É no subconsciente de Joel, nas lembranças do relacionamento dos dois que a maior parte do filme transcorre, e é a elas que você deve se ater: é uma belíssima história de amor contada em flashback, com belíssimos devaneios visuais, bem ao estilo de Kaulfman, brilhantemente filmados, na melhor transposição para o cinema das pretensões poéticas desse roteirista. Acredito que o título brilho eterno é mais do que justo diante da composição de imagens que o filme leva até você numa fotografia totalmente impecável. (a cama na praia foto divulgação é realmente um quadro de beleza rara, por si só valeria a entrada do cinema). Há também um outro motivo para você se ater ao relacionamento de Joel e Clementine ao assistir ao filme: propositalmente ou não, nada mais presta nele as outras tramas que decorrem fora de sua mente são altamente superficiais, os atores completamente afetados e não te convencem de forma alguma. Na verdade a trama secundária só está lá para justificar a conclusão do filme, acredito que o resto do elenco (muito bom) tenha sido apagado, para que o brilho dos protagonistas fosse mais intenso. Não há mais a ser dito a respeito de Brilho Eterno, é um filme especial, daqueles que tem algo para dizer, dividir com você. Ele traz uma mensagem. É altamente inspirador e altamente renovador. Você sai da sala feliz. Você se identifica. E não é preciso gostar de cinema. É preciso um pouco de paciência. Um pouco de hábito de se entrar numa história... Se você conseguir entrar, você realmente vai se apaixonar.
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Adriano Barros
28/02/2004
nota:Rate010
Acho que finalmente Jim Carey conseguiu maturidade artística. Sem caretas e boa interpretação. O filme tem ótimos atores e ótimo enredo. Bem temperado na comédia, drama e romance. Realmente é necessário um pouco de atenção para entendê-lo, mas quando se alcança este ponto ele se torna um dos melhores. Atenção para a música "Everybody'S Gotta Learn Sometime" original do "The Korgis" que é interpretada pelo "Beck".
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Matheus
01/03/2004
nota:Rate010
Brilho Eterno de uma mente sem lebranças... só pelo nome já merece ser visto.O filme é maravilhoso, super criativo... com certeza um dos melhores filmes do ano, se não for o melhor. A história desse filme é fantastica, acompanhada de um elenco estelar no auge das suas atuações só pode dar uma obra - prima! Sem duvida o melhor filme de Jim Carrey... Kate Wislet nunca esteve tão bem,falo o mesmo para todo o elenco... Esse filme pode fazer vc pensar de uma forma deferente... ele n me fez fazer isso, mas cada pessoa tem uma visão diferente das coisas, nesse caso o filme.Esse é um filme ( perdão pelo trocadilho. ) Eterno. Voce nunca vai querer apagar ele da memoria!
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Pedro Henrique
02/03/2004
nota:Rate010
Fica até dificil descrever em palavras a maravilhosa sensação de assistir um filme tão espetacular como este... jim carrey mostra mais uma vez q é o ator mais talentoso e confiavel de hollyood!
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Felipe
03/03/2004
nota:Rate010
Está entre os melhores filmes desse ano. Nunca vi um filme de romance tão bom quanto esse, com ótimas atuações e um roteiro magnifico! Merece o oscar!
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Jorge Cosme
04/03/2004
nota:Rate010
BEM, O QUE POSSO DIZER DE UM FILME QUE NOS LEVA A ACREDITAR QUE NADA É IMPOSSÍVEL AO QUE AMA, O FILME É DE UMA LINGUAGEM DIFERENCIADA E FANTÁSTICA, SAI DA MESMICE DE HOLLYWOOD E MOSTRA QUE PAGARAM PARA VER E GANHARAM NO QUE LES ACREDITARAM SER A LINGUAGEM CERTA PARA UM TEMA TÃO COMPLEXO E VITAL,O AMOR! O FILME É MUUUUUUITO BOM!
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Rafael Alves
05/03/2004
nota:Rate010
Sem dúvida o melhor filme que assisti em 2004. O filme é, ao mesmo tempo, triste e engraçado. As atuações são excelentes e a fotografia é belíssima! Não recomendo somente aos "românticos de plantão", mas sim a todos os amantes da sétima arte!
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Diego
06/03/2004
nota:Rate010
Brilho Eterno é o Melhor Filme de 2004, claro. O brilhante roteiro de Charles Kaufman, sempre rendendo ao humor e uma história intrigante, que deixa o espectador preso ao filme a cada minuto, a cada segundo. Jim Carrey em sua melhor perfomance; enquanto Kate Winslet, sempre maravilhosa, cria uma Clementine perfeita! Exuberando beleza como sempre, Kate merece a estatueta de Melhor Atriz no Oscar (se os membros finalmente reconhecerem seu talento). Enquanto o time de coadjuvantes funciona muito bem: Mark Ruffallo, Kirsten Dunst, Elijah Wood e Tom Wilnkinson. Brilho Eterno merece ser visto, pois é uma reflexão de um Brilho Eterno que existe em um amor. É a verdadeira história de amor! Se tivesse a nota 100000000000000000000000000000000000000000.
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Giselea
07/03/2004
nota:Rate08
É um filme original, além de ser um elogio ao amor. Adorei Jim Carrey ele mostrou que é um dos grandes atores da sua geração. Acho que é sua melhor interpretação. Ele não esta "careteiro" como costuma a ser. Recomendo a todos que o vejam.
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Mônicaa
08/03/2004
nota:Rate010
Incrível alguém dizer que não entendeu o filme. É poético, lindo e demonstra o quão importante para nós pode ser lembranças que queríamos que não existissem. E para mim, é a redenção de Jim Carrey como ator (já estava enjoado de suas caretas, e em outros filmes ele não havia conseguido me convencer ainda).
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Maurício Todeschini
09/03/2004
nota:Rate07
Gostei de duas coisas do filme: em 1o lugar por ter abordar um tema interessante e deixar uma mensagem produtiva; e em 2o por ser diferente, original, o que hoje em dia é algo difícil. Entretanto, concordo com o comentário do crítico de cinema ANDRÉ LUX, que disse que o filme poderia sido melhor conduzido, evitado personagens secundários e sem relevância para a trama e aprofundado-se no personagem de CARREY, para mostrar seu íntimo e mais de sua personalidade. Tivesse feito isso, poderia ser inesquecível. Por isso, o filme ficou ótimo em seu início e fim, mas o seu meio, que é a maior parte do filme, ficou cansativo e muitas vezes sem propósito.
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João Ricardo
10/03/2004
nota:Rate010
Maravilhoso! Esplêndido! O filme realmente define o conceito "arte no cinema", uma história de amor envolvente um roteiro maravilhoso assinado pelo sempre criativo Charlie Kaufmann, um elenco de primeira e uma direção de tirar o fôlego. O filme começa com um enorme anti-clímax, mas chega ao auge em seu final espôntaneo e divertido! Charlie, estamos esperando pelo seu próximo trabalho.
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Renataa
11/03/2004
nota:Rate010
Um ótimo filme e uma pedra no sapato para os cineastas da nova geração, pois será muito difícil superá-lo, tanto em qualidade quanto em criatividade. É um filme romântico, sem ser piegas; engraçado, sem ser cômico e dramático, sem ser triste.
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Lair
12/03/2004
nota:Rate010
Ótimo filme.... do começo ao fim me prendeu a ateção de um jeito que eu mal poderia esperar pra saber o que ia acontecer no fim... foi um filme que me emocionou e fez minha namorada chorar... os atores estão com atuações perfeitas, Jim Carrey surpreendeu com um papel serio... e quem imaginaria ver Kate Winslet como Clementine... Foi uma fuga de clichês para os pesonagem INCRIVEL!!!! VALE MTO A PENA ASSISTIR ESSE FILME!
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Gil Mendonça
13/03/2004
nota:Rate09
UM FILME BELÍSSIMO COM UM OLHAR PODEROSO SOBRE AS AFLIÇOES QUE ABALAM AS RELAÇÕES CONSUMIDAS PELO INDIVIDUALISMO E PELO UFANISMO CAPITALISTA EXACERBADO. A NECESSIDADE DE PROMOVER UMA DISCUSSÃO FUNDAMENTAL SOBRE A FALTA DE TRANSCENDÊNCIA ATRAVESSA A LENTE E RASGA OS CORAÇÕES MAIS PASSIVOS. UM BOM TRABALHO DE JIM CARREY E DA CONTROVERSA KATE WINSLET, ALÉM DO FANTÁSTICO ROTEIRO DE KAUFMAN.
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Thatiane Rocha de Abreua
14/03/2004
nota:Rate010
Sobre filmes e vida Ontem hesitei, entrava ou não na locadora para assistir um filme que há algum tempo tinha lido uma resenha: Brilho eterno de uma mente sem lembranças. Entrei como de costume bati um longo papo com seu Antonio que é dono da locadora mais é também meio psicólogo porque quem vai locar um filme está procurando se distrair ou realmente se ver no filme e o seu Antonio tornou-se um conhecedor de almas também. Bom, não me arrependi de ter locado o filme, o que será que é apagar uma pessoa da sua mente, jogar tudo fora que te faz lembrar dela não é tão simples assim. Imagino que se essa firma que faz com que vc apague alguém da sua memória realmente existisse, o dono poderia estar rico porque a maioria das pessoas não estão prontas para encararem seus sentimentos, para enfrentar a dor de uma perda ou de tentar de novo. O filme traz esses sentimentos à tona, de volta a sua infância, de como uma pessoa que vc conhece e que mesmo em tão pouco tempo ela passa a ser dona de todas as suas lembranças e de como nós vamos construindo essa história juntos. Mais que um romance inteligente como gosta de usar os críticos que se acham donos da verdade, é um filme que fala de mim de vc das nossas lembranças de infância, de como nós lidamos com nossas humilhações feito quando tínhamos oito anos e chorávamos sozinho pedindo ajuda de alguém ou até mesmo um colega de escola tirando sarro com a gente. Depois crescemos e descobrimos a sexualidade, e amamos uma pessoa e com ela a gente quer mostrar nossas fotos da infância, dividimos um segredo tão nosso e ela passa a fazer parte também das lembranças da nossa infância. O medo que não temos mais de falar da nossa vida para alguém, de realmente se mostrar sem medo tudo isso é saber compartilhar com alguém a sua história. O filme fala também de afinidades, que de uma forma ou de outra se temos que viver uma situação com alguém não adianta fugir porque nós muito antes de estarmos aqui combinamos esse encontro e temos que melhorar, dar mais chances e se abrir para o amor. Então foi isso que aconteceu antes e valeu a pena entrar em contato com esses sentimentos logo depois de ter chegado de viagem voltei para as minhas coisas, minha família, minha casa e o melhor para as minhas lembranças que não quero apagar porque foi o que vivi, sendo assim sou eu. Mas depende de mim que lembranças terei amanhã. Para encerrar, penso que toda crítica de cinema teria que ser assim, não ficar baseado apenas na qualidade do roteiro, no enquadramento, na desenvoltura de cada ator, mas sim no que esse filme trouxe para minha vida e o que dele posso colocar em prática. Claro que toda a qualidade da produção, talento dos atores fazem a diferença, mas assistir um filme vai muito além disso. Aquele momento que assistia ao filme foi um momento de reflexão também da minha vida. Foi assim que valeu a pena ontem a noite ter entrado na locadora e ter este momento gostoso de conversa comigo mesmo, assisti o filme Brilho eterno de uma mente sem lembranças. As histórias que amamos como diz Rubem Alves, passam a fazer parte da biblioteca da nossa alma e essa foi uma história que amei." O que a memória ama fica eterno" (Adélia Prado).
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Carla Meloa
15/03/2004
nota:Rate010
Amei o filme! Não achei cansativo, repititivo e confuso. Aliás, um roteiro brilhante, como os outros do Charlie Kaufman e tem a inteligente direção do Gondry. Um filme envolvente, para ser apreciado várias vezes. A alinearidade do filme lhe prende e te liberta. Quem nunca pensou em apagar alguém das suas memórias, do seu inconsciente? Mas o filme passa a mensagem de que somos o que fomos ontem, a soma de todos os erros e acertos, de amores, desventuras, lágrimas e alegrias. Uma memória sem lembranças certamente não teria o brilho eterno.
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Cristiane Souzaa
16/03/2004
nota:Rate010
Se tem um ator que não gosto é o Jim, mas até ele está muito bom neste filme. O filme é ótimo, intrigante, interessante, diferente. Me prendeu do inicio ao fim, o roteiro é magnifico. Amei, nota 1000.
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Bernardo
17/03/2004
nota:Rate010
Sinceramente, quando um filme me faz refletir sobre coisas da vida em que o homem não entende - e nunca entenderá - e, neste caso, estamos falando do amor entre um homem e uma mulher, é porque o Diretor do mesmo conseguiu passar muito bem o que queria... Atuações maravilhosas... Além, é claro, do filme ter sido feito de forma fragmentada, bem diferente dos diversos filmes existentes... Uma obra-prima!
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Marianaa
18/03/2004
nota:Rate010
Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças é um filme como nenhum outro já passado nos EUA, pois tem um grande elenco e uma historia q revela um outro lado da mente humana, jamais identificado no cinema... O filme mostra a siguinte filosofia que o amor nunca acaba.Com grandes atuaçoes, perfeitas, amei essi filme!
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Valdir Vieira
19/03/2004
nota:Rate09
Reconheço que algumas vezes torna-se vazio. me fez falta algum som para dar um toque do que se extrair desta ou daquela cena. mas no geral é um filme intenso de sentimentos humanos bem reconheciveis. Foi difícil pra mim não estar sempre a espreita esperando uma careta do Jim fui injusto com ele. ele é bom mesmo. Mostra ainda um boa tendencia de Kaufmam de basear roteiros em uma ideia básica improvável. vc só tem de engulir a mentira básica. e todo o resto fica perfeito. nada demais afinal muito filmes de ação e ficção científica fazem o mesmo. quando se trata de uma estória menos voltada a ação algumas pessoas começam a dizer "que coisa maluca!!!" puro preconceito. roteiros como esse nos faz perguntar: E se fosse possível? como eu agiria?. O filme cumpre muito bem seu papel.
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Márcio Zacarias
20/03/2004
nota:Rate010
Filme Muito bom! Inteligente e criativo! é muito bom ver a Kate Winslet trabalhando como o Jim Carrey trabalharia e vice-versa! Sem contar que seus efeitos especiais não seguem a nova moda dos computadores, e sim resgatam a magia do cinema, com efeitos de câmera sensacionais!!! Aconselho a todos que têm um aparelho de DVD que olhem os extras, são tão bons quanto o filme! E aos que acharam o filme chato ou que não o entenderam, meus pêsames.
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Fábio Okazaki
21/03/2004
nota:Rate010
O filme onde Jim Carrey pela primeira vez não interpreta um personagem engraçado prova q Jim eh um ator excellente e naum apenas eh engraçado um filme muito bom com uma atuação excellente de katie wislet muito dificil de entender a ordem q tudo ocorre no começo mais a diferente das outras criticas eu achei q o filme fikava cada fez mais interresante conforme tudo ia sendo explicado.
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Gabriel Araújo
22/03/2004
nota:Rate010
Ótimo filme, um doa melhores que já vi, a complexidade que se tem no filme pode ser comparada nos relacionamentos do dia-a-dia. Para os poucos que colocaram notas baixas para o filme vai um conselho. Assista a versão legendada e não a dublada, você passa a entender muito mais a estória prestando mais atenção nela.
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Filipe Farsa da Silva
23/03/2004
nota:Rate09
É interessante como filmes dificeis e inverossimeis cansam expectadores acostumados com a realidade habitual e "plausivel". O filme percorre o âmbito das relacões mais tocantes no ser humano, que vão desde as angústias que um relacionamento provoca depois de exaurido, até as condicões do desespero que toma o ser de assalto e o faz ser vitima de um remorco crônico. pode não ser brilhante a exposicão que o a producãoe a direcão do filme tentou expressar ao público, mas a qualidade tématica é suoreendente ,tendo em vista sua roteirizacão.De um verdadeiro "brilho eterno".
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Vanessaa
24/03/2004
nota:Rate010
É com certeza o melhor filme q já assisti! Gostei, pq naum é só sentar la e receber as informações, vc tem q pensar, encaixar as peças pra entender a história e só a entende realmente no final do filme. É certo q há momentos em q vc pensa: "naum to entendendo mais nada", mas ai, acontece alguma coisa e vc entende pq determinada coisa aconteceu. É um filme espetacular... mexe mto com a imaginação!
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Paulo
25/03/2004
nota:Rate010
Um filme mto interessante pra ken gosta de prestar mta atencao.....demora um pokim pra entender mas depois eh facil mto bom msm!
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Akemi Mitsueda
26/03/2004
nota:Rate010
Este é com certeza um dos melhores filmes que já vi na minha vida. Fala dos relacionamentos humanos de uma forma tão real e bonita (mesmo com desentendimentos) que é difícil não se encantar com ele. E ainda bem que uma empresa tal como a Lacuna não existe, pois o filme também me mostrou que devemos não fugir das decepções, e sim aprender com elas e seguir em frente.
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Geny Tavaresa
27/03/2004
nota:Rate09
O filme é muito legal, mas nem todo mundo vai gostar porque nem todo mundo vai conseguir entender. Não que ele seja complicado, mas que é sutil em alguns aspectos e as pessoas podem ver isso como "parte repetitiva" ou "sem sentido". Vale a pena ver.
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Rachela
28/03/2004
nota:Rate010
Eu ouvi sobre esse filme quando ainda estava sendo escrito...sou apaixonada pelo Charlie Kauffman e procuro saber notícias sobre ele constantemente. Ouvi sobre o Brilho Eterno e instantaneamente fiquei louca pra assistir, o assunto me pareceu interessante. Um tempo depois o elenco estava montado e as filmagens começaram. Quase dois anos depois, eu tive a grande oportunidade de assistir no cinema e simplesmente me apaixonei. Em questão de segundos tornou-se meu filme favorito. A mensagem que o filme passa é tão clara, simples e objetiva: como apagar alguém da memória se não tem como apagar do coração? Isso me tocou profundamente... Fora que a atuação do Jim Carrey está divinamente brilhante. Quando soube que ele estava no elenco, logo pensei: cara, então o filme vai ficar muito FOD*! Apesar de algumas pessoas serem contra, eu acho que o Jim Carrey é um ótimo ATOR e não um bom COMEDIANTE. Ele fica muito bem em papéis dramáticos e ele, como Joel, ficou simplesmente perfeito. Não consigo ver mais ninguém além dele naquele papel. Foi um filme que me tocou muito, de uma forma muito profunda. Pra mim, foi e sempre será inesquecível.
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Franco
29/03/2004
nota:Rate010
Nossa...muito bom o filme... o jim carrey se superou, mostrou que nao só sabe atuar em filmes de comedia, mas tambem em outros tipos de filmes, todos estão com uma atuação muito boa, vale a pena ver este filme, exelente.
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Natália P.
30/03/2004
nota:Rate010
Isso é que é um filme!!!! Quem assisite, com certeza se apaixona cada vez mais por Jim Carrey com seu show de interpretação dramática!Isso daí foi bem melhor que "O show de Truman", "O mundo de Andy" e "Cine Majestic". Esse filme me trouxe uma moral: "Vale a pena viver o mesmo amor de novo!".
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Mila Derisa
31/03/2004
nota:Rate07
Adorei muito o filme. é daqueles que realmente tem um final surpreendente, mas acho que não é tão bom a ponto de ser indicado ao Oscar.
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Fernando Reis
01/04/2004
nota:Rate010
Fantástico...sem duvido um dos melhores filmes d 2004!! atuacoes como sempre fantasticas de jim carey e kate wislet.. mistura tdu q um filme bom ha d ter.
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Guilherme
02/04/2004
nota:Rate09
Brilho Eterno reune grandes trabalhos. Kaufman com seu melhor roteiro. Carrey em interpretacao elogiada. Winslet indicada a mais um Oscar. O filme passeia em varios momentos de um relacionamento amoroso; mostra as idas e vindas; escancara as humilhacoes, as lembrancas e os sonhos. Gondry dirige a melhor comedia romantica que Hollywood ja fez.
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Alexandre Mazzola Lehrbach
03/04/2004
nota:Rate06
Sinceramente eu esperava mais desse filme. Achei muita propaganda por muito pouco. Uma história confusa, chata e um final muito sem graça. As únicas coisas que valeram a pena foram as interpretações de Jim Carrey que provou ser bom não só em comédia, e Kate Winslet linda e perfeita como sempre.
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Aldo
04/04/2004
nota:Rate010
Às vezes fico pensando e não sei o que é pior: não ter opinião própria ou achar que entende alguma coisa de cinema. Muitas vezes as pessoas, só porque assistiram muitos filmes ou porque lêem bastante sobre o assunto, se acham no direito de se tornarem "exigentes". Sinceramente, acho isso uma grande babaquice. Me surpreendi quando vi tantas notas baixas, e me surpreendi ainda mais quando via os comentários... o filme é maravilhoso, com uma atuação divina de Jim, tem um enredo envolvente e passa uma lição de vida muito importante, porém, somente os que não entendem nada de cinema, assim como eu, e que assistem o filme sem nenhum pré-conceito de diretores e atores, é q são capazes de perceber os detalhes. Infelizmente, aqueles que entendem do assunto, assim como vários que postaram suas opiniões, ficam muito preocupados em perceber os erros e as falhas da arte, e com isso, se perdem na própria arrogancia e não conseguem enxergar a magia que que o filme contém.
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João Paulo Oliveira de Morais
05/04/2004
nota:Rate010
SEM DÚVIDA,UM DOS MELHORES FILMES DE 2004!A ATUAÇAO DE KATE WINSLET E JIM CARREY É TOCANTE.ROTEIRO EXCEPCIONAL,ASSIM COMO TODOS OS TRABALHOS DO ROTEIRISTA CHARLIE KAUFMAN! EMOCIONANTE, REFLEXIVO, DIVERTIDO, TRISTE, ENFIM TUDO QUE UM BOM FILME PRECISA TER!
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Aline Monteiroa
06/04/2004
nota:Rate010
Adorei! O jeito espontâneo e impulsivo dela, a intelectualidade e responsabilidade dele em total desarmonia te faz torcer para que, contra todas as espectativas, o final seja feliz. Você se envolve do começo ao fim. A ordem cronológica dos acontecimentos é um diferencial magnífico que deixou filme ainda mais atraente. O Jim Carrey está perfeito e a Kate Winslet mais linda que no Titanic. (Mais magrinha e tudo!!!).
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Jonas Bedani
07/04/2004
nota:Rate010
Surpreendente! A montagem dos acontecimentos é identificada pela cor dos cabelos da atriz Kate Winslet, o permite a compreensão da ordem dos acontecimentos.
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Fernando
08/04/2004
nota:Rate010
Mais uma vez Jim Carey mostrando que sabe atuar, não sendo necessariamente uma comédia, o filme exige atenção, o enredo é fantástico, com um tato incrível de Senhor Carey e Kate Winslet, a sensação de encaixe em algumas situações de nossas vidas é válida, muito bem dirigido em todos os sentidos, fotografia simples e direta.
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Danilo Cerveira
09/04/2004
nota:Rate09
O filme é bom,consegue fazer uma otima relação entre a comédia e o romance,destaque principal para kate winslete e foi bem inovante o desempenho de jim carrey.
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Izac Rodrigues
10/04/2004
nota:Rate010
Não entendo como umas pessoas se dizem surpresas com a atuação de jim carrey. quem viu "o mundo de andy", "the truman show" entre outros sabe muito bem que ele é um excelente ator. e que abocanhou em outros anos o globo de ouro e outros premios por merecimento. na verdade quando o oscar nao o contempla com uma indicaçao so vem a provar o carater mercadologico de uma premiação que tem medo de ter seu nome maculado ao indicar um ator mais conhecido por suas repetitivas caretas em filmes superpopulares de comedia, mas que tem tido atuações magistrais ou, quissá, antológicas em varios outros generos que nao a comedia. alem disso o roteirista kauffman prova mais uma vez que "quero ser john malcovikch" nao foi um mero acaso de obra-prima do roteiro, mas sim o primeiro de uma serie de roteiros que tera este grande talento. vale lembrar o filme "adaptação', alguem adaptado da sua propria biografia... alguem ja viu roteiro adaptado mais original.
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Renataa
11/04/2004
nota:Rate010
O esquema legal do filme é q se vc nao presta atenção vc se perde. É muito interessante como o diretor utilizou os recursos e como os atores foram felizes ao interpretá-los.genial na minha opinião.
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Ângelo Cardozo
12/04/2004
nota:Rate010
Foi o melhor filme que eu já vi. parece um pouco confuso no começo, mas com o desenrolar da história fica muito interessante. é aquele tipo de filme que te deixa grudado na tela o tempo todo.
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Will Nygma
13/04/2004
nota:Rate010
Depois de todos esse arrasa quarteirões (desnecessários as vezes)chega aos cinemas um filme de verdade, original diferente de tudo q já foi feito com uma elenco de babar o mais engraçado é q apesar de ser um filme "independente" tem no elenco pesos pesados como Jim Carrey (q nos brinda novamente com uma ótima interpretação longe das caretas), Kate Wisnlet (engraçada e atormentada ao mesmo tempo, perfeita) e outros q ñ são poucos nem desimportantes como Tom Wilkinson (Ou Tudo Ou Nada), Elijah Wood recèm saído de um blockbuster O Senhor dos Anéis, Kirten Dunst de Homem-Aranha e até Mark Rufallo de A Última Fortaleza com Robert Redford e do recente Minha Vida Sem Mim q é um ótimo ator, responsável por uma das melhores cenas do filme. Genial,indescritível,maravilhoso Kalfman prova mais uma vez do q a mente é capaz e com seu estilo próprio q até definir este filme fica difícil, comédia, drama, ficção científica ou romance ? Talves um triller quem sabe! Ou colocamos todos esse selementos aqi junto a comédia romãntica e ´sai Eterno Brilho De Uma Mente Impenetrável ou seria Os Fragmentos Eliminados da Mente ? Imperdível q já to me programando para ir ver novamente.
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Deivyson Fernandes
14/04/2004
nota:Rate010
O filme parece que vai te desintegrar , vc sai do cinema como se estivesse acabado de sair de um velório Todo o filme se passa durante o inverno e o branco está associado ao esquecimento das coisas mais felizes de um casal que tentou dar certo , mas tem sempre um momento em cada alguém acaba desistindo . Hoje em dia qualquer coisa é motivo para deixar alguém para traz,as pessoa desistem muito fácil de seus sonhos e principalmente no amor. Fingir tentar esquecer alguém é muito fácil quando não é verdadeiro.
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Daniel Neves Abath Luna
15/04/2004
nota:Rate09
Digamos que é inútil e até mesmo pretencioso o interesse das pessoas pela opinião alheia sobre quaisquer assuntos, ou seja, pelo senso comum, pela aceitação do público. Se há uma coisa que deve existir em cada um de nós é o impulsop crítico de ir atrás, de procurar experimentar das coisas culturais e só então atribuir as próprias suposições. Mas como este é um espaço destinado à publicidade das opiniões não vejo porque omitir que o filme aqui tratado é um excelente exemplo da boa produção, da boa direção, da boa edição. O jogo de nexos que se encontra em "brilho eterno..." é algo surreal; algo feito para descontruir os pré-conceitos. Câmeras ousadas e idéias paranóicas tornam a atmosfera da obra muito mais íntima do espectador. Conseguem sobrepor o principal do enredo para nos levar a um lugar na mente em estado de blecaute, de degeneração que é o desenrolar da trama. Nada chega a ser tão caótico e transparente. No mais assistam e ponham suas mentes em eterno brilho, por favor. Eu recomendo.
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Bruno L. Bonfante Nunes
16/04/2004
nota:Rate010
Excelente...Surreal...Devaneio...Supera Show de Trumnan, supera Cinemajestic de longe. Surpreendentem louco e emocionante. O título original do filme é "Eternal Sunshine of the Spotless Mind", com Jim Carrey, Kate Winslet, Elijah Wood, Kirsten Dunt. O filme foi traduzido aqui no brasil pelo nome de "O Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças", um filme de Charlie Kaufman (de Quero ser John Malkovich, excelente filme também). Eu já tinha assistido à algumas críticas sobre este filme e fui ao cinema esperando ver um bom filme. Porém o filme me surpreendeu e eu saí da sala de cinema achando o filme simplesmente maravilhoso. Inclusive acho que Jim Carrey deveria se dedicar mais a filmes dramáticos, pois todos que ele faz são excelente(Show de Trumman, Cinemajestic...). O filme é muito louco, do jeito que eu gosto. Kirsten Dunt está linda como sempre. E Kate Winslet particularmente está um tesão, com cabelo ora azul, ora ruivo...Está linda. O filme até me sensibilizou, sério. Foram vários amigos e amigas comigo para assistir ao filme sendo que apenas eu e outro amigo gostamos do filme. As meninas nem entenderam(Burras)! Para quem gosta de filmes estilo desvaneio, surreal...Recomendado, pode ver que vai adorar! Para quem não gosta e prefere uma coisa mais simples, vá assistir Spiderman! Alguém que viu esse filme gostou tanto quanto eu?
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Alexssandro Duarte
17/04/2004
nota:Rate010
Nâo compreendo como alguns, poucos é verdade, não gostam deste filme. O principal argumento é que ele é chato, pouco movimentado, etc... como se só fosse possivel existirem filmes que nos sacodem na poltrona a cada dez segundos, uma pena que alguns não entenderam o que viram, um roteiro brilhante que não torna o casal central perfeito, mas humano, terrivelmente humano. Quem quiser romance agua com açucar vá alugar UMA LINDA MULHER, quem quiser ver duas pessoas apaixonadas de verdade , pessoas com defeitos e limitações assista O Brilho ... e se depois não gostar, sinto muito amigo, mas voce é humano mesmo?
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Guilherme
18/04/2004
nota:Rate09
Um excelente roteiro e uma ótima atuação (sem caretas) de Jim Carrey. "Brilho Eterno" é sensível e extremamente anti-hollywoodiano. Apesar de um elenco renomado, o filme tem como primeiro foco a história. Por isso, não espere grande fotografia e exaltações. Falas perfeitas e cenas primorosas onde as atuações se sobressaem dos demais fatores. Destaque para a cena final da casa, de uma simplicidade, beleza e naturalidade extrema. Mas se você gosta de filmes de ação, com muito barulho e tiros, nem comece a assisti-lo. "Brilho Eterno" faz justiça ao título, praticamente um poema cinematográfico, tão perfeito como "Eloisa to Abelard" de Alexander Pope.
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Marlo Renan Lopes
19/04/2004
nota:Rate010
Nota 10 para tudo. O roteiro é extremamente original,muito criativo, e o diretor mesclou perfeitmante todos os ingredientes de um filme perfeito. Destaque para Jim Carrey em seu papel, Kate Winslet e todos os outros. O próprio Elijah Wood também contribuiu bastante para o produto final.
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Daniellaa
20/04/2004
nota:Rate09
Eu adorei o filme!!!É interessante, pensativo, precisa de um raciocínio rápido e inteligente para entender os fatos que vai ocorrendo no desenrolar do filme, e se necessário, ver várias e várias vezes, pois, o filme é bem fragmentado. É bem recomendado para pessoas que acreditam no destino e na teoria do filósofo Deja Vu.
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Milaa
21/04/2004
nota:Rate010
O filme é simplesmente fantástico, Jim Carrey me surpreendeu, pois sempre tive um enorme preconceito a respeito de suas caras e bocas. O filme é uma porrada na cabeça, te põe realmente pra pensar e medir opiniões, rever conceitos de verdade. Amei, o roteiro é ótimo, a fotografia fantástica, direção maravilhosa, ou seja, perfeito!
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Allan Douglas
15/11/2009
nota:Rate010

Surpreendente. O roteiro ficou impecável e totalmente diferente de tudo que eu já tinha visto. No início é um pouco complicado de se entender, mas os mistérios vão sendo esclarecidos no decorrer do longa. Ótimas atuações, destacando Jim Carrey que provou não não é ator de  um estilo só. Não tem mais o que falar... Só vendo pra se apaixonar!


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Jack
16/11/2009
nota:Rate010

Como possos dizer vai ser um Brilho Eterno para a 7ª Arte!


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clyer
16/12/2009
nota:Rate010

Adorei esse filme. O fato de poder apagar as pessoas que nos desapontam ou nos machucam, é seria muito bom. Acho que o filme é fantástico e sem o Jim não seria a mesma coisa com certeza ele arrasa. Eu recomendo vale a pena.


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isabelle rocha
01/01/2010

Uma mix de comédia, romance e uma pitada de suspense.Fascinante elenco e comovente roteiro.Enfim, excenleeeeeeeeeeeeente!


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paunix
18/01/2010
nota:Rate010

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