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Precisamos de um Michael Moore! Provocador por natureza, o discurso de Moore no Oscar 2003 foi uma pequena amostra de seu poder de fogo. Quem tem o canal por assinatura Film & Arts (TVA/DirecTV)sabe do que ele é capaz em seu programa de TV "The Awful Truth". Mas voltando à Columbine. O filme, só exibido por aqui nas Mostras BR do Rio e SP, precisa ser distribuído em circuito comercial. "Tiros em Columbine", ou "Jogando Boliche por Columbine" mostra o verdadeiro fetiche que os americanos têm por armas de fogo, tomando por exemplo o caso da escola Columbine, onde alunos entraram armados e provocaram um massacre. A partir daí, Moore busca as origens e as respostas para esse problema. Culpa a mídia, as grandes corporações, a indústria bélica, a NRA (National Rifle Association - o clímax do filme é o confronto entre Moore e o porta-voz da associação, Charlton Heston) e a política intervencionista americana, tão bem explicitada nesta questão do Iraque. A melhor sequência do filme inclusive mostra um histórico das "ações" dos EUA em territórios estrangeiros, começando com o golpe no Chile que depôs Salvador Allende, e culminando com a derrubada das torres do WTC por Osama Bin Laden (agente treinado pela CIA, ele faz questão de lembrar). Tudo isso ao som de "What a Wonderful World" de Louis Armstrong. Sempre com muito bom humor, Moore faz críticas relevantes e levanta questões importantes, neste documentário, que na minha opinião foi o melhor filme exibido no Brasil em 2002. "Columbine" me deixou com uma indagação, o que aconteceria por aqui se o pessoal do Casseta e Planeta tivesse um pouquinho da coragem de Michael Moore?" |
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A coragem de Moore é admirável, mas o documentário não argumenta muito bem, além de ser vago e as vezes se perde em um dos seus próprios focos: o sensacionalismo. A sequência em que ele crítica as intervenções do EUA no planeta e o humor sarcástico representado nas músicas do filme são bastante interessantes. Porém, Moore não deixa de ser sensacionalista; li que alguns trechos de falas eram editados e realmente parecem (não posso afirmar). Além disso, a argumentação de Moore é muito vaga (falha de roteiro). Qual é afinal a causa de tudo? A mídia? O lucro da indústria armamentista? O roteiro, além disso muda de tema as vezes de maneira muito rápida. Outra falha é que Moore mostra que os Estados Unidos seriam um país pobre e até mostra um trabalhador que ganharia pouco (se fizermos os cálculos, ele não consegue sobreviver com quase 1 mil dólares por mês). Mas se Moore mostra os bombardeios nos lugares do mundo, porque valorizar a pobreza de um trabalhador sendo que em outros lugares do planeta temo pessoas com renda de menos de 15 dólares por mês? Já nas comparações com o Canadá, o EUA é colocado como uma sociedade muitíssimo violenta em que as pessoas tem medo de andar nas ruas. Mas e o Brasil, a Colômbia? Michal Moore as vezes coloca os americanos como hipócritas, outra vezes como coitadinhos. É um documentário bastante discutível, não só pelo "riquíssimo" tema, mas também pela estranha maneira que ele é abordado. Mesmo assim, valeu pra ouvir o discurso de Moore no Oscar. =P |
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"Bowling for Columbine" é um documentário cínico, crítico e arrebatador sobre a obssessão americana por armas de fogo, seus resultados e causas e uma análise ácida sobre o sistema do medo criado pela mídia. Michael Moore está de nota 10." |
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O filme mostra como o poder da mídia bem utilizado pode ser útil no combate à violência no momento em que fez com que a loja de munição parasse de vender balas. Deveríamos copiar o modelo jornalístico canadense que evita a cultura do quanto pior melhor. O desarmamento é a melhor maneira de se diminuir os homicídios." |
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Graças a Academia que reconheceu o brilhante trabalho de Michael Moore, o mundo conheceu essa figura corajosa, integra e bem humorada e seu filme mais famoso. Nele, o cineasta desconstrói a América ao mostrar a predileção do americano típico (branco/anglo-saxão/protestante/capitalista) por armas de fogo desde suas origens, que é apresentada numa animação bem humorada ao estilo 'south park', passando pelas incursões militares dos EUA mundo afora, até encontrar respostas ou soluções. Que muitas vezes não aparecem ou se recusam a ceder. Como recusou Charlton Heston, Moisés no cinema e presidente da NRA (Associação Nacional do Rifle) a encarar a foto de uma menina de 6 anos, morta por um menino de sua idade que pegou um revolver na casa do tio." |
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Os americanos vão se matar sozinhos! Vai ser muito difícil fazer uma lista dos dez melhores filmes do festival. De um jeito ou de outro Tiros em Columbine tem que estar nela. O documentário tenta explicar o inexplicável: de onde vem a paixão do americano pelas armas de fogo. Muito bem produzido, dirigido e montado, Tiros em Columbine revela para o público o tamanho da ignorância do cidadão comum americano e até de suas lendas como Charlton Heston. Mas o grande personagem do filme é seu diretor, Michael Moore. Além de engraçado faz as perguntas que qualquer entrevistador gostaria de fazer e isso sem ser grosseiro e mal educado. Em certos momentos temos a certeza que ele vai levar um tapa ou um tiro. Bem que Michael Moore poderia vir ao Brasil dar uma série de cursos e palestras. Se isso acontecer não esqueçam de avisar a Marília Gabriela, Adriane Galisteu e principalmente Lorde Jô Soares. |
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Com destreza incomparável e um aguçado senso irônico, o brilhante Michael Moore desmantela qualquer tentativa de argumentação legitimadora do quo status social dos dias de hoje, é simplesmente indefensável a organização social da potência norte americana, e essa denúncia em formato de um impecável documentário merece não um Oscar, mas um verdadeiro agradecimento pela contribuição que Moore dá à Humanidade, emocionando qualquer ser humano com o mínimo de sensibilidade, e proporcionando esperança de um mundo melhor." |
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Chegou até nós, no distante Brasil. E, minha esposa e eu, fomos assisti-lo. A crítica de Michael Moore parece feita mais por um judeu do holocausto, do que por um judeu da “galut”. Ao enfrentar o grande ator e armamentista, Charlston Heston, Michael não aborda o assunto com a pertinência adequada. A questão não é tanto a distribuição das armas pela sociedade civil. De fato, isso pode provocar eventuais acidentes. E, loucuras, como as que ocorreram em Columbine. A imaginação mórbida de quem constrói uma mina terrestre, fabrica-a, vende, contrabandeia e distribui pelo planeta horroriza a todos nós. A armas químicas e biológicas. As bombas nucleares. Mas a argumentação de Michael deveria ter sido outra : o valor do orçamento mundial em armas ! A oportunidade de usar esse dinheiro em benefício dos povos subdesenvolvidos, principalmente a sua educação. A defesa das armas, que já foram na barbárie uma só coisa com os instrumentos de trabalho, um ciclo derivado da luta de classes, seria sempre menos justificável. Mas o que é essencial é que o lucro que elas fornecem aos armamentistas é um dos três maiores do mundo. As armas são uma espécie de perversão do uso dos instrumentos de trabalho, não nasceram do nada, mas da injustiça social. Imaginem se tal polpudo orçamento fosse usado, sem lucros imediatos, para o desenvolvimento e a democratização dos países árabes. Ainda persistiriam sendo fundamentalistas ? Ainda persistiriam no seu Corão, ao meu ver uma velha Torah do desespero, quinhentos anos após a ascenção do Cristo, a Parusia sempre iminente ? O filme de Michael é ótimo. Um excelente documentário. Mas, nós do 3º mundo, não deveríamos fazer o nosso ? Algo menos gerado pelo tédio e o fastígio da alienação de uma cultura que se esqueceu dos seus irmãos do sul do planeta ? Honrosas exceções, como Chomski, Susan Sontag e o próprio Moore, que fazem parte de um consenso que se ia formando pela globalização solidária, sabe-se tão pouco nos EUA da origem e do uso das armas na história ? Eis algo “bretchiano” que escrevi a respeito : CICLOS Lascas de pedra Arcos Flechas Tacapes Foices Martelos Teares Máquinas Vapor Eletricidade... Computadores Super-computadores Tecnotrõnica ! Lascas de pedra Arcos Flechas Lanças Tacapes... Foices Martelos Arados ! Teares Máquinas Vapor Eletricidade Computadores Super-computadoes Telemática ! Lascas de pedra Arcos Flechas Lanças Tacapes... Teares Máquinas Vapor Eletricidade Reatores nucleares Bombas atõmicas ! Lascas de pedra Arcos Flechas Lanças Tacapes... Um abraço à “galut” de Manhatan." |
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Perfeito, um documentário que consegue ser humoristico e tambem emocionar quem vê. Consegue passar com clareza a sua mensagem, criticando a mídia e questionando de forma brilhante a obcessão americana por armas de fogo." |
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No meio do século XIX um francês, Tocqueville, ja fazia uma análise do medo do povo norte-americano e as consequencias desse. Esse medo trazia algumas consequencias, como a falta de dialogo, as soluções drasticas e rápidas para tudo. Michael Moore consegue, 180 anos depois, mostrar como a sociedade americana é fruto do medo, e como esse medo é fundamental para o avanço da economia. Considerando que uma das principais industrias norte-americanas é a Bélica já dá para imaginar os resultados. Se não conseguir imaginar, ou se se quiser comprovar esses, assita Bowling for Columbine. Simplesmente fantástico. Ah, antes que eu me esqueça, belo discurso no Oscar, não?" |
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Excelente documentário que mostra as tragédias que foram causadas pelo livre porte de armas por uma população atemorizada e extremamente racista. O cineasta atreve-se também a contestar as inúmeras explicações para as altas taxas de mortes provocadas por armas de fogo nos USA (Americanos dizem que em seu país os filmes violentos, os jogos de video-games, os negros, os latinos e a pobreza, entre outros, são a causa da violência). ótimo documentário, bem produzido e bem argumentado." |
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Poucas vezes se viu uma crítica tão ácida e corajosa, especialmente vindo de um filho do sistema. Michael Moore acerta, ainda, ao dar a seu documentário um tom irreverente, evitando assim o estereótipo de que todo documentário é chato. Maravilha ver o caduco Charlton Heston saindo à francesa após ser metralhado verbalmente pelo cineasta. Longa vida à Michael Moore!" |
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Finalmente vejo um filme que tenta explicar os motivos da sociedade americana ser como ela é. O diretor não faz concessões, mas consegue dar leveza ao assunto graças a seu humor e ironia. O filme é absolutamente imperdível." |
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Se houvesse a nota 20, mereceria. Acabo de assistir e ainda não consigo imaginar como Michael Moore conseguiu transformar a idéia de que a violência com armas de fogo nos EUA é muito mais alta do que em outros países em um documentário excelente como este. Brilhante!!Extraordinário!! Parabéns Michael Moore!" |
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Um documentário fantástico! Vejo, durante todo o filme, o resumo do lixo que é a cultura norte americana, como o ator Charlton Heston, um racista e hipócrita adorado por muitos do seu país. Verei outras vezes para poder embasar meu desprezo pelos norte-americanos." |
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Deveria passar na TV todos os dias!!! (Digamos que é necessário para cada um dos habitantes do nosso planeta). Fantástico, grandioso, esclarecedor, nojento, absurdo, estonteante, educativo. Só me entristeço pelo fato do filme estar em um único horário numa única sala em Porto Alegre (22/06/03). Preocupo-me com a quantidade de gente que vai querer se mudar para o Canadá. Assista e apaixone-se por Ghandi! |
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Uma realidade jogada em nossa cara, foi oque o filme representou pra mim.Esse é um dos melhores filmes que já vi, documentário que te faz repensar nos valores e no rumo que o mundo tem tomado.desmistificar a imagem do EUA, como país modelo.Jogar a verdade nua e crua em nossa cara.Esse filme me passou uma sensação muito importante do tipo: eu estou aqui, questionando,correndo atrás de ideais que acredito e tentando dividir essa conciencia com todos, e vcs? oque podem fazer? |
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Que isso, uma obra-prima dos documentários humanos. Ótimo para mudanças de conceito. Um filme super alucinante e de pura adrenalina, para pessoas que gostam de pensar. Para quem não tem esse hábito realmente o filme deve ser monótono. |
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O documentário não dá nenhuma resposta, nem poderia, mas levanta várias questões fundamentais para refletirmos que tipo de cultura está se cultivando, os papéis que muitos sistemas e/ou estruturas estão tendo ou o poder que podem exercer sobre nós, sem que percebamos. Mas também não podemos esquecer que estes sistemas são criados, recriados e reforçados por nós mesmos. Não que sejamos seres que não pensamos, que não refletimos sobre nossas atitudes, mas parece que muitos desses sistemas e/ou estruturas ganham vida, e o que antes controlávamos, agora nos controla, e o que é pior, sem que tenhamos uma perspectiva de assumirmos o controle novamente, o que não é nada “saudável” socialmente. É o que um Filósofo/sociólogo chamado J. Habermas construiu como a problemática dos sistemas auto-regulados ou simplesmente aquela velha estória do monstro Frankeinstain que se vira contra o criador. Aconteceu em Columbine, mas também aconteceu num cinema em São Paulo há um tempo atrás quando um jovem atirou “democraticamente” na platéia, quando a jovem Suzana matou os pais também em São Paulo, no ônibus 175 no Rio de Janeiro, acontece todos os dias quando a polícia invade favelas e mata pessoas indiscriminadamente, de repente para se sentirem pelo menos uns minutinhos de suas vidas juízes e não meros soldados executores. Enfim, talvez todos esses episódios sejam alertas para pensarmos que rumo estamos tomando, que talvez esteja na hora de todo o mundo pensar, ora, não vivemos num mundo globalizado? Então vamos globalizar tudo, inclusive o problema da violência. Mesmo aqueles países que o índice de violência é quase zero, que tal se fazerem aquelas velhas perguntas existenciais: “Quem sou?” “Para onde vou?” “Qual o meu verdadeiro papel nisso tudo?”. Para quem sabe assim tomarmos uma nova direção, já que muitas das que tomamos até agora parecem não está dando certo. E o que é mais importante, assim, garantirmos realmente o direito mais fundamental de todos: o direito a vida." |
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Esse não é apenas um filme, mas um dos melhores trabalhos jornalísticos já realizados. O controle da informação é uma coisa que acontece SEMPRE em nossas vidas e não achem que isso só acontece nos Estados Unidos... O Brasil também é vítima. Não acreditem em tudo que aparece na televisão e sempre procurem saber um pouco mais de cada coisa antes de julgar." |
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O filme é exemplar na desmascaração da sociedade norte-americana criada e mantida por Hollywood.Os deuses caíram do pedestal;são quase todos obesos, manipulados, medrosos, melódicos, angustiados, frustrados; de modo igual ou pior a muitas sociedades.A realidade dos pseudo-oniscientes é relembrada como no filme Beleza Americana.Vemos que a cultura americana é idêntica aos marcados filmes do Rambo; violentos, mesquinhos, vítimas da autoalienação e egocêntricos." |
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Quem importa se "Tiros em Columbine" teve boa parte de suas cenas manipuladas por Michael Moore. Que importância se o amalucado diretor usou e abusou em debochar em várias de suas cenas.de seu longa metragem. O importante é que o recado foi dado e o alvo teve sua direção muito bem alcançada: boa parte dos americanos; parnoicos e donos da verdade. Se o filme não é 100% real 'e sinal que em cinema a imaginação é por veze uma aliada digamos da boa causa. Ë lógico que Michael Moore bem qu merecia( se é verdade mesmo estas supostas manipulação ) umas prensas ou então qum sabe ser obrigado a ouvir os discursos de George Bush ou então de Charles Heston durante 2 horas seguidas. Ë por falar em Heston quer cena mais ficticia que aquela em que ele é entrevistado por Moore. Esta cena dele acuado como um coelhinho em seu próprio terreno, sem mostrar qualqeer arguento plausível, pateticamente lacônico, apesar de mostrar ser um exemplo cruela da realidade proposta pelo diretor, bem que poderia ser cena de um filme dos irmãos Cohen. O que importa neste filme é isso: é mostrar que na violência o buraco é mais embaixo e ninguém se dá conta. O genial neste filme é mostrar com uma fúria meio que incontida que o país do tio Sam é culpado sim por muitas barbaridades existentes neste mundo. E tem mais: um filme que tem em uma de suas trilha sonora um rockão cantatado pelo genial Joey Ramone jamais poderia ser ruím mesmo. A verdade é que "Tiros em Columbine" é um ótimo filme de fixcão com 'ares realista'." |
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Sarcástico, audacioso, deliciosamente crítico. Moore nos mostra uma sociedade que se diz livre, mas que está preso em seu próprio sistema. Moore busca questionar sobre o que e o por quê de tantas mortes por armas de fogo. Não se trata de comparar o lado da miséria dos EUA, que no Brasil seria um luxo, mas mostrar o quão desleixado é o governo em relação a problemas sociais. O que se pode dizer de um país que se diz livre onde para se afirmar essa liberdade compra-se uma arma? Moore parece nos mostrar que a liberdade tem um preço: armas. E este preço é alto, alimentado(ou alimentando) pela mídia, políticos, executivos e é claro pela indústria bélica. Vale a pena conferir este ótimo filme." |
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Maravilhoso! Assim como Beleza Americana e Muito Alem do Paraiso, esse filme vai direto na ferida, mostrando algumas hipocresias e falhas da sociedade americana... Esse documentarista americano, poe seus compatriotas na mira de uma camera que instiga e faz questionamentos polemicos sobre a violencia naquele pais. Ele tenta justificar essa violencia fazendo analogias com outras nacoes. O resultado eh ironico e revelador: nao ha uma explicacao logica - ninguem consegue entender por que ha tantos homicidios nos Estados Unidos. Com isso, o filme nos deixa um grande fazio, pois a falta dessa explicacao, leva-nos a uma sentimento de impotencia e questionamento: a violencia nos Estados Unidos parece nao ter cura, ja que nem a causa conseguimos identificar... Quem sabe, esse documentario, por si so, consiga trazer algumas mudancas... Atraves do cinema, varios espelhos tem sido colocados na cara da sociedade mais moderna do mundo e talvez a mais hipocrita e revolucionaria tambem. Com isso, esperamos tambem que ela reflita muito atraves dessas imagens e se concientize de que eh necessario rever e reformular muitos aspectos do tao falado American Dream!" |
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Sem sombra de duvidas um dos melhores documentários feito nos ultimos anos. Tiros em Columbine, é uma amostra do que se pode fazer quando se procura unir atitude e senso critico, contra a ignorancia e discriminação. Michel Moore escolheu um tema que não é uma comum apenas nos EUA, e sim em todos os países da América, ou melhor dizendo, do Mundo. No Rio e em outras grandes cidades do Brasil, crianças estam pegando em armas para entrar para o tráfico, ou essas armas são levadas por pais e parentes, que foram acometidos por uma onda de terror e medo, que permeia as emissoras de TV no país. Assim como os norte americanos, estamos nos armanos para uma guerra não declarada, onde o inimigo pode estar do nosso lado. Nos condominios de luxo da Barra da tijuca, grades; seguraças e cameras, tentam proteger uma parcela da população que se vê obrigada a compartilhar a miséria gerado por consequencia do seu desprezo e descaso para com os marginalizados. Isso poderia ser diferente se essa pequena parcela milionaria, dividi-se um pedaço da sua enorme fatia do bolo. investissem em educação e cultura, sem medo de que o outro, o que vai usufruir desse insentivo seja, negro ou pobre, mas sim, um cidadão que teve menas oportunidades. Eu acho que é isso que o Documentário de Moore me mostrou. Quando sai do cinema, com um nó na garganta, indignado e impotente, pensei que se pudesse ajudar quem mora do outro lado da cidade, do bairro ou mesmo do outro lado da rua, eu poderia construir uma sociedade menos injusta e mais fraterna." |
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Documetário de grande valor mundial. A ótica é objetiva retratando a doença do povo norte-maericano na busca de protenção e seu impacto na violência social. Lamentavelmente Moore não trouxe uma ótica científica para o efeito/causa da problemática norte-americana, sendo assim, prevaleceu de forma concreta as suas visões e até sua opniões." |
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Michael Moore esta de parabens! Depois disso ainda queremos seguir o modelo estado-unidense de vida?! E´ isso que queremos a nossos filhos? E´ isso que deixaremos que as nossas classes dominantes permitam acontecer!? Acho que nao! Mas, meus caros, se continuarmos a seguir este modelo de vida, so porque os EUA sao uma bosta de super potencia e acham que devem mandar e desmandar no mundo, e´ assim que ficarao nossos filhos! E nao queremos isso!!! Ja esta na hora de buscarmos a nossa independencia!" |
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Parabens pelo documentario feito sobre Columbine. Enquanto ocorria uma chacina na escola, os soldados americanos estavam jogando bombas nas cabeças da população do Oriente Médio. Dessa vez eles provaram um pouco de seu próprio remédio." |
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Michael Moore é brilhante na construção do filme, que fala do fascínio dos americanos por armas e mostra a implosão deles próprio, é um filme de americano para americanos, mas quem é interessado em saber o que acontece no mundo, vai ai uma dica! |
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Parabéns a Michael Moore, que felizmente foi o 1º homem a mostrar a realidade cruel dos americanos. O filme além de mostrar o outro lado da américa que ainda é mto desconhecido por algumas pessoas, ele retrata o tipo de cultura que eles insistem em cultivas. Depois disso, ainda acham que vale a pena seguir o modo de vida deles? |
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"Estados Unidos: o país da qualidade de vida." Moore nos mostra que essa sentença é uma piada. |
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