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Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América

titulo original: (Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan)

lançamento: 2006 (EUA)

direção: Larry Charles

atores: Sacha Baron Cohen , Ken Davitian , Luenell , Pamela Anderson , Bob Barr

duração: 84 min

gênero: Comédia

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan
  • gênero:Comédia
  • duração:01 hs 24 min
  • ano de lançamento:2006
  • site oficial:http://www.boratmovie.com/
  • estúdio:One America / Dune Entertainment / Four by Two / Everyman Pictures / Major Studio Partners
  • distribuidora:20th Century Fox Film Corporation
  • direção: Larry Charles
  • roteiro:Peter Baynham, Sacha Baron Cohen, Anthony Hines e Dan Mazer, baseado em estória de Peter Baynham, Sacha Baron Cohen, Todd Phillips e Anthony Hines
  • produção:Jay Roach e Sacha Baron Cohen
  • música:Erran Baron Cohen
  • fotografia:Luke Geissbuhler e Anthony Hardwick
  • direção de arte:David Maturana
  • figurino:Jaosn Alper
  • edição:Craig Alpert, Peter Teschner e James Thomas
  • efeitos especiais:Yard VFX

imagens - 11

Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América

sinopse:

Borat Sagdiyev (Sacha Baron Cohen) é um jornalista do Cazaquistão que deixa o país rumo aos Estados Unidos, na intenção de fazer um documentário. Durante sua viagem pelo país ele conhece pessoas reais, que ao reagir ao seu comportamento primitivo expõem o preconceito e a hipocrisia existentes na cultura americana.

trailers - 2

elenco:

  • Sacha Baron Cohen (Borat Sagdiyev)
  • Ken Davitian (Azamat Bagatov)
  • Luenell (Luenell)
  • Pamela Anderson
  • Bob Barr
  • Bobby Rowe
  • Alan Keyes
  • Mariam Behar
  • Spirea Ciorobea
  • Michael Psenicksa
  • Jim Sell
  • Larry Walker
  • Linda Stein

comentários

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Guilherme Lino
02/01/2006
nota:Rate010
Nos últimos anos, as comédias tem sido cada vez mais fracas quando produzidas pelos EUA, mas Sacha Baron Cohen não abriu só uma excessão, como protagonizou uma das melhores comédias de todos os tempos. O filme é tão engraçado que há o risco de se passar mal quando se assiste.
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Édson Soares Raposo
03/01/2006
nota:Rate010
Vão dizer que é apelativo, vão dizer que é de mau gosto, vão dizer que as gags são sem graça, vão meter o pau no ator. Mas esse é um dos filmes mais engraçados de todos os tempos! Duvido que alguém que goste de uma boa comédia assista esse filme sem rolar de rir na poltrona!
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Mauro Souza
04/01/2006
nota:Rate06
O filme pode ser dividido em partes que fazem vc rir e puro besterol, e uma comedia media, nao e a melhor que vi mais me fez rir em algumas partes.
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Ingrid Reisa
05/01/2006
nota:Rate010
Nota 10!!! Há muito tempo eu não ria tanto. Parabéns pela cara-de-pau, Sacha! É preciso muita 'coragem' para passar pelas situações que ele passou sem sair do disfarce. É incrível como as pessoas subestimam o Borat e falam tudo o que vem na cabeça, mesmo o politicamente incorreto. Acabam se revelando... e o que revelam não é nada bom!Parabéns pela originalidade.
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Marcelo Ris
06/01/2006
nota:Rate08
Borat (Sacha Baron Cohen) é um repórter do Casaquistão que vai aos EUA mostrar como a vida no ocidente é diferente de seu país. Chegando lá começa sua peripécia. Ao chegar em Nova York na companhia de Azamat (Ken Davitian), Borat se apaixona por Pamela Anderson, resolve que vai casar com ela, e para isso precisa viajar até Los Angeles a fim de encontrá-la. Assim começa o road-movie, que passa por momentos: racistas - na casa de um casal judeu, políticos - em um rodeio no interior dos EUA, e sociais - em um jantar. O filme possui momentos antológicos e de diversão gratuita, com humor inteligente, sendo às vezes com muita picardia. É uma crítca direta a sociedade americana, ao racismo, e a ignorância.A atuação de Sacha Cohen e Ken Davitian são excepcionais, se quiser rir muito não perca.
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Nehemias Lili
07/01/2006
nota:Rate07
Apesar da grande atenção que a mídia americana deu a este filme, ele não é tão surpreendente assim. O ator Sacha Baron Cohen é muito bom e se a intenção dele era realmente fazer um filme de comédia que fosse mais constragendor do que engraçado, ele conseguiu. A história está toda inserida em um contexto cultural e se alguém assiste ao filme sem ter conhecimento das diferenças enormes que há entre os povos, talvez não entenda a diferença brutal que há entre os países ocidentais e os orientais. "Borat" ganhou grande destaque por enfrentar dificuldades jurídicas durante sua filmagem. E isso, até certo, ponto sem justificativas esclarecedoras. Há algumas cenas engraçadas, mas o filme peca ao rebaixar o Cazaquistão e por fim, enaltecer a "cultura" americana como a salvação para países menos desenvolvidos. O Cazaquistão é mostrado com uma visão prá lá de preconceituosa. Ao início do filme, isso é percebido facilmente. A casa do repórter, a maneira como vive, os costumes, as maneiras ou bons modos (que praticamente foram só ridicularizações), não agradaram nem um pouco ao governo do Cazaquistão. E com razão. Os países do oriente, sejam muçulmanos os hindus, são completamente rebaixados e ridicularizados. Sem falar dos judeus, que apesar de ser um ponto forte do filme, ao fim de tudo só dá pra concluir que os americanos também não gostam dos judeus, da mesma forma que o Borat também não gostava. A diferença é que no "país Cazaquistão", segundo o filme, se ensinava que os judeus eram como demônios. Já nos Estados Unidos, o acesso a informação permitiria qualquer um saber como são de verdade. Outra coisa ruim é achar que só porque o repórter é do Cazaquistão, ele não conhecimento de nada sobre meios de comunicação e tecnologia. Se a pessoa trabalha como repórter, comunicação, tv.. ela sabe como funciona as coisas, seja ela de onde for. Apesar disso, dá pra entender que as pessoas costumam assimilar melhor a idéia de um filme quando o recurso usado para isso é o exagero. É válido assistir ao filme, mas não chame a família toda pra ver, porque apesar de ser classificado como comédia, com certeza algumas pessoas não vão achar graça nenhuma.
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Victor Henrique
08/01/2006
nota:Rate010
Nossa, a sem duvidas é um filme contra indicado para pessoas asmaticas, pois, assim como eu, podem ter crises de risos tão intensas, pois o filme é muito hilario, a cada minuto tem no minimo 2 piadas para se matar de tanto rir.
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Jansen
09/01/2006
nota:Rate010
Muito bom, um filme onde o sarcasmo e a improvisação andam de mãos dadas. A cara de pau do ator chama a atenção, pois consegue zombar de suas vitímas sem esboçar nem ao menos um sorriso. Simplesmente excelente... Este filme é para quem tem um senso de humor apurado... Borat....Ame ou odeie.
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Rolf
10/01/2006
Existem boas formas de se criticar algum assunto com humor. "Obrigado por fumar" apresenta as melhores; "Borat", as piores. Quem consegue se animar com a idéia de um filme que mistura os piores momentos de "Todo mundo em pânico" com qualquer um de Jackass, tem aí uma boa pedida.
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Tatianaa
11/01/2006
nota:Rate010
O filme não rebaixou a cultura do Cazaquistão, era visível que aqueles costumes todos eram fictícios, ele apenas tinha que escolher um país pobre do oriente, famoso por possuir cultura muçulmana, pois isso acentuaria ainda mais o potencial de rejeição pelos americanos. Pq além do personagem ter costumes totalmente primitivos, ele era da mesma religião dos temidos terroristas. E foi essa a forma que o filme escolheu para mostrar pro público, o preconceito e a hipocrisia dos americanos. Mas não tiro a razão dos cazaquistaneses terem se sentido ofendidos,pq, talvez eles não saibam que nós,pessoas possuidoras de conhecimentos gerais,sabemos que a cultura muçulmana não se processa bem dessa forma que foi mostrada pelo filme.
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Marcio
12/01/2006
Eu pensava que o pior filme que eu já tinha assistido era "Skeleton Man".Mas esse ganhou.Fraco, piadas sem graça, história sem nexo, e nada interessante... além disso consegue ser preconceituoso e sujo.
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Durval Jr.
13/01/2006
nota:Rate08
Se não fosse pelo fato do filme as vezes se utilizar de piadas escatológicas para fazer graça, este seria uma das melhores comédias dos últimos anos. De fato existem cenas antológicas como a do jantar chique, se não fosse uma piada que estragasse a piada como um todo... os trocadilhos são genias como o que o personagem confunde "retire" com "retard". A cena do rodeio no Texas é de chorar de rir pela expressão das pessoas. A trama que gira em torno de uma suposta reportagem que o Cazaquistão encomenda ao seu segundo melhor reporter para que este faço um documentário sobre os hábitos americanos, ou o "american way of life". Chegando aos EUA Borat usa de todos os artifícios para disparar farpas para todos os lados e não poupa nenhum esteriotipo da sociedade americana. Se não fosse pelas escatologias desnecessárias do filme (e neste ponto o filme faz piada com ele mesmo, aderindo as comédias escatológicas americanas tão veneradas nas terras do Tio Sam) ele seria nota 10. Sacha Cohen não precisava apelar, pois o personagem tem um carísma que conquista e é engraçado sem necessitar de escatologias para fazer graça.
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George
14/01/2006
nota:Rate01
Da mesma forma que Turistas pode ser considerado ofensivo para os brasileiros, Borat é ofensivo com o Cazaquistão, o interessante é notar que os mesmos que riem em Borat se indignam com Turistas, o qual, na minha opinião, é bem mais plausível com a realidade que a imagem distorcida dos cazaches é mostrado na telona.
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Daniel
15/01/2006
nota:Rate02
A idéia do filme é boa, mas não gostei dele. Haviam me falado MUITO bem deste filme. Não sei se por isso, achei-o muito fraco. Possui raros momentos engraçados, que apenas compensam algumas outras cenas embaraçantes e grosseiras. Mas não deixa de ser irreverente.
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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
16/01/2006
nota:Rate08
O humor que "BORAT" exala há muito tempo não se via em comédias. Talvez desde o último filme do grupo Monty Python ou mesmo do jornal Planeta Diário, da turma do atual Casseta & Planeta. Por vezes grosseiro, escatológico, mas inebriante, ah, isso sem dúvida alguma. Borat (Sacha Baron Cohen) é um repórter do Cazaquistão que no início do filme nos mostra o seu vilarejo (de uma pobreza invejável), sua família (e sua irmã, que, segundo ele, é a quarta prostituta de todo o Cazaquistão e seus hobbies (pingue-pongue, se bronzear com um maiô digno de uma São Paulo Fashion Week e espiar a mulherada no banheiro). O governo do Cazaquistão decide enviá-lo para os Estados Unidos para que ele possa trazer material que norteie o crescimento econômico e cultural da ex-república da URSS. Ao chegar a Nova Iorque tendo como trilha sonora "Everybody's talkin'", de Harry Nilson, do filme "PERDIDOS NA NOITE", aquele com Jon Voight e Dustin Hoffman. Ao invés de termos um cowboy chegando na megalópole, temos, isto sim, um repórter do Cazaquistão, cuja obsessão sexual é casar com a atriz Pamela Anderson, da série BAYWATCH. A viagem de BORAT através do continente americano é engracadissima. Ele se depara - e tira um sarro pesado - de judeus (o proprio Sara Baron Cohen e judeu), de gente de extrema direita do Texas que aprecia rodeios, de gente da televisao, do pessoas da Casa Branca, etc. Acho que todos sao afetados pelo "furacão" BORAT, a começar pelo presidente George W. Bush. A metralhadora humorística utiliza todos os meios para atingir os seus fins; ora mais rústicos, ora mais sofisticados. O ator Sara Baron Cohen mostrou ter "cojones" para enfrentar as conseqüências que o seu humor deixaria sobre os judeus, os fundamentalistas, enfim, sobre uma America atrasada que a maioria do mundo ignora a existência. Até o governo do Cazaquistão quis processá-lo. Porém, após perceber que o ataque do filme era sobre o imperialismo burro dos EUA, o governo retrocedeu na suas sanções e até quis homenagear o ator. O humor politicamente incorreto agradece. Numa época em que não se pode falar nada de mau de nenhuma instituição, todos ficam melindrados por qualquer crítica, Sara Baron Cohen ousou desafiar a tudo e a todos. Ah, e não percam a participação dele no filme "RICKY BOBBY: À TODA VELOCIDADE" (disponível nos importadores da nossa região), em que ele interpreta um piloto francês homossexual. Arrasador.
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Roberto
17/01/2006
nota:Rate010
Adorei!! A melhor comédia já vista por minha pessoa. Para quem não tem preconceitos, gosta de humor negro e acha que a vida é uma piada, eis o filme certo. Repetindo, isso se você não tem preconceitos..abrace essa.
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Renan Pinheiro
18/01/2006
nota:Rate07
A idéia é ótima, e a cena da briga no hotel vale o ingresso, mas de resto o filme força demais para arrancar a qualquer preço as risadas do público. Acaba sendo um filme mediano porém uma ótima diversão.
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Jorge
19/01/2006
nota:Rate010
Excelente, genial, humor apuradíssimo, o ponto mais interessante é quando ele se encontra com o grupo de estudantes e no final do filme ele classifica aquela experiência como uma das piores na viagem, genial e fulminante.
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Arielaa
20/01/2006
nota:Rate010
Engraçado, inteligente e ironico!!! para quem gosta de Jackass é O filme. e para quem não gosta, continua sendo um dos melhores filmes de comédia de todos os tempos.
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Kim Emmanuel
21/01/2006
nota:Rate09
O filme é muito bom... o atar é excelente.. quase acreditei que tudo aquilo era verdade.. que ele era mesmo do Kazaquistão, que a família era daquele jeito, ou seja, o cara manda muito bem de comédia. Valeu a pena ver o filme!!! Só não dou 10 porque acho que algumas coisas são ofensivas a cultura deles!
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Francisco Vilmario
22/01/2006
nota:Rate010
Um filme que mostra na integra o quanto os americanos são presunçosos e preconceituosos, foi difícil parar de rir vendo a cara dos yankes de indignação e de espanto, muiiito booommmm!
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leonardo
23/01/2006
nota:Rate03
Sinceramente, se o filme tenta passar uma crítica a sociedade americana, faz justamente o contrário, ridiculariza a cultura de um país (Cazaquistão) com um humor sarcástico, grosseiro, e mentiroso. Traz a cultura americana como a solução de um desenvolvimento cultural e social do Cazaquistão, objetivo da viagem do repórter.
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Helena Carvalhoa
24/01/2006
nota:Rate09
Não me lembro de nenhum filme em que eu tenha me contorcido de risada como neste filme. Extremamente engraçado e ainda serve como crítica ao povo americano. Sacha esta fantástico. Só não dou dez porque algumas cenas que eles dizem ser reais, foram claramente ensaiadas.
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Bruno Alves
25/01/2006
nota:Rate010
Já conhecia o Sacha através do filme Ali-G Indahouse que indico a qualquer um que queira rir.Mas em Borat Sacha se supera ao mostrar sua flexibilade como ator. Excelente filme pra quem quiser morrer de tanto rir. Vale também pela crítica.
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Guilherme Luna
26/01/2006
nota:Rate010
Muito bom! Fabuloso! Mostra realmente que pais "maravilhoso" os EU & A são.. como são receptivos e amistosos.. e nunca se sentem no topo do mundo e superiores as outras pessoas.. esse filme veio pra cutucar o american way of life.. e pelo visto conseguiu direitinho!
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Vitor
27/01/2006
nota:Rate010
Nunca em minha vida ri tanto com um filme. É realmente o unico filme que consegue fazer rir com a mesma intensidade do inicio ao fim. Ao ponto de voce considerar sair da sala devido a dor na barriga e nos musculos da face. Quem nao gostou, realmente pode se matar porque nao tem senso de humor nenhum. Nota MIL pra esse filme.
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Carlos Henrique
28/01/2006
O filme todo é um lixo ! É degradante!tentamos ensinar sobre ética e respeito ao próximo a nossas crianças, e a grande midia glorifica uma obra impregnada com preconceitos, que trás como justificativa mostrar o comportamento preconceituoso de outras pessoas ? Ah,corta essa ! Uma criança não saberia lidar com isso ! O que sera que ela faria ? Acharia apenas engraçado tratar judeus como seres perigosos ? Maltratar cristãos ? É uma vergonha que tenha ganho globo de ouro ! Faço essa critica não sem levar em consideração o fato de que Sacha Baron possa ter concebido a ideia de que expor esses comportamentos vergonhosos sobre o prisma do humor para que fizesse os expectadores refletirem, mas pq ele consegue o efeito reverso em maior escala ! Os adolecentes acham apenas engraçado e não dão a minima para as questões sociais e ideológicas. sinceramente, se não frearem esse processo de "liberação" da midía, onde dizem que o responsavel por regular a exposição ou não de seu filho a determinados programas ou mesmo filmes, é a própria familia, o caos estára estabelecido daqui a algum tempo.
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Attos Maciel
29/01/2006
nota:Rate05
Um filme um pouco apelativo em relaçao ao roteiro com palavras de baixo calao:mas nao deixa de ser um filme engraçadinho pela sua essencia em criticar a sociedade norte-americana que se diz um modelo para o mundo.
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Alípio França
30/01/2006
nota:Rate09
Apesar dos excessos, que acabam mostrando-se necessários em alguns momentos, 'Borat' mostra como ninguem o preconceito americano com outras nacionalidades, sua cultura calcada no moralismo hipócrita e como, guerras como a de Bush, têm tanto apoio da população. Ponto para Sacha Baron Cohen que com coragem, faz com eles, o mesmo retrato que qualquer país ou povo diferente recebe nos filmes americanos. Isso, claro, sem falar nas muitas piadas e naquela antologica luta no quarto do hotel.
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Thiago
31/01/2006
nota:Rate01
Filme totalmente de mau-gosto, de humor negro e racista. Garanto que se este filme trata-se de um jornalista brasileiro, muitos dos que hoje elogiam iriam ficar indignados, como os habiotantes do Cazaquistão devem estar.
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Fernandaa
01/02/2006
nota:Rate01
Borat não é um zero completo, a gente dá umas risadinhas de vez em quando. Eu gostei do sotaque dele, a maneira como ele anda, alguns trocadilhos como "retired" e "retard", alguns momentos de crítica como o hino e os "niggers".Mas, no geral, achei muito fraco, principalmente porque ele apela muito para o lado sexual. O filme ficaria bem melhor sem algumas falas e algumas cenas que dão vontade de levantar e ir embora. No entanto, para muitos, as coisas só fazem sentido pelo exagero.Não concordo com alguns críticos de que Borat é ignorante e inocente, achei que ele é idiota mesmo.Não creio que o filme mexa com preconceitos, você entra e sai do mesmo jeito, porque para rir um pouco é preciso "não pensar".
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Frederico
02/02/2006
nota:Rate09
Sublime o filme. Isso sim é cinema engajado. Usar a arte em toda a sua magnitude para transmitir uma mensagem. Além de ser uma ótima comédia, desnuda a sociedade americana como poucas obras já o fizeram. Resumindo: um filme muito inteligente.
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Anderson Alvino
03/02/2006
nota:Rate09
Bem no geral eu adorei o filme e no geral ele é um afronta entre culturas, se bem que ficou claro que todas akelas tradiçoes Casaques eram fictícias, e uma critica ao modo americano de vida. Bem todos tem direito a gostar ou não do filme, mas todos tem q admitir que ele possui um grande mérito: a ousadia! Isso é esplendoroso, pq desse modo sabemos q existem pessoas como Sacha, q ainda que não se rendem a hipocrisia do modo de viver atual.
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Robertaa
04/02/2006
nota:Rate010
Muito bom, hilário. Há mto tempo nao dou tanta risada com um filme como dei nesse. Apesar de ser tosco, o filme tem tiradas muito engraçadas. Obviamente sabemos que é um filme e q as pessoas do país não se comportam desta maneira. Precisa ter uma cabeça muito fechada pra não entender que se trata de uma brincadeira mto divertida por sinal, em que o ator consegue nos levar a acreditar que tudo aquilo é real. Muito bom mesmo!
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Danilo Cocuroci
05/02/2006
nota:Rate04
''Uma crítica à sociedade americana feita para americanos''. Essa definiçao foi a melhor que ouvi de um crítico. Humor ''pseudo-intelectual'', piadas totalmente previsíveis, algumas ate boas no contexto, mas sempre muito mal executadas, ate ai tudo bem, seria um filme como qualquer outro, mas adicione a essa ja fraca mistura, cenas de péssimo gosto e o resultado é um filme desagradável, típico filme que os intelectualoides vao se deliciar, a sociedade americana vai rolar de rir, que maravilha, e da-lhe indicaçao ao Globo de Ouro, ao Oscar, previsibilidade nota 1000.
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Maíra Côrtesa
06/02/2006
nota:Rate010
Um filme que mostra a reação dos hipócritas norte-americanos. Foi assim que consegui chegar a cuma conclusão. borat não é preconceituoso, ele mostra o preconceito. De certo um filme escrachado, mas msotrou mesmo uma realidade vista por poucos que estão do outro lado. Parabéns Cohen!! O mundo precisa ver que "Estados Unidos e América" passam longe da democracia e da verdadeira civilização!
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Fernandaa
07/02/2006
nota:Rate01
Sinceramente, o que falta nesse mundo é um pouquinho de bom humor e auto-crítica. Quando essas duas coisas vêm juntas, fica muito melhor! Falar mal de Borat é tão estúpido quanto criticar o episódio do Simpsons no Brasil. Foi engraçado, ué! Eu sei, e todo mundo sabe que o Brasil não é daquele jeito, MAS FOI ENGRAÇADO!! Como Borat!
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Uberg Dério
08/02/2006
nota:Rate07
Ao contrário do que dizem alguns, o filme mostra de maneira escrachada a visão que os americanos têm do resto do mundo. O filme é hilário em vários momentos. Quanto a minha nota, não costumo dar 10 simplesmente por ter gostado do filme, deve haver algo mais, mas nem por isso deixa de ser um ótimo programa.
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Guilherme Amorim
09/02/2006
nota:Rate02
Borat fracassou. Fracassou em tentar criticar entender a cultura americana.Fracassou ao tentar apresentar a cultura do Cazaquistão. Fracassou ao tentar ser um filme de comédia. O que se vê é uma versão Oriental de "Jackass", projeto pitoresco.É uma pena que tenhamos disponiveis tanto lixo...e tantas formas de perpetuação do preconceito com esse.
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Margaa
10/02/2006
nota:Rate05
Ofende, é revoltante e socialmente desconfortavel. O Cazaquistão nao deve ter ficado muito feliz... mesmo assim, morri a rir. A que abrir a mente e fazer dela tábua rasa para poder achar piada.
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João Felipe
11/02/2006
Um lixo, estupido e sem nenhum senso de humor. Isso nao pode ser nem classificado como filme, nem como nada. Terrível e nao vale a pena nem ser visto, ridiculo. Perca seu tempo com uma diarreia junto com caimbra do que com essa coisa demente e estupida.
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Victor Stifler
12/02/2006
nota:Rate010
Excelente e mto engraçado.. achei uma verdadeira crítica à hipocrisia norte americana, mas mta gente nao entendeu o filme, taxando-o de escatológico, homofóbico, racista, anti-semita, etc.. Na verdade, o filme eh para mostrar a reação americana à estes temas.
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Helton Ribeiro
13/02/2006
nota:Rate09
Muita gente não entendeu o filme, qualificando-o de racista, homofóbico, pró-americano etc. Pelo contrário, são justamente a hipocrisia e os preconceitos da sociedade americana que ele satiriza de forma demolidora. Só acho que o personagem deveria ser de um país fictício, para evitar que muitos interpretassem o filme como uma crítica ao Cazaquistão, já que na verdade a críitica é aos "U.S.&A.".
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Isabelli Lohana
14/02/2006
nota:Rate02
O fime é simplismente tosco! Dá vergonha de pensar que se pagou para ver aquilo.É um humor cinza que que se propõe a fazer críticas a sociedade americana mas não se arrisca em nada além do que todos já costumam falar sobre os eua a respeito de preconceitos e a guerra no iraque.Ele tem seus momentos engraçados mas é tudo muito idiota e algumas cenas são pra lá de pesadas e de péssimo gosto!Melhoe evitar levar comida para a sala poisa pessoa se enoja das escrotices que presencia. Enfim, este é mais um daqueles filmes de humor barato,sujo,burro... os dois pontos valem pelo seu único mérito; o filme é bem curto.
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Baruck
15/02/2006
nota:Rate01
Achei este filme um completo lixo! O argumento é mostrar "como os norte-americanos são preconceituosos, intolerantes, bitolados" e essas coisas que todo mundo já está cansado de saber. Mas, do jeito que as cenas foram concebidas - forçadíssimas -, a reação das pessoas ao redor dele não seria muito diferente nos EUA, China, Lua, Brasil ou no próprio Cazaquistão, de onde supostamente vem o charlatão do filme. O cara simula masturbação em frente a uma vitrine, tenta beijar homens desconhecidos pela rua pois supostamente é um costume de seu país(o que definitivamente é falso - beijos de homens árabes ocorre entre amigos, parentes, fechando acordos... não é qualquer um pela rua, do tipo "vem cá e me dá um beijo"), anda pelas ruas perguntando pra qualquer mulher quanto ela cobra pelos "serviços", solta galinha no metrô... enfim, um comportamento típico do Cazaquistão... fala sério! Conclusão: mal feito, sem graça e, ele próprio, duplamente preconceituoso - com os EUA e o com o próprio Cazaquistão. Mas há quem goste de filme assim e por isso ele são feitos. "Pânico" é um sucesso do cinema. Vai entender! Se quiser ver realmente uma boa e inteligente comédia, assista a "Scoop, o Grande Furo", de Woody Allen, e deixe de lado esses pastéis de estrume. Sem mais.
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Humberto Lima
16/02/2006
nota:Rate010
10, 10, 10. Filme fantástico, se você estiver despido de preconceito (embora pareça o contrário, como alguns desavisados que dão nota baixa ao filme fazem parecer). Na verdade ele mete o dedo na ferida do preconceito e nos faz perceber o quanto ela doi! E depois, quando saio de casa, para ir ao cinema, por exemplo, quero mais é me divertir; e esse filme realmente diverte com humor ousado e inteligente!
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Helena Amorima
17/02/2006
nota:Rate07
O personagem e a idéia do filme são bastante originais. Mostra a grande diferença de cultura e educação entre os dois países. Há, entretanto, cenas que são dispensáveis o que faz se arrastar um pouco. No mais, é divertido. Boa comédia.
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Ígor Wildmann
17/02/2006
nota:Rate010
O humor não é nada fino, sem dúvida. Mas fico espantado que, com toda a escatologia do filme, ainda assim haja tantas divergências de interpretação. Não é possível que alguém pense ser veorssímil a caricatura grosseira que Cohen fazia sobre a cultura do Cazaquistao. É ridículo pensar que o filme aponta os EUA como panacéia para qualquer país. Nem isso, nem o contrário. Sacha Baron Cohen não ridiculariza os preconceitos americanos, nem os cazaques. A INTOLERÂNCIA, OS NACIONALISMOS E OS PRECONCEITOS DE QUALQUER ESPÉCIE SÃO RIDICULARIZADOS AO EXTREMO. A cena que ele e seu amigo, ao entrar numa pousadinha de dois simpáticos velhinos, fogem apavorados ao descobrirem que seus gentis anfitriões eram judeus, além de ser absolutamente hilária, mostra isso claramente. A crítica de Borat é contra o preconceito e que há em todos nós. Para isso, ele se faz de imbecil para fazer aflorar sem pudor a imbecilidade de seu interlocutores. E quem sabe de seus espectadores.
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Leandro
18/02/2006
nota:Rate08
O filme é muito interessante. A idéia de expor as diferenças culturais (de uma maneira exagerada, é claro!)nos remete a refletir (e não só aos americanos) sobre quando muitas vezes julgamos a cultura de um povo em relação a outra e não temos a consciência de que nenhuma cultura é melhor que outra... E para isso, nada melhor do que comparar esteriótipos caricaturizados de uma cultura muçulmuna em relação a prepotência dos americanos. Apesar de algumas situções serem um tanto quanto forçadas, algumas cenas, com situações simples, demonstram claramente a essência do filme. E a idéia do documentário foi fantástica! Uma comédia totalmente diferente de tudo que já assisti!Vale a pena assistir!
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Alexandre Cysne
19/02/2006
nota:Rate01
Algumas cenas engraçadas, e só. O filme é fraco e muito preconceituoso. Não vale o ingresso. É um Pânico na TV muito piorado. Em algumas cenas chega a dar nojo.
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Kátiaa
20/02/2006
nota:Rate09
Apesar da grotesca cena da briga dos dois pelados, um filme ótimo . Só viu ofensas ao Cazaquistão e aos judeus quem nao entende ironias. É um filme que desnuda a sociedade americana atual.
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Carlos Henrique
21/02/2006
O filme é de um humor maravilhoso. Muito inteligente, que demonstra a ignorancia do povo americano. Os americanos adoram fazer filmes e falar mal dos outros, mas quanto é dentro de sua própria casa, eles ficam bravos. Parabéns.
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Fernando Jordan
22/02/2006
nota:Rate08
É um bom filme, mas amargo. Retrata bem a ignorância da sociedade humana em geral. Chamar de comédia e rir de tal filme é demonstrar total falta de sensibilidade pela realidade humana.
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Maxmiana Lemosa
23/02/2006
nota:Rate09
Um filme corajoso!! mete o dedo na ferida di preconceito norte-americano! é muito bom, uma comédia de rolar de rir. Uma pena que seja mal visto e interpretado.
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Fabianaa
24/02/2006
Joguei o meu tempo e o meu dinheiro no lixo. Pela primeira vez na minha vida saí do cinema antes de acabar o filme. Não achei graça nenhuma nas piadas escatológicas e sem inteligência alguma. Foi o pior jeito que se poderia encontrar pra fazer chacota com os EUA ou com o Cazaquistão. Péssimo.
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Marco Tavares
25/02/2006
nota:Rate010
Borat é um filme destinado as pessoas com senso crítico universal, e mente aberta. Através das falsas atitudes racistas do personagem, mostra-se a verdadeira atitude racista dos americanos. Apesar de uma comédia escrachada, no final leva-se uma grande lição para casa.
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Sérgio Jones
26/02/2006
nota:Rate01
Sacha Baron Cohen é considerado, em terras britânicas, um bom comediante. Borat nasceu em um daqueles programas de TV com humor britânico, pelo lado duvidoso e politicamente incorreto. Mas há bom humor britânico, que não é esse. Antes de Borat, nunca havia ouvido falar desse ator. De repente esse filme terrivelmente doentio, onde um personagem-reporter sai exibindo racismo, homofobia, misoginia e antisemitismo. Tudo isso junto é dose! Está certo que os americanos vivam na sua hipócrita vidinha, olhando apenas para o umbiguinho de seu Tio Sam. Mas este filme é ruim, não tem direção, não é arte cinematográfica. Não admito filme pela metade e este Borat não consegue chegar a essa metade. Só não dei zero porque alguém deve ter sido enganado na hora em que pensaram em rodar um troço ridículo desses. Por favor, não rodem um segundo Borat.
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Alessandraa
27/02/2006
nota:Rate010
Simples e perfeito! Faz muito tempo que eu não achava um filme tão engraçado,o último foi "O Monstro" do Begnini! O "Sacha" está de parabéns! É uma pena que nem todos aprovaram...mas gosto é gosto e esse não se discute!
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Alan Impédoclis
28/02/2006
nota:Rate08
O filme é hílario, mas passa pro espectador a dúvida se é ou não verdadeiro. na verdade quando assisti fiquei me perguntando se as reações dos americanos erea ou não naturais, recomendo ler algo sobre o filme se for assisti-lo.
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Cláudio Opazo
01/03/2006
nota:Rate05
Esse filme poderia ter sido feito pelo joão kleber. Não sou nem um pouco fã da pamela anderson, mas o que fizeram com ela foi literalmente agressão fisica, tentar enfiar a mulher num saco e sequestra-la?
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Bruno
02/03/2006
nota:Rate08
O filme não exalta preconceito algum! Apenas deixam claras as diferenças culturais que podem existir entre as comunidades. Em todas as culturas existem conceitos e preconceitos, e julga-las seria uma forma errada de tentar compreende-las. Borat é sublime pois não julga, mostra. Quem faz o julgamento por ele, pelo jeito, é quem senta na cadeira do cinema.
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Lucas do Carmo
03/03/2006
nota:Rate02
Sei lá, dizer que achei o filme sem graça seria hipocrisia. O filme tem uma idéia boa, um roteiro, em partes, considerável, mas o elenco tem uma atuação que fica devendo até mesmo ao "Zorra Total" em termos de humor. Borat é por vezes chato, complicado, e com um humor de baixo nível. Resumindo, não gostei. Acho que quando se produz um filme deve-se ter em mente o que vai ser exposto ao público, e o que vimos foi nada de anti-americanismo, nada de cazaquistão, e muito menos diversão.
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Bruno
04/03/2006
nota:Rate08
O filme possui um enredo um tanto diferente, quando se começa a assistir, ele nos leva a acreditar que vamos nos diveritir com aquelas piadas semelhantes ás do panico na tv, com todo aquele sarcasmo, mas não passa de um filme sem propósito, sem conceitos e com muito mal gosto.
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Marcelo U.
05/03/2006
nota:Rate010
Acima de tudo é um filme que dá o que falar, seja para o bem ou para o mal, é só ver a quantidade de posts deste fórum. Borat é hilariante, e tem um diferencial. Faz-nos rir do início ao fim, além de sim ser uma crítica, na minha opinião a sociedade preconceituosa em que vivemos, ou seja, faz uma crítica ao burro preconceito seja ele qual for. Mostra que simplesmente exiastem culturas difrentes e que umas são diferntes das outras, mas que nao passam de diferentes culturas.
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David
06/03/2006
nota:Rate010
O melhor filme de todos os tempos,em termos de comedia, é divertido, muito engraçado e nos tira da rotina de sempre,nas piadas. E para todos os que deram nota baixa todos mesmo,são umas pessoas que tem sempre a mesma rotina,em piadas, como pro exemplo:``obrigado por fumar´´, pelo amor de Deus isso e mais velho que eu.
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Cissaa
07/03/2006
nota:Rate07
O filme é uma comédia diferente das americanóides o que estamos acostumados, talvez por isso cause repulsa de muitas pessoas. Mas é uma crítica inteligente à cultura norte-americana. Tem algumas cenas desnecessárias, sim, mas quem achou o filme grosseiro não pegou o "espírito da coisa".
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Fernandaa
08/03/2006
nota:Rate01
Filme de muito mau gosto, sem propósito...não me acrescentou em nada, apenas me fez sentir muito nojo com cenas tão degradantes.Não fiquei até o final, saí chateada de ter pago pra assistir um filme que achei que se tratasse de uma comédia e me deparei com uma sujeirada sem fim...nota 0!
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Mariana Kraussa
09/03/2006
nota:Rate02
Péssimo. Apesar de ter muita gente que adorou, não me divertiu nem um pouco. Posso dizer que não sou uma pessoa cheia de pudores, mas realmente a forçação de barra é muito grande. A melhor definição do filme, li na Folha de S Paulo: Borat faz parte daquilo que quer denunciar.
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Gérson
10/03/2006
nota:Rate010
Ótimo filme !!! aqueles que criticam com certeza não entenderam o que o filme quer passar ai acham que é preconceituoso e grosseiro mas na verdade é uma critica ao povo americano de uma forma muito engraçada. Quem enxergar diferente disso não quer aceitar a realidade.
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Filipe
11/03/2006
nota:Rate02
Uma das piores porcarias que já vi na minha vida. Doentio, desnecessário, estúpido e nojento. Há outras formas de se criticar o "modo americano" de ser, mas essa, certamenten te, não é a melhor (bem ao contrário). Ainda bem que não paguei pra ver essa verdadeira droga!
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Walter Neto
12/03/2006
nota:Rate09
Borat faz a comédia que machuca os corações de muitos, mas é uma ferida necessária. Coloca em cheque o comportamento, as crenças, a imagem. Tudo que se têm como padrão deve ser reavaliado após assistir à um filme como este.
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Joanaa
13/03/2006
nota:Rate04
Um filme mais que desnecessário, mau mesmo. Muito repetitivo e com cenas MUITO forçadas. Cheio de clichês e exageros. Dá para rir em duas ou três cenas, mas longe de provocar gargalhadas. Uma comédia fraquinha.
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henriqque
26/10/2009

Fraco, achei que era melhor pelo que o pessoal fala...


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Adriana
26/10/2009

10 zeros, é o pior filme que já ví.


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I love movie
27/10/2009

É o filme mais doido q ja vi! Tem partes engraçadas, mas tbm tem partes muito baixas.


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Marco
07/11/2009

Paul Bettany tem se mostrado um ator muito sério e comprometido com os seus personagens. Quero entender pq estão enrolando tanto para lançar "CREATION" em que ele interpreta o ciêntista naturalista CHARLES DARWIN. Uma das histórias mais ricas e fantásticas que já existiram (Alberto Santos Dumont também merecia um grande filme). Espero que parem de lançar coisas do Tipo Caçadores de vampiras lesbicas,(o título já é de doer) no cinema... e comecem a lançar bons filmes. Espero poder assistir a atuação desse jovem ator no filme CREATION muito em breve !!! Estou muito ancioso...o filme já saiu mas nada de vir para cá !


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Marcos Josian
14/02/2010
nota:Rate02

Muito ridiculo, Sem graça, Não gostei muito fracoooo!!!


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