O Bom Pastor

O Bom Pastor 2010-05-22 Francisco

Título original: (The Good Shepherd)

Lançamento: 2006 (EUA)

Direção: Robert De Niro

Atores: Matt Damon, Angelina Jolie, Alec Baldwin, Tammy Blanchard.

Duração: 167 min

Gênero: Drama

Status: Arquivado

5           10 18 5

(18 votos)

                   

Sinopse

Desde sua trágica infância Edward Bell Wilson (Matt Damon) aprendeu a ser discreto e ter compromisso com a honra. Em 1939, quando era aluno da Universidade de Yale, foi recrutado para participar da sociedade secreta Skull and Bones, uma fraternidade voltada para desenvolver futuros líderes mundiais. Sua mente afiada, a reputação irretocável e sua crença nos valores americanos o tornaram o candidato ideal para uma carreira na Inteligência. Com isso Edward é selecionado para integrar o Escritório de Serviços Estratégicos (OSS), durante a 2ª Guerra Mundial. Neste período Edward e seus companheiros trabalham na criação da CIA, uma organização em que a duplicidade é uma exigência e que nada aparenta ser o que realmente é.

 

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Elenco

Matt Damon

(Edward Bell Wilson)

Angelina Jolie

(Clover / Margaret Ann Russell)

Alec Baldwin

(Sam Murach)

  • Tammy Blanchard (Laura)
  • Billy Crudup (Arch Cummings)
  • Robert De Niro (General Bill Sullivan)
  • Keir Dullea (Senador John Russell, Sr.)
  • Michael Gambon (Dr. Fredericks)
  • Martina Gedeck (Hanna Schiller)

Comentários

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Janaínaa em 11/01/2006Nota: 4.5     

Ótimo filme! Requer muita atencao, mas e excelente principalmete para quem gosta de historia. Apesar de extenso, nao da para sentir o tempo passar. O fato de ser atemporal prende a atencao do espectador durante todo filme.

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Leonardo Brito em 05/01/2006

O filme é horrível !!!! É extremamente monótono, as atuações de todos os atores foi um desastre, o filme é sem vida o roteiro é cansativo e muito chato sem fala que o filme é exageradamente longo e tem erros grosseiros como personagens que nunca envelhecem, eu não agüentei e sai do cinema perto do fim.

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Silvania Hudsona em 14/01/2006Nota: 3.5     

É um bom filme, mas muito longo. Algumas cenas acrescetam pouco e alguns personagens aparecem do nada para nada.Vale a pena ver o elenco de primeira atuando junto.

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Fábio de Oliveira Ribeiro em 04/01/2006Nota: 5     

OS INFILTRADOS, uma ficção nada pueril em que criminalidade e legalidade se interpenetram para dar ao público um espetáculo da novo nacionalismo americano da era Bush, ganhou vários prêmios em 2007. Todos merecidos. Entretanto, o melhor filme de 2007 é sem dúvida alguma O BOM PASTOR. Em temos de ação, violência e efeitos especiais o filme deixa a desejar. É o primeiro filme de agentes secretos em que não ocorre nenhuma perseguição de carros em alta velocidade e nenhuma troca de tiros espetacular com inúmeros mortos. O protagonista não utiliza nenhuma daquelas maravilhas tecnológicas que imortalizaram 007. O filme foi rodado à moda antiga, sem efeitos especiais ou colocação de câmeras em ângulos inusitados (a única exceção é o plano aéreo de Berlim destruída que se aproxima até chegar aos personagens, cena em que há evidente uso de computação gráfica). As três coisas que sobressaem no filme são: roteiro, ambientação e interpretação, não necessariamente nesta ordem. O roteiro foi construído para dar ênfase aos aspectos psicológicos das disputas entre americanos, russos e ingleses. As pequenas e grandes traições que ocorrem durante a Guerra Fria isolam os agentes secretos num mundo particular, em que o valor da verdade é relativo e a desconfiança uma constante, uma arma defensiva e ofensiva. Todos os atores escolhidos conseguiram criar personagens fortes, cujos relacionamentos são marcantes. À medida que a trama se desenvolve em alguns momentos o protagonista se torna coadjuvante e alguns coadjuvantes assumem o papel de protagonistas. Quem é o personagem mais importante? Difícil dizer. A ambigüidade no desenvolvimento da película ajuda a passar para expectador uma idéia clara do ambiente da Guerra Fria. As tomadas externas são primorosas. Os detalhes de época também. O expectador fica com a nítida impressão de que as décadas de 1940, 1950 e 1960 passaram a fazer parte de sua própria experiência pessoal. Isto se deve à meticulosa escolha de paisagens, associadas a veículos e vestimentas. Nas tomadas internas os detalhes de época na decoração dos ambientes também merece destaque. Sem apelar para um patriotismo canhestro, Robert de Niro conduz o roteiro de maneira equilibrada. Dá uma discreta ênfase a grande mentira que perpetuou a Guerra Fria em benefício dos fabricantes de armas "made USA" (a grande mentira era o poderio militar russo). A vergonhosa derrota na Baia dos Porcos quando da tentativa de invasão de Cuba é creditada a traição de um agente da CIA. O aspecto mais interessantes do filme é a confusão entre público e privado. Uma sociedade secreta (Skull and Bones, da qual George W. Bush faz parte) é o local privilegiado onde a política pública de segurança dos EUA é discutida e organizada. A referida sociedade secreta cria a CIA e nomeia sues principais agentes. Mas a maior qualidade do filme é mostrar como o jogo de informação e contra-informação, de lealdade e deslealdade afeta as vidas pessoais dos envolvidos. A partir de determinado ponto alguns já não sabem exatamente para quem trabalham e que tipo de trabalho estão realizando. Exemplo disto é a tortura de um desertor russo autêntico porque um agente russo infiltrado se passa por ele e goza de crédito dentro da CIA. A eficiência e ineficiência da agência de inteligência americana foram exploradas de maneira nada teatral. Toda época tem seu filme. Este é sem dúvida alguma o filme da era Bush. Não só porque ele faz parte da sociedade secreta referida na película, mas porque a CIA, que ainda goza de um poder fabuloso, teve seu prestígio arranhado porque não evitou os atentados de 11/09/2001 e ajudou a difundir a mentira de que o Iraque de Saddan Husein tinha armas de destruição em massa. Até o coroinha da mais modesta paróquia do interior baiano sabia não existirem referidas armas. Informação e contra-informação são tratadas ao longo da trama de uma maneira absolutamente realística. Não é a análise judiciosa delas que cria uma realidade plausível a partir da qual os personagens decidem o que fazer ou não fazer. São as próprias informações e contra-informações disseminadas constantemente que se encarregam de criar as realidades em que as personagens se movimentam e obrigam os demais a se movimentar. Erro e acerto se confundem, como no caso do verdadeiro desertor russo que é maltratado enquanto fala a verdade e morre desacreditado. Para se ter uma idéia do problema que esta confusão representa na vida real reproduzo aqui as palavras de Eliot Weinberger no seu livro Crônicas da Era Bush (Record, 2006):"Um consultor sênior' de Bush, cujo nome não foi revelado, declarou recentemente ao jornalista Ron Suskind que pessoas como Suskind eram membros do que nós chamamos de comunidade baseada na realidade': aqueles que acreditam que as soluções emergem do estudo judicioso da realidade discernível'. Contudo, ele explicou, esta não é mais a forma através da qual o mundo realmente funciona. Nós somos um império agora e, quando agimos, criamos nossa própria realidade. E, enquanto você estiver estudando esta realidade (...) agiremos mais uma vez, criando outras novas realidades, que você poderá analisar também, e é assim que se organizam as coisas. Somos os atores da história, e você, todos vocês, serão encarregados apenas de estudar o que fazemos'." Esta longa citação ajuda-nos a compreender como o filme ilustra o que há de pior na era Bush. O governo Bush trata com absoluto descaso a análise judiciosa da informação e contra-informação. Nada lhe importa senão agir, senão criar realidades que atendam os interesses americanos (ou daqueles que colocaram ele e sua equipe na Casa Branca). Bush e seus comparsas já demonstravam a que vieram: se para criar realidades tiverem ignorar o Direito Internacional, manipular o sentimento religioso e desinformar sua própria população a justiça, a decência e a verdade não serão obstáculos. O BOM PASTOR é imperdível pois faz pensar. Pensar como o mundo seria melhor sem sociedade secretas e, principalmente, sem este monstrengo chamado CIA.

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Jones Comoreto em 13/01/2006Nota: 4     

Filme bastante interessante. No estilo "filme cabeção". As atuações estão excelentes (destaque para Matt Damon, fazendo um papel em que não soca ou atira em ninguém). Embora a trama demore quase três horas para se enrolar, vale a pena tentar decifar o quebra-cabeça.

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Almir da Costa em 10/01/2006Nota: 2.5     

Embora a idéia seja boa e a trama tenha um desfecho interressante, o filme é longo demais e maçante em algumas horas.... na minha sessão mais de 10 pessoas saíram antes de fim do filme. é um filme difícil e q não agrada a todos.

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Marcel em 02/01/2006Nota: 1.5     

Péssimo filme, mal explicado, excesso de personagens, mudanças da linha de tempo mal explicadas. Extremamente longo, diálogos mal feitos...filme muito morno e certos fatos apresentados q não acrescentam nada, só confudem mais! muito confuso e do começo ao fim não se entende qual o objetivo do De Niro...e realmente, se ele demorou 10 anos pra escrever essa história, é melhor desistir da carreira de diretor.

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Helena Carvalhoa em 07/01/2006Nota: 4     

Um dos melhores filmes do gênero mostrando coisas antes nunca mostradas. Robert de Niro que a muito tempo vinha se mostrando um ator cada vez mais fraco, agora mostra que como diretor ele sabe das coisas. O filme tem um grande elenco e é bom ver JOe Pesci de volta. O problema é que o filme podia ser mais curto, em alguns momentos ele aparece meio arrastado e os personagens não parecem envelhecer. Fora isso é um grande filme.

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Bruno Fidelis Gomes em 12/01/2006Nota: 3.5     

Um filme bom, mas que se enrosca em sua grande duração e seu roteiro cheio de ida e vinda que deixa o espectador cansado e sem interesse de acompanhar a trama! Salva-se pela brilhante atuaçao do elenco impecável, em especial Matt Damon e Angelina Jolie.

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Kirlyen em 03/01/2006Nota: 3.5     

O filme tem uma boa idéia, mas poderia ser melhor abordado, explicado, o roteiro peca porque prolongou em três horas oi que caberia tranquilamente em duas.não tem uma força de expressão muito grande.apesar de ter uma idéia original, não agradou tanto assim.ótimo elenco, mas destaque para Matt Damon.

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