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Péssimo filme, mal explicado, excesso de personagens, mudanças da linha de tempo mal explicadas. Extremamente longo, diálogos mal feitos...filme muito morno e certos fatos apresentados q não acrescentam nada, só confudem mais! muito confuso e do começo ao fim não se entende qual o objetivo do De Niro...e realmente, se ele demorou 10 anos pra escrever essa história, é melhor desistir da carreira de diretor. |
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O filme tem uma boa idéia, mas poderia ser melhor abordado, explicado, o roteiro peca porque prolongou em três horas oi que caberia tranquilamente em duas.não tem uma força de expressão muito grande.apesar de ter uma idéia original, não agradou tanto assim.ótimo elenco, mas destaque para Matt Damon. |
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OS INFILTRADOS, uma ficção nada pueril em que criminalidade e legalidade se interpenetram para dar ao público um espetáculo da novo nacionalismo americano da era Bush, ganhou vários prêmios em 2007. Todos merecidos. Entretanto, o melhor filme de 2007 é sem dúvida alguma O BOM PASTOR. Em temos de ação, violência e efeitos especiais o filme deixa a desejar. É o primeiro filme de agentes secretos em que não ocorre nenhuma perseguição de carros em alta velocidade e nenhuma troca de tiros espetacular com inúmeros mortos. O protagonista não utiliza nenhuma daquelas maravilhas tecnológicas que imortalizaram 007. O filme foi rodado à moda antiga, sem efeitos especiais ou colocação de câmeras em ângulos inusitados (a única exceção é o plano aéreo de Berlim destruÃda que se aproxima até chegar aos personagens, cena em que há evidente uso de computação gráfica). As três coisas que sobressaem no filme são: roteiro, ambientação e interpretação, não necessariamente nesta ordem. O roteiro foi construÃdo para dar ênfase aos aspectos psicológicos das disputas entre americanos, russos e ingleses. As pequenas e grandes traições que ocorrem durante a Guerra Fria isolam os agentes secretos num mundo particular, em que o valor da verdade é relativo e a desconfiança uma constante, uma arma defensiva e ofensiva. Todos os atores escolhidos conseguiram criar personagens fortes, cujos relacionamentos são marcantes. À medida que a trama se desenvolve em alguns momentos o protagonista se torna coadjuvante e alguns coadjuvantes assumem o papel de protagonistas. Quem é o personagem mais importante? DifÃcil dizer. A ambigüidade no desenvolvimento da pelÃcula ajuda a passar para expectador uma idéia clara do ambiente da Guerra Fria. As tomadas externas são primorosas. Os detalhes de época também. O expectador fica com a nÃtida impressão de que as décadas de 1940, 1950 e 1960 passaram a fazer parte de sua própria experiência pessoal. Isto se deve à meticulosa escolha de paisagens, associadas a veÃculos e vestimentas. Nas tomadas internas os detalhes de época na decoração dos ambientes também merece destaque. Sem apelar para um patriotismo canhestro, Robert de Niro conduz o roteiro de maneira equilibrada. Dá uma discreta ênfase a grande mentira que perpetuou a Guerra Fria em benefÃcio dos fabricantes de armas "made USA" (a grande mentira era o poderio militar russo). A vergonhosa derrota na Baia dos Porcos quando da tentativa de invasão de Cuba é creditada a traição de um agente da CIA. O aspecto mais interessantes do filme é a confusão entre público e privado. Uma sociedade secreta (Skull and Bones, da qual George W. Bush faz parte) é o local privilegiado onde a polÃtica pública de segurança dos EUA é discutida e organizada. A referida sociedade secreta cria a CIA e nomeia sues principais agentes. Mas a maior qualidade do filme é mostrar como o jogo de informação e contra-informação, de lealdade e deslealdade afeta as vidas pessoais dos envolvidos. A partir de determinado ponto alguns já não sabem exatamente para quem trabalham e que tipo de trabalho estão realizando. Exemplo disto é a tortura de um desertor russo autêntico porque um agente russo infiltrado se passa por ele e goza de crédito dentro da CIA. A eficiência e ineficiência da agência de inteligência americana foram exploradas de maneira nada teatral. Toda época tem seu filme. Este é sem dúvida alguma o filme da era Bush. Não só porque ele faz parte da sociedade secreta referida na pelÃcula, mas porque a CIA, que ainda goza de um poder fabuloso, teve seu prestÃgio arranhado porque não evitou os atentados de 11/09/2001 e ajudou a difundir a mentira de que o Iraque de Saddan Husein tinha armas de destruição em massa. Até o coroinha da mais modesta paróquia do interior baiano sabia não existirem referidas armas. Informação e contra-informação são tratadas ao longo da trama de uma maneira absolutamente realÃstica. Não é a análise judiciosa delas que cria uma realidade plausÃvel a partir da qual os personagens decidem o que fazer ou não fazer. São as próprias informações e contra-informações disseminadas constantemente que se encarregam de criar as realidades em que as personagens se movimentam e obrigam os demais a se movimentar. Erro e acerto se confundem, como no caso do verdadeiro desertor russo que é maltratado enquanto fala a verdade e morre desacreditado. Para se ter uma idéia do problema que esta confusão representa na vida real reproduzo aqui as palavras de Eliot Weinberger no seu livro Crônicas da Era Bush (Record, 2006):"Um ‘consultor sênior' de Bush, cujo nome não foi revelado, declarou recentemente ao jornalista Ron Suskind que pessoas como Suskind eram membros ‘do que nós chamamos de comunidade baseada na realidade': aqueles que ‘acreditam que as soluções emergem do estudo judicioso da realidade discernÃvel'. Contudo, ele explicou, ‘esta não é mais a forma através da qual o mundo realmente funciona. Nós somos um império agora e, quando agimos, criamos nossa própria realidade. E, enquanto você estiver estudando esta realidade (...) agiremos mais uma vez, criando outras novas realidades, que você poderá analisar também, e é assim que se organizam as coisas. Somos os atores da história, e você, todos vocês, serão encarregados apenas de estudar o que fazemos'." Esta longa citação ajuda-nos a compreender como o filme ilustra o que há de pior na era Bush. O governo Bush trata com absoluto descaso a análise judiciosa da informação e contra-informação. Nada lhe importa senão agir, senão criar realidades que atendam os interesses americanos (ou daqueles que colocaram ele e sua equipe na Casa Branca). Bush e seus comparsas já demonstravam a que vieram: se para criar realidades tiverem ignorar o Direito Internacional, manipular o sentimento religioso e desinformar sua própria população a justiça, a decência e a verdade não serão obstáculos. O BOM PASTOR é imperdÃvel pois faz pensar. Pensar como o mundo seria melhor sem sociedade secretas e, principalmente, sem este monstrengo chamado CIA. |
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O filme é horrÃvel !!!! É extremamente monótono, as atuações de todos os atores foi um desastre, o filme é sem vida o roteiro é cansativo e muito chato sem fala que o filme é exageradamente longo e tem erros grosseiros como personagens que nunca envelhecem, eu não agüentei e sai do cinema perto do fim. |
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Filme discorre sobre a formação e desenvolvimento do serviço secreto americano a CIA, sobre os olhos de um funcionário, Edward Wilson (Matt Damon) que dedica sua vida profissional e pessoal à Agência. Direção exemplar de Robert de Niro em seu segundo longa após Desafio no Bronx e elenco de peso pesado com ótimas atuações. Vale destacar, também, o roteiro muito bem escrito. |
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Um dos melhores filmes do gênero mostrando coisas antes nunca mostradas. Robert de Niro que a muito tempo vinha se mostrando um ator cada vez mais fraco, agora mostra que como diretor ele sabe das coisas. O filme tem um grande elenco e é bom ver JOe Pesci de volta. O problema é que o filme podia ser mais curto, em alguns momentos ele aparece meio arrastado e os personagens não parecem envelhecer. Fora isso é um grande filme. |
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Ninguém contesta que Robert de Niro é um grande ator, mas o filme " O bom pastor" mostra que além disto é também um grande diretor. A fotografia linda, uma trilha sonora espetacular e um elenco excelente. Matt Damon, irrepreensÃvel, rouba o filme com uma interpretação densa, angustiada e, principalmente, sutil. Não precisa dizer nada: tudo é passado através de silêncios e pausas. William Hurt , John Turturro e o próprio De Niro se destacam em papéis coadjuvantes , junto a outros atores de primeira linha . Angelina Jolie tem uma participação pequena, mas soube tirar partido de todos os seus momentos. |
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Antes do lançamento, criei boas expectativas sobre o filme. Uma constelação tão brilhante quanto a de "Onze Homens e Um Segredo", mas com um tema central mais interessante (e com promessa de abordagem mais séria). Elementos que, por si só, poderiam garantir algumas horas de deleite cinematográfico. Jamais pude imaginar que assistiria a um filme tão sonolento e confuso. Robert De Niro quis tirar um monstro da gaveta antes que ele o engolisse. Conseguiu alimentá-lo com um manjar que desandou e o empurrou para Hollywood. . Um roteiro que se perde em meio a idas e vindas no tempo, somando a isso uma colaboração decisiva das péssimas atuações de um elenco milionário. Matt Damon mostra que está com a carreira engessada num único tipo. Quem vê uma de suas atuações, já viu todas. Já Angelina Jolie não serve para papéis mais densos, pois não convence ninguém com as mesmas caras e bocas que as revistas estampam incansavelmente. Robert De Niro escolheu para si e para Alec Baldwin personagens tão rasos que nem valeu a pena vê-los em cena. Joseph Palmi (Joe Pesci) foi tão importante na história quanto um casaco pendurado numa cadeira. Salvam-se John Turturro, que conseguiu desenvolver um bom personagem, Tammy Blanchard, representando a surda Laura e mais uma ou outra atuação, das tantos atores que aparecem e somem durante o filme. Enfim, uma bela bomba esse "O Bom Pastor". Há quem diga que é um filme para se ver novamente, para tentar digeri-lo melhor. Mas que tem coragem de se sacrificar tanto após uma safra de bons filmes? |
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Embora a idéia seja boa e a trama tenha um desfecho interressante, o filme é longo demais e maçante em algumas horas.... na minha sessão mais de 10 pessoas saÃram antes de fim do filme. é um filme difÃcil e q não agrada a todos. |
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Ótimo filme! Requer muita atencao, mas e excelente principalmete para quem gosta de historia. Apesar de extenso, nao da para sentir o tempo passar. O fato de ser atemporal prende a atencao do espectador durante todo filme. |
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Um filme bom, mas que se enrosca em sua grande duração e seu roteiro cheio de ida e vinda que deixa o espectador cansado e sem interesse de acompanhar a trama! Salva-se pela brilhante atuaçao do elenco impecável, em especial Matt Damon e Angelina Jolie. |
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Filme bastante interessante. No estilo "filme cabeção". As atuações estão excelentes (destaque para Matt Damon, fazendo um papel em que não soca ou atira em ninguém). Embora a trama demore quase três horas para se enrolar, vale a pena tentar decifar o quebra-cabeça. |
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É um bom filme, mas muito longo. Algumas cenas acrescetam pouco e alguns personagens aparecem do nada para nada.Vale a pena ver o elenco de primeira atuando junto. |
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Um filme muito bore, porém, que em alguns momentos fica muito monotono e cahtoi cochelei umas 2 vezes, mas vale a pena encrar uma sessão cedo, Matt Damon está perfeito,e Robert de Niro mostra pulso firme na direção, mostrando que pode haver uma grande carreira de diretor pela frente, a tecnica é otima e existem cenas realmente otimas (atente para a cena do avião), emfim um otimo filme. |
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Não sei nem porque não dei nota "zero". O filme tem o elenco muito grande, os personagens não envelhecem, o tempo cronológico do filme fica muito confuso. Mas o ponto mais negativo do filme é a falta de acontecimentos que prendam a atenção. Por isso ficou um filme muito monótono.... cheguei a dormir no cinema.Péssimo filme. Não recomendo a ninguém. |
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Tem um bom Chamariz ... mas é muito morno... |
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| 2 - | Simplesmente Complicado | 6 | 9 |
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| 4 - | Idas e Vindas do Amor | 6 | 31 |
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| 8 - | Alvin e os Esquilos 2 | 8 | 47 |
| 9 - | Um Olhar do ParaÃso | 7 | 40 |
| 10 - | Entre Irmãos | 8 | 5 |