Título original: (Blood Work)
Lançamento: 2002 (EUA)
Direção: Clint Eastwood
Atores: Clint Eastwood, Jeff Daniels, Wanda De Jesus, Tina Lifford.
Duração: 109 min
Gênero: Policial
Status: Arquivado
Terry McCaleb (Clint Eastwood) é um agente aposentado que passou recentemente por um transplante de coração. Ele é contratado por Graciella Rivers (Wanda De Jesus), irmã da mulher que doou seu novo coração, para investigar sua morte. Durante as investigações McCaleb reúne pistas que indicam que o assassino procurado é na verdade um serial killer que durante anos o próprio McCaleb procurou enquanto trabalhava no FBI.
mari watson em 05/10/2011
Apesar de gostar muito do clint eastwood tenho que admitir que neste filme é péssimo .
A história é muito ruim , e o filme é super parado , não gostei mesmo !
Sidney em 21/02/2011Nota: 10
Clint Eastwood sempre será o melhor de todos. Nesse filme, ele nos comprova que é o melhor mesmo, com sua impressionante atuação. História muito boa, tornando um filme policial de alto nível. Mas o crédito está no desfecho final, que é surpreendente. Um filmaço!
Lucas Birolli Abrahão em 06/01/2002Nota: 4
Não é um mal filme, mas deixa um pouco a desejar, a história é bem louca (e bem ao estilo de Eastwood, que sempre faz este papel, o policial durão), mas divertida. Eu só não entendi uma coisa, o que aquela senha tem a ver com a história?"
Renato Rosatti em 02/01/2002Nota: 3.5
O veterano e multifuncional Clint Eastwood continua na ativa lançando seus projetos através de sua produtora “Malpaso”, apesar de seus 72 anos de idade. Ator consagrado e muito conhecido principalmente por seus papéis de pistoleiro solitário em diversos filmes do gênero “western”, tendo o ápice com o premiado “Imperdoáveis” (1992), e como o policial violento “Dirty Harry”, série que se iniciou em 1971 com “Perseguidor Implacável”, Eastwood é um profissional que também demonstra seu talento na direção, produção e roteiro. Dessa vez ele retorna dirigindo, produzindo e estrelando o suspense policial “Dívida de Sangue” (Blood Work), que entrou em cartaz nos cinemas em 08/11/02, com roteiro de Brian Helgeland, baseado em livro de Michael Connely. Conta a história de um experien! te agente do FBI, Terry McCaleb (Eastwood), que trabalhava na investigação de um perigoso “serial killer” conhecido como “Assassino do Código”, porém quando estava perto de capturá-lo numa perseguição à noite, a idade avançada impediu seu sucesso pois teve um enfarte e foi obrigado a deixar a polícia. Dois anos mais tarde, já aposentado vivendo num barco ancorado em uma marina, McCaleb ganha um coração transplantado novo, e está sob os cuidados de uma rigorosa médica cardiologista, Dra. Bonnie Fox (Anjelica Huston). Porém, ele recebe a visita inesperada de uma bela mulher de origem latina, Graciella Rivers (Wanda de Jesus), que solicita ajuda para descobrir o assassino de sua irmã Gloria, que na verdade foi a doadora do coração para o policial. Uma vez simpatizando-se com o menino Raymond (Mason Lucero), filho de 10 anos da mulher morta e que estava agora sendo criado pela tia, e também sentindo-se na obrigação de descobrir o assassino de quem acabou sa! lvando sua vida, McCaleb retorna à ativa por conta própria e inicia uma investigação pessoal, reunindo pistas, informações e depoimentos. Para isso, conta com a ajuda de uma ex-parceira e admiradora da polícia, Jaye Winston (Tina Lifford), de quem recebe materiais confidenciais importantes sobre o caso, pois seus antigos colegas do FBI, entre eles a dupla de detetives Ronaldo Arrango (Paul Rodriguez) e John Waller (Dylan Walsh), estavam sempre criando resistência ao seu retorno devido à várias intrigas pessoais entre eles. Contando também com a ajuda como motorista de um vizinho da marina, Buddy Noone (Jeff Daniels), e trabalhando numa árdua investigação através de um estudo detalhado envolvendo pistas físicas e tipos de sangue raros (como o seu próprio e o de sua doadora assassinada, daí o título do filme), além de sua incrível motivação pessoal, o agente McCaleb consegue identificar relações com o antigo criminoso que perseguia antes de se aposentar, culminando num confronto! final entre eles. Clint Eastwood, a exemplo de seus filmes anteriores como “Cowboys do Espaço”, não está se importando com a velhice e até utiliza-se desse argumento para compor seus personagens, encarando com bom humor as limitações impostas pela idade. Em “Dívida de Sangue” ele é um policial que quase morre devido justamente a sua fragilidade física e que se vê moralmente obrigado a retornar ao ofício para tentar desvendar um mistério pendente em sua vida e relacionado ao seu próprio drama particular. Com uma história interessante, o espectador vai sendo envolvido pelas situações e reviravoltas da trama acompanhando com McCaleb sua trajetória na solução de um caso transformado em assunto pessoal. “Dívida de Sangue” é um thriller policial que apresenta os mesmos clichês característicos do gênero, com um desfecho previsível, porém ainda assim está acima da maioria dos filmes convencionais similares, e tem a vantagem exclusiva da presença de! Clint Eastwood, com seu carisma, experiência e talento como diretor e ator. Curiosamente, no início de sua carreira e ainda bem jovem, Eastwood teve uma participação pequena numa raridade do cinema fantástico produzida em 1955 e dirigida pelo especialista Jack Arnold, “Tarantula”, onde ele interpretou um dos heróicos pilotos de aviões de guerra que combatiam uma gigantesca aranha que aterrorizava a população do Arizona (EUA). Quase cinquenta anos depois, já consagrado e com sua própria produtora, ele continua nos presenteando com seus filmes como esse “Dívida de Sangue”. E que venham os próximos...."
José Roberto Rocha Filho em 05/01/2002Nota: 5
Soberbo.Atuações impactantes e reveladoras nesse que é o melhor filme de Eastwood desde Os Imperdoáveis. Além de tratar sobre a velhice,como já ocorre em seus filmes mais recentes,o velho Clint abordou em dívida de sangue uma questão frequente na obra de Hitchcock;Outsiders desprezados e oprimidos pela família.Não me deixa mentir o relato do aparentemente dócil Bunny ao lendário Terry de que era um "nada".Após o término do filme fiquei abobado por minutos,seu final alucinante é de calar qualquer comentário!
O Filme é bom! Muito emocionante. Recomendo.
por Victor Tavares Alves, 14/02/2012 às 06:44
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Dessa série dos vingadores, o Capitão América não é o pior, achei o Thor mais fraco, e ...
por Marlon_SS, 14/02/2012 às 05:38
É um roteiro extremamente americano, mas passa uma mensagem bonita. A atuação marcante de...
por Marlon_SS, 14/02/2012 às 05:33
Eu nunca vi um título representar tão bem um filme.
por Marlon_SS, 14/02/2012 às 05:30