Título original: (Blade Trinity)
Lançamento: 2004 (EUA)
Direção: David S. Goyer
Atores: Wesley Snipes, Ryan Reynolds, Jessica Biel, Parker Posey.
Duração: 106 min
Gênero: Ação
Status: Arquivado
Em uma base localizada no deserto os vampiros dão a cartada decisiva em seus planos para conquistar o mundo: ressuscitam Drácula (Dominic Purcell), que deu origem à raça e possui poderes que lhe permite sobreviver à luz do dia. Em paralelo os vampiros iniciam uma campanha difamatória contra Blade (Wesley Snipes), colocando o FBI em seu encalço. Após alguns confrontos com agentes, Blade e Whistler (Kris Kristofferson) percebem que precisam de ajuda. Após ser atacado e capturado, Blade é salvo pelos Notívagos, um grupo de humanos que se dedica a caçar vampiros e que é liderado por Abigail (Jessica Biel), que é também a filha de Whistler. Juntamente com Hannibal King (Ryan Reynolds) e a cientista Sommerfield (Natasha Lyonne), que possui uma deficiência visual, Blade e os Notívagos iniciam uma série de batalhas contra Dranica Talos (Parker Posey), a atual líder dos vampiros, sem saber que terão que enfrentar o próprio Drácula.
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Senhor Ivan em 05/01/2012Nota: 5
-Conseguiu (talvez)estragar uma boa série!
-(Blade Trinity),conseguiu ser o mais fraco de toda franquia.E olha que na época eu esperava muito desse filme,cheguei a imaginar que seria um dos melhores,do ano.Mas foi o mais fraco.
-Tirando a linda Jessica Biel que conseguiu salvar todo o filme.
-Assista...
jaws em 07/08/2011
o mais fraco,com um roteiro fraco,cenas de açao fracas,a serie foi finalizada de modo um tanto decepcionante ,o filme tem seu poucos e bons mais sao poucos mesmo,deixa a desejar.
Frantchesco em 19/01/2011Nota: 8
Adorei o filme em geral principalmente as músicas são marcantes e se encaixam ao estilo do filme mas afinal o Blade morreu ou não pois mesmo vendo ele na moto fica a dúvida pois não fizeram a continuação e ninguém poderá tirar o papel de Blade a não ser Wesley Snipes.
Mariana em 12/01/2004Nota: 2.5
Fraco ,fraco.fraco fraquissimo o roteiro foi muito mal feito os efeitos especiais foram muito piores que o 2 o melhorzinho foi o 1 mais mesmo assim esse diretor rodo feio nesse filme , esse filme foi mais ficção cientifica do que ação foi fraquissimo não teve nenhuma cena de suspense e nem terror.Não assistam esse filme porque não vale a pena so ira ser uma perda de tempo e as meninas vocês apenas irão se cansar la porque aquele filme é mais para garotos e que ainda serão uns babacas de assistirem.
Rafael Alves em 16/01/2004Nota: 0.5
Esse Blade eh o pior dos tres sem duvida nenhuma, atuações muito fracas, o dracula eh muito ruim os vampiros em nenhum momento parecem fortes, e o blade ta totalmente apagado sem aquele ar foda que ele tinha nos dois primeiros, muito fraco o filme.
Francisco Russo em 13/01/2004Nota: 2
Algo que me atraiu em "Blade" foi a tênue linha em que o filme se mantinha, flertando com o terror mas se mantendo firme e forte no ramo das aventuras sombrias. "Blade 2", para meu desalento, rompeu esta fronteira: Guillermo del Toro partiu para o terror de vez, apesar de também manter o filme como sendo de ação. Este "Blade Trinity" retorna às origens, no sentido do flerte entre o terror e a aventura. Pena que não consegue repetir a qualidade do 1º filme que, além disto, também era uma aventura divertida. Na verdade a série Blade dá sinais de cansaço neste 3º filme. Até mesmo Wesley Snipes passa esta impressão. Visivelmente envelhecido, seu Blade neste filme aparece apático, abrindo espaço aos Notívagos. Terá sido algo planejado, visando um filme-solo do grupo de Hannibal King? Talvez. O fato é que a presença dos Notívagos ofusca Blade, que se torna uma mera presença entre eles, uma espécie de símbolo da luta contra os vampiros mas sem muito poder de decisão. É só notar que toda a trama, seja a descoberta da ressurreição de Drácula ou a criação do vírus, não é feita por Blade e sim pelos Notívagos. Falando em Drácula, o de "Blade Trinity" possivelmente é dos mais sem carisma que já vi até hoje no cinema. Misto de Predador com lutador de jiu-jitsu, Drácula - ou Drake, versão moderninha que o filme lança - não causa medo, não impressiona e nem ao menos seduz, uma das características marcantes do personagem. Apenas está lá, usando o nome famoso. Assim como ocorreu em "Blade 2", as piadas infames estão de volta em "Blade Trinity". Algumas até são boas, não posso negar, como a do Pac-Man. Porém certas situações e personagens são absolutamente ridículos. O maior exemplo disto é Parker Posey, numa personagem que chega a dar pena, mas que tem o nítido objetivo de fazer rir. Hannibal King, interpretado por Ryan Reynolds, é uma espécie de máquina de piadas, que não consegue falar algo sem soltar uma. Mas King ao menos de vez em quando solta algum comentário divertido, apesar de achar que este tipo de expediente é melhor utilizado ocasionalmente do que como uma metralhadora giratória. "Blade Trinity" consegue ser melhor que "Blade 2", mas está bastante distante da qualidade do 1º filme da série. Tem alguns momentos divertidos, é interessante por rever o personagem e seu universo, mas fica apenas nisso. Espero que este realmente tenha sido o último filme, pelo bem da série.
Maurício Kilo em 30/01/2004Nota: 1
O mais fraco da série, sem duvida alguma. As piadinhas fracas (e de mau gosto) a todo momento foram outro fator que deteriorou a seriedade dos dois primeiros filmes. Nem a presença da bela Jessica Biel foi bem aproveitada, o que talvez salvasse um pouco a fita. Blade Trinity decepciona, principalmente comparado aos filmes de ação concorrentes.
Daniel Coelho em 07/01/2004Nota: 3
Pelo visto, Bram Stoker jamais descansará em paz. Depois da megabomba Drácula 2000 e do vergonhoso Van Helsing, sem contar outras dezenas de filmes, trash ou não, que mancharam a memória do escritor, foi a vez de Blade Trinity trazer de volta o mais famoso vampiro de todos os tempos. Embora o resultado não tenha sido de todo ruim, o roteirista da série David S. Goyer, que agora assumi também o comando da direção, não conseguiu manter a mesma qualidade do longa anterior, que já nem era lá essas coisas. Nessa nova aventura, vampiros liderados por Danica Talos (Posey) despertam o temível Drácula de seu longo sono e, em seguida, armam uma emboscada para transformar Blade (Snipes) no inimigo público número um. Revelada a sua existência, Blade começa a ser perseguido pelo FBI, o que resulta na morte de seu mentor, Whistler (Kristofferson), e não lhe dá outra escolha a não ser aliar-se a um grupo desconhecido de jovens caçadores de vampiros, os Notívagos, liderados pela bela Abigail Whistler (Biel), filha do velho, e pelo pé-no-saco Hannibal King (Reynolds). Sua missão é destruir Drácula de uma vez por todas e arranjar uma amostra de seu sangue para o desenvolvimento de um vírus que poderá exterminar todas as criaturas da noite. A trama é bobinha, pra variar, mas poderia render um filme bem melhor do que Blade Trinity é realmente. Além de ter de se virar com seus inimigos e aprender a lidar com seus novos aliados, Blade ainda teria a polícia em sua cola, o que tornaria seu trabalho infinitamente mais complicado. Porém, sem nenhuma explicação, os federais saem de cena logo no início e não são mais mencionados, deixando de ser um obstáculo interessante e apenas retornando no final do filme como se estivessem por dentro de toda a bagunça. Outra personagem que me pareceu completamente perdida foi o vampirão-mor, que dessa vez foi encontrado numa pirâmide no meio do deserto Sírio (!) e recebeu o carinhoso apelido de Drake. Num primeiro momento, ele é incumbido de acabar com Blade; depois recebemos a informação de que o despertaram com o objetivo de criar uma nova raça de vampiros imune à luz do sol, mas em nenhum outro momento da projeção a tal experiência é comentada. Aliás, além de dar a Drácula a capacidade de caminhar livremente durante o dia, Goyer também o transformou numa versão feminina da Mística, de X-Men, capaz de assumir a forma de qualquer outra pessoa. E os furos não param por aí. De onde veio a tal filha do Whistler, como ela descobriu a existência dos vampiros e por que resolveu caçá-los? E como Hannibal King, que era um vampiro, foi curado? Nada disso é explicado de forma satisfatória, perdendo-se, assim, alguns elementos interessantes. No mais, Blade Trinity conta com boas cenas de ação, lutas bem coreografadas e uma direção apenas correta de Goyer. Porém, apesar dos buracos, o ponto fraco do filme está no elenco, principalmente do lado dos vilões. A atuação de Posey, com suas caretas ridículas, é tosca, uma das piores vampiras que já vi em cena, e Dominic Purcell de Drácula não tem nada, ficando muito atrás de Gary Oldman em Drácula de Bram Stoker. Já o lado dos mocinhos não está tão ruim. Wesley Snipes, como sempre, está bem à vontade no papel, conseguindo transformar o antipático Blade em uma figura carismática e até mesmo engraçada. Jessica Biel realiza um bom trabalho, ao menos convincente. O mico fica por conta de Ryan Reynolds, uma vez que seu Hannibal King é a personagem encarregada de ser o palhaço da trama. Com piadinhas podres que jamais funcionam, passamos a torcer para que o cara seja estraçalhado o mais rápido possível, o que é uma pena, pois em seus momentos sérios, Reynolds se sai bem e também convence. Enfim, não há muito o que dizer. Blade Trinity é mais um daqueles filmes que não deve ser levado a sério. Com um roteiro fraco que serve apenas de base para a personagem-título tampar na porrada o tempo todo, é uma boa pedida para quem quiser se divertir um pouco, nada mais. Só espero que agora, finalmente, a alma de Stoker tenha sossego.
Daniel em 26/01/2004Nota: 0.5
O ano começou mal com esse filme. Wesley Snipes se mostra despreparado fisicamente, ganhando uma imagem mais estática com relação aos dois primeiros filmes, sem contar o fato de que é totalmente ofuscado pelo personagem de Ryan Reinolds que é a única coisa que deixa o filme no mínimo suportável. A insistência desse tipo de filme usar o Drácula como o vampiro-mor, todo-poderoso é estranhamente injustificado, uma vez que ele geralmente é facilmente destruído. Outro ponto falho no roteiro de Blade é o fato da polícia, no início do filme, perseguir e ele e então quando menos se espera eles desaparecem da história para retornar apenas no final. A dica que dou: Só assistam quando passar na televisão e se você não tiver absolutamente nada pra fazer.
Muito bom! O maiss curioso deste filme foi a escolha de um diretor até então especialista ...
por Fernando Schiavi Leite, 14/02/2012 às 00:25
Esse filme é simplesmente uma obra-prima do David Fincher, genial. Não me deu sono, não a...
por carlos_alberto_09, 14/02/2012 às 00:22
História original e ao mesmo tempo previsível, entretanto eu adorei o filme, fiquei torcen...
por B.Boy Jc, 14/02/2012 às 00:18
Esses não eram exatamente os motivos de fazerem filmes preto e branco. Muitos diretores opt...
por andreluizgf, 14/02/2012 às 00:11