Título original: (Blade 2)
Lançamento: 2002 (EUA)
Direção: Guillermo del Toro
Atores: Wesley Snipes, Kris Kristofferson, Tchéky Karyo, Norman Reedus.
Duração: 125 min
Gênero: Ação
Status: Arquivado
Blade (Wesley Snipes) é um ser meio homem, meio vampiro que é consumido pelo desejo de vingança contra os seres que atacaram sua mãe antes mesmo dele nascer e fizeram com que ele se tornasse o que é atualmente. Com isso, ao crescer Blade iniciou uma verdadeira cruzada pessoal para combater e eliminar os vampiros, mas agora uma nova raça mais poderosa chamada reapers, criada a partir de cruzamentos genéticos entre humanos e vampiros, ameaça eliminar ambas as raças. Visto isso, Blade se alia aos seus maiores inimigos para que, juntos, possam combater esta nova raça de seres.
hall em 09/12/2011Nota: 10
...pra min esse foi o melhor filma da trilogia, aquela cena do Blade saindo da piscina de sangue ficou muito foda, nota 10
jaws em 07/08/2011Nota: 6
mais efeitos,mais açao e um filme que pra mim esta a nivel do original que foi pra mim um bom passa-tempo apenas,gosto de Del toro seus filmes sempre contam com otimos efeitos e otima maquiagem ,portanto blade 2 é tao bom quanto o primeiro mas é apenas um bom filme.
Fabrício Santos em 04/01/2002Nota: 3.5
"Blade: quem irá encará-lo a seguir?" Mesmo não sendo um filme bom, é fato que o exagerado "Blade" foi bem recebido pelo público, arrecadando grandes lucros e garantindo uma inevitável continuação. No segundo longa do "caçador de vampiros", Wesley Snipes novamente encarna o personagem título e, assim como no filme original, também é um dos produtores. E é justamente a produção em si que faz com que "Blade 2" supere de longe a aventura inicial do herói nos cinemas. Trocando praticamente toda a equipe técnica, mantendo apenas o roteirista David S. Goyer, Wesley Snipes e Kris Kristofferson(Whistler), a saga de Blade nos cinemas ganha cara nova. E é notável que as mudanças deram certo. Alguém se lembra dos horríveis efeitos especiais de "Blade"? Já eram! Com as novas empresas responsabilizadas pelo setor, os efeitos visuais estão vários degraus acima dos antecessores, porém, ainda inferiores a muitos outros. A direção(que era péssima!) agora está no comando de Guillermo del Toro. Não conhece? del Toro é o diretor de "Mutação" e do recente(e muito bom!) "A Espinha do Diabo"! Era ou não era a pessoa correta para salvar o sangue de Blade? Se bem que Paul Hunter, premiado diretor de videoclips como "Again" de Lenny Kravitz e "Lady Marmalade" de Christina Aguilera & CIA, chegou a estar cotado para a direção. Seria curioso vê-lo comandando as lâminas de Snipes. Mas Guillermo com certeza foi a escolha correta, com uma direção irrepreensível para um "blockbuster vampiro-ação". Tudo bem que os takes à la "Matrix" estão presentes(como em "n" filmes) e os exageros continuam, mas del Toro fez isso com mais qualidade. O elenco também subiu de nível. Os novos personagens são mais personalizados e diferenciados, e não chatos e descartáveis como antes. Até mesmo o "bloodpack", grupo de vampiros que auxilia Blade contra os reapers(nova raça de vampiros que ameaça a humanidade),apesar de típicos, são interessantes de se ver em cena. Luke Gross dá show como Nomak, o reaper líder, e Tchéky Karyo é medonho como Damaskinos. Em outras palavras: esqueçam o irritante Stephen Dorff! O roteiro é razoável, apenas dando alça para a pancadaria e violência. As lutas são ótimas, muito bem coreografadas por Donnie Yen, que também atua no filme como o vampiro-ninja, Snowman. As doses de humor estão mais presentes e a fotografia é muito boa, aliada aos cenários que dão a atmosfera punk-gótica perfeita para agradar boa parte dos fãs do RPG "Vampiro: A Máscara". Inclusive os reapers lembram muito Nosferatus, tanto o clã quanto o filme. A cidade de Praga foi a sede para as filmagens. Uma escolha perfeita! E Snipes nasceu para ser o "Daywalker" Blade, sendo frio, insensível, sarcástico e “humano” em cena. Só que continua o exagero do "vampiro perfeito"! E tornou-se mais "intocável" ainda! "Blade 2" ainda é exagerado e sem conteúdo, porém, é ótimo no quesito entretenimento e diversão. Mas se Blade evoluir em "Blade 3"(sim, deve ser produzido, e os esboços de roteiro dizem se passar 25 anos após o segundo episódio, em que os humanos são escravos dos sanguessugas),quem terá coragem de enfrentar o “Daywalker”?
Daniela Moreira Simõesa em 05/01/2002Nota: 5
Achei o filme simplemente d+, uma superprodução. Lembra um pouco Alien pelas cenas meio terror e ficção, conta com o incrível Wesley Snipps, o mesmo de Blade1, como sempre arrasando, nota 1000."
Bruno Caio em 07/01/2002Nota: 3.5
Divertimento garantido, o filme peca em alguns momentos pelo exagero de cenas de luta com muitos efeitos, mas o roteiro chega ser original (não muito) no minimo interessante. Um bom filme para se assistir."
Carlos Massari em 08/01/2002
Imagine um programa de luta-livre, daqueles bem comprados, onde um lutador espanca seu oponente até este outro estar totalmente arrebentado. Agora, imagine um programa de luta-livre filmado em tons góticos, com diversos personagens se espancando sem parar durante 120 minutos, com direito a diálogos estúpidos, reviravoltas previsíveis e tomadas risíveis. Você chegou perto da ruindade de "Blade 2". É espantoso presenciar algo que pronuncia ser um filme mostrar a mesma coisa por durante toda a projeção. "Blade 2" tem, no máximo, um fiapo de história: O caçador Blade é chamado para combater uma raça de super vampiros. Isso é o começo do filme. O que acontece depois? Blade caça a raça de super vampiros, enfiando estacas nos corações de uns 2000 inimigos, junto com seus "super carismáticos" ajudantes. Claro que os super vampiros tem um líder, o que proporcionará a Blade uma emocionante (!) batalha final. E também há uma mocinha, para dar charme ao filme. Caso contrário, a receita de super-produção bem sucedida não estaria completa. Sim, há um ou outro aspecto positivo na fita. Provavelmente a fotografia sombria de Gabriel Beristain ou os efeitos, no estilão Matrix, que fazem as batalhas serem mais dinâmicas, principalmente pelos rios de sangue espalhados pela projeção. Mas o que realmente interessa, o roteiro da obra, é VAZIO, não há mudanças, exceto uma pseudo-reviravolta altamente previsível no final. Há UNICAMENTE cenas de ação, bem coreografadas e dirigidas, mas extremamente mal encaixadas. O clima gótico adicionado ao filme pelo diretor Guillermo del Toro é inócuo e inútil frente à imbecilidade dos roteiristas Marv Wolffman e Gene Colan, mais dois que devem lembrar apenas que o público gosta de muito sangue e pouco se importa com o roteiro em si. O pior é que lucros chegam aos bolsos deles. Quando a obra se arrisca a elaborar um diálogo que não seja "Você vai morrer" ou algo do tipo, sai uma inacreditável estupidez, de deixar qualquer um desnorteado. Esses diálogos duvidam da inteligência do espectador, jogando conclusões óbvias em situações manjadas, como se o público fosse incapaz de chegar a uma conclusão por si próprio. O elenco é absolutamente inconseqüente, não passa a menor emoção e não convence nem uma criança de 5 anos. Wesley Snipes passa TODA A PROJEÇÃO com a mesma cara, aquela de "bad boy implacável", dando uma de superior. Ele deve estar até agora dando risada do público. Seus coadjuvantes são ainda piores, principalmente os vampiros, que parecem ter saído de um programa infantil da Angélica. Medo? Nem pensar. Também não existem sustos, não existe interação ou identificação com o público. Como já disse, tudo o que existe é uma seqüência de pancadaria com 120 minutos de duração, que parecem ser uma eternidade. Tanto que na minha sessão, pelo menos dez pessoas não agüentaram esperar essa eternidade passar. Para terminar tudo sem mudar o nível, há uma cena risível no final, onde um vampiro que aparecera em uma cena anteriormente vai a um bordel e é surpreendido por??? Por Blade, óbvio. "Não pensou que me esqueceria de você?" é o diálogo. Acho que nem preciso falar mais nada. "Blade 2" é fortíssimo candidato a pior filme do ano, e não possui nem sombra de roteiro. Só para quem gosta de muito sangue e pancadaria. Aliás, esses podem ficar em casa, assistindo na TV, já que esse tipo de programa também faz sucesso na tela menor. Apenas notificando: Alguém sabe como, na deplorável censura brasileira, esse filme não foi classificado para 18 anos? Será que foi uma ponta de bom senso dos qualificadores? Ou será que foi suborno mesmo."
Oliver Dumont em 09/01/2002Nota: 4.5
Têm filmes que, não importa a sua época ou aceitação pública,simplesmente "vão com a nossa cara". Blade 2 é um deles. Não sei se é porque eu gosto de atmosferas urbanas e góticas, se é pela violência e ação gratuita muito bem realizada, se é pelos vilões que falam pouco e brigam muito (e que realmente convencem como medonhos e assustadores), se é pela completa despreocupação em abusar de clichês e até se aproveitar desse fato para divertir mais, se é pela inquestionável constatação de que é muito melhor que o original (principalmente o vilão principal)ou enfim se é porque não dá pra imaginar ninguém além de Snipes para viver o "Daywalker". Talvez eu estivesse num dia de ótimo humor quando assisti ao filme. Não...Blade 2 é mesmo ação-pipoca das melhores!
Paulo em 06/01/2002Nota: 4.5
Essa continuação conseguiu algo que quase nunca acontece: superar o filme original. Os efeitos especias estão bárbaros, as lutas maravilhosas. Enfim, é o melhor filme que já vi, tudo isso graças a atuação do Snipes!!!"
Francisco Russo em 02/01/2002Nota: 1
Péssimo filme. Todo o clima gótico e soturno do 1º filme foi substituído por muito sangue, cenas de terror e piadas infames. Isso sem falar em cenas que simplesmente são repetidas neste 2º filme, como a festa rave com vampiros. Aliás, esta cena em especial serve muito bem para perceber o quanto esta sequência é pior do que o filme original, já que enquanto no 1º havia mais ação aqui o terror é muito mais explorado. O diretor Guillermo del Toro usa e abusa de imagens puramente estéticas e sem nenhuma importância para o filme, como a piscina de sangue. Além disto, del Toro busca dar um tom de história em quadrinhos ao filme, mas erra justamente ao abandonar o suspense psicológico do 1º filme para optar pelo terror explícito em diversas cenas. Isso sem falar na falha ocorrida nas cenas em que o "Blade digital" entra em cena: pode-se perceber claramente que o tom de sua pele é mais acinzentado que a de Wesley Snipes."
Renato Rosatti em 10/01/2002Nota: 3
“Blade”, mais um personagem das histórias em quadrinhos da Marvel, ganhou vida também no cinema, inicialmente em 1998 com “Blade – Caçador de Vampiros”, despertando o interesse do público tornando-se um sucesso, e depois com sua inevitável sequência, “Blade II – O Caçador de Vampiros”, que estreou nas telas gigantes brasileiras em 21/06/02. Particularmente acho na maioria das vezes desnecessário o uso de subtítulos como esse “O Caçador de Vampiros”, fato que só atrapalha sendo que o título nacional poderia ser somente a reprodução do original “Blade”, cujo nome tem força própria e mesmo para quem não conhece sua história num primeiro momento, mais cedo ou mais tarde a informação acaba chegando ao público e todos ficam sabendo tratar-se de um caçador de vampiros. Isso acontece em muitas outras situações também e seria muito ma is fácil e adequado que se escolhessem com mais inteligência os títulos nacionais para os lançamentos em cinema. Quanto ao “Blade II”, o versátil ator Wesley Snipes retorna no mesmo papel título, numa produção filmada em Praga, capital da República Tcheca, e dirigida dessa vez por Guillermo Del Toro (do suspense sobrenatural “A Espinha do Diabo”), culminando num filme repleto de correrias, lutas, violência, sangue, corpos decepados e atrocidades em geral envolvendo humanos, vampiros e criaturas mutantes. Blade (Snipes) nasceu meio humano e meio vampiro, pois sua mãe fora infectada por uma criatura da noite momentos antes do parto, e ele herdou os poderes dos vampiros porém sem as suas fraquezas como a oposição à prata, alho e luz do sol. Tanto que ele é chamado pelos outros vampiros de “daywalker” por sua capacidade de viver sob a luz do dia. Na idade adulta, Blade jurou vingança contra as criaturas que mataram sua mãe e uma vez os vampiros vivendo em sociedades secretas na Terra e alimentando-se dos humanos, ele tornou-se um “caçador de vampiros”, sendo seu maior e mais temido inimigo. No primeiro filme de 1998, Blade, ajudado por seu veterano amigo e desenhista de armas Abraham Whistler (Kris Kristofferson, que apareceu também na versão de Tim Burton de “Planeta dos Macacos”), luta contra um jovem líder dos vampiros que pretendia dominar a humanidade, e na continuação de 2002, o herói agora, novamente auxiliado pelo experiente Whistler e dessa vez também pelo jovem auxiliar Scud (Norman Reedus), é solicitado para se unir aos seus habituais inimigos vampiros contra uma nova raça de mutantes, os “reapers”, liderados por Jared Nomak (Luke Gross), uma criatura gerada numa experiência genética fracassada. Ele era fruto da tentativa de criar seres imunes às fraquezas dos vampiros tradicionais, porém apesar da nova resistência à prata e ao alho, a vulnerabilidade à luz solar ainda persistia. Rebelando-se contra seu criador, o líder dos vampiros Elis Damaskinos (Tchéky Karyo), Nomak foge e passa a devorar humanos e vampiros formando sua legião de mutantes e tornando-se uma nova ameaça à humanidade. Blade então aceita a aliança e passa a liderar um grupo de vampiros treinados para matar chamado de “Bloodpack”, tendo entre eles a filha do líder Damaskinos, Nyssa (a bela atriz chilena Leonor Varela), com quem Blade se afeiçoa e passa a proteger, e o traiçoeiro Reinhardt (Ron Perlman), com quem Blade acaba se confrontando violentamente. Fazem parte ainda do “Bloodpack” os vampiros “Lighthammer” (Daz Crawford), “Snowman” (Donnie Yen), “Kounen” (Karel Roden), “Asad” (Danny John-Jules, “Priest” (Tony Curran) e “Chupa”, cujo nome ficou estranho para nós (interpretado por Matt Schulze). Juntos, eles caçam os “reapers” em violentas sequências de lutas sangrentas, como na boate “House of Pain”, frequentada somente por vampiros, que foi palco de uma brutal carnificina quando surgem os “reapers”. Porém, Blade precisará de todo o se u poder e habilidade para combater não só seus novos inimigos mutantes como também seus tradicionais e traiçoeiros oponentes vampiros, que preparam uma conspiração para capturá-lo. “Blade II”, assim como o filme original, é carregado de violência explícita, com muita pancadaria e sangue jorrando, em lutas coreografadas no estilo dos filmes de artes marciais de Hong Kong, tendo como responsável por essas cenas o especialista Donnie Yen. A concepção visual do filme também é coordenada por especialistas renomados, dessa vez na área das histórias em quadrinhos, Mike Mignola e Tim Bradstreet. O diretor Guillermo Del Toro tem demonstrado talento em seus últimos trabalhos como na produção “A Espinha do Diabo” (El Spinazo del Diablo, Espanha/México, 2001), e o astro Wesley Snipes está bem à vontade na pele do herói “Blade”, com poucas palavras, algumas irônicas, e muita ação em porradas e violência exagerada. Enfim, “Blade II” é um filme que agradará os fãs não muito exigentes de qu adrinhos, horror, vampiros, lutas e sangue, bastante sangue. Está voltado para quem procura diversão com pancadarias e mutilações. No mais, é só.
Este filme é horrivel. Quando vc acha que ele vai começar de verdade ele acaba. AFF
por JEH, 14/02/2012 às 03:36
Muito bom! O maiss curioso deste filme foi a escolha de um diretor até então especialista ...
por Fernando Schiavi Leite, 14/02/2012 às 00:25
Esse filme é simplesmente uma obra-prima do David Fincher, genial. Não me deu sono, não a...
por carlos_alberto_09, 14/02/2012 às 00:22
História original e ao mesmo tempo previsível, entretanto eu adorei o filme, fiquei torcen...
por B.Boy Jc, 14/02/2012 às 00:18