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Trata-se de um bom filme, mas quesofre de um problema: ele vai decaindo à medida que os minutos passam. Se "BillyElliot" tivesse apenas metade de seu tempo, seria um filme muito bom. Durante esteperíodo, a trilha sonora dá o tom da história, o garoto protagonista se sai muito bem,tanto na dança quanto na atuação, e o filme tem boas cenas da greve dos mineiros. Mas,quando o foco deixa um pouco Billy e passa para sua família, o filme se tornadesinteressante e previsível e vai assim até o final. No resultado geral, um filmebonzinho, com aquela sensação de que poderia ser bem melhor se não fosse a metadefinal." |
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UMA TENDÊNCIA DESTE ANO SÃO FILMES MUSICAIS.NESTE, O PANO DE FUNDO É A GREVE DE MINEIROS DA ÉPOCA DO GOVERNO TATCHER, QUE FEZESTRAGOS NA DAMA DE FERRO. SÓ QUE ISSO É MOSTRADO LIGEIRAMENTE, POIS A HISTÓRIA É DEELLIOT, O BAILARINO. TRILHA SONORA RIQUÍSSIMA. O FILME SE PERDE UM POUCO NOS TRECHOSMUSICAIS, MAS AINDA ASSIM VALE A PENA CONFERIR." |
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Sensível. Essa é a palavra que poderíamos usarpara resumir "Billy Elliot". No entanto, a fita vai além disso, o protagonistacarismático garante o nosso interesse pela história, bem como, convence. O único senãosão os clichês usados no filme com o intuito claro: fazer chorar. Então, desencane,leve seu lenço e veja o filme sem preconceitos. Preste atenção na trilha sonora, que éótima!" |
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Sensível, pungente, atualíssimo. Você certamente conhece algum ``Billy Elliot``. Reflita, se emocione, dispa-se de quaisquer preconceitos. É uma grande peça dentro de um tremendo filme. |
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O menino Billy, de 11 anos, muda seu destino no dia em que, depois de mais um treino fracassado de boxe - esporte no qual é péssimo - esbarra na aula de balé das meninas, no ginásio de uma cinzenta cidadezinha no norte da Inglaterra, onde vive com o pai, o irmão mais velho e a avó meio esclerosada. Mrs. Wilkinson, a professora de balé, vê em Billy um talento pronto para ser trabalhado e passa a dar aulas escondido da família dele, contrária a uma atividade tão feminina, e o incentiva a ir fundo na dança. E ele vai, mesmo sem saber porquê, a não ser que a dança o envolve com uma sensação que nunca havia experimentado e que supera todas as dores e o cansaço dos ensaios. A história se passa nos anos 80 de Margareth Tatcher. Sem fazer crítica social profunda, o filme mostra, até de forma bem humorada, o empobrecimento da classe média durante uma longa greve dos mineiros de carvão, profissão do pai e do irmão de Billy e que seria a sua, se não os enfrentasse com garra para poder fazer o que sabia e alçar vôos bem mais altos que os previstos para sua vida. A descoberta da sexualidade, num filme com pré-adolescentes, poderia ter resvalado para algo entre vulgar ou explícito, mas o roteirista soube trabalhar bem esse ponto, discutindo homossexualidade e preconceito, casamento, sexo e desejo sem nenhuma apelação e com sensibilidade rara.A seqüência inicial, com o próprio Billy contando sua história e dançando, ao som de um rock delicioso, intercalada com piquetes dos grevistas, já resume bem o filme, introduz rapidamente todos os personagens e ressalta aspectos importantes de suas personalidades. Ou seja: ele se revela ali, naqueles minutos iniciais e mostra que será um bom programa. Stephen Daldry tinha tudo para fazer um melodrama piegas capaz de arrancar lágrimas, mas graças ao seu talento na direção e ao roteiro bem escrito por Lee Hal, que se prendeu na arte e não na política, mesmo sem excluir o pano de fundo dos problemas sociais esmagados pela mão de ferro de Tatcher, ele conseguiu fazer de Billy Elliot um filme surpreendente. E surpreende especialmente pelo talento do menino Jamie Bell, um dos raros casos de ator infantil que não torna o filme enfadonho por rechear a interpretação com trejeitos e lógicas típicas das crianças. Ele é um ator nato e um excelente bailarino, que consegue passar as emoções e a eletricidade da dança sem precisar ficar meloso nem infantilizar a platéia. Podemos destacar, ainda, Julie Waters como Mrs. Wilkinson, a professora de balé que ensina os primeiros passos a Billy. Sempre séria e fumando desbragadamente, ela encarna a frustração em pessoa e vê no menino uma forma de alcançar sua própria redenção, tanto pessoal quanto profissional. Não foi à toa que Waters foi indicada para o Oscar de melhor atriz coadjuvante.O bom de Billy Elliot é que não é pretensioso ao teimar em passar uma lição de vida, como tantos dramas fazem, e ele tinha tudo para isso: um órfão, dono de um talento que nem mesmo julgava ter, e que provar ao mundo esse talento, enfrentando pai, irmão e uma banca de examinadores pernósticos. Ele é um filme com um bom ritmo, mescla a qualidade da dança de Bell e sua boa interpretação como Billy com a brutalidade do pai e, especialmente, a do irmão, enquanto apresenta momentos divertidos, doces e ácidos, como deve ser a vida dos meninos de 11 anos. A seqüência final é esperada, mas mesmo assim emociona. E não se pode deixar de falar da trilha sonora, um filme à parte, misturando rock pesado dos anos 80 e baladas, que nos dá vontade de entrar direto numa loja de CD e comprá-la. Pena que ainda não tenha aqui no Brasil. |
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"Billy Elliot" é um filme encantador e emocionante. Ele aborda com clareza o preconceito existente na sociedade em relação aos bailarinos, que são vistos como homossexuais, pelo fato de praticarem o balé. O filme foi muito bem produzido e os diretores estão de parabéns. |
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O experiente diretor teatral, porém no cinema estreante, Stephen Daldry realizou um trabalho simples mas sensível e tocante. A história do garoto Billy Elilot, que precisa lutar contra tudo e contra todos para poder realizar seu maior sonho, de ser dançarino de balé, não é exatamente original, mas o filme tem uma energia e sensibilidade tocante. A direção é segura, o elenco funciona muito bem (o também estreante Jamie Bell atua como um veterano do cinema) e a trilha sonora merece destaque, com clássicos do rock inglês. O filme que mostra como a sociedade é preconceituosa e injusta para certas situações. Ao final a sua alma com certeza estará lavada com a energia e a coragem de Billy Elliot. |
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Faltou em "Billy Elliot" um pouco mais de ousadia, já que na parte emocional o filme fica devendo um pouco dentro de sua proposta. O filme é bem comum e até um pouco clichê demais, mas a ótima direção do estreante Stephen Daldry o eleva a um patamar melhor do que qualquer outra produção comum. Em alguns momentos"Billy Elliot" chega a lembrar muito o excelente "O Céu de Outubro", começando pelos personagens como o garoto humilde que tem um pai durão, o irmão cabeça-dura e uma professora que lhe dá todo o apoio. Mas aqui o garoto luta contra o preconceito, algo que não havia no "O Céu de Outubro", mas nesse se destaca com mais força a desigualdade social e a greve dos mineiros. Coincidência com o "O Céu de Outubro" a parte, "Billy Elliot" é um filme que sem a direção competente jamais iria conseguir o nível satisfatorio que obteve. A história pode parecer até batida, como "garoto lutando contra a opressão do pai para conseguir o que quer", mas ela é contada de manera leve e rápida. É dinâmico e fácil de se assistir, tem um bom clima de jeitinho inglês. Aliás, "Billy Elliot" foi um filme superestimado pela crítica do seu país (Inglaterra), onde até levou muitas indicações ao BAFTA (Prêmio Inglês de Cinema) e, curiosamente, o filme foi bem subestimado pela crítica americana, onde foi levemente levado ao esquecimento. Mas mesmo assim o resultado nas bilheterias foi bem pomposo nos EUA e mais ainda na Inglaterra, o público lotou as salas. "Billy Elliot" não merecia a aclamação inglesa e muito menos o esquecimento norte-americano, o filme é básico e bem feito. O filme impõe seu ritmo e faz o espectador se acostumar a ele. Ele consegue ser sério, sem deixar de ser descontraído, talvez esteja aí o maior mérito do filme. Outra coisa que impressiona é que o filme tem um sentimentalismo explícito, mas consegue emocionar sem ser piegas. Existem cenas que vão ficar na memória durante um bom tempo. Uma delas é onde o garoto Billy Elliot ensina um pouco da arte do balé para um amigo, que começa a apresentar dotes (ou sintomas) ao homosexualismo. A cena é bela, o garotinho com saias e falando de maneira melancólica, não é uma cena que chegue a emocionar, mas sim uma cena que encanta. Destacando apenas mais uma cena, essa por sinal a cena mais emocionante do filme, onde o pai para conseguir dinheiro resolve furar a greve que sempre apoiou, mas é impedido pelo filho que trabalha junto com ele. Essa cena me emocionou!!! Eu não poderia falar de "Billy Elliot" sem comentar o ótimo elenco. Vou apenas destacar duas peças desse grandioso elenco. O primeiro, é claro, é o garoto Jamie Bell na pele do Billy. Aliás, ele surpreendeu a todos e levou o BAFTA, ele está muito bem, nas cenas de dança ele dá show e consegue transmitir bem um carísma e o que é o balé, algo que era fundamental no personagem. O segundo destaque vai para a Julie Walters na pele da professora do Billy, transmite grande emoção ao filme, mesmo sua personagem não sendo muito forte na trama. "Billy Eliot" é um filme pra lá de agradável e bem levinho. A produção é muito boa, a trilha sonora é bem executada e a fotografia é nota 10. Compara-lo com o "O Céu de Outubro" é até injustiça, mas são realmente um pouco semelhantes, mas o "O Céu de Outubro" é bem melhor. Mas o grande mérito de "Billy Eliot" se esconde atrás das cameras na direção do Stephen Daldry. |
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Excelente drama. Não fica só na choradeira, aposta em cenas engraçadas, em músicas e em muita emoção. É divertimento certo, porque além de ser engraçado é eficiente no drama. Com ótimas atuações, "Billy Elliot" é realmente um ótimo filme que, acredito eu, vai agradar a maioria. Prepare-se para rir e chorar. |
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Dotado de uma inteligência e uma sensibilidade únicas, "Billy Elliot" já surge como um dos mais importantes filmes ingleses dos últimos tempos. Optando deliberadamente por uma linha discreta, intimista, o diretor Stephen Daldry cria uma bela crônica humana ao narrar a estória de um garoto pobre, filho de operários, que sonha em dedicar-se ao mundo do balé - o que, para seus pais tacanhos e preconceituosos, sugeriria homossexualidade o que, por sua vez, sugeriria algo negativo (puro preconceito, claro). Mas, com doçura idêntica à da linha narrativa desenvolvida pelo filme, o menino Billy vence a oposição de seus pais provando que tem talento... dançando na frente deles (do pai, ao menos), em cena que já merece entrar para a história como uma das mais significativas e bem elaboradas do cinema recente. Muitos poderão perguntar por que, então, estamos dando apenas 8 a "Billy Elliot", e não 10. Porque assim como "A dama e o vagabundo", "Conduzindo Miss Daisy", "Quanto mais quente, melhor" e outros pequenos grandes filmes que o cinema já registrou, "Billy Elliot" não se pretende ser uma obra-prima: na verdade, como o mais rico dos balés, é das pequenas coisas, do 'ser pequeno', no sentido de delicado, gracioso, mimoso, que "Billy Elliot" extrai a sua grandeza. Stephen Daldry não quis realizar um épico, quis realizar uma peça de composição, para penetrar em nossos corações e por lá ficar até o fim da eternidade. O que conseguiu, com sagacidade e extrema competência. |
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Uma coisa é certa: "Billy Elliot" poderia ser melhor. Jamie Bell interpreta muito bem o personagem de Billy Elliot. Seu olhar, seus gestos: tudo está no seu lugar na hora certa. Há, claro, momentos de descontração, que são bons, e momentos de drama e emoção, que são excelentes. Stephen Daldry deu uma prova de que dinheiro não é quase tudo num filme. A história é muito interessante e mexe com um tema atual. Mas o final peca por ser tão comum. É claro que ia ser escolhido, mas poderiam ter contado de outra maneira. Quem sabe um pouco mais de ousadia. Mesmo assim, "Billy Elliot" deve ser visto e mereceu suas indicações ao Oscar, principalmente Julie Walters, num papel extraordinário. É só saber assistir! |
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"BILLY ELLIOT" é um dos filmes mais belos do ano. O cinema inglês está de parabéns com esta obra-prima. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood pecou gravemente em não indicá-lo na categoria de Melhor Filme ao Oscar de 2001, foi realmente uma injustiça imperdoável. O filme é bonito, sensível e poético. É uma verdadeira lição de vida, um poema juvenil de esperança para nossa sociedade mergulhada na hipócrita severidade. É um tapa na cara daqueles que ainda acreditam nos tolos preconceitos. Uma história que aborda de forma fascinante a superação dos nossos limites, para atingirmos os desejos do coração. Jamie Bell, o menino que faz Billy Elliot, está simplesmente estupendo, digno de uma indicação ao Oscar. Julie Walters (merecidamente indicada ao prêmio da Academia) está magnífica como a professora. O filme é realmente um triunfo! Quem não viu deve ver imediatamente, quem viu deve revê-lo, pois absolutamente é o melhor! |
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Com é que um filme desse passa despercebido pelo Oscar? Este filme é (mais um filme) melhor do que "Gladiador", que apesar de ser bom não é essas coisas todas! "Billy Elliot" é um filme sensivel e humano, o ator protagonista atuou muito bem, sua professora de balé também! Com toda e mais absoluta certeza "Billy Elliot" merecia a indicação ao Oscar e no lugar de "Gladiador"!!! |
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Muito bom!! Fui supreendido por este filme emocionante e sensível! Destaque para a trilha sonora e para as atuações de Julie Walters (justa indicação ao Oscar) e do menino Jamie Bell (que deveria também ser indicado)! |
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| 1 - | Avatar | 8 | 104 |
| 2 - | Premonição 4 | 5 | 16 |
| 3 - | Alvin e os Esquilos 2 | 8 | 25 |
| 4 - | Sherlock Holmes | 8 | 37 |
| 5 - | O Fada do Dente | 7 | 3 |
| 6 - | Amor Sem Escalas | 6 | 8 |
| 7 - | High School Musical - O Desafio | 8 | 8 |
| 8 - | O Fim da Escuridão | 6 | 4 |
| 9 - | Invictus | 8 | 10 |
| 10 - | Xuxa em O Mistério de Feiurinha | 4 | 35 |