Título original: (À la Folie... Pas du Tout)
Lançamento: 2002 (França)
Direção: Laetitia Colombani
Atores: Audrey Tautou, Samuel Le Bihan, Isabelle Carré, Clément Sibony.
Duração: 92 min
Gênero: Romance
Status: Arquivado
Angélique (Audrey Tautou) é uma artista plástica que desenvolve uma paixão desmedida pelo médico Loïc (Samuel Le Bihan). A despeito de tudo o que seus amigos lhe dizem e de diversos acontecimentos que provam o contrário, Angélique persiste na idéia de que Loïc também a ama, transformando o que de início parecia ser um desencontro amoroso em uma perigosa obsessão.
REGINA CARDOSO em 04/02/2012
A montagem poderia ter sido um pouco mais criativa e sutil. A historia é boa e engraçada, contudo não me surpreendeu como talvéz fosse a ideia de quem o dirigiu. Se voce tá com tempo de sobra, então vale a pena ver esta pelicula...
REGINA CARDOSO em 04/02/2012
A montagem poderia ter sido um pouco mais criativa e sutil. A historia é boa e engraçada, contudo não me surpreendeu como talvéz fosse a ideia de quem o dirigiu. Se voce tá com tempo de sobra, então vale a pena ver esta pelicula...
keite em 12/03/2011
...é impressionante conseguimos saber os dois lados da estória,primeiro agente pensa que ela é a moçinha ,depois vemos o lado verdadeiro da estória.sem falar que o final é bom e o filme em si é interessante.
bruno souza em 04/01/2002Nota: 4.5
O que mais me impressionou, além de toda a atmosfera típica do cinema europeu, foi o fato de como o enredo foi conduzido. Os dois lados da história são mostrados de modo muito inteligente e surpreendente. Mais um excelente filme da escola européia.
Theo em 12/01/2002Nota: 1.5
A premissa do filme é interessante - mostrar dois pontos de vista diferentes de uma mesma história. Pena que a diretora/roteirista desperdice a idéia escolhendo sempre o caminho mais fácil. Ao invés de mostrar as sutilezas e nuances que podem fazer toda diferença, parte para um enredo estapafúrdio, inimaginável e, na minha desprezível opinião, muitas vezes inverossímil. A montagem, sempre óbvia e simplória, casa com o roteiro. Para quem, como eu, só conhecia a atriz Audrey Tautou de "Amélie Poulin" foi uma decepção perceber que ela só se saiu bem naquele pelo que a personagem tinha de caricato.
Neusa Alvesa em 07/01/2002Nota: 5
Este filme é uma delícia. É uma mistura de romance com suspense e atrai diferentes gostos. Além da atuação invejável, a masculinidade de le Bihan e a doçura de Audrey são estonteantes.
Clarissa Barreiraa em 17/01/2002Nota: 5
Gosto de filmes que que me revoltam, podendo ser o filme muito ruim ou bom. Felizmente este foi a segunda opção, apesar da temática já ser um pouco rodada fiquei impressionada com importância da trilha sonora, que transformou o caso bizarro do filme em um ballet leve e diferente.
Mitsuo Shida em 09/01/2002Nota: 4
Gostei muito do filme, o modo como a história vai se desenrolando é bem interessante, lembra um pouco o filme O Sexto Sentido. Porém a história moral do enredo confunde-se com drama e humor, fazendo com que perca um pouco da reflexão bela que este filme aguça aos telespectadores. Quando assisti, lembrei um pouco das obras do sociólogo Michel Foucault sobre a loucura e seu confinamento como tratamento nas sociedades modernas. enfim, é um daqueles filmes que não se arrependemos ao assistir.
Christian Jafas em 03/01/2002Nota: 2
Não me quer? Tem certeza? Não quer pensar de novo? Achou o título chato? Também não deu vontade de ler o texto? É assim a personagem de Audrey Tatou. Não se lembra do nome e não conhece a atriz? Ela é Améli Poulain, apelidada de garota-docinho. Infelizmente esse docinho já está dando dor de barriga. O francês Bem me quer, mal me quer aposta todas as suas fichas em Audrey Tatou e perde na roleta. O filme não é ruim, a história é bem contada, montada, fotografada e dirigida. O erro está justamente no que seria seu maior trunfo! Será que Audrey Tatou vai interpretar como se estivesse no O fabuloso destino de Amélin Poulain para sempre? O primeiro até que foi legal, um filme daqueles tranqüilos, calmos com boas sacadas e que não te irritam, mas ...agora chega! Para o bem me quer' de sua carreira Tatou deveria interpretar uma puta no próximo filme, uma daqueles bem sacanas ou então uma madrasta má que não se dá bem no fim da história. Audrey Tatou precisa de uma personagem que não peça aquele sorriso sem graça de canto de boca. Vi esse filme ano passado no Festival do Rio, e não pretendo ver de novo. E Tatou adivinha: Não te quero!
Francisco Russo em 02/01/2002Nota: 3.5
O modo como a história é conduzida pela diretora Laetita Colombani é o que há de mais interessante em "Bem me Quer, Mal me Quer". Isto porque a diretora opta por contar a história do filme sob um ponto de vista, o da personagem Angelique, para no meio do filme retornar ao seu início e recontar a mesma história sob outra ótica, a do personagem Loïc. Este simples truque de narrativa faz com que o público se surpreenda com os rumos da trama, pois acredita inicialmente em uma versão para, posteriormente, ver que a história não é bem aquela que vinha sendo contada. O elenco como um todo está bem, sendo interessante conferir Audrey Tautou como uma personagem bem diferente daquela que a popularizou em "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain". Um bom filme.
Ótimo filme, Spielberg manja de Alien não tem jeito mesmo! Nota 8
por Renan, 13/02/2012 às 15:17
Excelente, não li os quadrinhos, mas me disseram que foi uma ótima adaptação, mas só o ...
por Renan, 13/02/2012 às 15:15
Não sou muito de romance, mas esse filme é espetacular...vi faz um bom tempo e não tiro d...
por Renan, 13/02/2012 às 15:13
Hahaha...mas um clássico da T...Jack Nicholson é simplesmente perfeito. Não vejo a hora ...
por Renan, 13/02/2012 às 15:12