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O modo como a história é conduzida pela diretora Laetita Colombani é o que há de mais interessante em "Bem me Quer, Mal me Quer". Isto porque a diretora opta por contar a história do filme sob um ponto de vista, o da personagem Angelique, para no meio do filme retornar ao seu inÃcio e recontar a mesma história sob outra ótica, a do personagem Loïc. Este simples truque de narrativa faz com que o público se surpreenda com os rumos da trama, pois acredita inicialmente em uma versão para, posteriormente, ver que a história não é bem aquela que vinha sendo contada. O elenco como um todo está bem, sendo interessante conferir Audrey Tautou como uma personagem bem diferente daquela que a popularizou em "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain". Um bom filme. |
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Não me quer? Tem certeza? Não quer pensar de novo? Achou o tÃtulo chato? Também não deu vontade de ler o texto? É assim a personagem de Audrey Tatou. Não se lembra do nome e não conhece a atriz? Ela é Améli Poulain, apelidada de garota-docinho. Infelizmente esse docinho já está dando dor de barriga. O francês Bem me quer, mal me quer aposta todas as suas fichas em Audrey Tatou e perde na roleta. O filme não é ruim, a história é bem contada, montada, fotografada e dirigida. O erro está justamente no que seria seu maior trunfo! Será que Audrey Tatou vai interpretar como se estivesse no O fabuloso destino de Amélin Poulain para sempre? O primeiro até que foi legal, um filme daqueles tranqüilos, calmos com boas sacadas e que não te irritam, mas ...agora chega! Para o ‘bem me quer' de sua carreira Tatou deveria interpretar uma puta no próximo filme, uma daqueles bem sacanas ou então uma madrasta má que não se dá bem no fim da história. Audrey Tatou precisa de uma personagem que não peça aquele sorriso sem graça de canto de boca. Vi esse filme ano passado no Festival do Rio, e não pretendo ver de novo. E Tatou adivinha: Não te quero! |
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O que mais me impressionou, além de toda a atmosfera tÃpica do cinema europeu, foi o fato de como o enredo foi conduzido. Os dois lados da história são mostrados de modo muito inteligente e surpreendente. Mais um excelente filme da escola européia. |
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O filme é fantástico, a fotografia é admirável e os atores estão ótimos. Audrey Tatou com aquela ingenuidade de Amélie Poulain realmente se firma como uma das grandes revelações francesas. A maestria e inteligência do diretor transformaram esse filme em um grande espetáculo. Uma grande produção. |
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Maravilhoso o filme! A capa engana, e faz pensar ser um filme romântico... E a Audrey Tautou passa uma imagem inocente e apaixonada... Mas o enredo, com reviravoltas fantásticas, mostra ser muito mais que um filme água com açúcar! |
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Este filme é uma delÃcia. É uma mistura de romance com suspense e atrai diferentes gostos. Além da atuação invejável, a masculinidade de le Bihan e a doçura de Audrey são estonteantes. |
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O roteiro é totalmente desequilibrado, com erros de continuidade, além de não desenvolver os personagens e as situações. A direção é totalmente desastrosa, incapaz de tornar a história atraente. Outra coisa: se o filme foi um mega fracasso em seu paÃs de origem, não tinha porque ser lançado aqui no Brasil, "roubando" datas de produções infinitamente melhores. |
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Gostei muito do filme, o modo como a história vai se desenrolando é bem interessante, lembra um pouco o filme O Sexto Sentido. Porém a história moral do enredo confunde-se com drama e humor, fazendo com que perca um pouco da reflexão bela que este filme aguça aos telespectadores. Quando assisti, lembrei um pouco das obras do sociólogo Michel Foucault sobre a loucura e seu confinamento como tratamento nas sociedades modernas. enfim, é um daqueles filmes que não se arrependemos ao assistir. |
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Longe de ser um filme sobre um romance água com açúcar sua principal qualidade é o elemento surpresa! Gostei bastante da forma inusitada que o filme é conduzido. Mostrando duas verdades sobre um mesmo fato. Os dois lados da mesma moeda! Neste filme, Audrey Tautou pode exercitar o papel oposto de Amelie Poulain. |
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O filme é bonitinho, coloridinho e tal, mas é uma coleção absurda de clichês do começo ao fim, sendo talvez o pior deles "Loic": o grande cara, o grande pai, o grande homem. A diretora fica o tempo todo reforçando mensagens que já enviou, subestimando a inteligência do espectador, com seus roxos e seus vermelhos e suas flores e etc. Audrey Tatou é o que salva um pouco, com seu sorrisinho fofo. |
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A premissa do filme é interessante - mostrar dois pontos de vista diferentes de uma mesma história. Pena que a diretora/roteirista desperdice a idéia escolhendo sempre o caminho mais fácil. Ao invés de mostrar as sutilezas e nuances que podem fazer toda diferença, parte para um enredo estapafúrdio, inimaginável e, na minha desprezÃvel opinião, muitas vezes inverossÃmil. A montagem, sempre óbvia e simplória, casa com o roteiro. Para quem, como eu, só conhecia a atriz Audrey Tautou de "Amélie Poulin" foi uma decepção perceber que ela só se saiu bem naquele pelo que a personagem tinha de caricato. |
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Inusitado! A estrutura do enredo eh o que mais chama a atencao,bem como o enfoque realmente delicado e sensivel que dao aos sentimentos dos envolvidos....eh interessante,porque conseguimos ver os fatos pelo angulo de praticamento todos os personagens! |
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De tirar o fôlego! Laetitia Colombani consegue nos fazer, chorar, sentir raiva e amor por Angélique (Tautou). o longa toca fundo e ao acabar o filme nos sentimos angustiados e traÃdos por Angélique. sua narrativa não linear é o principal ingrediente no tempero do longa, fazendo nossa cabeça rodar e de defensores passamos a odiar angelique. Bem me quer mal me quer faz o coração palpitar. |
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NOTA 10. A trama é muito bem conduzida e amarrada, em alguns momentos a historia é fragmentada criando um duplo sentido em nas imagens vistas, mas os exclarecimentos são surpreendentes. Muito bom filme. |
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Se as crÃticas colocadas anteriormente, taxando o filme de clichê ou mesmo pior que O Demônio (The evil dead), só posso inferir que estas pessoas não assistiram o filme inteiro... O filme é simplesmente genial... Por princÃpio, o modo como somos levados a crer nos desencontros de AngelÃque. A narrativa é totalmente voltada para ela, no começo. Posteriormente, quando o foco de visão é o de Luïc, somos surpreendidos por um novo mundo que se desvela. O universo idealizado por AngelÃque é desconstruÃdo, e tudo o que ficava apenas como um acontecimento corriqueiro passa a ter uma finalidade intrÃnseca à narrativa. Para os estudantes de literatura, esses acontecimentos seriam chamado de motivos associados e dinâmicos... Esses motivos "costuram" as duas narrativas (a de AngelÃque e a de Luïc) perfeitamente, nos levando a reconsiderar os eventos mostrados. Como eu disse, é genial. Quem aprecia literatura e cinema como duas vertentes vinculadas pelo termo ARTE, vai gostar, e muito." |
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Gosto de filmes que que me revoltam, podendo ser o filme muito ruim ou bom. Felizmente este foi a segunda opção, apesar da temática já ser um pouco rodada fiquei impressionada com importância da trilha sonora, que transformou o caso bizarro do filme em um ballet leve e diferente. |
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