Barry Lyndon

Barry Lyndon 2010-05-22 Francisco

Título original: (Barry Lyndon)

Lançamento: 1975 (EUA)

Direção: Stanley Kubrick

Atores: Ryan O'Neal, Marisa Berenson, Hardy Krger, Steven Berkoff.

Duração: 183 min

Gênero: Drama

Status: Arquivado

5           10 25 5

(25 votos)

                   

Sinopse

No século XVIII, um aventureiro irlandês, por ter transgredido a lei, obrigado a deixar seu país e tornar-se espião, soldado e jogador. Mas seu principal objetivo chegar até a aristocracia através do casamento e consegue, mas, apesar de um período de felicidade, um triste destino o aguarda.

 

Elenco

Ryan O'Neal

(Barry Lyndon)

  • Marisa Berenson (Lady Lyndon)
  • Hardy Krger (Capito Potzdorf)
  • Steven Berkoff (Lorde Ludd)
  • Gay Hamilton (Nora Brady)
  • Marie Kean (Me de Barry)
  • Murray Melvin (Reverendo Samuel Runt)
  • Frank Middlemass (Sir Charles Lyndon)
  • Andr Morell (Lorde Wendover)

Comentários

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roberto mauro zebral da silva em 21/06/2011Nota: 10     

Minhas pastas de filmografia já constam quase 2000 filmes assistidos, mas este do Kubrick eu ainda não tinha assistido. Trata-se de outra obra-prima do cineasta. A produção é esmerada, impecável. A trilha sonora é marcante e todo o elenco funciona, como sempre, nas mãos de Kubrick. O filme já começa com uma grande cena: Barry Lyndon treme à frente de sua prima, demonstrando como o homem é fraco na presença da mulher. Depois temos as sequências inesquecíveis de como Kubrick fala da morte do filho de Lyndon. Uma outra cena marcante: o funeral do filho de Lyndon. Acho que o ponto alto do filme é o duelo entre Lyndon e o seu rival, o filho do primeiro casamento de sua esposa. Stanley Kubrick, com sua maneira muito particular de ver o mundo (parecida com a minha), cria personagens e situações com certo sarcasmo, tocando na ferida do ser humano. Filme obrigatório para o caderno de qualquer cinéfilo. Imperdível. Obra-prima. Nota 10. É um Stanley Kubrick.

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SantanaMathias em 12/04/2011

Uma excelente aventura e altos e baixos na vida de Barry Lyndon. muito bem contada o desenrolar da Trama é envolvente! RECOMENDO! ESTA na lista dos Melhores!

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Giuliano Nascimento em 15/01/2001Nota: 1.5     

Enfadonho e longuíssimo, me espanta as opiniões favoráveis ao filme. Roteiro ruim, trilha sonora previsível, personagem mal construido. As únicas coisas boas são figurino e fotografia o restante é desprezível.

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Bruno Pinto em 05/01/2001Nota: 5     

Clássico de primeira, fotografia inigualável e direção precisa do maior gênio da história do cinema. O filme tem um ritmo lento na narração da ascenção e queda de um ambicioso jovem irlandês que desejava fama e poder. Figurino nota 10 e, como é de costume, Kubrick novamente arrancou uma excelente interpretação de um ator (Ryan O'Neal) que nunca havia se destacado pela atuação (basta lembrar de Malcom MacDowell em "Laranja Mecânica" ou Matthew Modine em "Nascido para Matar", e até Tom Cruise em "De Olhos Bem Fechados"). Mais uma vez obra-prima de Kubrick! Stanley é eterno!"

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Camilaa em 11/01/2001Nota: 5     

Um filme incrivel, que aborda a covardia de uma maneira sutil e muito realista. A frase final é ótima, lembrando os telespectadores que somos todos iguais, não importa se bonitos ou feios, porque acabamos todos morrendo. Stanley é simplismente perfeito!

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Raul Dias Gimenez em 18/01/2001Nota: 5     

Esse é daqueles filmes que você deve assistir como se estivesse lendo a um livro, talvez até mesmo pela sua extensa duração. Assim sendo, perceberá que se trata de uma das histórias mais bem contadas da história do cinema, sem contar a fotografia, que é de tirar o fôlego e faz com que você deseje viver naqueles locais. Um filme intrigante e inteligente.

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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR em 10/01/2001Nota: 5     

São 180 minutos de cinema com qualidade exuberante, por vezes, até asfixiante. Este era o único filme do "enfant terrible" Kubrick que eu não havia assistido. Tenho de admitir que perdi muito em não tê-lo visto e revisto antes. Após ter me deleitado inúmeras vezes com "2001, uma odisséia no espaço", achava ser impossível um diretor consigar filmar algo que chegasse aos pés de sua maior (e da própria história do cinema) obra-prima. O roteiro de autoria do diretor foi baseado no livro de William Makepeace Thackeray, e conta as aventuras de um jovem, belo e pobre irlandês, Redmond Barry (Ryan O´Neal) que após participar de um duelo contra um oficial do exército inglês, se vê obrigado a refugiar-se em Dublin. Sua mãe lhe dá todas as suas economias antes de sua fuga. No trajeto Redmond é assaltado com toda a polidez do mundo, numa cena engraçadíssima. Aliás, esse é outro mérito de Kubrick, o humor por trás da maioria dos personagens. Não devemos esquecer também que ele conseguiu fazer do rosto bonitinho de Ryan O´Neal (aquele mesmo de Love Story) um bom ator. Redmond participa da guerra dos 7 anos entre a Inglaterra e a França. Ele passa por mensageiro inglês - que tinha livre acesso a qualquer território com o pretexto de levar documentos importantes - como uma forma de deserção do exército. Mantém um caso amoroso com uma bela jovem holandesa até que é pego com a boca no botija por um oficial prussiano (Hardy Kruger). Redmond tem agora que lutar pelo exército da Prússia, um dos que pior tratava os seus oficiais. No entanto, pelo fato de ter salvado o oficial prussiano que o denunciou, ele ganha condecoração, dinheiro e um trabalho de espião. Sua missão é averiguar as atividades ilícitas do Chevalier de Balibari (Patrick Magee). No final das contas os dois tornam-se amigos e comparsas no carteado. Redmond é o serviçal que fica de olho no jogo nas mãos das maiores autoridades européias, que tentavam superar o famoso Chevalier de Balibari. Ao fugir da Prússia, o nosso Macunaíma europeu do século XVIII decide que irá casar-se com uma mulher rica. Flerta, então, com a milionária Lady Lyndon (Marisa Berenson), que nessa altura ainda era casada com o moribundo Sir Charles Lyndon (Frank Middlemass). Eles vieram a contrair núpcias (bonito, hein?) um ano após o falecimento de Sir Charles. As coisas seriam ótimas não fosse pela presença do filho de Lady Lyndon, Lord Bullingdon (Leon Vitali), de 7 anos de idade. Ele foi a pedra no sapato de Redmond durante o resto de seus dias. Após um período epicurista, Redmond retoma a sua paixão pela esposa, que culmina com o nascimento de seu filho. No entanto, a felicidade não vai durar para sempre. A parte técnica do filme é impecável. A música de Leonard Rosenman (com um tema de Handel, que é a marca registrada do filme); a fotografia de John Alcott; o figurino de Milena Canonero. Todos, por sinal, agraciados com o Oscar de 1975. Nunca o período vitoriano foi tão brilhantemente descrito como em "Barry Lyndon", magnífico exemplo de que o cinema é a maior das artes por ter a possibilidade de unir literatura, pintura, história e teatro no seu bojo.

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Conrado Ramos em 13/01/2001Nota: 5     

Um otimo filme, mais um classico do mestre do cinema Stanley Kubrick. Mesmo tendo 3 horas de duração o filme apresenta um cenario magnifico e uma trama brilhante.Vale a pena assistir!

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Sabrina Ardaisa em 09/01/2001Nota: 5     

Um grande clássico, no qual Kubrick trabalha a sociedade da época, tão parecida com a atual em relação aos interesses e títulos, de forma levemente irônica e competente. Filme forte e de final trágico, bem ao gosto de Kubrick!

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Gustavo Rosa em 07/01/2001Nota: 4.5     

São 3 horas de pura competência. A fotografia do filme é lindíssima e o roteiro apesar de longo não é cansativo. Além dessas caracteristicas, não podemos deixar de fora a excelente direção de um dos melhores diretores que o mundo já viu.

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