Um ônibus repleto de turistas atravessa uma região montanhosa do Marrocos. Entre os viajantes estão Richard (Brad Pitt) e Susan (Cate Blanchett), um casal de americanos. Ali perto os meninos Ahmed (Said Tarchani) e Youssef (Boubker At El Caid) manejam um rifle que seu pai lhes deu para proteger a pequena criação de cabras da família. Um tiro atinge o ônibus, ferindo Susan. A partir daí o filme mostra como este fato afeta a vida de pessoas em vários pontos diferentes do mundo: nos Estados Unidos, onde Richard e Susan deixaram seus filhos aos cuidados da babá mexicana; no Japão, onde um homem (Kôji Yakusho) tenta superar a morte trágica de sua mulher e ajudar a filha surda (Rinko Kinkuchi) a aceitar a perda; no México, para onde a babá (Adriana Barraza) acaba levando as crianças; e ali mesmo, no Marrocos, onde a polícia passa a procurar suspeitos de um ato terrorista.
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Richard e Susan estão em viagem pelo Marrocos, em uma tentativa de reconciliação no casamento. Quando viajam de ônibus subitamente Susan é atingida por um tiro de fuzil, dado por dois garotos que estavam testando a arma recém-comprada pelo pai. Este fato gera consequências na vida de quatro grupos de personagens: Richard e Susan; os garotos e seu pais; a babá mexicana que cuida dos filhos de Richard e Susan e deseja ir ao casamento do irmão; e um homem japonês e sua filha surda, que enfrenta problemas de rejeição. "Babel" segue a linha dos filmes anteriores de Alejandro González-Iñárritu, em que várias situações acontecem em paralelo e não exatamente no mesmo instante de tempo, com informações sobre cada uma delas sendo mostradas aos poucos ao público. O filme não possui uma edição tão picotada e com idas e vindas como "21 Gramas", o que facilita sua compreensão. Além disto há várias cenas belíssimas: a ida da jovem japonesa à boate, o pouso do helicóptero no deserto, a tomada final entre filha e pai na trama japonesa, a própria cena do tiro recebido por Susan. Nesta cena específica vale destacar o trabalho de Cate Blanchett, que consegue transmitir a sensação mista do despertar com a surpresa de estar sentindo uma dor repentina e aguda, sem saber direito o que aconteceu. Blanchett tem ainda outros bons momentos em cena, apesar de sua participação no filme ser curta. As quatro tramas são bastante interessantes, cada uma com qualidades próprias. A dos garotos reflete um pouco da paranóia americana do pós-11 de setembro, que faz com que o ocorrido logo seja considerado um ato terrorista. A da babá espelha as diferenças de costume entre México e Estados Unidos, além da já conhecida dificuldade enfrentada pelos mexicanos para entrar nos EUA. A de Richard e Susan tem como pano de fundo o medo e o preconceito dos demais passageiros do ônibus em que estavam, que desejam sair do local o mais rapidamente possível, mesmo que isto signifique abandoná-los. E a trama japonesa, a melhor de todas, reflete a angústia da rejeição sentida por uma adolescente, que faz com que tente compensá-la oferecendo seu próprio corpo aos homens, em uma tentativa desesperada de agradar. Muito bom filme. |
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Se você assiste "Babel" sem saber do que se trata o filme, no começo pode até ficar meio desconfiado sobre a qualidade dele. Mas, logo logo fica fácil perceber que ele tem uma grande idéia e um ótimo roteiro! Os garotos que interpretam Ahmed e Youssef estão bem à vontade em cena e quando eles estão testando a arma e acontece o "acidente" o clima do filme começa a ficar bem tenso. Assim como em "21 gramas", o diretor Alejandro González Iñarritu conta várias histórias que compõe um eixo central. Dessa vez ele faz isso de uma forma menos complexa, mas não menos brilhante. Cada personagem tem tempo o suficiente para que seja gerado um carisma e isso faz com que o público se identifique com algumas características de todos personagens. Seja o inconseqüente Santiago, interpretado por Gael García Bernal; ou Amélia (a brilhante Adriana Barraza), governanta mexicana que mora nos Estados Unidos há 16 anos e só queria que os patrões compreendessem o momento do casamento de seu filho; Chieko (Rinko Kikuchi), a surda-muda japonesa que vive nervosa por ter que superar o suicídio da mãe, a falta de atenção do pai e administrar a dificuldade de arranjar alguém que a queira; e Susan e Richard, um casal com relacionamento meio conturbado, que parte para um lugar sem o conhecer bem e que pode trazer boas lembranças ou marcar suas vidas negativamente. Destaque especial para a atuação das crianças. Tanto os filhos de Susan e Richard (Blanchet e Pitt) quanto as crianças marroquinas, nos papéis de Ahmed e Youssef. Realmente bem convincentes, principalmente a cena em que Amelia precisa deixar as crianças americanas na fronteira, naquele deserto e o menino pergunta se ela vai deixá-los sozinhos e ele dá aquele olhar de medo e abandono, chorando. Além disso, o filme retrata de forma bem natural como a globalização afeta e influi na vida de pessoas que podem estar perto umas das outras ou não. E como atos irresponsáveis, mesmo que corriqueiros, podem gerar consequências enormes e destrutivas. Considerando o lado técnico, é preciso dizer como as cenas no Japão ficaram bonitas nas lentes de Rodrigo Prieto. A atuação de Brad Pitt também ficou à altura do que se esperava. Muitos ainda o enxergam como apenas um galã, mas quem conhece a filmografia dele sabe que ele tem enfretado muitos roteiros interessantíssimos e descartado vários outros que explorariam exclusivamente sua imagem. Considerando as grandes produções deste ano, posso dizer sem medo: Babel é o filme de 2006! Independente de Oscar ou não. |
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Excelente filme! Um estudo sobre barreiras linguísticas, culturais e pessoais que abrange três continentes e inclui os temas do terrorismo, imigração e suicídio. Excelente realizador - Alejandro Gonzalez Iñarritu (de 21 Grams e Amores Perros). |
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Um dos melhores filmes do ano, apesar de nao ter o pontecial para ganhar o Oscar concerteza terminara com um dos 5 finalistas do ano de 2007, tem o melhor elenco e melhor roteiro ate agora para mim. |
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Magnífico. Felizmente Babel veio, ainda que no final, para salvar um ano fraco em produções cinematográficas. Trilha sonora perfeita e edição que não cansa como em tantos outros exemplares que tentam, como Babel, entrelaçar várias histórias sem cansar. Roteiro também muito bom, direção idem. Dramático e sensível aos olhos. Babel tem grandes chances de indicações ao Oscar, realmente. E o que é melhor, merecido. |
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Simplismente fantástico, impressiona tanto pela fotografia quanto pela atuação de todo elenco que só tem 3 atores famosos. A atuação dos garos marroquinos e da japonesa são bem destacaos e roteiro e sensacional com certeza vai ser indicado ao Oscar, e não duvido que tb leve a estatueta para casa. |
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Genial mais uma vez.Mais acessível que "21 gramas", mas tão ou mais surpreendente. Realização exelente. A cena da discoteca em Hong Kong está simplesmente de cortar a respiração de tão bem montada. |
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Usando o mesmo artifício de seus outros trabalhos, Alejandro Gonzalez conseguiu a proesa de mostrar um filme humano que nos faz refletir sobre a imensidão de preconceitos que nos permeia. Grande filme com atuações brilhantes. |
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Nunca vi um filme tão péssimo como este, receber tantos prêmios. A tentativa de ligar as histórias de alguma maneira é muito forçada e acaba chegando ao ridículo. Também podemos perceber que o estilo do filme é uma cópia do filme "Crash". Só não dou nota zero porque o título é bastante criativo. |
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Não que o filme seja ruim ou que não valha a pena ver, acontece que quem se impressionou com o trailer esperava outra coisa do filme. No fim, o filme é menos sobre barreiras lingüísticas do que sobre pessoas e governos que tomam atitudes estúpidas sem pensar nas conseqüências. Mas há, com certeza, um destaque para as atuações, perfeitas desde Brad Pitt e Cate Blanchet até os atores menos conhecidos. |
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O filme é show, os atores estão muito bem em seus papéis.Mas confesso que o que me levou ao cinema foi Alejandro González Iñárritu , o cara é G E N I A L.Vale a pena! E que venham os prêmios! |
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Achei Babel uma ótima crítica sobre a dificuladade da comunicação e do entendimento. No entanto acredito que as partes, ou seja, as histórias individualmente consideradas, acabaram por se tornar mais interessantes que o todo. Outro problema do filme é a edição, que mesmo sendo menos complicada que a de 21 Gramas, deixa a desejar, já que sempre evita o climax dos momentos. |
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É um filme que abrange muito bem os preconceitos causados pela globalização, e o confronto de etnias do mundo. Muito sensível e coloca uma mensagem incrível de humanidade e como a nossa realidade é fria e imediatista.Enfim, ótimo filme. E esse diretor é genial. |
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Babel possui um roteiro excelente, uma forte mensagem implícita e o padrão "Iñarritu" de qualidade. Sem dúvida, ele é um dos melhores diretores da atualidade, e este é o melhor filme do ano. Porém, ainda acho "21 gramas" a sua verdadeira obra-prima, em todos os aspectos - dramaticidade, atuações, trilha sonora, edição, etc, etc... Mas sobre Babel, o único porém no meu ponto de vista foram as partes meio "apelativas" que as quatro histórias tiveram. Acho que algumas delas foram desnecessárias. Mas isso não diminui a força desse filme maravilhoso. Oscar para Iñarritu, Oscar para Babel! |
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Muito bom! Longe dos tradicionais efeitos especiais, grandes explosões ou amores impossíveis, típico de grande parte dos filmes "Hollywoodanos". Babel é um drama que prente sua atenção pela essêmcia e não pelo visual. Faz-nos pensar como um fato isolado pode desencadear tantos outros, afetando a vida de várias pessoas. |
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A vitória final do fantástico Iñarritu!O excelente diretor mexicano se afirmará de vez no cenário mundial do cinema a partir deste filme.Ele que já foi elogiado por seus outros filmes sobre comportamento e história paralelas, atinge o ápice com Babel. Ápice da grandeza, da emoção e tbm da beleza - me refiro aí à fotografia, trilha sonora e roteiro. Narra de forma impiedosa a angústica gerada pelo preconceito e as enormes barreiras devido à diferenças impostas pelo seres humanos hoje em dia. A dificuldade de deixar o bom senso reinar, a paranóia, ou mesmo a rejeição da sociedade, em certas circunstâncias, à pessoas deficientes são características marcantes em nós. Iñarritu buscou ao máximo ser menos complexo e mais explicativo do q em "21 Gramas" - tbm um excelente drama - para q evitasse um roteiro picotado demais. E se estendeu mais no tema do q em "Amores Brutos" - outra bela fita, no entanto totalmente produzida no Méxixo, não gerando a visibilidade merecida para tal. Ou seja, agora há uma produção feita para Hollywood. Para ganhar o Oscar. Mas q atingiu em cheio o coração do apaixonado por cinema e do preocupado pelas relações sociais hoje vividas. Sinceramente, nunca pensei q fosse dizer isto, mas "Crash" me pareceu bem pequeno perto de algns momentos de "Babel". Show de imagens, trilha sonora, elenco escolhido à dedo, nervos à flor da pele, trauma familiar, preconceito tratado em sua forma mais "nua" e cruel. Enfim, aplausos de pé! |
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Apesar de bem feito, o filme tem uma carga ideológica muito forte: mexicanos são sempre invasores (têm que ser expulsos dos EUA), marroquinos (muçulmanos) são sempre terroristas (maus) e japoneses "não fedem nem cheiram" (aliados), enquanto os americanos são vítimas de tudo, tudo mesmo, mas sempre terminam bem. Coitados!!! O pior de tudo é que nem o diretor é americano! É mexicano! É de cair o queixo! Não gosto de filmes assim! |
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Mais um filme auto-importante, pretensioso e cheio de ambição. O roteiro é fraquíssimo em diálogos, Iñárritu filma como se quisesse mostrar que sabe ser contemplativo e a trama é repetida à exaustão. Pontos positivos ficam para as interpretações, a montagem, a trilha sonora e as imagens de um Japão barulhento e doloroso. |
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Concordo com o leitor Tiago, o filme usa a mesma estrutura de Crash, e torna-se forcada a ligacao entre as historias...alem disso, nao possui a mesma forca do primeiro ao discutir temas semelhantes como os imigrantes no EUA. Sera que vai virar formula para ganhar premios? Historias paralelas que em determinado momento se entrecruzam...em Crash essa estrutura é muito mais convincente. |
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O filme é excepcional! Te faz sair do cinema pensativo sobre sua vida e suas consequencias, além de vc se surpreender com todo o elenco. Para mim, o destaque vai para as duas crianças marroquinas e para a Amélia. |
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Amei o filme, ele é daqueles que ou vc odeia ou ama mesmo, tem uma liguagem que te prende do início ao fim e com diversos conflitos que se entrelaçam...realmente fantático! |
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É um filme obrigatório para a compreensão de boa parte dos conflitos que vivemos entre os países e dentro deles. Não há nada de ideológico; o diretor prima pela apresentação estética e conceitualmente forte. |
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Não vi BABEL como um fim em si mesmo, isto é, não coloco o filme (diretor, técnica, etc) em questão, mas a que ele remete. Oportuna a incursão da arte no plano da realidade. BABEL é um elemento agora indispensável para refletirmos sobre o que se passa. Vivemos nossos dramas comuns e, inexoravelmente, lançados à uma teia infinita de relacionamentos. O mundo transforma-se MESMO num lugar cada vez mais perigoso. |
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Um filme razoável, em que merece um certo reconhecimento pela boa atuação de todos os personagens, sem excessões. Contudo, possui uma história extremamente cheia de clichês e um conteúdo extenso junto à um nível de compreensão complexo. Certamente não é um filme tão simples de assistir por precisar de uma atenção mais intensa que "Efeito Borboleta". Não é fácil entendê-lo por completo de primeira instância. |
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Simplesmente o melhor filme do ano. Ariano González-Iñárritu é um gênio. Embora possua nomes muito conhecidos, são as desconhecida atrizes mexicana e japonesa que roubam a cena. |
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Filme procura mostrar a decadência da condição humana; não importando em que parte do planeta o homem esteja situado a sua condiçaão é sempre de sofrimento. Outro detalhe importante que podemos salientar, é que os filmes com maior indicações para os prêmios, nos últimos tempos, estão procurando retratar a crise humana vivida nos tempos globalizado. Por que motivo? Belo filme! Que produções como esta se faça mais e mais presente para que haja uma conscientização global de um sentimento de mudança. |
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Esperava mais do filme......principalmente de um filme de Alejandro González-Iñárritu.....Babel tem cenas boas e fortes.....porém o rítmo é cansativo.....diria até exaustivo.....além de repetitivo....qnto a estrutura.....não é muito diferente do que foi feito em 21 gramas......li algumas críticas dizendo q era o mesmo tipo de estrutura usado no filme Crash.....mas quero lembrar q este não foi o primeiro filme a ter este tipo de estrutura.....vários outros já o fizeram.....como por exemplo Magnólia de PTA....enfim.....sem mais delongas.....não gostei muito. |
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Eu simplesmente adorei o filme. É o filme do ano mesmo, vale o Oscar não só de melhor filme... se eu pudesse daria também para a Adriana Barraza que interpretou divinamente a Amelia, Brad Pitt que mostrou toda a dor e sofrimento ao interpretar o Richard, Cate Blanchett... por fim, todos foram fantasticos... Espero que o cinema continuem assim... com belos filmes. |
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Um filme que no momento até não possa parecer, mas se refletirmos mostra a verdadeira realidade dos fatos, refiro-me ao envolvimento de todos com tudo, e tudo isso não tão explícito. É esse tipo de filme que gosto, que faz pensar. Espero que ganhe todos os prêmios que o mesmo é indicado. |
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Um filme muito angústiante. A dor e o sofrimento são mostrados de forma dura e cruel. Não acrescenta nada e nos deixa cada vez mais indignados com o jogo de política e poder. Nota 2 porque o elenco é muito bom. |
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O filme é excelente ! Histórias paralelas relatadas com muito realismo, que são interligadas de forma factível e com um visual e uma música simplesmente fantásticos ! Retrata muito bem: o preconceito e o isolacionismo da sociedade americana, o excessivo informalismo espontâneo da mexicana e atipicidade, tecnologia avançada e peculiaridade da sociedade japonesa. Enfim, um filme muito rico! |
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O filme é muito interessante pelo o fato de se passar varias histórias, bem parecido com CRASH, os atores, até os menores, dão um show de atuação! |
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Sempre gostei de filmes que tem esse tipo de edição, que parece que o filme começa antes de terminar. É muito comovente e mostra como um erro pode provocar graves consequencias. Cito a empregada, imigrante ilegal que se arriscou pra ir no casamento do filho, do sobrinho desta que dirigiu bêbado e foi pego na barreira policial, do marido que inventou uma viagem pra onde suponho que a mulher não queria ir, e principalmente dos meninos que atiraram no ônibus. Ele é um Drama com D maiúsculo. |
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Deus teria condenado os homens a falarem idiomas diferentes - e o que é pior, não se entenderem - devido à arrogância dos nossos antepassados. A situação parece não ter se modificado após milhares de anos. A única diferença é que a torre de Babel está globalizada; internet, televisão a cabo, celulares, enfim, a comunicação é imediata entre todas as nações. O mesmo não se aplica à universalidade da riqueza, mas isso é uma outra estória. A humanidade ainda parece estar sob os efeitos da condenação Divina: o entendimento mútuo inexiste. Iñarritu e seu ex-colega de vários filmes, Guillermo Arriaga (os dois brigaram e não estão se falando sabe-se lá por quais motivos) levaram à telona três tramas pararelas que tentam mimetizar o que acontece no mundo atual globalizado. A idéia de histórias pararelas que se entrecruzam em algum momento não é nova no cinema de Iñarritu (vide "21 GRAMAS" e "AMORES BRUTOS", tampouco no cinema. O vencedor do Oscar de 2006, "CRASH" fazia apresentava várias tramas tendo como fundo a cidade de Los Angeles. Sem falar no recém falecido diretor, Robert Altman, que deitava e rolava neste tipo de narrativa. Voltemos à babel-terra onde todos gritam e ninguém se entende. Susan (Cate Blanchett) e Richard (Brad Pitt) vão passar férias no Marrocos. Parece que o casal vai tentar encontrar num local exótico a serenidade para manter o relacionamento de ambos vivo, pois os problemas são evidentes entre eles. A escolha por dois rostos tão conhecidos de Hollywood foi proposital. Desta maneira, Iñárritu conseguiu dar maior visibilidade ao seu filme. Fossem outros atores a abordagem da mídia seria infinitamente menor. O casal não imaginava que uma criança marroquina munida com um rifle que deveria servir para proteger as cabras de sua família, numa brincadeira atira em direção a um ônibus que se encontra bem distante e o pior acontece: Susan é alvejada no seu ombro esquerdo por uma bala. No meio de um lugar inóspito, Richard com a ajuda de uma alma boa (ainda existem neste mundo babilônico), o guia da excursão fazem de tudo para salvar a vida de Susan. Simultaneamente temos a trama de Amelia (Adriana Barraza), babá do casal de filhos de Susan e Richard. Eles moram em Los Angeles. O filho de Amelia irá casar no Mexico. Como não há ninguém que possa substituí-la no seu trabalho, ela que cuida das crianças desde o nascimento delas, decide levá-las para o Mexico. Os problemas começarão no regresso do México, mais precisamente ao atravessar a fronteira México-Estados Unidos. A terceira trama ocorre em Tóquio, onde uma filha surda-muda, atormentada pela sua condição e pelo suicídio recente de sua mãe, se entrega a uma procura desenfreada de carinho, porém, de forma caótica. As famílias sejam elas marroquinas, mexicanas, americanas ou japonesas se fragilizam, se esgarçam e se unem. O grande mérito dos realizadores foi o de mostrar algumas chagas do mundo atual (tensão racial, imigração ilegal, problemas na compreensão do "mundo" do adolescente), porém, sem fazer julgamentos a respeito. A tragédia humana pode ter solução no futuro, talvez longínquo, é verdade, mas quem sabe... Iñárritu e Arriaga colocaram alguma luz no final do túnel. |
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O filme Babel intenso e ao mesmo tempo sensível. O diretor tem a habilidade de unir cenas com alto teor de emoção a uma música forte que toca o coração. A atriz japonesa que concorre ao oscar de melhor coadjuvante dá um show de interpretação num roteiro que lhe exige desinibização sem apelação. Atores desconhecidos contracenam à vontade com atores tarimbados. A criança que após a morte do irmão se entrega e confessa todos os seus erros clamando pelo socorro do familiar é símbolo da sensibilidade e da mão segura e consciente do diretor. |
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Simplesmente maravilhoso!! Um filme que retrata de maneira realística a incomunicabilidade. É longo, mas não se torna cansativo. De fácil compreensão. Todo o elenco de parabéns. Porém não há destaque de nenhum personagem, todos têm uma participação homogênea, nem Brad nem Gael se sobressaem. Não é qualquer um que consegue apreciar este tipo de filme, para quem gostou de Amores Brutos e 21 gramas, irá gostar com certeza. Gosto não se discute, mas é essencial maturidade e sensibilidade para saber apreciar este tipo de abordagem. Tive a mesma sensação de quando assito aos filmes de Almdovar. |
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O filme é estilo Crash - no limite. Muito bom, principalmente pelo diretor conseguir uma harmonia tão grande entre as 4 histórias diferentes, e envolver personagens de diferentes raças e culturas em uma mesma história. |
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A sinopse diz que um tiro dado no Marrocos traz trantornos em varias partes do mundo,mas isso nao é verdade.O que acontece no excelente filme é sim um entrelaçamento de situaçoes vividas por personagens distantes entre si. |
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É impressionante a carga emocional do filme que é lançada sobre você!As tomadas muitas vezes são tão implacáveis que incomodam assistir. Incrível o trabalho do Iñarritu e seu roterista Arriaga. Somados a trilha sonora maravilhosa.IMPERDÍVEL! |
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É um filme denso, que mostra que para além das barreiras étnicas, lingüísticas e culturais, retrata questões humanas universais como a responsabilidade/irresponsabilidade dos indivíduo em relação às conseqüências de suas ações, a tolerância/intolerância entre as pessoas, o amor/desamor entre irmãos, pais e filhos, compatriotas. Há cenas primorosas, comoventes, como a que Brad Pitt chora ao telefone quando fala com o filho ou quando beija a mulher ferida. Atuações muito boas dos atores em geral, e trilha sonora sofisticada e precisa. Apesar de ser um ótimo filme, talvez por tentar ser muito abrangente, acaba ficando excessivamente fragmentado. |
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Um filme merecedor de todas as indicações, com uma fotografia lindíssima, ótimos atores e um enredo intrigante que nos leva a refletir sobre as diferenças culturais por mais que se fale em Globalização. |
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Aos internautas que criticaram o filme deram as nostas mais e, respeitando o direito e liberdade, comento apenas quelhes faltam com certeza um conhecimento mais profundo, maturidade e quem até viver um pouco da arte: para entedner o universo desse direitor, sua concepção e até mesmo suapostura politica, precisa necessariamente assistir, "Amores Perros-Amores Bruto, 21 Gramas e Babel"; só assim poderá compreender o que se dizer nas imagens e situações. Tem coisa mais indigina do que "intolerancia",dor, angústia, vaidade, busca do sentido na vida? Iñarritu, fala disso e muitos mais nos seus filmes. Revejam os filmes, assistam com outros olhos, e note que o último é dos mais polêmicos; ou pedemos ficar calados com o que acontece em outros países, justamnete por causa da supremacia do EUA, e é justamente disso que ele fala o tempo todo, mas o seuponto de partida é um tiro dado por um inocente, uma criança. É isso aí! |
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Juro que gostaria de entender o que as pessoas viram nesse filme!!!É um dos piores filmes que já vi.Possui atores ótimos, mas que nenhum se destaca.Isso fora o vai e vem do filme que não leva a lugar algum. |
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O filme merece muitos prêmios. Trabalha de uma forma delicada os diferentes "corpos" no espaço e no tempo. Sem dúvida mostra o olhar do diretor atento as ações e ó conceito da física quaântica que pouco entendo) que estamos todos interligados. Mostra também que no silêncio e na dança dos movimentos é que stá o valor da comunicação. Enquanto a comunicação (simultânea) trabalha pouco a lapide necessária para se compreender uma notícia. O que mais me impressionou, foram as cenas do afeto, maravilhosamente mostrado no movimento de câmera no casamento no México. Nos personagens Mexicanos e Marroquinos estão a afetividade, a troca do valror essencial da vida, mas o quanto "o afeto" é desprezado e desnecessário na forma mercantilista da vida. Os movimentos de câmera, a cada novo lugar - denota o vazio, a liquidez dos contatos, as relações temporárias carregadas de singularidade. O ritmo é perfeito, precisamos deste silêncio, deste tempo que o diretor dá a cada mudança de espaço para pensar, sentir e perceber que estamos todos envolvidos de fato nesta trama. O deserto "somos todos nós" a frase final são as cortinas de veludo que se fecham. Todos nós esperamos que nossos filhos vejam luzes bilhantes, possibilidades perante tantas noites vazias. |
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Babel é sem dúvida um dos melhores filmes que vi em toda a Vida. Há-de estar sempre na minha classificação de top 5.O Iñarritu conseguiu escrever e realizar uma obra de arte, que nos põe a nu a mais simples das coisas: o Amor da Familia - Em Marrocos, nos EUA, no México ou no Japão. São realidades tão díspares, mas tão comuns em sentimentos... registei todas as cenas do filme, mas uma das que retenho quando fecho os olhos, é o puto marroquino a lembrar-se de como era feliz com o irmão, nas montanhas. Ou a cena em Tóquio, do Pai que abraça a filha nua na varanda... O Iñarritu já tinha mostrado ser um verdadeiro artista em 21 Gramas, mas neste vai ainda mais além. Como se fosse possível... O termo é: AMEI! |
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Quem não gostou não entendeu. O filme mostra como pessoas que falam diferentes idiomas conseguem se comunicar e (quase sempre) resolver seus problemas. Daí o título. Um casal de americanos se comunicando com marroquinos. Uma babá mexicana se comunicando com americanos (os filhos do casal). E até uma garota japonesa que, por ser surda-muda, é obrigada a "se virar" para comunicar-se com seus próprios conterrâneos. A trama é bem armada, partindo do enredo principal que mostra uma americana, a passeio em marrocos, sendo acidentalmente atingida por um tiro. Esse fato se desdobra em conseqüências para outras pessoas em diversas partes do mundo. Méritos para o excelente diretor. |
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É sem dúvida um filme que gera discussões, como pro exemplo o final da menina japonesa que ficou em aberto! Não gostei da seqüencia de fatos, um pouco confuso talvez! A fotografia é maravilhosa e o elenco é muito bom, mas não gostei do enredo. |
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É um filme denso, que nos prende a atençao em todas as cenas e nos faz refletir sobre a compaixão e tolerancia ao próximo. O filme é muito bem interpretado, realista, a fotografia é ótima. |
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Não entendo pq as pessoas falam tanto desse roteiro! Onde ele é original? É igualzinho Crash (que levou no ano passado o Oscar de melhor filme) e não muda em nada do que o diretor já fez em Amores Brutos. O filme poderia ter meia hora a menos e não perderia nada (a seqüencias enorme sem profundidade). E tb dizer que o filme debate o terrorismo, é um pouco demais. Realmente o filme só vale pela interpretação dos atores (desde brad Pitt até o pequeno - e notável - Said Tarchani)... se fossem atores menos capacidados, éra um filme pra ser esquecido. |
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Impactante! Um filme que exige que você saia do roteiro para compreedê-lo bem. O nome Babel significa a confusão, o desentendimento, tudo o que gera preconceitos e violência entre pessoas, culturas, mundos diferentes. Pouco se aproveita do filme se o espectador já não faz um exercício de compreensão do mundo globalizado, não só na economia, mas culturalmente. O filme merece as indicações que recebeu. Vale a pena! |
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Mais uma vez o diretor Alejandro González-Iñárritu mostra o seu inigualável talento. O elenco de primeira consegue nos transportar para dentro do filme e viver as situações colocadas(boas ou ruins). Já vi melhores atuações de Brad Pitt, mas ele prova a cada filme que não é mais só um rostinho bonito das telonas. Mas acho que o grande destaque foram os muçulmanos e atores locais das cidades onde o filme roda. Para quem viu pela primeira vez o diretor Alejandro, indico ver os outros dois filmes dele na seqüência: Amores Brutos e 21 Gramas! |
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Roberta e Tiago, muito antes do fraquíssimo e sem originalidade "Crash", o diretor de Babel já usou essa "fórmula" em seus outros dois filmes, 21 Gramas e Amores Brutos. Se tem algum filme que "copiou" o outro foi o"Crash", que ridicularmente também usou das mesmas idéias do diretor Paul Thomas Anderson em Magnólia (onde 3 histórias de entrelaçam e por sinal é espetacular), onde tem uma cena que toca uma música nas 3 partes da história e aparecem os atores cantando, o diretor de "Crash" só não colocou os seus atores cantando pois se não ia ter que pagar por plágio, mas o ritmo e intenção da música foi a mesma, tentando e não conseguindo passar a mesma emoção de Magnólia. Eu achei deprimente. O filme Crash é o tipo de filme que foi feito para passar na "Temperatura Máxima", onde tudo acaba bem e todos saem felizes e arrependidos dos pecados, o que é bem diferente na vida real e só um diretor como Alejandro González-Iñárritu sabe colocar em um filme. |
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O filme não tem nenhuma moral, um fim, ou uma conclusão que de sentido à história. Apenas fatos estão interligados, é uma especie de "Efeito borboleta" quando mostra que um ato pode mudar a vida das pessoas. O filme só ganhou tantas indicações por causa do peso dos artistas que atuaram nele. |
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A presunção do diretor é tão grande que dedicou o filme aos seus filhos. Já estava que tinha feito uma obra-prima. Para justificar sua idéia de barreira de comunicação entre pessoas de mundos diferentes, o roteirista criou uma história absurda do tipo "Acordei com o pé esquerdo hoje" - todo mundo dá azar de estar no lugar errado na hora errada, coisas do tipo "ah, sou imigrante ilegal e vou dar um pulo no México com umas crianças americanas e já volto para os Estados Unidos. A polícia de fronteira vai me receber de braços abertos...". |
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A fotografia é maravilhosa!!! Muito bem selecionadas as regiões e culturas envolvidas. Gosto da forma em que ele trabalha com o a caso... Ótimos atores... O toque de comédia ajuda a dramatizar o filme! Gael Garcia como sempre mostrando quem é! |
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Neste filme tem duas cenas que traduzem a força e a fragilidade ao extremo: 1- A cena em que o marido (Brad) beija a esposa que está urinando, no limite da intimidade e com a força do amor incondicional e 2- A cena da japoneza nua tão frágil e sem pudores que não consegue suicidar-se...Filme forte e que faz pensar. |
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O filme em sim não é muito bom, tem seus momento de picos, mas consegue fazer agente parar e pensar na vida, mostrado que com uma atitude tudo pode mudar. |
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O filme caiu num lugar comum. O seu lado bom é chamar a atenção para problemas que, apesar de não serem atuais, ainda preocupam a sociedade mundial. Não sai da mediocridade porque não apresenta exemplos de como as injustiças apresentadas podem ser combatidas. Não traz referência de atitudes que podem melhorar esse estado de coisas. Ser pessimista no diagnóstico é admissível, mas deixar de apresentar otimismo em soluções é inaceitável. Pela repercussão, sem dúvida que poderia ser melhor. |
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O filme é muito intrigante, merece ser visto, ele mostra todo o caos em que nós vivemos hoje em dia, e como os americanos ficaram depois dos atentados as torres gemêas, ou seja, tudo para eles se resume a atentados terroristas. E Juliana Priss dizer que o filme Crash tem um "final feliz" é muita hipocrisia, se você entender a mensagem do filme vai mudar de idéia. Porque se é assim Babel também tem seu "final feliz" onde tudo acaba bem. Sinceramente seu argumento é fraco para desmerecer "Crash - No Limite" o mesmo argumento que você usa em Crash pode ser usado em Babel para quem não entendeu a mensagem dos dois filmes. |
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Não vale nenhuma de suas indicações ao oscar, destarte muito provavelmente não levará nenhum prêmio da academia. Avaliemos caso a caso. Na categoria de melhor atriz coadjuvante: Adriana Barraza não convence em seu sofrimento após abandonar as crianças no deserto, assim como o papel de surda e muda da atriz Rinko Kikuchi também foi fraco em seu desempenho, ao contrário, a pequenina Abigail Breslin de 10 anos de idade no filme Pequena Miss Sunshine encanta, comove e convence, sendo assim, favorita para ser a mais nova atriz a receber um prêmio da academia. Na categoria melhor roteiro original: O que tem de original nesse roteiro? São vários curtas-metragens de muito baixo nível que tiveram a sorte de serem interligados, aliás, mal interligados, fazendo com que algumas pessoas que não entenderam o filme, fizessem elogios sem conteúdo. Nessa categoria estão os dois melhores roteiros originais que são Pequena Miss Sunshine e o filme mexicano O Labirinto do Fauno. Já na categoria Melhor Trilha Sonora Original, seria talvez, a única chance do filme Babel arrematar uma estatueta, se não fosse a beleza da trilha sonora de A Rainha e de O Labirinto do Fauno. Na categoria Melhor Montagem, Babel não tem chance contra Os Infiltrados e tampouco contra o Diamante de Sangue. Na categoria Melhor Direção: Inarritu chegou com truques antigos de movimentação de câmera, momentos surdos também são truques antigos, ou seja, apesar de dirigir um filme difícil, isso não dá merecimento ao prêmio de melhor diretor, principalmente quando está infrentando diretores e filmes muito melhores e filmes brilhantes, acredito que o vencedor do prêmio de melhor diretor será Stephan Frears pelo filme A Rainha, ou então Clint Eastwood pelo brilhante filme Cartas de Iwo Jima.. esses são os dois favoritos a ganhar este prêmio, embora eu considere o Martin Scorsese acima desses, mas eu não posso esquecer que os críticos da Academia sempre desvalorizam o trabalho desse grande mestre. Na categoria melhor filme: Acredito que deu para perceber o quão fraco é o filme Babel e que, certamente, os favoritos são Os Infiltrados e Pequena Miss Sunshine. A não ser que ocorra alguma "marmelada" nesse Oscar, Babel não receberá nenhum prêmio porque não merece. Filme pobre, fraco e inexpressivo. |
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Babel é mais um acerto na carreira do Alejandro González-Iñárritu, mas infelizmente não é um filme perfeito. Aliás, está longe de ser um filmaço. A história em si é extremamente interessante, apesar de não ser exatamente original. O legal do filme é como o diretor conseguiu ambientá-lo em 4 países com culturas tão diferentes (Marrocos, México, Japão e EUA) de uma maneira em que as situações vividas por personagens tão distintos houvesse alguma correlação. O elenco é simplesmente de primeira. Todos, sem exceção, estão ótimos. A fotografia é belíssima e a montagem é muito boa, porém o filme peca em vários sentidos. Ele tem um ritmo arrastado que cansa depois de algum tempo. Há algumas situações que se tornam previsíveis ou inverossímeis. Enfim, é um filme com vários pontos altos e baixos, mas que felizmente tem um saldo positivo. É um filme pra se ver e refletir. |
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O cinema americano está passando por uma crise tão grande que basta se fazer uma hist/oria diferente para todo mundo achar genial. O que há de diferente neste filme? Nada, a estrutura é copiada de Crash, o enredo é uma cópia de Encontros e Desencontros, só que numa versao globalizada e a história da menina japonesa esta totalmente deslocada, nao acrescenta nada ao filme. Enfim a regra foi dada por Tarantino. Faça porcaria ! mas faça de uma forma diferente, meio non sense, que as pessoas vão adorar. A fórmula deu certo! |
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Fazia tempo que não via um filme tão envolvente, inteligente e humano!Mostra as dificuldades de comunicação, as dificuldades de relacionamento e as barreiras culturais, juntamente com os comflitos internos. |
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Metaforicamnte podemos dizer que o silêncio é a melhor forma de comunicacão.É espetacular o impacto visual e estético deste filme,magistralmente dirigido por Alejandro Gonzales Inarritu.Para começar a história desenrola-se a partir de vários espaços temporais mas nem por isso se torna confuso.Contém grandes interpretaçoes (destaque para Rinko Kinkushi) e magistrais caracterizações de espaço.Aliás e isso que se destaca em Babel,os dialogos visuais e apesar do pouco tempo para cada acção a impressionante definição do que se estava a passar e dos sentimentos das personagens.O uso do silêncio,criticado por muitas pessoas,aqui torna-se fundamental para digerir o filme. |
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Iñárritu mostra porque é o mais talentoso diretor do cinema atual ao lado de Tarantino. É incrivél como esse diretor consegue extrair atuações tão generosas dos atores a que dirige. Não é a toa que todos os atores estão fazendo fila para trabalhar com ele. Um filme carregado de uma carga tramática tremenda, que só na mão de gênios não descamba para a pieguice. A mescla de sentimento, sensações e cultura pode ser pertubador e de difícil compreensão para o espectador comum. |
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Melhor Filme do Ano! O Filme todo é perfeito. Direção, Atuação, Trilha Sonora, Edição, Roteiro, enfim um filme muito bom. Babel é um filme muito complexo, que necessita de concentração o filme todo. |
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Já no desfecho final do filme, uma cena pode ilustrar toda a essência deste magistral filme de Iñárritu: no meio do tiroteio nos desertos do Marrocos um dos garotos, com o objeitivo de por um fim na loucura e na falta de bom senso dos marmanjos, se apresentar como o responsável pelo trágico acontecimento ocorrido dentrodo ônibos. E como se Iãrritu fizesse um ode a candura daquela criança que apesar ter feito uma burrada típica dos marmanjos, ainda assim tinha dentro de si uma lucidez e também e sensibilidade. Esta cena, juntamente com a busca desesperada de seus progannistas para com a redençao serve para exemplificar toda a essênica característica que o diretor mexicnao costuma por em seus filmes. E Este filme apesar de ser o mais pop até agora da carreira de Iñárrritu, e sem dúvida tão brilhante e redentor como os anteriores. Um grande filme,sem dúvida. Imperdível e que vale cada centavo gasto. |
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Conseguiram com Babel,este filme envolvente, visitar a cultura de gerações e países distintos em um mesmo tempo sem perder a seqüência do roteiro. Mesmo trabalhando com pessoas que nunca atuaram antes, o diretor conseguiu um efeito dramático sensacional. E os jovens marroquinos deram um show. Não foi omitida a relação delicada dos Estados Unidos com países do Oriente. Tudo é tratado como atentado terrorista. |
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Para mim, simplesmente um GRANDE filme. Penso que abrange culturas que no meu ponto de vista sao completamente opostas e mostra-nos classes sociais que se encontram no dia de hoje tao que so mesmo uma produção destas as pode unir. |
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Gostei do filme, mas não achei nada fantastico, ou fora do vulgar. Para mim a mensagem do filme é lembrar a fragilidade da nossa existência, como podemos estar bem nun momento e envolvidos em terríveis azares no momento seguinte. |
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Na minha opinião, o filme é cansativo, sem emoção, nostálgico. Estou até agora procurando o sentido... Não entendo como podem querer fazer dele um filme digno para ganhar o Oscar. |
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Preconceito nós vivemos em nosso dia-a-dia... e muitos outros filmes já trataram, sobre esse tema... é clar que é sempre bom aparecerem filmes que tratem do assunto, mas, acho que esse filme não merece tantos prêmios assim... achei um filme abaixo da média, justificando-se pelo elenco... existem muitas situações, no decorrer do filme, que nos fazem refletir e julgar a nossa realidade, mas, em se tratrando de um filme de 25 milhões, não acredito que ganhe o Oscar. |
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Filme excelente! Não sei como pôde ser tão criticado. É um filme que, além de mostrar algumas realidades, traz a idéia da Teoria do Caos, mas de uma forma muito mais realística e interessante da utilizada em outros filmes. A fotografia e a trilha sonora nos prendem ao filme de forma que é possível sentir angústia pelos personagens.Na minha opinião, um ótimo filme! |
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É um filme denso, inteligente, marcado por estereótipos. Enfoca muitas questões, mas o que mais me chamou a atenção foi a questão das atribulações do mundo atual afetando o acompanhamento do desenvolvimento dos filhos. |
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O filme é cansativo. Cenas extensas demais. Se era para repetir o sucesso de 21 gramas, faltou o peso da alma, perdeu a originalidade, não surpreende em momento algum. A nota 5 é para os atores. Bons atores. |
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Babel é um filme fraquíssimo, um roteiro pífio; a estória da menina surda não acrescenta nada à trama, a empregada mexicana deve ser uma débilóide por ser imigrante ilegal e sair com duas crianças americanas e achar que vai retornar aos EUA sem problemas. A polícia vai atrás do pai da menina surda pra quê? Só pra perguntar se arma era dele? Juliana, você deveria ver Crash de novo. É um filme peefeitosua crítica de que tudo acaba bem é peculiar, visto que há uma mãe que perde seu filho, um policial (não corrupto) que mata por medo um homem, um outro policial com o pai doente e sem plano de saúde, enfim, não sei onde você viu esse final feliz! Veja novamente o filme! |
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Até agora me pergunto o porquê deste filme ter tido tantas indicações. É péssimo em tudo. O roterista se perdeu o diretor mais ainda, não existe uma ligação coesa entre os vários lugares onde se passa "história". A fotografia não é lá grande coisa. Talvez o que tenha valor realmente é a interpretação das duas crianças, que possuem uma marca de expressão bem forte. É o pior filme que já asssiti nos últimos 20 anos. |
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Uma porrada, somos humanos e como tal sempre estamos expostos a qualquer tipo de perigo ou emoção. Innãrutu mostrou muito bem isso. Um ótimo filme, tocante e realista. |
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O deserto que permeia todo o filme: Texas, Montes Atlas,Tóquio. O deserto da nao comunicação da ausência de compreensão. O Choque das culturas e suas interações.A grande conexão global da violência,da disputa e da irreponsabilidade. A morte da infancia e sua fragilidade. A relação pessoal mediada, pela tecnologia, pelos valores, pela política e pela midia: a ausencia do contato real tao ansiado pela adolescente japonesa. O deserto do silêncio e o deserto do excesso de informação. Parafraseando o poeta: 20 milhoes de habitantes e a solidao do 30 andar!Babel é a difusão da miseria humana num mundo sem fronteiras da globalizaçao, é a expansao da solidao. Bravo Inarratu!!!!! Fazia muito tempo que um cineasta não mostrava tão sensivelmente sua visão de mundo! |
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As pessoas que criticam um filme como esse é porque devem ter como filme preferido homem-aranha ou x-men. Esse filme é mais uma obra-prima do diretor mexicano Alejandro González Iñárritu, o mesmo de 21 gramas e Amores Perros (por sinal o melhor filme que já assisti). Babel é um filme extremamente pesado e denso que é uma marca registarada de Iñárritu. Um filme com poucos diálogos e que consegue transmitir uma carga emocional tão forte é realmente de impressionar. As personagens nos filmes de Iñárritu são complexas e as relações humanas entre elas trabalhadas de forma impecável. Enfim Babel é um filme excepcional, cinema do mais alto nível para ser visto e apreciado com todos os sentidos. Destaques para a atuação da atriz japonesa Rinko Kinkuchi e para trilha sonora de Gustavo Santaolalla (o mesmo de Amores Perros) que dá um clima ainda mais forte e denso a essa trama maravilhosa. |
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As leituras tinham aguçado o meu desejo de ver este filme de Alejandro González Iñárritu mas cofesso que constituiu uma enorme desilusão.Os cordelinhos da trama estão demasiado à vista e é tudo bastante previsível.Ao contrário do que o nome indica o filme não é tanto sobre a dificuldade da comunicação (como fazia o portentoso "Colisão") mas sim sobre a probalilidade de as coisas na vida correrem mal, ou muito mal.O "folclore" das histórias que se desenrolam em continentes distintos e uma banda sonora que destrói o ritmo narrativo contribuem para o desastre. |
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O que Babel tem de babel? Pouco coisa, pois qualquer língua que você fale, mesmo que seja o próprio inglês, os americanos não entenderam, porque lá tudo resumi-se a terrorismo. Outra coisa, excetuando a japonesa surda-muda, que realmente vive em uma Babel, tudo no fim deu certo, ou seja, todos se entenderam. |
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O melhor filme do ano! Sustentado por uma direção segura e precisa,por excelentes interpretações e por uma trilha sonora impecável, o filme nos revela a dificuldade de comunicação e compreensão entre as pessoas. |
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Realmente uma obra prima como se nao vê a muito tempo no cinema, o diretor fez um excelente trabalho...nao consigo imaginar uma pessoa do menor nivel intelectual possa desvalorizar uma arte dessas...creio q esses nao entenderam nada do filme...EXCELENTE! |
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Particularmente não atendeu minhas expectativas Babel quer dizer (confusão provocadas por diferenças idiomas), esse tema poderia ter sido muito mais explorado. A história (bíblica) sobre a Torre de Babel que dá um fundamento para o filme, infelizmente nem todos a conhecem com profundidade, acho que o autor deveria ter se preocupado um pouco mais com a visão e o entendimento do público, no entanto focou apenas sobre sua própria ótica. Não considero um pésimo filme apenas o tema foi pouco explorado, e monótono. O término do filme foi "ilário" eu diria que foi a sua "queda" definitiva. |
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Para quem deu nota entre 0 e 5 não sabe realmente o que esta avaliando. Um filme analiza-se o diretor, roteiro, atuação dos atores, contexto geral e outros . O filme é bom ressalta o momento em que vivemos, visto os comentários, acredito que isto preocupa e faz com que as pessoas mintam para si mesmo que é apenas mais uma história simplista, mas é a pura realidade do momento. |
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Pra quem cansou de roteiros pré-fabricados esse é o filme! Babel,como já expressa no nome, trata das relações pessoais nos dias atuais em vários cantos do mundo.Brad Pitt, Cate Blanchet e Gael Garcia Bernal em bela fase.Mais um filme que mostra o Ser Humano nú e crú.Com drama,amor e compaixão.Um filme pra toda família apesar de ser forte,mostra nada mais que a realidade. |
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Babel é simplesmente sensacional. Um filme onde a diversidade de culturas, de linguas, de demonstraçoes de afeto, de desejo e de mentiras, é o centro que mescla o enredo de quatro grandes histórias, contadas através da bala de um rifle. O filme emociona do inicio ao fim, e nos faz sair do cinema repletos de duvidas, mas com uma grande certeza, a de que a arma é o maior mal da humanidade. Não importa a lingua que falamos, o que importa é o poder que ela tem sobre nossos semelhantes. O filme é para poucos, embora todos devessem assistir. |
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Um filme confuso, sem link logico entre os enredos. Cansativo e nostalgico. Brad Pitt deveria rever os roteiros em q pretende atuar. Enfim... o filme nao acrescenta nada! |
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O filme é ótimo, mas melhor vê-lo no cinema, dificilmente no video terá o mesmo impacto, a música, a atuação das crianças, o roteiro bem costurado... muito bom mesmo, quanto aos atores, Brad Pitt e Gael García são dispensáveis, claro que absulotamente talentosos, mas se fossem atores desconhecidos (bem dirigidos) teriam o mesmo desempenho, já Cate Blanchet não, bela e perfeita como sempre, recomendo! |
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Gostei do filme, mas espeerei mais...visto que ouvi falar bastante do mesmo. Acho que a arrogância americana é o nome do filme! E creio que as três histórias isoladas renderiam três filme, digamos bom, melhor do que Babel. |
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Filme cruel e delicado a um só tempo, ótimo enredo, ótimas concatenações entre as histórias, bela fotografia. Iñarritu brinca com a trama com uma mestria própria. Muita gente não vai mesmo entender a proposta. |
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Babel retrata o que pode ser de mais original em um filme, se quem estiver assintindo não prestar muita atenção, realmente não vai entender nem o roteiro nem o filme, para mim, foi o melhor que vi em 2007, fotografia, roteiro,som,elenco, todas estas categorias que consegui ver no filme para mim foi dez. |
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Um grande filme, que retrata o quanto o ser humano está perdido e incomunicável na sua torre de babel.Adriana Barazza merecia o oscar, mas sei que não vai ganhar.É provável que Babel não se saia tão bem na festa do oscar.Afinal não podemos esquecer que vivemos na torre.E a Academia de Hollywood ocupa a cobertura. |
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Impressionante, comovente e envolvente. As 4 histórias não deixam o filme cansativo e os cortes acontecem na hora certa, provocando um turbilhão de emoções. Momentos de riso, choro, dor e angústica se alternam. |
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Um dos melhores filmes que eu ja nesses ultimos anos!Excelente! A forma como os fatos são apresentados, bem como as suas magestrais atuações tornam o filme tão intenso, realista, e ao mesmo tempo tão interessante! Recomendo para qualquer pessoa! |
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Sinceramente, ou estou louco ou realmente as pessoas adoram uma porcaria. é como comer algo de péssimo sabor só pra dizer que é chique. começa sem pé e termina sem cabeça. vou te contar hein... dizer que a arma pertencia ao japonês só pra ligar as estórias foi de última. daria outro nome ao filme, ao invés de babel... baba ou babost. |
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Filme confuso e cansativo, do começo ao fim, nada de brilhante no filme, um enredo pobre, o que salva o filme são as histórias dos marroquinos, se a mexicana era clandestina, porque cruzou a fronteira? Se a americana tinha terror a germes e bactérias, porque estava em um país pobre e sem infra-estrutura? E por fim, uma japonesa ninfomaníaca e surda, que não conta com nenhum carinho e atenção de seu pai. Fraco. |
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Bem amarrado o filme , com várias questões contemporâneos como a globalização, terrorismo, falta de comunicação, imigração. Me surpreendeu o filme, recomendo para quem está disposto a fazer uma reflexão sobre nossos dias. |
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Meu Deus, o Sindicato deve estar com algum problema sério. Na onde que essa porcaria é indicada como melhor filme??? e melhor diretor??? No lugar dessa coisa que é chamada de filme eu colocaria "Filhos da Esperança" ou até "O Labirinto do Fauno" que tem historias bem mais interessantes que esse filminho. Melancolico, forçado, atuações pessimas. O Pior do Ano sem duvida! |
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Pi pi pi pi!! Formula para ganhar Oscar detectada! Filme pretencioso, complexo simplesmente pelo fato de ser complexo, assim como o mediocre 21 Gramas do mesmo diretor, um filme para agradar pessoas acostumadas a assistir apenas lançamentos e que veem cinema como mera diversão. |
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Iñárritu não precisava de 140 minutos para justificar sua teoria de espaço-tempo. As diversas nacionalidades são representadas no filme como se estivessemos olhando pela janela de um Jippe num safári. A música sublinha a emoção o tempo todo, desacreditando da inteligência do espectador. Seria um filme razoável se tivesse pelo menos 40 minutos a menos. Chaaaaaato... Sessão-tortura assistir esse filme no cinema, sem poder avançar várias partes. Nota 3 pela realização. |
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São diversas histórias muito chatas que se tornam interessantes somente pelo fato que são interligadas de certa forma.As atuações são boas, porém nada excepcionais.O filme tem um certo conteúdo ideológico mas o final acaba se tornando vazio. |
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Esse filme é muito intrigante. A curiosidade nos cerca a todo instante e a verdade dessa vez dói.Teve um momento, no meio do filme, que parei para olhar as diversas faces que ali estavam, e todos estavam chocados, pessoa segurando o queixo e com ar de desespero e inconformismo. Muitas lagrimas desciam nos rostos tambem.adorei!! SURPREENDENTE e REALIDADE sao as palavras familiares. |
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Muito bom! A meu ver, o filme trata com maestria de situações de desamparo (situações essas das mais diversas) e de factíveis conexões existentes entre nossos atos e suas respectivas repercussões que não se limitam à geografia. A narrativa também é muito inteligente. |
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Podem-me dizer que raio de história é esta?! Filme confuso, sem nexo, sem nada... Duas horas e Vinte e Dois minutos de pura seca... Que dinheiro tão mal gasto... Ainda por cima filme premiado... Haja amor ao cinema. |
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O filme mexe com a gente. Achei que o filme mostra como pequenos erros em diversos pontos podem trazer consequencias muito sérias para as pessoas. Achei a sinopse impropria para o filme. Ha muito mais do que o onibus no filme. |
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Ótimo, mas o pior da trilogia, as ligações não funcionam muito bem e parecem um tanto forçadas. Ainda assim é um filme para ser lembrado porque conectar 4 pessoas em 3 paises diferentes é uma tarefa muito mais dificil que conectar pessoas de uma mesma cidade. Tiago Hobbes está imensamente errado, Babel não imitou Crash. Crash imitou Magnolia(1999) de Paul Thomas Anderson, Amores Perros(2000) e 21 Gramas(2003) ambos de Iñárritu o diretor de Babel. |
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O roteiro é pífio, extenso e contém muitas inutilidades... Não conseguiram remendá-lo e o final ficou muito deficitário!Tentaram tapar um buraco usando o argumento de que o japonês (Yakusho) deu a arma ao pastor. Nossa, que genial! E a menina surda (Chieko)? O que acrescenta ao filme?? Em que ela é influenciada pelo incidente com a americana? Só no final, quando fica nua para o policial... CLICHÊS: MARROQUINHOS (árabes) - terroristas MEXICANOS - imigrantes ilegais, sempre escondendo algo ilícito NORTE-AMERICANOS - sempre os coitadinhos... Além disto, esse filme foge da realidade... Quando, em sã consciência, uma imigrante ilegal iria ao México com duas crianças estado-unidenses e acharia válida a possibilidade de voltar normalmente sem maiores empecilhos? O roterista e o diretor se perderam, uma vez que não existe uma ligação coesa entre os vários lugares onde se passa a "história". A fotografia não é grande coisa tbm! Sem contar o erro grotesco do acontecimento crucial! O primeiro disparo foi num âgulo frontal das crianças em relação ao ônibus. No segundo tiro, o lado direito do ônibus estava de frente para os atiradores. Mas, pasmem, a "bala" atingiu Susan, que estava à esquerda do veículo! A nota 2 vai pela trilha sonora! |
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Pior filme que eu ja assisti em toda minha vida!!! quase fui no guiche pedir meu dinheiro de volta...o filme nao diz nada com nada, o ator principal brad, passa meia hora so pra entrar na primeira cena, as cenas nao se completam uma com a outra. |
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Não é necessário que haja um encadeamento lógico entre as partes do filme. Cada situação apresentada nos levou a uma emoção e reflexão diferente. Talvez este fato, somou-se ao sentimento de um bom filme. Concluindo, o que menos importou para mim foi o nexo das situações. |
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Interessantíssima a colocação do filme que mostra um mundo interligado, globalizado , interagindo nos fatos , porém xenofóbico e incapaz de promover a relaçãoa entre pessoas. Fica claro a impossibilidade de relacoes interpessoais, pois cada um está arraigado de seus conceitos culturais e é incapaz de interagir com qualquer outro que não tenha o mesmo ponto de vista. Salvo às crianças , que no filme , conseguem perceber e aproveitar a diferença cultural México X EUA , os demais estão bloqueados. A relação da surda-muda com o mundo que ouve-fala , enfatiza ainda mais a idéia do filme. Espetacular! |
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Até que enfim entendi uma premiação do Oscar! Este é um filme que não merece prêmios. Por mais impactante que sejam os episódios narrados em Babel, o filme não consegue superar a mesmice do roteiro de Crash (esse sim, muito original) e nem mesmo os estereótipos étnicos/culturais sobre cada um dos povos ali representados. Os mexicanos e marroquinos são apresentados como seres primários e rasteiros, os japoneses são solitários, os europeus do onibus são frios e desumanos e o casal de americanos tem seu eterno final feliz, e de tão bonzinhos nem sequer dão queixa da babá mexicana (e nem precisam, não é mesmo?). |
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Não recomendo esse filme pra nimguém,a única parte boa é a de várias raças unidas mas o restante é muito ruim, principalmente a apelação para o lado sexual,nota 1 merecido pois não estendo como foi indicado ao Oscar um filme q não tem muito sentido. |
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Se você ainda não foi ver o filme, não o recomendo. Haviam apenas 4 pessoas na sala, e na metade do filme, só sobramos eu e o meu marido. A sinopse diz quase tudo, menos que o filme é chato, ruim, simplista, e que vc sai do cinema com vontade de não ter entrado. |
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ALÉM DE TODA UMA QUESTAO DE CULTURA DIFERENTE, TRATA DA RELAÇAO ENTRE PAIS E FILHOS. A MEXICANA,O AMERICANO, O JAPONES,O MARROQUINO.SAO QUATRO PAIS COM DIFERENTES COSTUMES DE CRIAÇAO.O FILME TODO É O RETRATO DO MUNDO DIFERENTE QUE EXISTE AO LADO DE CADA UM. |
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Gostaria de saber o que tem de tão especial neste filme. A ligação das histórias não convence nem um pouco, o roteiro é horroroso e o desfecho é extremamente decepcionante. Qual a função da japonesa surda e muda no fato central? Ela é totalmente desprezível. Não sei de onde tiraram tantas indicações ao Oscar e um prêmio de melhor filme no Globo de Ouro. "Crash - No Limite", já é fraco, mas esta trama conseguiu ser ainda pior! Como o Giovanni disse, o acontecimento principal foi uma piada! O ônibus estava à direita do atirador e a bala quebrou o vibro da janela esquerda do veículo, atingindo, posteriormente, Susan... Isso foi amador! Ah, claro... Santiago, aparentemente, escapou. Os policiais que patrulham a fronteira resolveram não usar nenhum helicóptero para capturá-lo, foram de carro mesmo, para dar sentido à imbecilidade estabelecida! Um dos piores filmes a que já assisti! NOTA ZERO porque é a menor possível aqui. |
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Realmente, a história de Chieko não acrescenta nada ao filme.O importante da história é o seu pai, e não ela.As histórias são bem comoventes.Babel é um filme complexo como muitos outros são.Não quer dizer que por isso não é bom.Eu gostei, achei um filme muito triste, mas que mostra certas realidades do mundo. Mostra a mediocridade dos Estados Unidos em relação aos estrangeiros.Não é um filme com final feliz.Mas nem todos são não é mesmo? hehe. Acho que babel tem ótimas partes, mas tem seus pontos ruins. |
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Achei o filme muito bom, mas achei muito parecido com Crash - No Limite. Com criticas sociais menos diretas, é claro, mas parecido, e muito. Mas, olhando o filme isoladamente, é bom e gostoso de se ver, muito bonito e a trilha sonora é impecável, se vê isso no final, quando o pai de Chieko a encontra na varanda do apartamento, linda música. Acho que o filme, como Caio disse é "Uma ótima crítica sobre a dificuldade da comunicação e do entendimento". |
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Excelente filme com muitas simbologias. A desarmonia que começou na torre de Babel (genesis 11), mostrada hoje. A droga usada pro bem, a droga usada por mal, etc, etc. Termina na cidade HihgTech, onde a filha tem tudo Hightech (2007, poder conhecimento, etc), é infeliz, e encontra CONFORTO nua, despojada, NO ALTO "da torre", com seu PAI. poucos perceberão tantos simbolimos... E quanto mais assistir e discutir, outros serão percebidos, que talvez nem o diretor viu. |
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Horrível!!! A historia não tem pe nem cabeça, a japonesa esta perdida no filme... Será que precisa fazer filme pra mostrar que as pessoas acordaram com o pe esquerdo e que não pensam direiro??? Ridiculo! |
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Não via a hora desse filme acabar, muito chato. Um bafafa pra uma historinha fraca. E o bilhete? O que tinha naquele maldito bilhete? Esperava que fosse dizendo que a japa iria se matar, e quando o guarda fosse ler o bilhete já seria tarde demais. Filme sem emoção alguma. |
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Excelente filme. Capaz de tocar nas nossas feridas mais secretas, faz pensar na sociedade em que vivemos e no rumo em que as relações humanas tomaram. Vale a pena assistir e debater. |
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É bom, mas se levarmos em conta que concorreu ao Oscar de melhor filme e vários outros, deixa a desejar. Talvez a explicação seja a fragilidade dos concorrentes e o fato ser contado em várias histórias que se intercalam, que parece agradar a Academia sempre. Os atores estão muito bem, mas a história, apesar de interessante, é muito comum e não consegue chocar em nenhum instante, como pretendia. No mais, a resolução também é fraca, principalmente na parte das crianças. |
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Impossível não se emocionar com o filme. Enredo fascinante com um elenco de primeira linha. Uma abordagem perfeita sobre diferentes culturas, diferentes vidas que se cruzam, diferentes personalidades enfrentando seus problemas existenciais. |
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Não gostei do filme. Cotaram quatro histórias e nenhuma com final entendível. Tô ate agora me perguntando o que tinha escrito no papel que a surda-muda entrega pro detetive... Fiquei decepcionada. |
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Não gostei pelo fato de o filme enfatizar apenas a desgraça das personagens e penso que a história da menina surda foi apenas uma forma de forçar a entrada, no enredo, da cultura da nova geração de japoneses. Se quiser se sentir triste, veja este filme. |
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Sinceramente, não entendo o motivo de tanta polêmica em torno do filme. Tudo bem que é meio pretencioso e ousado mas, se assim não fosse, não tinha sido sucesso de público e crítica. Tudo bem também que é cópia de Crash mas, o filme também tem seus melhores momentos e um elenco realmente primoroso. Eu recomendo este filme mas, quem realmente achar que não vale a pena ver, está em seu próprio direito. Mas, uma coisa é certa: a idéia básica do filme é realmente muito boa e interessante. |
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Realmente é um filme que prende atenção e derrepente a gente vai descobrindo sua linguagem que dita claramente as desigualdades de varias etnias da terra.. prepotencia, ignorância, preconceito, egoismo, compaixão ...varios sentimentos!! muitissimo interessante!GOSTEI. |
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Produção de rara inteligência, um verdadeiro "cult movie", portanto indicado para aqueles que têm um nível cultural melhor. O título não significa apenas as diferenças linguísticas, mas as dificuldades de comunicação entre as pessoas em todos os sentidos. Enfoca diferenças culturais enormes entre vários povos, mas com problemas pessoais de difícil resolução. |
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Um ótimo filme, que retrata como é o ser humano na realidade, do que o ser humano é capaz, de como nosso destino pode mudar por erros cometidos, as vezes erros bestas que dão um destino que jamais imaginávamos. Claro que estamos cansados de ver tudo que se passa no filme, porém sabemos falar que estamos cansados de ver é o que mais fazemos, procurar mudarmos algumas atitudes das quais são consideradas erros, isso não pensamos, ou não queremos pensar. |
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Um filme, incrível em todos os aspectos...A realidade nua e crua!!! Como um balde de aguá fria, nos faz pensar na vida e seus sentidos...Realmente, um filme que nos faz aflorar os mais diversos sentimentos...Eu digo a quem nao gostou...se este filme mexeu com você, de uma maneira ou de outra, é porque o filme é muito bom! |
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"O que seria do vermelho se todos gostassem do amarelo?" Um filme excepcional de fato nos faz refletir sobre o caos do mundo, naõ me conformo com a ignorância do ser humano. Não é possível que a avaliação de alguns seja tão imatura e insensível a realidade do mundo. |
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Filme brilhante... achei mais "leve" que 21 Gramas e Amores Brutos, mas mesmo assim nao fica atras de nenhum dos dois... trilogia perfeita... agora o que mais me da raiva sao pessoas que apenas porque o filme eh conhecido vao assistilo... depois que termina saem chingando todo mundo... eu li um otro comentario que dizia que "o filme eh muito preconceituoso" ahahah... bem pelo contrario... infelizmente certas pessoas (e nao sao poucas) tem a capacidade intelectual de ver um filme como esse... por isso que o mundo eh do jeito que eh hoje em dia... mas enfim... Brilhante!!! Nota 10000000! |
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Maravilhoso!propõe reflexões.Interpretações incríveis! |
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Uma história universalista, contada da melhor forma. Em uma palavra: esplêndido! |
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Simplesmente fantástico. Alejandro Gonzalez-Inarritu soube fechar com chave de ouro a sua trilogia começada em Amores Bruto, passada por 21 Gramas e fez em Babel uma verdadeira homenagem ao cinema e deu de presente a todos nós um belo espetácula para o cinema mundial. A história mostra que a dor é realmente um sentimento universal e o que atrapalha é a língua que por ser diferente em cada país, pode trazer complicações, porém a vida vale muito mais que as fronteiras que separam os países. Bebel é internacionalmente humano. |
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Babel: "Babel", EUA, 2006, direção de Alejandro González Iñarritu, é a terceira parte da "Trilogia da Morte" ( "Amores Brutos" e "21 Gramas" são a primeira e segunda partes, respectivamente), essa trilogia é um projeto pessoal de Iñarritu, que mostra como um fato que envolve uma morte, pode ligar pessoas diferentes e com histórias próprias, mas ligadas por um fato (a morte); o fato, então, que liga as histórias desse filme é: a venda de um rifle entre dois marroquinos, o que compra aquele, dá a arma aos dois filhos, para estes protegerem o rebanho de cabras dos chacais, numa brincadeira, um dos meninos atinge uma mulher americana, Susan (Cate Blanchett), que estava num ônibus de turismo, com o marido, Richard (Brad Pitt), que estavam, esse casal, no Marrocos, para ver se conseguiam resolver sua crise conjugal, os meninos fogem e, Richard vai com Susan para uma aldeia, com o intuito de esperar uma ambulância; a polícia marroquina começa a investigar o caso e, cria-se uma suspeita de que o acidente foi um ato de terrorismo, que reflete a atual paranóia amerciana; enquanto isso, os filhos do casal, Mike e Debbie, cuidados pela empregada doméstica latina, Amélia (Adriana Barraza), vão com esta dos EUA para o México (região fronteiriça entre os dois países), para a festa de casamento do filho dela, quem leva eles para o México é o sobrinho de Amélia, Santiago (Gael García Bernal); a outra história paralela e ligada às outras três, se passa no Japão, onde uma jovem surda-muda, Chieko (Rinko Kinkuchi), vive uma crise de relacionamento com o pai, após o suicídio da mãe e, também Chieko está numa crise existencial, pois não consegue se relacionar com nenhum garoto, mesmo ela se "oferecendo" para vários, aí é levantada a questão a questão da discriminação contra surdos-mudos, que simboliza qualquer forma de preconceito; a forma como se liga essa história com as outras é bastante original. O filme se passa em quatro países: Marrocos, Japão e México, na região que faz fronteira com os Estados Unidos. "Babel" é um "filme-globalizado", basta ver que o diretor Iñarritu é mexicano, o filme é falado em Inglês, Espanhol, Japonês e dialetos árabes, que justificam, essas várias línguas, o título do filme, já que Iñarritu faz referência à história bíblica da "Torre de Babel", com seus vários idiomas; a idéia do diretor se concretiza no filme, dada a alternância das histórias e dos idiomas falados nelas, o contraponto são as cenas com Chieko, em que o diretor deixa sem som, para enfatizar a surdez da personagem. Farei, agora, uma citação de uma crítica que eu li na revista "SET", periódico nacional sobre cinema, que diz, em outras palavras, o seguinte: "Babel" é a parte passada no "presente" de uma trilogia não planejada, dos três maiores diretores mexicanos do momento, Iñarritu, Guillermo del Toro e Alfonso Cuáron, "Babel" juntaria-se à parte que se passa no "passado", "O Labirinto do Fauno" (de Del Toro) e, à parte que se passa no "futuro", "Filhos da Esperança", de Cuáron; os três filmes foram lançados em 2006, dois falados em Inglês (os de Cuáron e de Iñarritu) e um falado em Espanhol (o de Del Toro), o que uniria os três filmes e faria deles uma trilogia é a temática comum sugerida por eles, que é desenvolvida, lógico, sob a ótica particular de cada um deles, então, aquela temática comum seria: a condição de ódio, guerras, desunião, incompreensão e incomunicação entre as pessoas e os povos, no mundo contemporâneo (século XXI). Voltando à minha crítica propriamente dita: Iñarritu levanta em "Babel", os seguintes temas: incomunicação entre as pessoas, os povos e os países, desunião e falta de harmonia entre as pessoas, ou seja, temas atualíssimos no mundo contemporâneo. O filme ganhou o Globo de Ouro/2007 de melhor filme dramático, além de concorrer a outros prêmios, e, foi indicado ao Oscar/2007, nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro original, melhor atriz coadjuvante (Barraza e Kinkuchi), melhor edição e ganhou o Oscar de melhor trilha sonora. Ótimo! Dez! |
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