Título original: (Tirez Sur le Pianiste)
Lançamento: 1960 (França)
Direção: François Truffaut
Atores: Charles Aznavour, Marie Dubois, Nicole Berger, Michèle Mercier.
Duração: 78 min
Gênero: Policial
Status: Arquivado
O pianista de um bar, Charlie Koller (Charles Aznavour), é na verdade o concertista Edouard Saroyan, que resolveu mudar de nome após o suicídio de sua esposa, Thérèse (Nicole Berger). Sua vida começa a complicar quando seu irmão Richard Saroyan (Jean-Jacques Aslanian), que é um vigarista, se refugia no bar, pois está sendo caçado por dois gângsters, Momo (Claude Mansard) e Ernest (Daniel Boulanger). Richard é cúmplice de Chico (Albert Rémy), que é também seu irmão e outro pilantra. Charlie começa a temer pela segurança do irmão mais novo, Fido (Richard Kanayan), que mora com ele. Após esta noite Charlie caminha para casa com sua colega de trabalho, Léna (Marie Dubois). Ele se sente interessado nela, mas não tem coragem de segurar sua mão. Charlie retorna para seu apartamento e passa a noite com Clarisse (Michèle Messier), uma amigável prostituta que mora no mesmo andar e cuida de Fido. Seu apartamento continua sendo vigiado por Momo e Ernest, que planejam seqüestrar Fido no caminho da escola. Porém os bandidos acabam mesmo pegando Charlie e Lena. Eles conseguem escapar quando o carro é parado por um policial, em virtude de uma infração provocada por Lena, mas os problemas deles estão bem longe de terminar.
Alanaa em 02/01/2001Nota: 2.5
"Atirem no Pianista" - ou "O Tiro no Pianista", como foi lançado há pouco em DVD, no Brasil - pode até não ser um grande filme, ou estar entre os melhores de François Truffaut, mas está longe de ser um mau filme. Baseado numa obra do americano David Goodis, tem elementos próprios do cinema noir, que sempre são atraentes - morbidez, a inevitabilidade da tragédia, perdas, mulheres femininas mas com "atitude" - associadas a características do lirismo do cineasta francês, como o amor aos livros(que aparecem em várias cenas), a forma apaixonada como filma suas atrizes(em determinada cena, é ele quem beija Marie Dubois, através de Charles Aznavour), a presença de crianças, a presença de um personagem masculino ao mesmo tempo fascinado e assustado com o mundo, e tímido, e, mais que tudo, a evidente alegria que havia em Truffaut ao filmar. Mesmo quando não filma pessoas felizes (o que é o caso aqui), ele filma qualquer coisa com felicidade, com fé no cinema, com prazer e liberdade ao filmar.
É um bom filme.
por Otávio, 14/02/2012 às 19:33
Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor
Filme recomendado. Análise: roteiro bom, atuações boas, fotografia boa, trilha sonora reg...
por NEO, 14/02/2012 às 18:55
...Muito bom o filme! Está entre os melhores na minha opinião!
por Gustavo, 14/02/2012 às 18:35
Já teve um filme com roteiro parecido com o Adam Sandler e a Drew Barrymore, não teve?
por Atena Negra, 14/02/2012 às 18:13