Araguaya - Conspiração do Silêncio

Araguaya - Conspiração do Silêncio 2010-05-22 Francisco

Título original: (Araguaya - Conspiração do Silêncio)

Lançamento: 2004 (Brasil)

Direção: Ronaldo Duque

Atores: Norton Nascimento, Françoise Forton, Danton Mello, Narcisa Leão.

Duração: 105 min

Gênero: Drama

Status: Arquivado

5           10 21 5

(21 votos)

                   

Sinopse

O exército brasileiro no auge da ideologia da segurança nacional, um partido de esquerda dissidente, militantes aguerridos (a maioria deles ainda jovens e inexperientes), inocentes camponeses e uma região onde a ambição e a miséria disputavam lugar palmo a palmo. É neste cenário que está o Padre Chico (Stephane Brodt), um religioso francês que chegou à região do Araguaia no início dos anos 60. A profunda identidade de Padre Chico com as pessoas da região, associada ao seu sentimento religioso e dúvidas existenciais, fazem com que o religioso presencie os eventos ligados à formação da Guerrilha do Araguaia.

 

Elenco

  • Norton Nascimento (Osvaldão)
  • Françoise Forton (Dora)
  • Danton Mello (Carlos)
  • Narcisa Leão (Lúcia)
  • Rosanne Mulholland (Alice)
  • Fernanda Maiorano (Tininha)
  • Stephane Brodt (Padre Chico)
  • Rômulo Augusto (Flávio)
  • William Ferreira (Juca)

Comentários

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Norman em 11/01/2010Nota: 1     

Esse filme tem uma das cenas mais constrangedoras que eu já vi. Na afã de canonizar os persongens reais do fato, inseriram um depoimento de José Genoíno - sim, o do mensalão. Dalí pra frente a única coisa que eu conseguia pensar era: de que lado estão os vilões mesmo?


Mas isso é uma grande lição: Todos os ditadores e criminosos do mundo conseguiram chegar ao poder com o mesmo discurso: o da liberdade e da justiça.

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Danielle Sousaa em 11/01/2009Nota: 4.5     

Estive no cine Brasilia quando foi exibido, é importante sabermos o que é real quando se refere a ditadura visto que o caso é tao abafado que mal se houve falar atualmente.É impossivel nao se contrariar com cenas tao brutais, e tanto descaso com a liberadade das pessoas.

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Douglas Torres Finger em 13/01/2009Nota: 5     

É um ótimo filme, um dos melhores que ja vi, pois mostra claramente a coragem e a devoção de jovens que estavam dispostos a sacrificar suas vidas em nome da liberdade e do Socialismo, na luta diária contra a opressão imposta pela diradura militar. Tive a oportunidade de ser um dos 1200 jovens que assistiram o filme em primeira mão no Congresso da União da Juventude Socialista em Brasilia e aproveito para aconselhar a todos que assistam ao filme pois é de grande qualidade.

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Onízia Aguiara em 10/01/2009Nota: 5     

Baseado em fatos reais, mostra a luta de um povo forte e sofredor, contra o militarismo dos anos 70. Cenário da Guerrilha do Araguaia, talvez um dos episódios mais importantes de nossa história contemporânea. Vale apena conferir, porque prende a atenção do início ao fim!

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Bellea em 12/01/2009Nota: 2     

O lançamento oportunista,no qual procura-se dar ao filme ares de história oficial (e não a ficção que de fato é)compromete o cuidadoso trabalho de atores,fotografia e produção excelentes.Macula a memória dos envolvidos (muitos realmente perderam sua vida) na Guerrilha do Araguaya ,fantasiando sobre história recente onde ainda há muito a revelar.

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Sezostrys Alves da Costa em 14/01/2009Nota: 5     

Gostaria de parabenizar o filme pois mostra o que aconteceu no araguaya, durante o regime militar, e com este filme o povo passar a ter uma noção do que realmente aconteceu nesta região. Sou de Palestina do Pará palco desta guerrilha que deixou até hoje suas manchas em pessoas desta região.

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Joaquim Reis em 05/01/2009Nota: 4     

Gostei do Filme. Parabenizo Ronaldo e seus atores pelo mesmo. Tive a oportunidade de assistí-lo em Belém do Pará, em 2004, e gostei por dois Motivos: primeiro, por se tratar de uma preocupação em mostrar as barbáries cometidas pelas tropas do governo; segundo, por algumas senas bastante ousadas em crítica aos militares (bem merecidas). Todavia, caro diretor, achei que hove uma preocupação com a fixão, além do histórico e, portanto, muitas coisas importantes foram deixadas. Eu pesquiso, há mais de três anso, este episódio. Notei que você trabalhou bem, mas deu ênfase somente aos destroços que ocorreram para os rumos de São Geraldo do Araguaia. Os rumores da guerra foram muito piores nas "periferias". Brejos Grande do Araguaia, São domingos do Araguaia, Palestina do Pará, são cidades que nunca mais foram as mesmas depois de 1974, após serem devastadas pelas tropas do Exército. Os padres, Roberto, Humberto (Oblatos de Maria Imaculada), Dom Estêvão, Frei Gilo, Ir. Lina, Ir. Marias das Graças, Ir. Odete e outras (Dominicanos(as), forma muito perseguidos, caluniados e torturadoa. Desses(as), alguns ainda hoje não se recuperam tanto das torturas físicas como psicológicas. Contudo, foi boa aintenção do filme. PArabéns!

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Giselea em 04/01/2009Nota: 5     

Na verdade eu quero parabeniza-los por este filme maravilhoso, em especial para Françoise Forton q esta maravilhosa neste filme. Fico muito orgulhosa por saber q se trata de um filme brasileiro. Estamos cada vez mas evoluindo em termos de cinema a qualidade dos nossos filme nos surpreende cada vez mas.Parabens a todos q fizeram parte deste filme, continuem assim.

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Andriu em 09/01/2009Nota: 3     

O filme retrata bem o conflito no Araguaya, em especial a ação dos militares no combate aos grupos guerrilheiros que se formaram na região. Diria que os 30 minutos finais valem o filme, justamente quando se intensifica a ação militar e o beco aos revolucionários se fecha,o retrato histórico parece fiel nesse ponto. Do mais, o filme peca pelo excesso de clichês, diálogos fracos e ,por vezes, panfletários,atuações sofríveis (excessão para Françoise Forton -impecável,por sinal ), trilha sonora profundamente irritante. Além disso, os depoimentos dos sobreviventes e participantes do episódio,no ínicio da projeção, soou um tanto quanto deslocado, pois pouco ajudou na compreensão da narrativa.

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Roberto em 06/01/2009Nota: 2.5     

O autor desse filme merece um processo na justiça. Eu não o farei porque não tenho tempo a perder, e em consideração para os meus amigos do PCdoB. Sou o Padre Roberto, e vivi esses momentos de atrocidade. O realizador desse filme, ou melhor, a sua equipe sabia da minha existência em Belém, já que me ligaram para pedir uma informação sobre uma música. Os meus amigos ficaram revoltados pela imagem que fizeram de mim, e algumas pessoas que não me conhecem bem me perguntam se...! É falta de ética grave. Não vou processar, mas vou exigir reparação pública.

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