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É um filme interessante, que começa legal, perde um pouco a graça, mas do meio em diante envolve o espectador. Ver aquele rapaizinho fugindo da uma agonia e vc prende até a respiração. Recomendo! |
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Assisti ao filme e gostei!O filme é bem violento, acredito que nem todas as pessoas irão gostar de ver, o grau de realismo nas cenas é incrivel, principalmente na parte do Jaguar. |
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Filme conta história da época do Maias a partir do martírio de uma comunidade local pelos povo dominante. Após saquearem a aldeia guerreiros levam uma caravana de prisioneiros para serem sacrificados em nome do Deus local. Um dos prisioneiros Jaguar Paw ( Rudy Youngblood) consegue fugir e o filme passa metade do tempo na perseguição a ele por meio de florestas, areias movediças, cachoeiras e outros obstáculos. O filme é muito bem dirigido por Mel Gibson, porém um pouco cansativo e por vezes até cômico. Muito boa atuação dos personagens, além da difícil interpretação em dialeto maia. Para quem está disposto a ver muito sangue, que parece que o diretor adora é um prato cheio, mas se você não tiver estomago fique bem longe da sala. |
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Filme sinceramente doentio, com violência barata e sanguinária dirigido como se fosse para chamar a atenção, é, parece que Mel Gibson entra em completa decadencia, filme nojento. |
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O filme não é bom. É ótimo!! Mel Gibson arrebenta em seus filmes como por exemplo o último: A Paixão de Cristo. O filme é espetacular. As cenas são muito violentas mas mostra a realidade da época e de como o povo agia. Roteiro ótimo, ótima maquiagem, o filme é 10 mas tem certas coisas q eu pensei q aconteceria mas ñ aconteceu. Mel Gibson merece 10! |
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Gostei muito do filme, bem feito, com atuações reais, e recheado de muitos efeitos especiais, para os amantes desse estilo, vai ser um grande sucesso de publico nas videolocadoras. |
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Um banho de sangue misturado a um roteiro forte e majestoso em imagens verdadeiras e pungentes. Mel Gibson mais uma vez nos mostra o quanto fez bem em passar para o outro lado da câmera (como já havia feito em Coração Valente e A Paixão de Cristo). Simplesmente extraordinário! No entanto, cardíacos, um alerta: preparem seus corações! a dureza dos takes é de arrepiar. |
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Doentio, assistir a um filme onde a violenca é tratada de forma tão banal, e o sange jorra como água. Tudo isso em um filme sem roteiro, e nem história. Tudo isso só me faz perguntar, qual a psicose que Gbson sofre. |
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Ridículo!!! Primeiro... esqueceram de falar pro Mel Gibson que os Maias já estavam extintos na época retratada pelo filme, e o povo predominante eram os Astecas. E é uma falta de respeito enorme confundir os povos pré-colombianos, já que ele mostra uma caracteristica Asteca e não Maia... deu até vontade de chorar... de raiva! Segundo... ele mostra tribos que viviam da caça e da pesca, sendo que nessa época os povos já estavam difundidos e praticavam a agricultura e a criação de animais, e também não dormiam mais em cabanas de palha. Terceiro, não existia nas grandes civilizações "periferias", com pessoas mendingando, como mostra o filme, vale lembrar que os Astecas já tinha noção de esgoto e não viviam naquela podridão. A carnificína relatada é para sentir vergonha... exageraram na violência!!! vale ressaltar que até mesmo membros da população eram sacrificados, como também os que eram aprisionados por dívidas e por guerras. Para um povo que resistiu ao tempo, é bom lembrar que ninguem viveria um mês com aquela quantidade de corpos podres que eram jogados no fundo da cidade... mais fazer o que??? é Hollywood né??? Os norte-americanos acham que tudo tem que ser de acordo com suas visões, ou melhor, seus delírios, pois só assim para se obter lucro. O filme apocalypto sinceramente suja a imagem daqueles que ainda carregam a herança cultural dos antigos povos. Bom... o Mel Gibson que não apareça por lá, pois muitos já "perderam a cabeça" de verdade... com ele! É preciso destruir a história de uns, para se ganhar dinheiro com outras! |
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Esse filme tem que ser visto por todas geraçoes nunca ficara fora de época.Mgnifico,explendido,nao caberia eu um simples mortal adjetivar uma obra tao magnifica,simplismente inenarravel.Gibson apos sua obra de arte Coraçao Valente que é imbativel na sua categoria de filmes épicos,nos surpreende com A Paixão de Cristo o filme mais magestral que retrata a história de Cristo,e por fim sua mais brilhante obra retratando a cultura da América Apocalypto.Assistam esse filme foi o melhor do século até agora. |
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Muito ruim. Enredo cheio de furos, um amontoado de cenas de correria, violência gratuita e às vezes cômica, vilões estereotipados, completa falta de informações mínimas (por exemplo: como se sabe que a ação se passa no domínio dos maias?), enfim, é lastimável que um filme com esse orçamento não deixe a menor saudade. Salva-se o menininho que faz o papel do filho mais velho do herói - grande atuação! |
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Historicamente incorreto e cruel. Mel Gibson confunde os maias com os astecas e nos mostra cenas de sadismo que só poderiam sair de sua mente conturbada. |
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Grande filme! Mel Gibson vem se mostrando um dos grandes do cinema! o clima envolvendo ação , romançe,mistiçismo deixa o filme ainda mais fascinante. GRANDE FILME! |
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Apesar de fazer parte do movimento de renovação carismática da Igreja Católica nos Estados Unidos , o ator e diretor Mel Gibson não mede esforços em mostrar violência em suas produções cinematográficas. Porém o filme nos mostra aspectos importantes da cultura de uma civilização em decadência. Atrocidades contra seus prisioneiros eram cometidas pelo povo maia em celebrações religiosas. Sob o aspecto cultural muito bom filme. |
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Com enredo pífio, muito sangue e poucas idéias, o filme deixa a desejar. Não há nada de muito surpreendente na história que exige que o expectador tenha, além de paiência para assistir a saga do rapaz, conhecimento histórico prévio para inferir algumas coisas, como, por exemplo, o contexto decadente da civilazação maia. Nas atuações também não se encontra nada de muito notável. O filme merece alguns pontos pela trabalhosa maquiagem e por uma trilha sonora aceitável. Enfim, mais um filme que passará sem deixar marcas. |
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A carnificina é exageradamente cruel, e a violência ocorre desde a primeira cena até o final. Filme muito interessante, mas sobre a civilização indígena das Américas que falam no idioma maia o espectador não aprenderá nada além da violência. Recomendo o Filme apenas pelas primorosas cenas de Ação e pelo trabalho de Mel Gibson. |
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Estou impressionado com a veracidade histórica do filme. Quem achou o filme muito violento, é porque não tem o mínimo de conhecimento histórico sobre a civilização Maia. O filme retrata uma campanha militar maia, para a captura de prisioneiros destinados aos sacrifícios humanos. Estou impressionado até com o figurino e a representação dos sacrifícios realizados nas pirâmides maias, inclusive com a representa;cão da forma como se vestiam o sacerdote e os alto dignitários da sociedade maia, que asistiam aos sacrifícios. Parabéns ao Mel Gibson pelo extremo profissionalismo na pesquisa histórica realizada para a realização do roteiro e do filme! |
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Pode parecer um trocadilho infame, mas Mel Gibson acertou a mão em seu novo filme. Boa fotografia, perseguiçoes eletrizantes e cenas que beiram o realismo são alguns pontos altos do filme. Pose se perceber nestas cenas ( algumas violenttíssimas)que gison deixou de lado aquelas firlas de câmera lenta. . O fato de ele ser falado em uma lingua primitiva també o torna interessante e até digno. O telespectador mais atento talvez perceberá que não se trata de uma ideia novidadeira e marqueteira para atrair o público. Há , sim uma sinceridade neste longa de Gibson. E por falar em língua primitiva, eu particulamente achei algumas semelhanças deste filme com alguns filmes. A verborragia peresente nos dialágos lembram vagamente o filme " o Novo Mundo " só que sem poesia. Note-se também uma pequena aproximaçaõ com outro cultuado filme que á "a Guerra Do Fogo" Os parcos diálogos do filme falado em uma língua maia se assemelham em praticidade nos grunidos dos homens da caverna. Em suma, um bom filme que de uma certa forma redime Gibson de seu fraco filme anterior " A paixão de Cristo" o que não deixa de ser irônico já que A Paixão de Cristo" no que se ferere a violência vira fichinha. |
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Excelente ! Mais uma vez Mel Gibson quebra paradigmas dos enlatados americanos, nos mostrando um filme com embasamento HISTÓRICO e com uma aventura e suspense alucinantes.Fico chocado como pessoas vem criticar o filme apenas pelo simplório argumento da violência. A humanindade, ainda mais em tribos indígenas tinha práticas bárbaras. |
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Você fica realmente preso no sufoco do personagem, torcendo para ele ficar bem. Mais a tela pinga sangue e perde a oportunidade de nos mostrar mais sobre os maias... MEL GIBSON É TRISTE. |
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Gostei, se eu for considerar somente um filme de sangue e terror, se for analisar o contesto, realmente qualquer pessoa que busca tirar informações sobre a verdadeira história, não precisa saber muito para ver que está tudo errado, é de lamentar, com o que foi gasto e com todos os recursos que a produção tem, não deveria fazer um filme tão errado assim, em Paixão de Cristo, tenho que dizer que considero uns dos melhores filmes que vi até hoje, mas esse, além de esperar mais, fico triste em saber que pessoas vão assistir e ter uma informação errada sobre os Maias, mas cinema é isso, sensacionalismo puro com cenas fortes, e impressionantes, senão não vende, né. |
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Uma aventura, emocionante, não convencional, por se tratar das tribos, da floresta, do dialeto, dos atores desconhecidos ( o que ajuda a criar o clima ) , tudo com muita violência, do jeito que tem que ser. Um ótimo entretenimento, quem achou violento de mais, deve ir ver Alice no país das maravilhas. |
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Gostei do filme,o Sr Mel Gibson está de parabéns,gostei da abordagem da cultura maia pré-colombiana,matéria pouco usada em filmes.Só uma critica:o puma que ataca o guerreiro é muito mal feito. De resto nada a dizer,os meus parabens. |
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Eu gostei muito. Prende sua atenção do início ao fim. O filme é muito bem dirigido. E sem fala na estrela do filme que além de ser muito bom é a cara do nosso Ronaldinho Gaúcho...rs A única coisa que deixou a desejar foi o final. Que poderia ter sido mais explorado. Do resto vale a pena vc assistir! |
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Queria fazer uma observação ao comentário do leitor Alessandro Batista, que diz que os maias já estavam 'extintos' na época que se passa o filme. Eu discordo, pois milhares de maias ainda estão vivos hoje, falando o dialeto, depois de várias gerações. O que acabou foi a civilização (o império), mas os costumes e o povo em sua essência permanece até hoje. E sobre o filme, é triste ver que Hollywood ainda se permita esse tipo projeto. Todos os roteiros depois de prontos deveriam ser assinados por no mínimo 10 arqueólogos e historiadores antes de irem à produção. Completamente errado, mostrando a mesma historinha Gibsana de sempre. |
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Interessante, há pouco tempo eu quase não conhecia nada da cultura Asteca, Maia e Inca mas depois que vi esse filme me despertou uma curiosidade para conhecer essa cultura. Mas vamos falar do filme, é uma história como qualquer outra com mocinho, bandido, perseguição, muita violência mas o interessante é que o heroi é de carne e osso, uma pessoa simples como qualquer outra que nos vemos na rua, as atrocidades que ele passa é de tirar o folego, mas ele também conta com muita sorte, a gente sai do cinema chocado, assistam! |
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Filme de péssimo gosto, especialmente para quem não aprecia sangue, q rola todo tempo no filme sádico, cansativo e doentio! Não recomendo em hipótese alguma! |
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Filme totalmente violento, tenso, cansativo e doentio! Não recomendo, por mim, se Mel Gibson continuar a fazer filmes deste tipo, ele irá a falência!!! A história em si é boa, interessante, se não fosse as mortes e as mentiras, não precisava ter exagerado. Ele não precisava explorar tantas mortes para demonstrar q é um bom autor e diretor!!! A única coisa q gostei no filme foi o filhinho do Jaguar Paw q era muuuito bonitinho! Além desse cara ser a cara do Ronaldinho Gaúcho! |
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Infelizmente não existe nota menor do que zero. Mas se existe, Mel Gibson a inventou e merece com louvor. Excelente foi a tentativa de Mel Gibson de criar uma realidade alternativa onde os MAIAS são os ASTECAS, as tribos falam a mesma lingua e se invade uma aldeia matando a todos, mas deixando as crianças vivas. Vale lembrar também o fato de eu até agora estou tentando assimilar como o Jaguar Paw conseguiu tirar sua mulher e os dois filhos daquele poço, no estado em que estava!!! Isso sem falar numa onça mutante que mudava de tamanho, forma e espécie a cada cena. PRa resumir, os únicos fatos coerentes são: A utilização de formigas no fechamento de cortes, o uso de casca de cipó na cicatrização e que, um dia, os espanhóis chegaram! Mas a melhor parte, foi a homenagem a Jim Henson e seus inesquecíveis Muppets. Por onde andará Kako, o sapo!? |
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Mel Gibson, que não entende nada de história e deve usar os livros da área como papel higiênico, insiste em dizer que aqueles são os Maias, quando na verdade são os Astecas. Os Maias não tinham aquela civilização organizada em forma de cidades, não eram bárbaros, não eram carnívoros e eram coletores. Tinham idioma próprio, completamente diferente dos Astecas, e eles sabiam os nomes dos deuses deles, não rogavam pra qq um, pois acreditavam que isso traria má sorte. No apogeu do filme, onde aparece um eclipse de 10 segundos, eles rogam preces a um único deus sem nome! É a visão particular de um diretor ortodoxo!Certamente, alguém que não compreende o conceito básico do politeísmo. Ah, esqueci da melhor parte do filme: a citação a Wes Craven!Afinal de contas nem todo mundo consegue fazer LITERALMENTE jorrar sangue da cabeça aos borbotões por nada! |
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Mesmo com toda a carnificiana do MEL GIBSON, que faz com pensemos estarmos vendo uma filme de seriais killers, é bom. O Jaguar Paw se compara ao NEO de MATRIX de tão rápido e preciso na corrida. Sinto muito, mas não veria novamente. |
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Péssimo filme. A violência barata é repugnante e Mel Gibson se confirma como verdadeiro sanguinário. Pior: se fizermos uma conexão entre a epígrafe do filme e as últimas cenas, percebemos uma mensagem subliminar revoltante, que justifica o massacre dos ameríndios pelos europeus. |
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Ao contrário do que muito se disse por aí, o filme não contém erros históricos. Primeiramente, Maias e europeus tiveram contato sim, e isto é narrado no livro Conquista da Nova Espanha, de Bernal Diaz de Castilho. Neste quesito, o filme acerta ao abordar o tema dos Sacrificios Humanos, que se intensificaram na decadência do Império Maia, numa tentativa de obter dos deuses a ajuda necessária para reerguer o Império, já em decadência nesta época. Outra coisa discutida foi a confusão com o Incas, mas todo o artesanato e arquitetura mostrado no filme são realmente Maias, e não Incas ou Astecas. Por favor, antes de dizer qualquer coisa, uma simples pesquisa no Wikipédia pode esclarecer. |
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Adorei o filme mas acho que houve um erro gravíssimo pois confundiram a civilização maia com a asteca, quando os espanhois chegaram a civilização maia já havia acabado. Os hispãnicos se depararam com a civilização asteca e não com a maia como diz a história. Acho que esse erro estragou com o que deveria ser um grande filme. |
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Corrigindo o que já falaram, pode não ter havido incoerência histórica. Na época retratada no filme, o Império Maia já tinha sido extinto, mas não é impossível que alguma cidade maia ainda existisse, afinal, os maias viviam em cidades-estado e pode ser que alguma delas, isolada em uma floresta, possa ter resistido até a época do filme. E outra coisa: o filme se passa na América Central. os Astecas dominavam o México Central. Aquela região retratada no filme jamais fez parte do Império Asteca. De resto, o filme é demais, a civilização maia foi muito bem representada (e era sanguinária sim. Quem acha que Gibson exagerou, certamente não entende de civilizações pré-colombianas). Nota 10 para esse épico. |
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A violência explícita, parece ser a marca registrada do Sr. Mel Gibson. Já a vimos em "Coração Valente" e "A Paixão de Cristo". Este filme, "Apocalypto", apesar de todos os "poréns" é uma contribuição ao resgate da História Pré-americana, ou Pré-colonial, ou ainda Pré-colombiana, como queiram. Se por um lado, é a História de um povo que não existe mais e, portanto, não pode se defender ou se posicionar diante desta produção cinematográfica, por outro lado é a visão do outro (EUA no século XXI) sobre um outro (povos maias no final do século XV). O filme é uma lembrança de que os povos maias existiram, enquanto uma grande civilização (ou civilizações, porque os povos maias não formavam uma unidade política e territorial), e isto significa MEMÓRIA. O filme também ajuda a desmistificar a visão maniqueísta (tradicional): europeu vilão e cruel e indígenas bonzinhos e pobres coitados. A película deixa claro que as relações entre os povos nativos do que hoje chamamos América não era pautada somente pela harmonia e pela "política da boa vizinhança", como querem muitos. É verdade que os Maias mostrados no filme representam o "lobo mau", pois viviam dos sacrifícios humanos, num universo mágico, como estratégia para dominar outros povos através do medo. Por fim, Mel Gibson é um cineasta e não um historiador. Ele não tem obrigação de ser fiel à História (oficial ou não), pois o cinema, assim como a poesia, a música, a literatura e a dramaturgia permitem combinar a realidade com invencionice (ficção?). Portanto, pelo resgate da memória histórica, o filme vale uma nota 7. |
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Exageros a parte, o filme é excelente. O problema é que a histotiografia atual é marxista e politicamente correta, o que faz com que muitas pessoas não aprendam sobre os fatos com objetividade. Por que os críticos não falam da violência nos filmes como Kill Bill ou Cidade de Deus? Qualquer menção aos sacrifícios humanos dos maias é considerado como preconceito, mas era fato, queiram esses críticos ou não. |
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Filme bom, porém parece-me que o diretor tentou denegrir a imagem e sobrepujar a inteligência de um povo tão evoluido para a época. Como justifica uma civilização dotada de conhecimentos vastos, permitir que se faça um cemintério de milhares de corpos pútrefos a céu aberto e praticamente dentro da cidade???? É meio forçado. |
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Faz do Massacre da Serra Eletrica filme de criança!Violencia tratada como se não fosse nada de mais. Mel Gibson precisa urgentemente de um médico porque esse cara com certeza é doente!Isso sem contar é claro com a imprecisão dos fatos...confundido civilizações diferentes! existem apenas duas palavras para este filme : "Absurdo" e "sanguinário". |
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Belíssimo filme de Gibson que mostra que a civilização indígena não era o paraíso que os historiados marxistas pregam em suas aulas deturpadas, além de retratar uma civilização em decadência que Mel associa a uma postura moral. Recomendo. |
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Ótimo thriller! Mel Gibson, apesar de inexperiente, consegue surpreender em meio a tantos filmes contemporâneos sem criatividade. Aparentemente obsessivo por sangue, o diretor agrada por sua originalidade e simplicidade. |
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Não há confusão na identificação do povo retratado. O filme não troca MAIAS por ASTECAS, e não sei de onde as pessoas que estão criticando esse suposto erro tiraram isso. O filme é sobre os maias e buscou retratar o povo maia. O filme é indiscutivelmente uma obra de arte. Para o que me parece que Gibson se propôs o filme foi 10. Não gostei do excesso de sangue mas isso não torna o filme ruim, mas pelo contrário - é característica impresindível para o estilo adotado por Gibson, que pede realismo e tenta transportar o expectador de forma crua para o ambiente (sem apelar para efeitos que excitem os sentidos como trilha sonora e situações comoventes). |
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Eu já postei minha opinião antes, mas gostaria de fazer alguns adendos... O embasamento histórico do filme é simplesmente perfeito. Mel Gibson ainda teve o requinte de rodar o filme inteiramente em dialeto maia! E não se trata de um dialeto qualquer: trata-se do Maia-Yucateco, falado na península do Yucatan. E é justamente lá que se encontra a capital do mundo maia, a cidade de Chichén-Itzá. Isto sem falar das cidades de Uxmal, Palenque, Tulum e outras...Quanto à violência... bem, os maias realizavam festividades nas quais havia a realização de sacrifícios humanos, e o filme retrata exatamente isso. É de se esperar que houvessem cenas de sacrifícios, e elas ocorriam mesmo daquela forma. Aliás, eu li um comentário em que a pessoa dizia que Mel Gibson confundiu maias com astecas... Nossa, esse cara parece desconhecer tanto a história mais quanto a asteca. Os maias também retiravam o coração e decapitavam as vítimas dos sacrifícios humanos. O sangue assim derramado iria aplacar a ira dos deuses que davam vida e prosperidade à civilização maia. é uma pena que uma civilização tão fascinante acreditasse em tal coisa. Mas, fazer o quê, né, ninguém é perfeito... Nem mesmo os Maias! |
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Filme muito bom, direção expetacular do Gibson. Os fatos são muito realistas, inclusive a mina de carbonato, onde milhares de escravos morriam de asbestose. Evidente que há exageros, como os inúmeros corpos em decomposição, lembrando que os maias faziam sim rituais para o Deus Sol, onde ofereciam sangue humano para saciar a sede e assim prosperar em suas terras, porém esses sacrifícios ocorriam em determinadas épocas e em números limitados de sacrifícios. Mas, se formos criticar todos os exageros, só poderíamos assistir aos documentários da Discovery. |
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A nota é uma apenas uma média. Daria nota 7 para a atuação que eu chamaria de honesta de todos os atores; nota 10 para Mel Gibson, que com esse filme deixou claro que não está nem ai pra crística, gosta do estilo violento e sanguinário e faz seu trabalho de forma excelente, 8 para o roteiro tb honesto, e como não poderia deixar de ser num filme de Gibson, 10 para a grandiosidade, para a fotografia... Enfim, é um filme que apesar de ser totalmente fictício, foi bem planeja e absolutamente bem dirigido. |
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A única coisa interessante é a fotografia e os figurinos, pq a hitória é horrível e sem sentido. E não existe nenhuma sinergia entre o título, o carta z e o enredo. Quem ver o cartaz compra um tipo de filme , quem assite ver outro. |
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"Ele queria que eu ficasse com isso" ou "Querido, você pode por favor matar aquele cachorro pra mim?". Coisas tão Eu, a Patroa e as Crianças que torna Apocalypto um dos filmes mais risíveis e hilários de todos os tempos. |
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Muito bom filme, há cenas muito bem feitas, um nível de ação muito bom,cenas um pouco fortes quanto ao massacre, mas o "Garra de Jaguar" tinha um objetivo, e conseguiu alcança-lo com muito esforço e contando com a sorte.Gostei muito. |
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O filme é muito interessante. Mostra a cultura indígena e seu dia-a-dia, não é como as resportagens "supervalorizadas" do globo reporter, que formatam a realidade de tudo que eles transmitem. O ponto de vista histórico é secundário, pois em nenhum momento a proposta do filme é a verossimilhança e sim o entretenimento. E também o ator Rudy Youngblood merece destaque por sua primeira atuação, e tão convincente. RECOMENDO. |
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Uma única falha no filme: usaram uma pantera-negra, ao invés de um jaguar-negro. Fora isso, o filme é excepcionalmente bom, Gibson como diretor é bem melhor que como ator. A interpretação do ator que faz o papel de "Garra de Jaguar" é notável. E o final, de um realismo perturbador. Aos que consideram o filme injusto para com os Maias, deve ser lembrado que todos os historiadores afirmam que de fato eles aterrorizavam os demais grupos indígenas. |
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Particularmente achei o filme muito bom. Confesso que no final fiquei meio confuso ao ver caravelas e possível povo "Maia" juntos. Não sou historiador, portanto não me atrevo a adentrar na discussão. Contudo aos meus olhos de biólogo gostei muito da forma que a fauna e a flora da região amazônica foi retratada (tudo certinho)! A anta, a onça-pintada, o sapo flecha etc. E na qualidade de educador, fico muito feliz que os norte-americanos mesmo que "errados ou não" retratem um pouco da cultura antiga dos povos sul-americanos. E na qualidade de eterno curioso, tendo em vista as polêmicas deixadas pelo filme, vou pesquisar nos livros o que eu poder sobre os Astecas e os Maias (o filme ascende a gana pela pesquisa). Portanto quem não assistiu, assista, pois vale muito à pena SIM! Parabéns Mel Gibson. |
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O filme acerta em alguns pontos mais deixa a deseja em outros por exemplo: retrata a violencia vivida entre as tribos. Isso aconteceu realmente... e deixa de mostrar, de explorar, a cultura maia. |
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Me sinto confusa ao tentar opinar sobre o filme. O gênero sangreto é típico do Mel Gibson (quem assistiu Paixão de Cristo e não gostou nem deveria entrar no cinema), mas o enredo histórico me causa dúvidas. Acabei de ver o filme e tinha quase certeza que a civilização era asteca (sou recém formada em História), depois leio no site que era maia e aquela podridão das ruas e do povo não entra de acordo com o que estudei na faculdade, mas fiquei interessada em perceber que foi mostrada a noção da escrita e da construção de grandes pirâmides e templos. E então, qual crítica iremos ter? É melhor consultar alguns historiadores pra resolver esse assunto. |
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Imperdível! A força do amor, da familia, da tribo se misturam á conquista do mais forte sobre o mais fraco. O retorno ao amor, nos prende numa fascinante perseguição. Mel Gibson nos faz acreditar que a familia ainda é o alicerce da vida, e que por mais distante que esteja este filme nos mostra que sempre estaremos cercados de conquistadores! |
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Só um pequeno toque: o povo que escravizou a tribo de Jaguar Paw (e por que a tradução em português não ficou Pata de Jaguar?) era o Asteca, não os Maias, como todo mundo está dizendo. Aquele espanhol que chegou no final do filme às praias do México era Hernán Cortez, o destruidor de toda um a cultura. E ele era bem mais novo na época, estava por volta dos 35 anos, do que o velho barbudo que olha para os índios. Ah! Aquele dia era 19 de marçco de 1519, a data em que as caravelas de Cortéz chegaram ao local. A civilização Maia clássica, aquela que funou as cidades de Teotihuacan, na plçanície de Yucatán, mais Tical, Copan (Guatemala), Palenque, Uxmal, etc., desapareceu em 830 d.C., sem deixar vestígios, até reaparecer, por bolta de 900 d.C, já misturada com toltecas e zapotecas, e já bem mais selvagem, fazendo sacrifícios humanos, etc. e tal, coisa que os Astecas levaram até as últimas consequencias, infelizmente. Portanto, por favor, aos Maias o que é dos Maias, aos Astecas o que é dos Astecas. Grato pela atenção. |
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Em relação ao filme Apocalypto, de Mel Gibson, gostaria de fazer aqui nesta resenha algumas considerações sobre algumas repetitivas críticas que vem ocorrendo acerca do mesmo. 1)Sobre a violência: Concordo plenamente que o filme seja intenso nesse aspecto, porém não vejo que a violência apresentada seja meramente gratuita, ou com o sentido de gerar um filme sádico, como vem sendo atribuído por muitos. No meu ponto de vista, essas cenas vêm como um toque para realçar o realismo do filme (vale lembrar que se o mesmo fosse um filme sobre uma guerra, todos estariam elogiando a verossimilhança deste aspecto.), e que funciona muito bem nesse sentido. 2)Sobre a veracidade histórica: Para termos uma análise coerente desse ponto, em primeiro lugar devemos saber quais as pretensões do filme sobre o mesmo. O objetivo central de Apocalypto é recriar a decadência do Império Maia, motivo esse desconhecido pelo fato de que quando os espanhóis chegaram à região, está já estava devidamente extinta. Neste caso, o final do filme torna-se incoerente, já que mostra os primeiros conquistadores chegando ao local. Entretanto, devo aqui expressar minha incompreensão com aqueles que desferiram severas críticas nesse aspecto. Na minha concepção, o erro ocorrido é relativamente pequeno, principalmente no caso de uma comparação com as recentes produções históricas de Hollywood, como Tróia e Alexandre, esses sim, feitos de maneira esdrúxula nos contextos históricos. 3)Sobre a produção e direção do filme: Não há como não colocar essa produção com excepcional. Um filme inteiramente falado em dialeto Maia (fato com que outras produções do gênero histórico não chegam a ter o mínimo de bom senso para pelo menos colocar algumas falas com o dialeto utilizado na época, ou local, histórico recriado.), com boas interpretações de atores desconhecidos (destaques para Raoul Trujillo e Rodolfo Palacios), além do som e maquiagem, que justamente lhe renderam 3 indicações ao Oscar (Melhor Maquiagem, Melhor Som e Melhor Edição de Som). Juntando tudo isso a uma competente direção realizada por Gibson , temos como resultado um filme bem estruturado e de boa qualidade cinematográfica. 4)Sobre o conteúdo do filme: Apocalypto tem bons momentos que valem ser destacados. Em primeiro lugar, a lenda contada por Flint Sky, fazendo uma metáfora perfeita em relação à ambição infinita do homem e a destruição que isso causa ao seu redor. Dois outros momentos munem-se de uma bela mensagem. O primeiro deles foi a mensagem passada por Flint Sky a seu filho Jaguar Paw, dizendo que o medo é uma doença, e que ele não pode deixá-lo alojar-se em seu coração. O segundo, é o momento em que com o filho morrendo em seus braços, no que deve ser o pior momento da vida para um pai que tiver que passar pelo mesmo, Zero Wolf (pai) acalenta e tranqüiliza seu filho diante da morte. 5)Conclusão: Por fim, acredito que Apocalypto seja um filme que, com certeza, valha a pena ser visto. Não como filme histórico, nem como um filme que irá tocar-lhe profundamente. Mas sim como uma das grandes produções do cinema contemporâneo. |
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O filme é muito bom até a perseguição do Ronaldinho, depois perde-se completamente... chega a ser ridículo o fato da aldeia não conhecer a civilização maia sanguinária, bárbara e sádica estando a apenas 1 dia e meia de corrida desenfreada... vale assistir o filme por causa da cena do felino negro; foi muito engraçada! |
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Gostei. Não é nenhum clássico, mas cumpre o seu papel de entreter e de nos levar a conhecer um pouco mais a cultura maia. Quanto as acusações de violência barata e desnecessária são infundadas vez que as cenas estão dentro do contexto e mostra o que acontecia de fato: os maias sacrificavam seres humanos na suposição de que isso agradaria a seus "deuses" (como aliás ocorre ainda hoje em alguns lugares da África). Palmas também para as locações que são lindas. Por outro lado acho que Mel Gibson poderia ter explorado mais a história dos maias. |
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Bem... para quem tem um pouco de conhecimento da história sabe que o filmes peca pois confunde os povos astecas e maias, mas para quem gosta de um filme violento com ação, vale a pena e tambem estou curioso para saber qual o proximo filme do conturbado Mel Gibson. |
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Vou engrossar a fileira das críticas pelo imperdoável erro histórico cometido por Mel Gibson, pois à época dos descobrimentos, os Astecas é que dominavam a planície do México e se organizavam em cidades, sendo a mais importante delas Tenochtitlán, cidade sagrada onde se realizavam os sacrifícios humanos em temor aos deuses. O chefe supremo, figurante inexpressivo do filme, era Montezuma, assassinado brutal e cruelmente por Hernan Cortez, sanguinário conquistador espanhol. Mas, a despeito dos lamentáveis erros históricos, o mais ridículo foi ver um eclípse solar acontecer em plena lua cheia, um erro grosseiro cometido apenas por pessoas ignorantes, pois qualquer criança no ensino fundamental sabe que eclípses solares só ocorrem na lua nova. A nota 2,0 foi só pela ação. |
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Mel Gibson se superou como diretor,achoque mostra com realismo e sensacional maestria já está na hora de se reconhecido.O filme é excelente,o elenco também muito bom a fotografia também é excelente.Vale a pena ser visto. |
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Um lixo. O Mel Gibson deve ser algum sadico que deve gostar de ver as pessoas sofrerem por que o filme se baseia nisso,sofrimendo e dor,quem não morreu sofreu o filme inteiro para sobreviver. |
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O filme é muito triste!Principalmente com as crianças, achei o filme muito apelativo. Para quem gosta de crueldade,maldade,e cenas de sofrimento puro!!!! vai adorar. Eu não indicaria este filme p/niguém! |
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Não gostei do filme pela imagem distorcida sobre os maias, representada como uma sociedade barbara, e com principios religiosos errados.Este filme foi uma desvalorizaçao cultural aos maias. |
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Mel Gibson é tão bom quanto ator e como diretor. É realista, o que deixa as pessoas um pouco chocadas. É um filme que eu recomendo à todos, por sua história, muito bem mostrada pelas lentes e por todo o visual do filme. |
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Gibson precisa, mesmo, de tratamento. Corpos rolando sem cabeça, cabeças rolando sem corpos. Não é fácil. O nó no estômago é demais! A única coisa boa é a aventura do filme. Um filme de ação, com a fuga do Ronaldinho Gaúcho pra lá de emocionante. Só. De resto, é triste ver que todo um povo pode ser mal retratado no cinema e acabar visto como insanos e sádicos. Mas, quem é realmente sádico nesta história toda? Nem Kill Bill, nem A Paixão de Cristo, nem qualquer filme de terror mostra tão bem sangues e cenas de puro enjôo. Talvez fosse essa a idéia. Não busque ver o filme para saber mais sobre os maias (embora retratem, na verdade, os astecas). Vejam apenas como uma diversão. Mas conselho: almocem antes, bem antes. Pois eu te garanto fome é algo que você não terá por umas horas. |
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Parabéns, o filme retrata exatamente o tipo de povo sanguinário! Que por exemplo no "juego de la pelota", o capitão do time perdedor, além de perder o divertidíssimo jogo, perdia também a sua cabeça! |
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O filme é muito eletrizante mas com uma Violência exagerada. A história dos Maias foi muito mal contada. Parecia que Mel Gibson só queria mostrar sangue. Um filme mediano, não chega aos pés de Coração Valente. |
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Mel dirige de forma visceral momentos que antecederam a queda da civilização Maia. intrépido, Mel Gibson não teve medo de mostrar o quão o homem está tanto para o bem, quanto para o mal. E palmas para o oscarizado diretor. |
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Não concordo nem com as pessoas que consideraram esse filme um horror, nem com as que o erigiram à categoria de clássico. Apenas um bom filme. Já que não tem rigor científico, muito menos histórico, vale como um belo entretenimento. |
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Um verdadeiro crime etnografico e histórico, ele misturou caracteristicas maias, astecas e incas... Sem um pingo de realismo, mostra apenas a grande preguiça america de pesquisar um pouco... Antes de dizer que não liga se ele peca pelos erros etnograficos, lembre-se como nos sentimos em relação ao filme Turistas ou o epsodio dos simpons no brasil... Não explora nada em termos de costumes e tradições da epoca apenas mostra muito sangue, odio e brincadeiras tipicas do século atual...Um crime! |
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Um filme com uma historia entrigante,e uns efeitos especiais com a cara de Mel Gibson,porem mesmo com elenco desconhecido o filme ficou otimo isso mostra que com bon atores pode ser feito um bom filme gostei muito e quem conhece um bom filme tambem ira gostar. |
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O melhor filme desse seculo,sem duvida nenhuma que nós cinefilos fomos abençoados com a descoberta de Gibson de seu talento na direçao e na escrita de roteiros. Aplaudi de pé o filme Apocalypito.Deve-se valorizar a cultura nativa e divulgar,graças a DEus nasce o ilustr Gibson e nos presenteia com sua genialidade em retratar a cultura Maia,com excelente roteiro original e adaptado,ótimas atuaçoes(tão espontaneas,tão autenticas,para eu as cenas sao reais de tão perfeitas).Vamos ovacinar Gibson ele merece. |
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Vc acha q turistas retrata o Brasil? Ou os Simpsons? Ou algum outro filme q mostre só mulatas sambando? Pois é, isso se chama estereótipo. Pelo jeito Mel G. gosta mesmo de suscitar o racismo. Aliás, ele já mostrou que é, na última vez que foi preso. |
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Um filme que me fez perder até o fôlego, cada cena inusitada, dava a impressão que escorria sangue pela tela. òtima atuação do diretor, que não se ocupou em fazer uma cópia do seu Filme Paixão de Cristo. Simplesmente surpreendente! Vale a pena assistir. |
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Eletrizante, gosto de todos os filmes do Mr. Mel Gibsom com a verdade nua e crua.Após assistirmos horas de crueldades e agonia, queriamos ver alguns momentos felizes no final, o que sempre nos deixam mais satisfeitos e encorajados para continuar a lutar. |
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Gostei muito do filme.a fotografia dele e perfeita.as cenas que aparecem sangue e visceras tambem sao muito bem produzidas...nao parece que e de mentira.as cenasde acao tambemsao muito bem filmadas.mas eu acho que Gibson nao sabe terminar filmes.igual ao paixao de cristo, o final deixa meio a desejar. |
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O filme é muito bom,realmente eletrizante,mas muita gente esta confundindo certas coisas...a civilizacao maia nao e constituida somente por uma fase,a retratada no filme mostra os maias depois da dominacao que eles sofreram pelos astecas ,q anexaram uma cultura de sangue e sacrificio a cultura maia. |
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Primeiro: O filme é maravilhoso!Segundo : Nao é um documentário, então que se danem os Maias, Astecas ou quem quer que seja!Terceiro: é muito violento mesmo, na minha opinião violência que se justifica pelo enredo. Não quer ver sangue, Procurando Nemo na locadora perto da sua casa!Quarto: eu chorei!! |
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Um ótimo filme , diferente , daqueles que você realmente presta atenção , e por falar em atenção me deu uma vontade imensa de conhecer melhor esse povo ( Maia ) que vou falar que bárbaros , o que me deixa um pouco irritado é uns camaradas que dizem que o filme foi feito de qualquer jeito não é bem assim , se você prestar atenção o filme diz um pouco do que realmente acontecia , se não foi tudo na mais perfeita sintonia com o passado , não anula realmente o que se passava pela mente deste povo , e para finalizar concordo com uma colocação que li aqui das críticas o fim do filme poderia ter um pouco mais de história o que seria muito interessante , acho que Gibson fez isso a propósito para lançar o apocalypto 2 , Gibson sabe bem o que faz , desculpe-me os críticos , estudem mais. |
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Achei interessante o filme, o melhor de Mel Gibson. Salientar apenas o desfecho do filme podia ser mais emocionante se o protagonista tivesse cmo pano do fundo uma parte do seu povo e depois a floresta! |
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Mel Gibson fez um filme tenso, violento e cruel, mas perfeito para os amantes de adrenalina. Parece historicamente incorreto, haja vista que a civilização Maia já havia sido exterminada pelos Astecas por ocasião da chegada dos espanhóis, mas pode haver outras interpretações (ele não iria cometer um erro tão grande!); a trilha sonora também deixa a desejar, pela simplicidade, bem como pelos clichês que são facilmente percebidos, como o mocinho e o vilão e a mocinha. |
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Mel Gibson simplesmente provou com o filme Apocalypto que em se tratando de direcao esta em perfeita sintonia com a sua capacidade de ator. O filme Apocalypto impressiona o publico com a maestria de som, imagem e ação. |
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Pelo valor investido na produção, é de se pensar, qual foi o real objetivo do filme? Certamente que não contar a realidade... Pois, para quem estudou a história dos póvos que viviam na América verão: Astecas, Mayas, Incas...Etc. Os retratados no filme, não representam pelas características "guerreias e dominadoras" o povo Maya, mas sim, Astecas. Como diz o próprio filme: "quando se quer destruir uma civilização temos que fazê-lo por de dentro e não por fora" Ou, seja o próprio Mel Gibson: dá a resposta para si mesmo, se você quer destruir um povo destrua sua cultura e sua história, e isso com este filme fora do contexto, ele consegui fazer muito bem com o povo Maya... Bem, a história sempre é contada pela ótica do vencedor, como sempre. Vale apena assistir, ler a verdadeira história e fazer uma comparação e assim vericar como o cinema pode ser usado como formador de opnião. E instrumento de dominação. |
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Deixando de lado os fatos históricamente distorcidos do filme, ele pode até levar uma nota 2 pelas cenas de "ação" que me agradaram.Mas Jaguar Paw nao ser pego pela pantera que pode chegar a correr à 100km/h é o fim da picada. |
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Apocalypto foi um filme execelente... sem efeito de monstro, ou raio laser, ou gente q voa... sem coisas cansativas desse tipo, que mostra a realidade crua de um povo primata. pois quem acha que índio é gentil, ta muito enganado. eu ainda me lembro daqueles indios da funai que mantem em cativeiro brancos que de alguma maneira trabalham com eles. lembro de uma vez em que mataram um monte de gente.. e as leis de nós, homens brancos, naum recaem sobre eles... que dirá indigenas dos primeiros céculos do milenio passado.aposto que quem deu nota "zero" para Apocalypto, é fã incondicional de "Pânico"... ou de "American Pie", maiores lixos do cinema dos ultimos anos, tentativas frustradas de imitar classicos do genero, da decada de 80, como "sexta feira 13" ou "Pork´s" Uns disseram acima: "existem outras maneiras de retratar a civilização maia..." ou "a civilização maia vivia de agricultura e outros meios de subsustencia que não foram mostrados..."... ué.. já pensou se Gibson resolvesse fazer um filme de 2 horas com gente plantando cenouras, alface, mandioca e milho? ou tribos de indios fazendo dança da chuva, e procriando o tempo todo? vivando em perfeita harmonia e paz? que coisa mais linda... será que iria ser um "sucesso de bilheteria"? Mell Gibson iria morrer de fome... Brasil tbm naum é só violencia... mas, ja imaginou o filme "Cidade de Deus" mostrando 2 horas de gente trabalhando na favela... vendendo gás de cozinha, vendendo pipa, pé de moleque, crianças brincando alegremente nas vielas de um morro qualquer do Rio, pais de familia indo trabalhar e voltando a noite pra casa... mães lavando fralda suja de cocô de criança... duas horas de filme assim?que lindo seria... Apocalypto foi genial! com certeza os maias desenvolveram agricultura de grandes resultados, com certeza tinham culturas e conhecimentos que eram de grande valia e muito importantes na civilização em questão... mas, o filme foi genial da maneira que foi. Mostrando sem tabus os rituais pagãos e mostramdo a selvageria de algumas tribos indigenas menos preocupadas com violencia de suas crenças. |
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Ótimo filme, fixa atenção e mostra que Mel Gibson, não é sadico e nem vampiro devorador de sangue. O cara mostra com certo nexo as diferencas e igualdades daquela e de nossa civilização. |
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Filme ruim... independentemente de conter erros históricos ou não. Acontece que, depois de caminhar (ser arrastado) o cara corre 2 dias, sem parar com uma flexa na barriga, sem comer, foge de onça, pula de cachoeira, sobe e desce em arvore, caça sapo, mata 10 caras maiores e mais bem armados que ele.Isso, claro, deixando de lado a bobajada da previsão da menina, eclipse, etc.Tem exagero pra fazer 5 Maquina Mortifera e 2 Mad Max. |
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Um excelente filme. Mel Gibson está de parabéns. Não é tão violento assim, nem mostra tanto os detalhes das mortes. O importante é como o personagem amadureceu com o sofrimento de toda crueldade das tribos, e compreensão de ensinamentos passados pelo seu pai e amigos. |
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Ótimo filme. Possui alguns exageros típicos de Mel Gibson, mas a proposta é muito boa. Prende sua atenção do início ao fim. O filme não pretende retratar os costumes dos Maias, mas sim a sordidez de uma sociedade em declínio. |
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O filme relata a crueldade que sempre existiu no mundo, talvez seja uma forma que ele concontrou para mostra isso para o mundo. Que o ser humano não e tão bom assim, que sempre se destrui e sempre ira se destruir. |
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Um ótimo entretenimento,recheado de lendas e misticismo que nos faz transportar da lucidez ao descobrimento da américa.Muita semelhança ao Matrix acho, se acreditarmos em algo é posisvel qqualquer coisa. |
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Só não dou 10 pq realmente tem muito sangue no filme, porém é interessantíssimo ver como viviam, ou, sobreviviam as pessoas naquela época. Como um povo pode ser tão mal, tão sádico como esse.Produção, figurinos, a língua.... tudo chama muito a atenção neste filme. |
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ÓTIMO FILME!! Bem produzido dirigido.Apesar dos "furos" históricos...uma ótima produção.Pô "povinho chato" com essa conversa de "historicamente errado".Qualquer filme assistam até os créditos finais e percebam q tpa CLARO pra bom entendedor que é uma adaptção livre! Sou formado em História e se eu quero saber de algo historicamente coeso leio um livro e/ou estudo.Engraçado que normalmente quem vem com essas críticas é o mesmo povinho q assiste os filmes do Michael Moore e acham q ali está a Suma do saber. |
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Adorei o filme, muito criativo e real. Embora ainda não esteja certo de que civilizações se tratam de facto, achei o máximo. Tenho reparado de que alguns de vos limitam-se a criticar negativamente um filme que eu acredito que assistiram até ao final sem pestanejar, de tão bom que o filme é."Se não gosta, não pague para ver ou mude de canal". Ja desde os tempos de Mad Max que o Mel Gibson faz este tipo de filmes, para mim não foi novidade nenhuma a brutalidade e a violencia retratadas no filme. Eu gostava que o Mel Gibson viesse a Africa, onde eu vivo, fazer um filme que conta a história dos canibais ele é a pessoa indicada. |
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Realmente é a cara de Gibson. Bom filme pra kem gosta de aventura,retrata o comportamento e a religião de um povo!!só o final deixou a desejar,mas não deixa de ser um bom filme. |
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Um realismo de puro bom gosto. O filme foi ótimo, e muito bem dirigido, mesmo sem efeitos extraordinários, e mesmo com toda aquela mentirada. E pelo visto a intenção de M. Gibson não foi a de retratar fielmente a civilização em questão, e sim a saga de Jaguar Paw... Ótimo filme! |
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Mel Gibson demonstra mais uma vez que consegue ser um diretor excelente, ao mostrar o sofrimento que muitas vezes é necessário mostra-lo , sendo assim um diretor corajoso e audacioso. |
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Um filme preconceituoso, repleto de erros históricos e violento. Sempre quando Mel Gibson's se atreve a fazer um filme histórico é isso que dá. Uma pessoa mal informada que assiste uma porcaria dessasvai pensar que o povo maia e as populações indígenas eram só isso:violência e violência. Minha nota é 3,0 em respeito a memória dos maias, astecas, incas e demais povos da América pré-colombiana. |
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Show de bola! Para quem já leu ou ouviu falar do Livro de Mórmon, é melhor ainda! Não entendi pq o pessoal não gostou do final, para mim é a melhor parte! RECOMENDADÍSSIMO! |
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O filme é bom, original (os atores falam o dialeto maia!), e a história é interessante, apesar de simples. Até mesmo as atuações merecem ser mencionadas,maquiagem e figurino. Parabens Mel Gibson! |
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Quem nunca ouviu falar dos povos mayas e viu este filme dão graças a Deus esses povos não existirem mais, porém este fime apenas mostra a cultura e o cotidiano desse povo...agora a chegada dos espanhóis é uma outra história cujo derramamento de sangue foi bem maior...um ótimo filme, Gibson deveria dar continuidade contando a outra parte da história que quase ninguem conhece. |
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Acredito realmente não haver necessidade de tamanha violência em algumas cenas, como acontece logo no início do filme, em que um animal é sacrificado. Em "Paixão de Cristo" essa realidade extrema adotada por Mel Gibson tinha mais a ver com o contexto. O trailler do filme me passou outra idéia; se soubesse que era tão violento, certamente não iria assisti-lo. Mas vale aqui ressaltar que o longa retrata um povo primitivo, que acredita, por exemplo, no sacrifício de algumas vidas como forma de se trazer a paz para as aldeias. Não se trata, portanto, de mera maldade ou divertimento, mas de ignorância, falta de espiritualidade, soberania do instinto puro. Os atos de tais pessoas refletem o estágio primário do seu adiantamento moral e espiritual. São seres ainda muito animalizados. Fazendo-se um paralelo com a realidade atual, passados tantos séculos, vivemos em uma sociedade na qual atrocidades ainda ocorrem; e, assim entendo, essas sim, cometidas em nome de pura perversidade. Considero a pesquisa histórica realizada apurada e aplaudo o fato de o filme inteiro conter diálogos travados no dialeto original do povo em questão. Cumpre também ressaltar, afastando-se qualquer polêmica, que, em relação ao período retratado, trata-se da segunda fase do império maia e, portanto, todo o contexto histórico encontra-se correto. Em resumo, a minha nota é oito; acredito, também, que a trilha sonora poderia ser melhor. |
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este filme é pura adrenalina. nota 10. mais uma vez Mel Gibson acertou na veia. |
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Já assistir umas dez vezes e não me canso de vê-lo, é espetacular. Mel Gibson mas uma vez surpeendeu! |
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Filme interesante. E para quem reclaa de violência gratuida eu não concordo , pois sanguinários já temos Rambo e siilares |
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Excelente! Mel Gibson nos surpreende com este épico. Só não é bom para quem não gosta de ver sangue... |
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Eu criei o meu login apenas para dizer que este filme é um lixo. A pior coisa que eu vi este ano. Não é uma questão da burrice do Mel Gibson sobre a história, mas é que o filme é ruim mesmo, ruim demais, absolutamente ruim, terrivelmente ruim. Afff que filme ruim. Pior do que Faustão. |
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