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Não acreditei que o Morgan Freeman tenha emprestado o seu nome pra esse filme. Junte-se a isso o fato de o filme ser baseado na obra do Stephen King. Dava pra sair um filmã, né verdade? Mas a história mal adaptada ficou sem sentido. Claro que os efeitos foram bem produzidos, o que no começo faz pensar que vem coisa boa por aí. Mas a espera por algo de bom dura todos os 150 minutos do filme. Nem a atuação do Morgan Freeman - abaixo do potencial dele, diga-se de passagem - sustenta o filme. Mais um exemplo de como ver um filme confiando no bom-senso de um bom ator pode ser perigoso." |
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Bom, o começo do filme achei muito legal, mas depois no final... Meu Deus, muito ruim! Bom, poderia divulgar no trailer mais o filme, pensava que era de fantasmas ou algo parecido, mas é de E.T. Bom, pelos efeitos visuais foi muito bom." |
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O filme O apanhador de sonhos é um verdadeiro trash. Se alguém pensar em assistir a esse filme, pelo menos pra conferir, não vá se empolgando muito com o trailler nem com a presença de Morgan Freemam no elenco, aliás, seu papel no filme deve ser um dos maiores micos de sua carreira, não sei quanto ao seu cachê! Em relação ao roteiro, também deixa muito a desejar, fiquei com uma impressão de propaganda enganosa, pois o roteirista já havia adaptado dois outros livros de Sthephen King e não foram tão ruins. Enfim, o filme se resume a uma estória de alienígena que não têm nada a ver com o mundo onírico, dos sonhos,são lesmas dentudas e que querem dominar o mundo como sempre, mas também como sempre são impedidos. A única vantagem desse filme, que aliás não é vantagem ou mérito do próprio filme, mas certamente um jogo de marketing, é que antes do longa propriamente dito é exibido O vôo final de Osíris, um dos 9 animatrix, animações feitas com tecnologia e inspiradas no filme Matrix que é um show à parte." |
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Isso é o que eu chamo de bom filme de terror .A história consegue prender nossa respiração até o último momento. Não podendo ser esquecida também a excelente atuação de Morgan Freeman.Não deixem de ver!" |
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O filme é muito interresante, muito bom. Gostei muito porem o filme deixou algumas coisas muito confusas, mas deu para entender depois, ele enrolou demais para falar pouca coisa, mas fora isso o filme e maravilhoso, nao e de terror, eu pelo menos nao me assustei, acho que o filme deveria ser um pouco mais assustador. O filme e muito bem feito, a historia e super legal. Eu gostei muito, uma historia de alienigenas legal e diferente. Ah! O filme e muito longo leve muita pipoca, mas voce pode ate perder a fome de tao nojentos que sao os ets." |
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O filme começa razoavelmente bem, mostrando paranormalidades de quatro amigos, tudo com um ar meio enigmático e dando um ar de suspense e tensão a fita. Tudo levava a crer que podia render um bom filme (até a tal direção tava bem conduzida). Ia tudo bem, até aparecer um animalzinho estranho. Eu ainda pensei que tivesse alguma coisa a ver com o tal "Apanhador de Sonhos", sei lá, um enviado dele. Depois apareceu um ET. É, um ET. Aí eu ainda alimentei minhas esperanças pensando "não não, é um filme paranormal, isso deve ser um sonho afinal, não é apanhador de sonhos o título do filme?". Não! Não era um sonho. Minha decepção foi muito parecida com a de "Sinais", com um começo interessante e depois com uma invasão alienígena. É mais um filme clichê de ET´S invadindo a Terra, agora se reproduzindo rapidamente em minhoquinhas dentuças. Aí sim, vira uma confusão: um dos personagens tem sua mente aprisionada, existe algumas cenas de humor toscas e uma espécie de exército (?) atacando os alienígenas. E um dos "comandantes" é o Morgan Freeman. Com um visual bem estranho tanto quanto o filme, ele fez uma das piores atuações dele (que eu já tenha visto) apesar de tá sempre com classe e seguro em cena. Os outros quatro personagens paranormais tem atuaç ões discutíveis: (não vou chamar pelo nome os atores porque não quis me dar ao trabalho de saber qual era qual). O que sobrevive boa parte do tempo faz uma interpretação manjada e o que tem o papel mais difícil (o da mente aprisionada, que também adquire uma dupla personalidade) as vezes parece estar bem, outras, parece mesmo perder para Gollum de As duas torres. A direção em algumas cenas é até razoável (e os efeitos especiais são bons), só que nenhuma direção sobrevive a um roteiro tão ruim. É por aí. E a paranormalidade do filme não adianta muito e o tal apanhador dos sonhos nem tanta importância na trama. É tudo bem estranho, um tanto quanto sem sentido e a sensação é que não se tem sentido e que entendemos perfeitamente: o filme é tosco sim." |
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O filme é ótimo. Mistura terror, ação e humor em uma produção muito boa e criativa. O filme "viaja" um pouco nos temas e assuntos, e é bem nojento. Chega a ser um tanto cansativo, por se tratar de uma perseguição militar. Mas confesso que Stephen King escreve melhor dramas do que terror." |
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Horrível, péssimo gosto, filme sem pé nem cabeça. Por ser baseado no livro de um dos maiores mestres do suspense (pelo qual sou fã), imaginei que seria muito, mas muito melhor mesmo!! Falando nisso... de onde saíram aqueles ET's?? Tô indignado!" |
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Adorei o filme, Stephen King pra mim é o melhor escritor de drama e terror. E o filme não deixou nada pra trás de suas obras, por isso, se você gosta de terror, aproveite e tente relaxar com o filme, se isto for possível." |
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Como alguém pode gostar desse filme? Sinceramente ele é muito ruim e não sei como alguém em sã consciência pode achar esse filme bom, e ainda por cima falar em boa atuação de Morgam Freeman? O filme é péssimo mesmo e não há atuação alguma boa, o papel dado ao Freeman é terrível e certamente ele se arrependerá amargamente, por mais alto que tenha sido seu cachê." |
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É um bom filme , dá para levar alguns sustos e sentir um pouco de medo, mas não gostei muito do final que ficou vago, e até agora não consegui achar uma relação entre o apanhador de sonhos com o enredo, se alguem descobriu, por favor me mande um e-mail, obrigado." |
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Penso que o filme devia ter sido feito tanto para os que leram o livro, como para os que NÃo leram. O filme é uma bagunça, sem pé nem cabeça, e acho que só os que leram a obra de King entenderam perfeitamente. Mas, enfim, não é de todo ruim." |
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Se quiser levar sustos e se divertir é um bom filme, mas não vá esperando explicações... como o pesonagem de Sean Connery no filme Highlander disse: "Aceitas, highlander, não podes morrer.." - Outro detalhe: a trama é inferior a obra original...Mas quem conhece as obras de S.K. sabe que sempre dificil de ser realizada uma boa adaptação dos seus livros." |
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Meu Deus!!! Se arrependimento matasse eu teria me suicidado no meio da sessão!!!Como alguém investe dinheiro em uma coisa dessas!! cheguei ao cinema crente que iria assistir a um filmaço de terror e de repente me deparo com um punhado de enguias sangrentas e dentuças. Só continuei dentro da sala pois a raiva era tanta que eu estava cega de ódio. Para quem conhece O Iluminado esse filminho foi a maior decepção!!!" |
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Se tiver a oportunidade, entre no cinema e fique apenas nos quinze primeiros minutos do filme. Depois disso, levante-se e saia, se quiser continuar com uma boa impressão do mesmo. O filme começa com a promessa de ser um instigante suspense psicológico, bem ao estilo de Stephen King e se converte num Trash da pior qualidade. Nem o Morgam Freeman salva a trama!" |
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Decepção seria uma boa palavra para defenir esse "O Apanhador de Sonhos" (Dreamcather, 2003), filme que causa esepctativas, mas que no final das contas não vale muita coisa, pois uma produção que tinha tudo para ser assustadora cai em total mediocridade, e deste modo o que ganhamos é uma pelicula preciptada que no máximo vale como diversão passageira. Após salvarem Duddits (Donnie Wahlberg), um portador da síndrome da Down, de vândalos adolescentes, quatro garotos ganham estranhos poderes que lhes confere uma ligação telepática. Anos mais tarde, em uma acampamento nas florestas do Maine, eles ficam presos em uma violenta e repentina nevasca. É quando eles descobrem que uma força alienígena está pestes a controlar as mentes de todos na cidade onde moram. O filme é baseado num livro de Stephen King, famoso autor de contos de terror, que já teve várias de suas obras adaptadas para o cinema, e muitas delas conseguiram enorme sucesso e viraram clássico por colocarem medo nas pessoas, filmes como "O Iluminado", "Louca Obsessão" e "Cemitério Maldito" provam isso, e ainda mais a capacidade do autor de criar grande histórias, porém não é isso que vemos neste filme, onde somos levados a uma trama infantil e clichê, e talvez seja por isso a grande decepção que este filme vem causando em tantas pessoas. O roteiro foi adaptado pela dupla Lawrence Kasdan e William Goldman, e realmente não foi lá um grande trabalho, primeiro porque os fãs do Stephen King dizem que o final foi bastante mudado, além é claro dos enormes buracos que a trama deixa por seu caminho, e o pior de tudo é que a parte mais interessante do filme é justamente a menos explorada pelo script, que no caso seria a ligação telepática que existe entre os amigos. O diretor Lawrence Kasdan possui fama internacional principalmente pelo sucesso do aclamado "O Turista Ocidental" de 1988. Kasdan ainda iria errar feio no fracassado "Wyatt Earp", um fitinha bem fraca de faroeste, mas aqui nesse "O Apanhador de Sonhos", Kasdan é quem salva o filme de um resultado ainda pior, pois ele consegue manter um certo clima de suspense e tensão, ajudados principalmente pela competente trilha sonora do James Newton Howard, que chega a causar vários sustos no espectador, essa é, com certeza, a grande - e talvez única - qualidade deste filme. O elenco do filme também não faz um bom trabalho, a começar pelo veterano Morgan Freeman que faz a pior atuação de sua carreira, muito mediocre mesmo; Timothy Olyphant e Jason Lee se repetem todo o tempo, fazem cara de otários e não convencem; Damian Lewis passa por bons e maus momentos em cena. E o grande destaque do filme é mesmo o Thomas Jane e o Donnie Whalberg que conseguem as únicas performances dignas de nota. "O Apanhador de Sonhos" poderia sim, ser um bom filme, mas possui muitos erros diante de raras qualidades, não chega a ser uma bomba, mas ainda sim um filme fraco, que não cumpre suas pretenções e ainda deixa um gosto amargo na boca daqueles que gostam e conhece as obras do Stephen King, que são capazes de matar um do coração." |
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Péssimo. Saí do filme com a nítida sensação de que fui roubado; some-se a isso a perda de tempo que tive. O começo foi até interessante e prometia ser um bom filme, mas daí em diante foi uma sucessão de emboladas e tropeços de edição sem sentido que trouxeram o filme para a linha new-trash-movie. Tenho a absoluta certeza de que este filme foi feito às pressas dada a falta de cuidados que teve. Como eh que o Morgan Freeman se presta a um papel destes? O tal produtor e diretor Kasdan está na minha lista negra e, caso tenha a petulância de fazer outro filme, já sei o que vou fazer." |
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Ao longo de sua extensa história de mais de 100 anos, o cinema sempre procurou adaptar obras literárias produzindo filmes com roteiros inspirados em livros de variadas temáticas e autores de diferentes estilos. Mais especificamente no caso do cinema de horror, os escritores mais famosos e com um maior número de histórias adaptadas são Edgar Allan Poe e Howard Phillips Lovecraft, representando uma época mais antiga, e Clive Barker e Stephen King, que fazem parte de um período mais recente e moderno do Horror. King, inclusive, é o recordista em filmes inspirados em sua obra, pois de forma direta ou indireta ele tem participado do cinema fantástico por quase 40 anos e 70 filmes (incluindo produções para televisão, vídeo, curta-metragens e mini-séries). Esses quatro autores, mundialmente famosos por suas consagradas carreiras literárias, são personalidades marcantes também no cinema, fornecendo idéias, argumentos e histórias para a criação de filmes de horror e ficção científica que tem proporcionado entretenimento para os apreciadores do estilo e povoado por décadas a imaginação dos fãs com os piores pesadelos... A filmografia baseada em obras de Stephen King geralmente é considerada de qualidade duvidosa, com a produção de dezenas de filmes que dividem a opinião dos fãs toda vez que são lançados, impulsionando invariavelmente grande movimentação em polêmicas listas de discussão pela internet, com significativa quantidade de elogios e principalmente críticas. Todas essas opiniões a favor ou contrárias são sempre muito subjetivas considerando-se a diferença natural entre um livro e um filme e devido a todas as conhecidas dificuldades em se adaptar uma obra literária para a tela grande. Mas o que mais tem incomodado os fãs da obra literária de Stephen King e os apreciadores do cinema de horror em geral é que em muitos dos filmes lançados trazendo o nome de King como inspiração de seus roteiros, na verdade houve uma atitude oportunista e equivocada de seus produtores em ganhar promoção utilizando o nome consagrado do autor, pois a maioria desses filmes trazem histórias superficiais e muito pouco baseadas realmente nos argumentos originais de Stephen King, impulsionando até uma quantidade enorme de sequências descartáveis a partir de filmes originais que já haviam sido mal adaptados. Outro erro cometido várias vezes pelos produtores foi a insistência em se filmar um conto curto de Stephen King num filme de longa metragem em vez de um episódio de menor duração (apesar que esse fato também aconteceu em muitos casos), obrigando os roteiristas a criarem novas situações em torno do argumento original, distanciando-se de sua proposta inicial com resultados na maioria das vezes não satisfatórios. Porém, o mais importante para quem aprecia o gênero horror, a despeito de todos os problemas e mesmo exercendo uma análise crítica necessária e indispensável, uma sugestão é procurar se envolver com o principal objetivo do cinema: DIVERSÃO. Após estrear nos Estados Unidos em 21/03/03, pouco menos de um mês depois, em 18/04, entrou rapidamente em cartaz nos cinemas brasileiros mais um filme inspirado numa história do “Mestre do Horror Moderno” Stephen King. Trata-se de “O Apanhador de Sonhos” (Dreamcatcher), dirigido por Lawrence Kasdan e com os experientes Morgan Freeman e Tom Sizemore no elenco, numa mistura de horror com elementos de ficção científica. O roteiro foi escrito por William Goldman, que já havia adaptado anteriormente outros dois livros de King para o cinema, “Louca Obsessão” (Misery, 1990) e “Lembranças de um Verão” (Hearts in Atlantis, 2001), produzidos pela “Castle Rock Entertaiment”. Na pequena cidade de Derry, no Estado americano de Maine (terra natal de King e cenário de muitas de suas histórias), um grupo de quatro jovens amigos, Henry (Mike Holekamp), Jonesy (Giacomo Baessato), Beaver (Reece Thompson) e Pete (Joel Palmer) salvam um garoto deficiente mental e com poderes especiais telepáticos chamado Duddits (Andrew Robb) que estava sendo molestado por uma gangue de adolescentes. A partir desse incidente, o grupo de garotos recebe de Duddits como presente de gratidão um dom sobrenatural de premonição e uma capacidade de se comunicar telepaticamente, criando um forte vínculo entre eles e reforçando ainda mais a amizade existente. Vinte anos depois, o grupo volta a se reunir numa cabana isolada numa floresta envolvida por tempestade de neve. Já adultos, o psiquiatra Dr. Henry Devlin (Thomas Jane), o professor universitário Gary “Jonesy” Jones (Damian Lewis), o vendedor de carros Pete Moore (Timothy Olyphant) e o marceneiro Joe “Beaver” Clarendon (Jason Lee) encontram um homem perdido na floresta com uma estranha e misteriosa doença que deixa uma marca vermelha no rosto, e cujo corpo serviu de incubadora para uma criatura mortal (numa referência ao clássico “Alien, o Oitavo Passageiro”, 1979, de Ridley Scott, e também pelo nome “Ripley” batizado como a doença alienígena, homenageando a famosa heroína de mesmo nome interpretada por Sigourney Weaver). A partir daí, eles se envolvem novamente com o agora adulto paranormal Duddits (Donnie Wahlberg), presenciam e combatem uma tentativa de invasão alienígena e enfrentam um grupo especial de militares, liderados pelo austero Coronel Abraham Curtis (Morgan Freeman) e o Capitão Owen Underhill (Tom Sizemore), que isolam a área decretando estado de quarentena, e que secretamente estão investigando as ações dos alienígenas hostis no planeta já há vinte e cinco longos anos. “O Apanhador de Sonhos” é mais um filme comum que situa-se apenas na média das dezenas de produções inspiradas em obras de Stephen King. O roteiro é até interessante, numa mistura de horror, ficção científica (com influências notáveis de filmes similares como “Invasores de Corpos”/1978 e “O Enigma de Outro Mundo”/1982, que por sua vez já eram refilmagens dos clássicos “Vampiros de Almas”/1956 e “O Monstro do Ártico”/1951, respectivamente), e uma forte amizade entre um grupo de jovens (tema que já havia sido bem explorado no filme “Conta Comigo”, de 1986). Mas sua trama é convencional num imenso desfile de clichês e situações previsíveis já vistas inúmeras vezes. Algumas cenas e diálogos propositadamente cômicos (principalmente a cargo do personagem Pete) são totalmente desnecessários. Em filmes sérios de horror o ideal seria evitar as tentativas equivocadas de inserir elementos de humor, a não ser em cas os explícitos de paródia ou homenagem a outros filmes, como por exemplo os excelentes e super divertidos “A Volta dos Mortos-Vivos” (The Return of the Living Dead, 1985) e “Malditas Aranhas!” (Eight Legged Freaks, 2001), pois dificilmente o “crossover” entre horror sério e humor traz um resultado satisfatório. Os personagens dos militares interpretados por Morgan Freeman e Tom Sizemore são arquétipos banais que não convencem, e que já foram explorados à exaustão pelo cinema, desperdiçando os talentos de seus experientes atores. Não faltou também o tradicional clichê de rivalidade entre as diversas organizações secretas do exército, envolvendo nesse caso um conflito particular do Coronel Curtis (Freeman) com o General Matheson (Michael O’Neill). O personagem de Duddits, mesmo sendo deficiente mental, protagoniza alguns momentos difíceis de assimilar em atitudes que beiram o ridículo, principalmente na sua fase adulta. E seria interessante também uma redução na duração dos longos 136 minutos para algo em torno de pouco menos de duas horas, pois o filme não tem uma dinâmica capaz de sustentar a longa metragem. De positivo, destacam-se uma cena inicial com o violento atropelamento do personagem Jonesy (interessante notar que o próprio Stephen King sofreu uma tragédia similar em sua vida em junho de 1999, e “Dreamcatcher” foi o primeiro livro publicado que ele escreveu após esse grave atropelamento que quase o matou); a bela fotografia de um ambiente de claustrofobia numa cabana no meio de uma floresta coberta pela neve (lembrando situação parecida com o hotel assombrado e isolado de “O Iluminado”, 1980); a interessante forma como foi apresentada a memória no cérebro do personagem Jonesy, dividida por setores e depósitos de arquivos pessoais (ele que havia sido possuído por um dos alienígenas); os eficientes efeitos especiais dos extraterrestres (destacando as asquerosas “enguias” assassinas, com suas bocas repletas de dentes afiadíssimos); a ótima sequência de ataque dos helicópteros do exército ao local do acidente de uma imensa e belíssima nave alienígena encravada na floresta, com seus tripulantes à deriva e tentando confundir as mentes dos pilotos da frota de ataque com mensagens de socorro; e o inevitável confronto final entre Duddits e um líder alienígena num desfecho revelador. O título nacional foi bem escolhido, limitando-se a apenas traduzir corretamente o original em inglês, “Dreamcatcher” (ou “O Apanhador de Sonhos”). Aliás, os responsáveis pela definição dos nomes dos filmes estrangeiros no Brasil deveriam simplificar sempre seu trabalho e procurar apenas traduzir literalmente para o nosso idioma os títulos originais, com raras exceções onde torna-se necessário uma adaptação do nome nacional por questões comerciais. O diretor Lawrence Kasdan é conhecido principalmente como roteirista de filmes de grande sucesso de público como “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981), de Steven Spielberg, e dois episódios da primeira trilogia filmada da franquia “Star Wars”, criada por George Lucas, “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983). Na direção, foi o responsável por dois excelentes “westerns” modernos, “Silverado” (1985) e “Wyatt Earp” (1994), ambos com Kevin Costner. Como curiosidade, é interessante mencionar que “Dreamcatcher” é realmente uma lenda indígena americana sobre “um filtro dos sonhos”, um aro de ramos entrelaçados numa complexa teia de fonte de energia, por onde passam os sonhos bons que viajam pela noite fluindo tranquilamente até as pessoas que dormem, e por onde também são aprisionados os pesadelos até sucumbirem com o final da noite e a chegada das primeiras luzes do dia. E outro fato curioso foi que Stephen King cobrou simbolicamente apenas US$ 1,00 pelos direitos de produção do filme, procurando não se envolver com o roteiro, devido às várias experiências anteriores com adaptações de suas histórias para as telas e as quais não foram bem sucedidas, não contribuindo satisfatoriamente para seu legado de sucesso na literatura, pois muitos dos filmes inspirados em sua obra foram mal recebidos por seus fãs. Enfim, “O Apanhador de Sonhos” não é um filme empolgante e nem destaca-se na filmografia de Stephen King. Mas ainda assim garante alguns bons momentos de diversão, numa história de horror e invasão alienígena. E também desperta um interesse especial principalmente por ser baseado em história do mestre do horror moderno. Porém, em minha opinião os melhores filmes inspirados na consagrada obra literária de King continuam sendo os primeiros filmados há mais de 20 anos atrás como “Carrie, a Estranha” (Carrie, 1976) e principalmente “O Iluminado” (The Shining, 1980, dirigido por Stanley Kubrick e que estranhamente Stephen King não gostou, gerando uma curiosa polêmica entre eles na época); ou ainda mais recentemente como “O Cemitério Maldito” (Pet Sematary, 1989) e “Louca Obsessão” (Misery, 1990)." |
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Se alguém vai ver um filme do Stephen King com expectatívas pré-moldades, é pq é uma pessoa ignorante.. do King não pode se esperar uma história qualquer, ele pode simplismente nos surpreender com monstros ou et´s como é o caso do filme ``O Apanhador de sonhos´´. O Filme é muito bom, com um enredo muito bem explorado, uma boa atuação e com cenas de metalinguagem que mostram muito bem o que se passa na tela (isso para quem presta atenção no filme). Bravo, ``vejam´´ o filme como ele deve ser visto... e não saiam apenas criticando pelo simples fato de ter ets." |
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Esse filme é um clássico, espetacular, eu e meus amigos ficamos fascinados, é um filme que te deixa vibrado na tela o tempo todo, eu amei. Mas não recomendo para pessoas que não tem facilidade de compreensão porque é um filme dificil de se entender. Aproveite. Pois tem um ótimo terror." |
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Pelo que li das críticas dos outros internautas, percebi que eles entenderam o problema do filme, mas não souberam expecifica-lo. Quando um filme começa bem e desgringola do meio pro fim, fica evidenciado a incompetência do roteirista. Nossa, o filme é uma completa bagunça. Não temos certeza se, depois do acidente, o cenário vai para o passado ou futuro! E, de repente, entra num ritmo tal que acaba em menos de 25 minutos...que isso?! Sinceramente, quem viu, e gostou, do bom Tempestade do Século, não deve perder seu tempo para conferir esta outra obra de King na telona. A única coisa boa na sessão de cinema, é a animação de Matrix, antes de começar o filme claro." |
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Excelente adaptação do Gênio do Sobrenatural Stephen King, o filme tem começo, meio e fim, e os personagens muito bem trabalhados e inseridos na trama. Agora tem que se estar habituado ao genêro de King, Laurence Kasdan com certeza esta, pois transformou mais de 600 páginas do livro em 2 horas de filme sem deixar furos, pena que muita gente não entendeu o filme. E quanto ao amuleto indigena o tal Apanhador de Sonhos, simples: o pesadelo eram os ETs, o amuleto era os quatros amigos, tendo o garotinho com sindrome de tal no meio, como ele mesmo explica no filme. E para quem não percebeu no final quando o ET é derrotado aparece amuleto no ar, simbolizando a união (os quatros amigos mais o Dudits) que resultou na derrota da invasão extra terrestre, que já havia sido iniciada cinco anos antes deles salvarem o menino. Portanto o Apanhador de Sonhos são os quatro s circulos em torno (ou reuinidos, como um dos meninos mesmo sugere )do circulo central, os cincos garotos, só que eles levaram vinte anos para entender isto, enquanto o Dudits, já queria combater os Ets desde o começo." |
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O início do filme realmente parece com aqueles excelentes filmes de stephen king.Passando por it, a obra prima do medo e até conta comigo, com o falecido river phoenix, mas depois de uma sucessão de nojeiras e ets gigantescos, o filme se perde totalmente, que nem o bom elenco consegue segurar.Não li o livro , mas certamente deve ser bem melhor. Saudades do Lawrence Kasdan de "Um turista acidental"." |
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IMUNDICE PURA! Eu prefiro não comentar, pois não quero me rebaixar ao nível do filme! Não eu não escreveria um roteiro tão fraco com um vocabulário tão RASTEIRO. Se eu tivesse feito esse filme, estaria com vergonha de mim mesmo e de todos que fossem assistí-lo.Estou com NOJO!" |
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Um filme sem pé nem cabeça. Perfeito para os amantes do cinema Trash. Quando fui abordado por meus amigos a respeito do filme, simplesmente não consegui explicá-lo. O trailer é muito bom e o começo do filme tb. Mas de resto... |
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Fiel ao livro , adaptação perfeita , quem não gostou do filme nao xingue o diretor , e sim Stephen King pois o filme seguiu filmente seu livro e quem contextar stephen king espero que escreva um livro melhor do que os que ele escreveu , se nao abaixe a cabeça e vá assistir Branca de neve ok ? |
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O filme é bom sim, mas apenas p/ aqueles que leram o livro... P/ mim o filme foi apenas um complemento p/ o livro e esses ignorantes que não conhecem o livro, falam do filme sem entender a essência de toda estória. |
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Realmente eu esperava muito, mas muito mesmo desse filme e não vi nada! No começo estava bom,mas depois a decepção foi total!Sem palavras! E como já disseram aqui: "O título não tem nada a ver com o filme!". |
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| 1 - | Avatar | 8 | 104 |
| 2 - | Premonição 4 | 5 | 16 |
| 3 - | Alvin e os Esquilos 2 | 8 | 25 |
| 4 - | Sherlock Holmes | 8 | 37 |
| 5 - | O Fada do Dente | 7 | 3 |
| 6 - | Amor Sem Escalas | 6 | 8 |
| 7 - | High School Musical - O Desafio | 8 | 8 |
| 8 - | O Fim da Escuridão | 6 | 4 |
| 9 - | Invictus | 8 | 10 |
| 10 - | Xuxa em O Mistério de Feiurinha | 4 | 35 |