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Amor, Sublime Amor

titulo original: (West Side Story)

lançamento: 1961 (EUA)

direção: Jerome Robbins , Robert Wise

atores: Natalie Wood , Richard Beymer , Russ Tamblyn , Rita Moreno , George Chakiris

duração: 155 min

gênero: Musical

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:West Side Story
  • gênero:Musical
  • duração:02 hs 35 min
  • ano de lançamento:1961
  • site oficial:
  • estúdio:Seven Arts Productions / Beta Productions / Mirisch Films
  • distribuidora:United Artists
  • direção: Jerome Robbins , Robert Wise
  • roteiro:Ernest Lehman, baseado em musical de Arthur Laurents
  • produção:Robert Wise
  • música:Leonard Bernstein e Saul Chaplin
  • fotografia:Daniel L. Fapp
  • direção de arte:
  • figurino:Irene Sharaff
  • edição:Thomas Stanford
  • efeitos especiais:Film Effects of Hollywood

imagens - 16

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sinopse:

No lado oeste de Nova York, à sombra dos arranha-céus, ficam os guetos de imigrantes e classes menos favorecidas. Duas gangues, os Sharks, de porto-riquenhos, e os Jets, de brancos de origem anglo-saxônica, disputam a área, seguindo um código próprio de guerra e honra. Tony (Richard Beymer), antigo líder dos Jets, se apaixona por Maria (Natalie Wood), irmã do líder dos Sharks, e tem seu amor correspondido. A paixão dos dois fere princípios em ambos os lados, acirrando ainda mais a disputa.

elenco:

  • Natalie Wood (Maria)
  • Richard Beymer (Tony)
  • Russ Tamblyn (Riff)
  • Rita Moreno (Anita)
  • George Chakiris (Bernardo)
  • Simon Oakland (Tenente Schrank)
  • Ned Glass (Médico)
  • William Bramley (Oficial Krupke)
  • Tucker Smith (Ice)
  • Tony Mordente (Action)
  • David Winters (A-Rab)
  • Eliot Feld (Baby John)
  • Carole D'Andrea (Velma)
  • Jay Norman (Pepe)
  • Tommy Abbott (Gee-Tar)

comentários

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Aparecido Menezes
02/01/2001
nota:Rate010
Dou 10 porque não tem 100! Este filme é uma obra de arte, e jamais vai envelhecer. É uma história comovente, que nos faz torcer até o fim pela felicidade dos dois.
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Benício
03/01/2001
nota:Rate010
O maior musical de todos os tempos.Elenco impecável.Trilha sonora exuberante. É Romeu e Julieta revivido. Os créditos finais são uma obra-prima. ESPETACULAR!
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Felipe Reyes de Castro
04/01/2001
nota:Rate08
Adoro filmes musicais e este é um dos melhores que eu já vi. e por que não colocar nota 10? Acho que o filme é um pouco longo e daria para cortar algumas cenas. Pessoalmente acho as cenas em que Tony e Maria cantam uma chatice. O melhor do filme são as coreografias e danças. Principalmente a cena do começo e a dança na garagem.
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Felipe Chalfun
05/01/2001
nota:Rate05
Como releitura de Romeu e Julieta, fica aquém de tudo o que eu já vi. Difícil aturar gangs de rua dançando delicadamente nas pontas do pés ao de músicas tão água com açucar. Alguns números são realmente divertidos, mas chega aos pés de outros musicais americanos da mesma época.
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Ricardo Stabolito Jr.
06/01/2001
nota:Rate010
Em uma época em que os musicais já estavam em baixa, Amor sublime amor representa um dos "cantos-de-cisne" do gênero. Tudo nele se encaixa muito bem, desde as ótimas coreografias até a direção de arte, que aproxima a obra ao teatro de forma extremamente satisfatória. Destaque para o trabalho dos dois diretores: Jerome Robbins e Robert Wise. Ainda merecem destaque os atores, principalmente os coadjuvantes e ganhadores do Oscar pelo filme, George Chakiris e Rita Moreno. Sem dúvida, Amor sublime amor é um deleite para os amantes dos musicais e uma experiência revigorante diante do fraco cinema atual.
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Nélson Domingues
07/01/2001
nota:Rate010
Geralmente não gosto de musicais,porém,é inegavél a beleza e o brilhantismo desse filme que nunca envelhece.Coreografias geniais que nunca parecem forçadas,letras maravilhosas e uma direção inspirada de Robert Wise.O único ponto fraco do filme é a fraca atuação do ator que interpreta o personagem central.Em compensação temos a forte presença de Rita Moreno.Um clássico imperdível.
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Ayres Pereira Filho
08/01/2001
nota:Rate09
"Era apenas um quarteirão dos cortiços de West Side, em Nova York, mas era tudo o que eles tinham. Seu torrão, seu império. Para protegê-lo, criaram os Jets, mas não contavam com os Sharks (tubarões), outra gangue decidida a manter sua posição nas vizinhanças". Como uma adaptação livre da obra de Shakespeare Romeu e Julieta, se faz um grande musical, um grande drama, um grande filme. NATALIE WOOD, a estrela mirim que começara aos 5 anos em O Filho Pródigo (1943) e aos 8 já contracenava com Orson Welles como uma refugiada de guerra em O Amanhã é Eterno (1946), e que, na adolescência, namorou James Dean em Juventude Transviada (1955) e foi o grande mote do maior dos faroestes Rastros de Ódio (1956), desta vez, aos 23, é a grande protagonista, comanda o espetáculo, é a Julieta de Verona, a Maria de Nova York."Sob o viaduto, os muros semidesmoronados e as cercas de arame farpado formavam estranhas sombras no campo de batalha. Vindas de vielas e becos, subindo pelas cercas, enfiando-se por entre as fendas do muro, as duas gangues chegavam à área do combate". Era a tragédia anunciada. A canastrice de Richard Beymer, o Tony, é sumamente compensada com o trabalho da porto-riquenha Rita Moreno, muito bem como Anita, e, em menor escala, com o de George Chakiris, como Bernardo, seu namorado, ambos ganhadores do Oscar de 1961 como coadjuvantes. Grande sucesso da década de 60, este é um clássico do cinema, que ficará sempre em stand-by na prateleira e a ser exibido, de quando em vez, para conhecimento até mesmo das gerações que estão por vir.
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Zarah Beserra
09/01/2001
nota:Rate010
Nota 10 é pouquíssimo!! Filme muito bonito, com ótimos intérpretes, coreografia impecável, sem falar da música de Leonard Bernstein que é belíssima. Não poderia esperar outra coisa do diretor Robert Wise. Quem gosta de filmes musicais poderá acrescentar mais este na coleção.

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crítica do adorocinema

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