Título original: (Cuisine Américaine)
Lançamento: 1998 (EUA, França)
Direção: Jean-Yves Pitoun
Atores: Jason Lee, Irène Jacob, Eddy Mitchell, Isabelle Petit-Jacques.
Duração: 94 min
Gênero: Comédia
Status: Arquivado
Jovem cozinheiro (Jason Lee) serve os mais requintados pratos na Marinha americana. Após discutir com um dos oficiais, ele termina por ser expulso da corporação e consegue uma vaga num dos mais badalados restaurantes da França, comandado por conhecido chef Louis Boyer (Eddy Mitchell) e sua filha Gabrielle (Irène Jacob).
Francisco Russo em 02/01/2001Nota: 2.5
Um aviso: não vejam este filme sem estarem munidoscom ao menos um saco de pipoca. Porque este filme dá fome aos expectadores,principalmente no início, quando uma série de pratos dos + diversos tipos aparecem emcena.Tirando isso, é um filme bobinho, simples, leve, mas divertido.Acho que esta é a melhor síntese dele: é uma comédia bobinha que diverte e que vale apena ser assistida se vc não tiver mais nada a fazer. Uma boa sessão da tarde."
Henrique Miura em 03/01/2001Nota: 2.5
Comédia romântica simples, modesta e, infelizmente, superficial demais. Essa produção França/Eua tinha tudo para dar certo: um bom elenco, uma história básica com um roteiro coerente. Porém, o diretor e roteirista Jean-Yves Pitoun falhou em sua estréia em um longa-metragem. Autor do roteiro e dono da direção, teria sido melhor ele ter aberto mão da direção. Persistente e inexperiente, seu filme ficou sem identidade e, às vezes, sem muito sentido. A boa criação do roteiro, seja por bons diálogos e boas situações, é totalmente jogado fora pela burocrática direção, que em apenas um momento toma uma iniciativa de criatividade, mas o resto é comandado pelo mais famoso diretor da atualidade: o piloto automático.A premissa é bem legal: Loren (Jason Lee), para não ficar parado sem cozinhar e ainda ganhar um dinheirinho extra, resolve entrar na Marinha Americana. Tudo corre bem, porém seus pratos categóricos e finos não são bem aceitos por um dos comandantes. Depois de discutir e usar a violência contra seu superior, ele é dispensado da Marinha. Sem rumo, acaba retornando para casa e acaba tudo em pizza. É quando surge a grande oportunidade de sua vida como cozinheiro. De Nova York ele vai para a França para tentar trabalhar para um famoso cozinheiro parisiense (Eddy Mitchell), que tem lá um restaurante. Mas sua chegada não é das mais animadoras e ele acaba ficando apenas para teste. O tempo vai se passando e Loren vai conseguindo se firmar no local, sua amizade com o dono do restaurante vai aumentando e se tornando mais humana. Claro, nem tudo para Loren é fácil. Seu sucesso desperta a inveja em um dos cozinheiros e ele tem que começar a tolerar algumas ofensas e o preconceito por não ser do local. As piadas são até que engraçadas mesmo. Você deve estar se perguntando: onde entra a personagem da Irène Jacob nesse meio todo? A resposta é na verdade a intenção de ser a centralização da história. Jacob interpreta Gabrielle, filha do dono do restaurante. Quando seu pai passa a perder a sanidade, ela que passa a comandar o local. Logo pinta um clima entre ela e Loren e ambos parecem apaixonados. Na realidade, este romance surge primeiramente como um triângulo amoroso, já que a garota está noiva. Uma boa qualidade do filme é conseguir imprimir bem o romance sem artificialismo, porém falha (e feio) em seu desenvolvimento, que não sofre nenhum contratempo e sobrevive fácil demais. Gabrielle tem também um grande dilema na vida: assumir ou não os negócios do pai? Seu pai demonstra tanto amor à cozinha que ela não poderia simplesmente largar tudo e ir embora. Existe também um levíssimo romance entre uma das cozinheiras do restaurante e o pai da garota, mas só serve para alguns risinhos e mais nada. Não acrescenta absolutamente nada.Se formos avaliar, essa comédia romântica é 80% de puros clichês e os outros 20% de pequenos e discretos toques de originalidade. O filme também tem seu drama porém não convence e só serve para dar um pouco de pieguice para o filme. Isso enche o saco, principalmente quando se trata de "lembranças". Insuportável. Entretanto, é uma comédia mediana. Mediana por causa do elenco bem à vontade, tendo Jason Lee (de "Procura-Se Amy") em uma simpática atuação, Eddy Mitchell é o que tem o personagem mais difícil de se compôr mas ele consegue dar conta do recado, e, Irène Jacob (de "A Fraternidade é Vermelha") segurando bem a personagem, sem cair em estereótipos e bajulação. Alias, um dos motivos que me levaram a ver esse filme foi exatamente a presença desta atriz, que é linda pra danar. Ou alguém discorda?"O Amor Está na Mesa" é uma comédia sobre amor e comida, então nada melhor do que ver acompanhado e com bastantes petiscos em volta. Não é aquele romance que te deixa apaixonado e muito menos aquela comédia que te mata de rir, porém a versatilidade do roteiro é de boa qualidade. Esse é um dos poucos méritos do filme. Mesmo com a direção fraca, os ótimos diálogos surgem deliciosamente doces. Eu, particularmente, me decepcionei com o filme, porém visto sem grandes pretensões pode até sem um bom compromisso. Se tivesse um pouco mais de sal e fosse mais apimentado"O Amor está na Mesa" poderia muito bem ser uma comédia romântica daquelas super agradáveis, mas como isso não acontece não passa de um filme bastante irregular, que é salvo por alguns detalhes. Alguns momentos são tão piegas que é bom estar com o sal de frutas, caso você começa a ter náuseas.
O filme ainda tem seus encantos e originalidade , graças ao choque de cultura do personagem...
por Benedito, 14/02/2012 às 17:05
Harry Potter e a Pedra Filosofal
O ruim desse filme é que ele é escuro, já que não usam lâmpadas. Mas vamos lá, foi o p...
por CinemaAdoro, 14/02/2012 às 16:05
Filme muito bom! A história é tão dinâmica que você nem vê a hora passar! As cenas com...
por Leo290385, 14/02/2012 às 15:54
Ridículo, tanto o Daniel Craig, como o filme como um todo...sempre quando muda o ator, muda...
por Donato, 14/02/2012 às 15:42