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Amarelo Manga

titulo original: (Amarelo Manga)

lançamento: 2003 (Brasil)

direção: Cláudio Assis

atores: Matheus Nachtergaele , Jonas Bloch , Dira Paes , Chico Diaz , Leona Cavalli

duração: 100 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Amarelo Manga
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 40 min
  • ano de lançamento:2003
  • site oficial:
  • estúdio:Olhos de Cão Produções
  • distribuidora:Riofilme
  • direção: Cláudio Assis
  • roteiro:Hilton Lacerda
  • produção:Cláudio Assis e Paulo Sacramento
  • música:Lúcio Maia e Jorge Du Peixe
  • fotografia:Walter Carvalho
  • direção de arte:Renata Pinheiro
  • figurino:
  • edição:Paulo Sacramento
  • efeitos especiais:

imagens - 5

Amarelo Manga Amarelo Manga Amarelo Manga Amarelo Manga Amarelo Manga

sinopse:

No subúrbio de Recife, Lígia (Leona Cavalli) acorda já mal humorada, pois terá de suportar mais um dia servindo fregueses, que às vezes a bolinam no bar onde trabalha. Quando o dia terminar, só lhe restará voltar ao seu pequeno quarto, em um anexo do bar, e dormir para suportar a mesma coisa no dia seguinte. Paralelamente Kika (Dira Paes), que é muito religiosa, está freqüentando um culto enquanto seu marido, Wellington (Chico Diaz), um cortador de carne, decanta as virtudes da sua mulher enquanto usa uma machadinha para fazer seu serviço. Neste instante no Hotel Texas, que também fica na periferia da cidade, Dunga (Matheus Nachtergaele), um gay que é apaixonado por Wellington, varre o chão antes de começar a fazer a comida. Na verdade ele é a pessoa mais polivalente no Texas, pois faz de tudo um pouco. Um hóspede do Hotel Texas, Isaac (Jonas Bloch), sente um grande prazer em atirar em cadáveres, que lhe são fornecidos por Rabecão, um funcionário do I.M.L. Apesar de decantar Kika, isto não impede de Wellington ter uma amante, que está cansada da situação e quer que ele tome logo uma decisão. Já Dunga pretende conseguir Wellington de outra forma, ou seja, fazendo um trabalho em um terreiro, assim de uma vez só ele "dá uma rasteira" na mulher e na amante. Isaac vai se encontrar no bar com Rabecão para lhe avisar que pode levar o cadáver. Lá ele conhece Lígia e sente vontade de ir com ela para a cama, mesmo com Rabecão lhe avisando que ninguém ali transou com ela.

elenco:

comentários

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Ângelo Luiz
02/01/2003
nota:Rate09
Belo filme mostrando a força do cinema nordestino. Sem protagonistas o filme é um dia na vida dos personagens, onde os tipos mais esquisitos e engraçados se cruzam. É um filme simples nas intencões mas extremamente bem realizado, com atuações apaixonadas, cenas engraçadas e uma pequena surpresa no fim."
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Ramon Peres de Oliveira
03/01/2003
nota:Rate08
Amarelo Manga, antes de tudo é um filme realista, mostra situações de vida que muitos brasileiros esqueceram que existe, é um ótimo filme exatamente por isso, lembra-nos da realidade social do país, mas como a grande maioria dos filmes nacionais faltou um final."
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Francisco Russo
04/01/2003
nota:Rate08
Muito bom filme. "Amarelo Manga" consegue algo que é bastante difícil no cinema: apresentar um painel interessante de personagens que interagem entre si de forma a que não haja um único protagonista mas sim vários, que narram suas subtramas no decorrer do próprio filme. Neste sentido não é exagero compará-lo com "Short Cuts" ou "Magnólia", filmes que também seguem este estilo. A diferença primordial é que "Amarelo Manga" possui características peculiares do povo brasileiro, com tiradas que possuem um pouco de filosofia de botequim e ao mesmo tempo expressam o pensamento coletivo da sociedade nacional. Isso sem falar nos próprios personagens que são focados no filme, totalmente marginalizados do restante da sociedade. Como não há protagonistas e sim diversos coadjuvantes, vários são os atores com espaço para brilhar em cena. Quem se sai melhor são Matheus Nachtergaele e Chico Diaz, que também possuem um pouco mais de espaço na trama. Leona Cavalli, como a dona do bar, também se sai bem ao caracterizar uma mulher cansada do cotidiano cheio de problemas e tentando encontrar forças para seguir em frente sem entrar no completo desespero. Além disso o roteiro é muito bem costurado, apresentando aos poucos todos os personagens e interligando-os até seu clímax final. Porém, vale um aviso: "Amarelo Manga" é um filme de cenas fortes, como a morte "ao vivo e sem cortes" de um boi. Se você não tem estômago fraco, vale a pena assisti-lo.
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Christian Jaffas
05/01/2003
nota:Rate08
Você pode notar pelo trailer que Amarelo Manga é um filme incomum. A forma mais simples de se fazer uma crítica é usando de comparação. E para falar do primeiro trabalho do diretor Cláudio Assis vou usar de comparação. O primeiro filme de um cineasta normalmente não diz o quão bom ele é ou seu estilo definido, mas nos diz para quê ele veio. É um cartão de visitas. É só lembrar de O Cão Andaluz de Luis Buñuel, Cidadão Kane de Orson Welles ou Cães de Aluguel de Quentin Tarantino. Cláudio Assis fez um trabalho para marcar o público. Você pode não gostar de Amarelo Manga mas nunca vai esquecer de algumas imagens e cenas do filme. E esse com certeza foi o objetivo do diretor. Chico Diaz, Jonas Bloch, Matheus Nachtergaele e Dira Paes fornecem interpretações precisas para as histórias de Amarelo Manga. O roteiro é trabalhado e desenhado para unir os personagens num desfecho amarrado, e a fotografia meio suja, rabiscada de Walter Carvalho deixa a película com ares de falso realismo. E esse suporte permitiu deixar o diretor livre para criar o mundo ao redor do Texas Hotel, um mundo calcado na realidade. E deve ser essa a idéia que surgiu no fim do filme: realidade e ficção. Estômago e sexo. O que será isso? Cláudio quis filmar problemas que podem acontecer com qualquer um, ou seja, traição, paixão, vingança e até o nada. Isso mesmo o nada. Em alguns momentos não acontece nada, e em outros acontece muito. Amarelo Manga ganhou todos os prêmios no Festival do Ceará (nove) e ainda ficou com o Candango de Melhor Filme no Festival de Brasília. Premiado sim, mas e o público? Só agora o filme chega aos cinemas numa brecha entre grandes lançamentos. Uma pena. Os três primeiros filmes nos revelam quem é um diretor, dizem que até separam os diretores de cinema dos grandes cineastas. Resta saber se Cláudio Assis vai conseguir chegar ao terceiro trabalho. Projetos já existem.
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Erickaa
06/01/2003
nota:Rate09
Mais um excelente filme nacional que retrata locais e cenas convencionais para a maioia da nossa população. Coordena fatores como pobreza, decadência, homosexualismo,traição e antes de tudo valores pessoais e conjuntos. traz por vezes surrealismo e saudosismo em representações e locações ímpares. Para Matheus Natchergaelle nota dez, por se mostrar mais uma vez um ator eclético, com mais uma atuação que ficará eternizado nos anais do cinema nacional.
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Thiago Yglesias Pereira
07/01/2003
Patético, infeliz, deprimente, sofrível e chato. Não sei como tiveram coragem de lançar este filme horrível. Essistem vários filmes extremamente melhores do que esse como ``007-o mundo não é o bastante`` ou ``8 mile-rua das ilusões`` por exemplo.
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Sérgio Murilo Sobrinho
08/01/2003
nota:Rate03
Mais uma atuação impecável do Matheus N.. Portanto o filme deixa de mostrar a beleza do Recife, restringindo-se a mostrar locais deprimentes e cenas de extremo mal gosto. Quando a pessoa pensa que o filme vai decolar ele acaba, deixando a sensação que vc. perdeu o seu tempo. Totalmente desaconselhável para quem pretende comer uma pipoquinha no cinema. As cenas nojentas deixa você com vontade de vomitar e não comer pelo resto do dia. Estragou meu jantar de comemoração de dez anos de casados."
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Matias
10/01/2003
nota:Rate010
O filme não só trata da vida no contexto nordestino, mas mostra através desse universo oculto o quanto nós (humanos)verdadeiramente somos - sexo e comida - como o próprio lema do filme diz. Resumidamente seres miseráveis condenados à infelicidade e vivos pelo desejo. Basicamente o melhor filme Brasileiro que já assisti."
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Fábio Schmidt
11/01/2003
nota:Rate02
Violência, sexo e palavrões gratuitos e sem sentido para disfarçar a monotoneidade do filme. Fora a péssima qualidade da filmagem e do som! Existem outras formas de abordar o vazio existêncial no cotidiano das pessoas e tramas amorosas que focalizam os desejos humanos sem precisar de apelar para a baixaria e o bizzaro!
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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
12/01/2003
nota:Rate08
É um soco no estômago. Ou seria no saco mesmo? Os seres humanos perfilados no filme de estréia do diretor pernambucano Claudio Assis formam um verdadeiro painel sociológico. Não significa, é importante que se frise, que o filme tenha uma pecha ideológica. Em momento algum, felizmente, o roteiro tenta olhar os personagens num prisma leninista-trotskista. O mosaico de tramas pararelas que confluem no final para uma única, semelhante a vários filmes de Robert Altman, numa Recife classe média baixa, é o que vemos no filme. Num espaço de 24 horas, a dona de um boteco (Leana Cavalli), um trabalhador de um abatedouro (Chico Dias), um cozinheiro de hotel fuleiro (Matheus Nachtergaele) e um necrófilo sado-masoquista (Jonas Bloch) terão suas vidas interligadas. A dona do boteco sonha com o príncipe encantado e só lida com um bando de bêbados no seu trabalho. O trabalhador do abatedouro respeita sua esposa que é crente (Dira Paes), porém tem um caso amoroso extra-conjugal. A esposa deste que é uma crente de carteirinha, ao saber da traição do marido, solta os seus demônios na cama com o necrófilo. O filme aponta para uma crise de valores que já de algum tempo invadiu a nossa sociedade. É um filme-denúncia não ideológico. Mostra as nossas chagas sem anestesia alguma. É uma cacetada. Fiquei reparando no desconforto vertiginoso que algumas das pessoas que estavam na mesma sessão que eu demonstravam a cada cena "forte". Eis um roteiro que Nelson Rodrigues assinaria se ainda estivesse vivo.
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Ronílson Vieira Souza
13/01/2003
nota:Rate08
ÓTIMAS ATUAÇÕES EM UM FILME CONTUNDENTE. DESTACANDO-SE MATEUS E DIRA PAES. CRU, DIFERENTE DOS LISBELAS E FILMINHOS AMERICANOS EM CARTAZ. CHOCA EM ALGUNS MOMENTOS COMO EM A PROFESSORA DE PIANO. PONTO PARA O CINEMA NACIONAL!
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Leonardo Braynner
14/01/2003
nota:Rate08
Como é dito no cartaz do filme: "o ser humano é estômago...", realmente, deve se ter muito estômago para assistir, e, mais importante, aceita-lo. Não pelas cenas sujas, sebosas, de sangue, morte do boi, vômitos, animais, cozinhas, bares e quartos nojentos, e sim pelo contexto que a história converge. A vida da sociedade suburbana, que a sociedade que está de acordo com os padrões estipulados pela própria sociedade não conhece, ou se faz que não conhece, ignora, não existe, estão à margem, são insignificantes. Mas, não deixam de ser diferentes, tem coração, peito, pulmão, cérebro e estômago como todos, possuem sentimentos, tem vontades, amam, querem ser felizes, dentro de suas vontades, de seus padrões. O filme Amarelo Manga mostra a realidade desta sociedade que parece que vive outro mundo. São aquelas pessoas que moram em bairros abandonados, sujos, esquecidos, vivem sem precisar ou querer nada da sociedade elitista. Não participam do que classes melhores participam. O pior: todos aqui são vizinhos, vivem na mesma cidade, separados apenas pelas cortinas do preconceito, da ignorância. Amarelo Manga expõe esse estilo de vida, mostra esse povo. Certamente algumas pessoas de Casa Forte, Boa Viagem, Parnamirim, Apipucos, Espinheiro, entre outros, não sabem que essas pessoas existem, as ruas que passam dentro de seus carros não estão em seus roteiros de passeio. Sujiro que todos moradores de Recife vão ao cinema assistir a esse filme. Dica: pessoas fracas de estômago, evitar comer muito, você pode vomitar.
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Luiz Carlos de Souza Jr.
15/01/2003
nota:Rate010
Trilha sonora é otima o elenco é otimo resumindo e um excelente filme. Bom esse filme mostra que o cinema brasileiro esta indo muito bem nos ultimos anos esse filme é do caralho como diz uma das personagens da drama.
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SERGIO
16/01/2003
nota:Rate010
Como pode esse filme ter ganho varias premiações? acho que não sou normal... Talvés isso comprove mais uma teoria da decadência do ser humamo (brasileiros) adora ver o sofrimentos dos outros, para alentar o seu. aplausos ao Matheus, mesmo num filme de mau gosto, uma interpretação excelente.
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Tati Soaresa
17/01/2003
nota:Rate010
Sem sombra de dúvidas, um filme amargamente brilhante. Atuações indiscutivelmente excelentes, fotografia forte e um texto sólido e intenso. DEstaque p/ Leona Cavalli ( de quem sou grande fã) e Nachtergaele (idem).
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Genecy de Souza Silvaa
18/01/2003
É O CINEMA NACIONAL COM CARA DE CINEMA NACIONAL. EMBORA PRODUZIDO COM ORÇAMENTO LIGHT, AMARELO MANGA DESPERDIÇOU UM ROTEIRO QUE PROMETIA. O DIRETOR VALEU-SE DA VELHA E ULTRAPASSADA FÓRMULA DO CHOQUE, UTILIZANDO LINGUAJAR CHULO, MORBIDEZ EXPLÍCITA, PARA NÃO CITAR OUTROS VÍCIOS. QUERO O MEU DINHEIRO DE VOLTA!
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Paulo Machado
19/01/2003
nota:Rate09
É um filme que retrata a realidade de uma grande parcela de nossa sociedade,sem perspectiva de vida, conhecendo apenas a lei natural da vida: o mais forte sobrevive, quem com ferro fere com ferro será ferido. É o filme indicado para muitos cidadãos que dizem conhecer a realidade do povo brasileiro, mas não conhecem nem 1/3. Muito bom o filme e nos faz refletir, quanto somos limitados enquatos seres humanos.
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Nélson Junior
20/01/2003
nota:Rate02
Meu 2 e para os atores, e so alguns, porque este filme e uma porcaria, pode ser realista mas nao tem historia, e nao tem nada a ver com nada, alias no fim do filme quando voce descobre o porque do nome do filme, voce comeca a chorar pelo tempo perdido.
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Juley Cristya
21/01/2003
Um filme que não tem sentido algum. O filme quis sair dos padrões de filme brasileiro que geralmente é sobre pobreza e etc...amarelo manga sai deste tema, mas eu preferia muito mais ver um filme sobre pobreza e violencia do q ver a historia do filme que não tem sentido nenhum. Faz sentido o filme ter ganhado o premimo por ter o menor orçamento, tambem a qulidade de imagem, cenario e os atores usados no filme justifica!
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Raphael Vianna T. da Costa
22/01/2003
nota:Rate08
Amarelo Manga é um interessante retrato dos mais brutos estados da melancolia humana, diante de sua pobreza, ociosidade e falta de perspectivas. Em meio a tudo isto, é estranho e assusta. É estranho pois não pede a simpatia ou identificação do público com qualquer de seus personagens, já que todos têm conteúdo bizarro e doentio, sem qualquer charme ou alguma beleza macabra comum de filmes do gênero. A falta do protagonista e de uma estória bem contada também contribuem para o clima de estranheza, que ainda se soma à pouca noção que o filme dá sobre data e local à trama. E assusta quando procura revelar em cenas e falas sucessivas as faces mais cruas e doentias da raça humana mediante sua pobreza e melancolia. A meu ver o filme acerta quando se limita a mostrar o que se propõe: o lado amargo e amarelo manga da vida de pessoas miseráveis. Não se pretende dar enfoques políticos ou data e local aos fatos, nem mesmo o Recife bem mostrado interfere na estória. Havendo um protagonista este filme se assemelharia muito a "Romance da Empregada" e, por não usá-lo, fica mais criativo e original deste modo.
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Josafá Marcelino Veloso
23/01/2003
nota:Rate07
A vida como ela é.... amarelo manga. Nelson Rodrigues não tinha morrido? Se você já possui mais de quatorze ou quinzes anos já têm idade suficiente para pelo menos ter ouvido falar do Nelson. O célebre visceral escritor, de a Dama do lotação, os Sete gatinhos e o mais popular a Vida como ela é, (A globo passava no meio do fantástico....lembra?). Amarelo Manga poderia tranqüilamente ser o longa -metragem daquele conjunto de episódios de questionamento moral. São no filme apresentadas pelo diretor pernambucano Cláudio Assis, vidas como elas realmente são, em seu estado cru, sem refinamentos ou retoques. Um homossexual afetado, uma mulher obesa sem perspectiva, uma "crente" descobrindo os pecados da carne, fora do casamento são algumas das figuras retratadas no longa. (que é o primeiro do diretor, mas que teve no seu curta, Texas Hotel, uma "experiência - piloto") Uma visão hiper - realista do que convencionou -se chamar de os "excluídos"da nossa sociedade ( convencionou-se, pois atualmente estar "incluído" na sociedade nada mais é do que poder entrar num Shopping) Realismo, não denunciante como visto em Pixote ou Cidade de Deus, mas um realismo perturbador e em alguns instantes até indigesto.Na fotografia fantástica de Walter Carvalho, um boi sendo abatido se torna motivo para esmiuçar de que nós somos realmente, nojentos animais preenchidos de sangue.Exemplificado na fala de " Kanibal",interpretado por Chico Dias, " O ser humano é o melhor animal para ser morto.." animal que vive em função do prazer do sexo e da comida" (que fique claro que é essa a visão do diretor...) Se você conferiu o nordeste romantizado e carnavalesco de Guel Arraes, em seu Lisbela e o Prisioneiro, perca o sono agora com um nordeste em coloração de hepatite,de encardido, de amarelo manga! Veja o diretor que, revoltado na juventude (era um anarquista) mostra seres humanóides como eu e você, sendo nada mais do que bestas no matadouro. Uma experiência necessária para aquele que não pensa somente em seu mundo, mas no Brasil verde - amarelo que vive.
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Anne Tessa
24/01/2003
nota:Rate05
Não gostei, o filme se passa em apenas dois dias e não tem um desenrolar, quando pensei que a história iria começar, acabou, porém deixa de lição que, não devemos julgar as pessoas de cara!
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Mílton Ferreira Verderi
25/01/2003
nota:Rate010
Ao iniciar o filme, pensei que iria assistir mais um filme sobre pobreza e miseria brasileira...qual foi o meu susto ao perceber que a miseria mostrada no filme era apenas um pano de fundo para desencadear uma serie de fatos, onde a miseria mostrada era a miseria humana. Assis soube mostrar e nos colocar em uma condicao completamente primitiva, mostrando os instintos basicos do ser humano e mostrando o lado animalesco do chaamado "animal racional"...grande ironia, pois percebemos a nossa condicao primeira de alimentar e reproduzir...filme de tema chocante e polemico. O qual eu recomendo a todos que queiram entender algumas reacoes que temos e que nao sabemos controlar...so posso agradecer ao belo espetaculo que assisti!
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SERGIO
26/01/2003
nota:Rate010
Dizer que não gostou de Amarelo Manga é como assinar um atestado de ignorância, alienação. É negar a essênca contraditória do ser humano, que sonha tanto e tantas coisas mas se vê sempre mergulhado em um aparente ramerrão. Afinal, é o saudável ceticismo que deve marcar nossas vidas e que marcam profundamente muitos dos personagens. Além de tudo, mostra um Recife verdadeiro, sem "maquiagem", sem subterfúgios de engondo para turista. Um Recife visceral. Só por isso já é esplêndido. Foje da babaquice bairrista.
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Cláudio
27/01/2003
nota:Rate02
Sim, Amarelo Manga é um filme que choca. Começa de maneira peculiar e peculiar é a maneira como a trama se transcorre perante os olhos do espectador. Personagens comuns, talvez comuns demais para o nosso gosto, aparecem e pipocam a trama com seus medos, paixões, desejos e horrores. Mas o filme poderia ter tido o mérito de nos poupar (ou aliviar) de certos abusos do diretor. Um filme que eu não recomendo. Apesar das boas atuações dos atores principais. Mas o filme não decola, só quer chocar e mostrar uma crueldade crua.
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igor
28/01/2003
O filme é um subproduto daquela idéia tosca de que expor a miséria é sinônimo de arte. Não há enredo, não há saídas e os personagens não saem do caricatural. Uma espécie de naturalismo tardio, tão ruim que até o Mateus Nachtergaele atua mal. Chato, chato e chato.
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Carlos Henrique
29/01/2003
Um filme medíocre!!! Um típico exemplar da teoria de Joãozinho Trinta de que "quem gosta de miséria é intelectual".Uma exploração gratuita de miséria e violência. R$ 500.000,00 para filmar esse lixo ainda é considerado um "baixo" orçamento??? Nunca vi um dinheiro tão mal gasto.
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Eduardo Valladares
30/01/2003
nota:Rate08
Maravilha de produção nacional!Enredo forte e totalmente envolvente desde o momento em que a essência da trama inside sobre a condição natural do ser humano. Relacionado à estética naturalista da veia literária,o filme evidencia a carne como objeto de prazer do homem em todos os sentidos possíveis. Além disso, desmascara a visão puritana e falsa da não sexualidade humana.Com certeza, esse longa seria aplaudido de pé por Freud. A quem não concorda, assista mais uma vez.Vale a pena!
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Claus
31/01/2003
nota:Rate010
É o mais puro retrato da miséria humana, mostrando de maneira crua as hipocrisias que escondem a constante busca pelo gozo. Destaque para a fotografia, que causa desconforto e inquietação do espectador, fazendo com que esse se insira na realidade do filme.
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Fernanda Ribeiroa
01/02/2003
nota:Rate010
É POUCO AFIRMAR QUE "AMARELO MANGA" É UM BOM FILME. É MUITO MAIS QUE ISTO! É A AFIRMAÇÃO DE UMA NOVA TENDÊNCIA. EXPLICO: A FITA MOSTRA A REALIDADE DE UM DIA, MOSTRA ROSTOS COMUNS, HISTÓRIAS COMUNS MUITO PRÓXIMAS A NÓS E É POR ISTO QUE O FILME CUTUCA A FERIDA E INCOMODA OS OLHOS QUE NÃO QUEREM VER AQUILO QUE ESTÁ DO LADO DE FORA DA PORTA DE SUA CASA. O FILME TEM CENAS FORTES, GRITANTES, MAS O TRABALHO DE EDIÇÃO É FANTÁSTICO POR QUE TUDO É MUITO RÁPIDO E POR ISSO AS IMAGENS, APESAR DE FORTES, NÃO SÃO DE MAU GOSTO! BNÃO POSSO DEIXAR DE CITAR A FABULOSA ATUAÇÃO DE MATHEUS NACHTERGAELE. É COMOVENTE!
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Paulo Christo
02/02/2003
nota:Rate010
É o melhor filme nacional da atualidade. Chico Diaz e Nachtergaele estão em atuações fatásticas. A história é muito bem construída com base em uma amarga realidade, cuja solidez transcende e faz transparecer uma poesia angustiante. Além das atuações excelentes, a fotografia também não deixa nada a reclamar. No velho estilo de Nelson Rodrigues, o público pode se apaixonar ou odiar, jamais sair indiferente.
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Marco Machado
03/02/2003
Esse filme é um lixo! muito ruim realmente é uma perda de tempo assisti-lo. Os atores são ótimos mas a história uma manga podre.
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Adalberto
04/02/2003
Péssimo filme, além da apelação (a morte de um animal sem nenhum corte e com derramamento de sangue, e a imagem em tela cheia de uma vagina) generalza a imagem do povo. Durante o filme inteiro sugere-se que todos são "filhos da p..." e no final se mostra a imagem de vários populares sugerindo que todos são iguais aos personagens do filme (ou seja, o filme generaliza as pessoas e o nosso povo).É muito apelativo e mostra cenas grotescas e nojentas. Para mostrar a realidade não é necessário mostrar cenas grotescas e repugnantes, Cidade de Deus é um exemplo, o filme mostra a realidade mas não mostra nenhuma cena diretamente de balas entrando no corpo, facas sendo emperradas em pescoços, estrupo e etc... Cidade de Deus apenas sugere que isso aconteçe. Já Amarelo Manga parte para a violência contra o próprio telespectador, passa a ser um filme nojento e de péssima qualidade.
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Tomaz
05/02/2003
Pena que não tenha nota -1 pra dar. Fui com uma menina e saímos do cinema com cara de"foi mal, não sabia que era assim". Linguagem exageradamente vulgar, parecendo um filme de pornochanchada da década de 80. Deprimente!
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Dimas Mützenbeger
06/02/2003
nota:Rate010
O melhor filme nacional desde Bonitinha Mas Ordinária! Faz tempo que não vejo um filme mostrar a realidade urbana (e humana) de forma tão primorosa e próxima... Por mais bizarro que seja é tudo muito próximo e palpável. Desde os cenários até as tramas que envolvem os personagens. Talvez as pessoas não estejam acostumadas a encarar isso. Obra prima!
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Luiz Campos
07/02/2003
nota:Rate010
O filme é bom , retrata os 85% do Brasil que é o Povão. Não faz mais sucesso pois vivemos no país onde a maioria que frequenta cinema vive num mundo hipocrita admirando os filmes americanos e achando que vivem na florida.
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Paulo Memoria
08/02/2003
nota:Rate07
Amarelo Manga não chega a ser um filme brilhante,mas dá conta do recado.tem um tema universal, que poderia ter se passado na periferia de qualquer metrópole mundial.Certamente o tema será sempre atual,pois capta e retrata muito poeticamente a essência da alma humana no que tem de mais nobre e o seu lado mais sórdido também.
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Emmanuel Lazareno C. Lima
09/02/2003
nota:Rate010
Amarelo Manga é , sem dúvida, um dos melhores filmes brasileiros dos últimos anos. visceral, autêntico, extremamente bem dirigido e com um elenco afinadíssimo e de grande talento. ninguém, é claro, é obrigado a gostar desse filme. mesmo por que existem o titanic, ghost, etc.
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André Luís Neri
10/02/2003
nota:Rate08
Apenas uma palavra poder definir este filme :realidade brasileira, excelente montagem ,os personagens sao bem realistas ,mostra um lado do pais que poucos conhecem e se chocam com as cenas reais do filme, só um defeito faltou um final, deixou a desejar.
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Maristane Pintaa
11/02/2003
nota:Rate010
O filme e otimo, como todos gravados no NE. o filme retrata um pouco do cotidiano da regiao e de boa parte do noss Brasil, bem elaborado sua trama envolvente e um conjunto de maravilhosos atores revelão um espetaculo de qualidade e proficionalismo de nossos atores, coloca no bouço muitos e muitos filmes estrangeiros... esta de parabens. Pernambuco ter o melhor acervo cultural para produções de filmes nacionais tendo como base filmes atuais: alto da compadecida, lisbela e o prisioneiro e outros. Parabens a todos.
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Saul Claudino
12/02/2003
nota:Rate07
Interessante ver avaliações tão dispares. Não é um filme excepcional,por que lhe falta um roteiro mais estruturado, algumas cenas são gratuitas. Mas é cortante como uma navalha na carne (Plino Marcos), um "soco no estomago", pois expõe a crueza da nossas misérias social e economica, mostrando um submundo fetido e promiscuo, mas real. Uma fotografia do mundo atual, do Brasil esquecido.
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Wander
13/02/2003
nota:Rate05
Cláudio Assis desde o começo denota uma petulancia: faz uma critica acida a um marco atual do cinema : A trilogia das Cores. Na trilogia as pessoas tem salvaçao, desde que tenham amor. Ja para Assis as pessoas sao miseria, nada de bonito ou que possa ser salvo nas pessoas! Entretanto o filme nao ganha força pela critica as cores , mas sim a sua lua propia, que deixa de orbitar e tornar assim um amarelo manga!
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Ricardo Yamaguchi
14/02/2003
nota:Rate010
Filme fantástico. Primeiro, é necessário entender o papel das cores amarelo e vermelho. Depois, entender que o filme não mostra uma história, mas vidas, cotidianos, dores, sofrimento e doenças. A mensagem do autor é fantástica: A vida é feita de dor, sofrimento, cotidiano (amarelo) e alívio, anestesia da dor, do sofrimento e do cotidiano (vermelho). O alívio é mais importante que a própria vida. E a felicidade? Não há, só há dor e alívio, dor e alívio... fantástica mensagem.
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André Luís R. Seabra
15/02/2003
nota:Rate08
O filme é impactante, mas falta mais consistência no roteiro. O diretor atuou como se fosse a única oportunidade de sua vida de expressar uma série de idéias sobre os sentimentos e instintos e o resultado ficou quase um documentário. Mas vale a nota pela iniciativa nordestina e pelo desempenho do conjunto. E sem dúvida vale a pena assistir.
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Julianaa
16/02/2003
nota:Rate010
Filme magnifico mostrando não só a realidade mas oq realmente aflige como o tédio, monotonia, a infidelidade, é uma ironia da vida, pois cada um se identifica de uma maneira nessa obra digna de todos os premios que ganhou. Vi, gostei, recomendo e comunico que é uma obra prima do cinema nacional, como hjá dito, com cara de cinema nacional enfim!
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Tatiane Meneguetia
17/02/2003
nota:Rate09
Este é um filme que retrata de maneira crua e direta em que se resume o ser humano, sua essência física e animal, onde cada pessoa projeta sua ânsia por algo novo e mudanças baseado em suas próprias convicções, idéias e seu egoísmo.Cada qual quer ter uma vida diferente esperando ansiosamente pelo novo, pelo inesperado.Querendo provar a todo custo que o ser humano não é somente sexo e estômago!
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Pedro Coelho
17/02/2003
nota:Rate08
Não vejo uma tentativa de genialidade tanto na estória nem na forma de filmar, tão pouco acho apelativo as cenas de pobreza, é simplesmente um retrato de varias faces do centro e do suburbio do recife, quem é recifense e conhece um pouco essa região reconhece imediatamente os personagens, é um filme interessante um pouco lirico e um pouco do dia-a-dia recifense.
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Lorenaa
18/02/2003
nota:Rate010
Provavelmente quem não gostou do filme não o entendeu, não conseguiu absorver a real mensagem do filme. Uma pequena observação, miséria jamis será sinonimo de arte. Arte é tudo aquilo que nos toca de alguma forma, é tudo aquilo que nos surpreende. E por muitas vezes essa miséria provocará espanto e nos comoverá, por isso será considerada arte, e não pelo simples fato de ser miséria. E com certeza Amarelo Manga tras essas sensações ao seu espectador. Infeliz aquele que não consegue enxergar o vigor desse maravilhoso filme. Cru e chocante mas magnífco.
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Fábio Resende
19/02/2003
nota:Rate010
Um filme visceral , verdadeiro , objetivo , simplesmente uma obra prima que só um cineasta da estirpe de Cláudio Assis poderia produzir.Fantástico a visa satélite por si só.
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Eryck Magalhães
20/02/2003
nota:Rate010
Amarelo Manga é um filme forte que mostra que de certa forma os instintos prevalecem sobre a razão e não o contrário como se pensa. O filme resgata algumas características do Naturalismo, do animalesco, colocando o homem como refém de seus próprios desejos e vontades. Enfim, para quem gosta de cinema nacional, é um filme que não se pode deixar de ver.
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Paula Barbonia
21/02/2003
nota:Rate09
Amarelo Manga é um dos poucos filmes da atualidade que pode ser considerado como uma suposta retomada do cinema novo. A história se passa no submundo do Recife, onde há uma subliminar junção entre mundos e submundos de personagens que exploram uma realidade intrigante dentro de uma suposta normalidade. A rotina também é uma das artimanhas que o filme utiliza para explorar a realidade. O filme explora assuntos como traição, roubo, tráfico, egoísmo, religiosidade, cobiça, ganância e demais assuntos que por vezes a sociedade trata como bizarras e antiéticas, mas que ao mesmo estão presentes dentro da nossa realidade, mas que são ignoradas no nosso dia-a-dia. O filme tem um roteiro brilhante e uma linguagem direta, franca e sem censura. Agora o filme tem a tarefa de representar o nosso cinema no Quênia, mais especificamente em Nairóbi com o primeiro festival de Cinema espanhol e latino Americano, com filmes do Brasil, Chile, México, Venezuela e Espanha. O objetivo é um só: Mostrar o cinema de cada pais e assim tornar possível que haja mais democrácia no mercado cinematográfico. Seja isso utópico demais ou não, acho que é importante valorizarmos a cultura de um cinema que não trate apenas de efeitos especiais e assuntos particularmente americanizados, mas que trate de idéias e conceitos inovadores. Eu acredito que isso seja cinema real, seja ele Brasileiro ou Chileno. Tenho certeza que Amarelo Manga foi uma escolha mais do que adequada!
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Alex, Leitor
22/02/2003
nota:Rate01
Mais um desperdicio de dinheiro no Brasil! tirando os atores que respeito muito pois essa é uma geraçao espetacular,o filme é uma manga.....se os diretores , roteristas e produtores fossem da mesma grandeza dos atores que temos ai sim talvez o cinema nacional fosse melhor. o que posso dizer é que loquei o filme porque todo mundo tava falando que era isso, aquilo, mas quando terminei de assistir deu vontade de jogar o dvd pela janela .....muito ruim sem nexo...roteiro ridiculo sem pe nem cabeça ....por isso que somos tao receosos a pagar pra assistir cinema nacional. E ainda tem gente que fala que aquilo é arte ..tenha dó....gosto de cinema nao sou fanático ..fico muito feliz quando o brasil lança atraves dos nossos poucos artistas de verdade, filmes como abril despedaçado....pagador de promessas ....central do brasil....ate mesmo olga que ja trás uma produção de primeira ...isso é muito bom....agora o cara pega dinheiro só pra filmar favela e pobreza nao sai disso nem um roteiro decente escreve e ainda quer que seja arte.....amarelo m....
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Jader Lopes
23/02/2003
nota:Rate010
Fenomenal! Pelas atuaçoes e pelo roteiro. Atraves desse compilado de historias toquei uma realidade que nao é´propiamente a minha mas é a de varias pessoas que conheço, é a possibilidade de refletir sobre as paredes que nao as dos shopings da burguesia.

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