Alta Velocidade

Alta Velocidade 2010-05-22 Francisco

Título original: (Driven)

Lançamento: 2001 (EUA)

Direção: Renny Harlin

Atores: Sylvester Stallone, Kip Pardue, Til Schweiger, Burt Reynolds.

Duração: 127 min

Gênero: Drama

Status: Arquivado

5           10 13 5

(13 votos)

                   

Sinopse

Jimmy Blye (Kip Pardue) é um talentoso piloto novato na Fórmula Indy que vem perdendo o foco de sua carreira e, com isso, acumulando derrotas nas pistas e sendo cada vez mais pressionado por seu ambicioso irmão. Até que Carl Henry (Burt Reynolds), o dono de uma escuderia, resolve ajudá-lo contratando Joe Tanto (Sylvester Stallone), um veterano piloto que sofreu um grave acidente no passado que quase o matou e também a outro piloto. Mas, para ajudar Blye, Tanto terá que superar seu próprio passado e lidar ainda com Cathy (Gina Gershom), sua ex-esposa, que agora está casada com seu principal rival nas pistas, Memo Moreno (Cristián de la Fuente).

 

Elenco

Sylvester Stallone

(Joe Tanto)

  • Kip Pardue (Jimmy Blye)
  • Til Schweiger (Beau Brandenburg)
  • Burt Reynolds (Carl Henry)
  • Stacy Edwards (Lucretia Clan)
  • Estella Warren (Sophia Simone)
  • Gina Gershon (Cathy)
  • Robert Sean Leonard (Demille Blye)
  • Brent Briscoe (Crusher)

Comentários

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Leandro Tavares Vasconcelos em 20/12/2011

Tem tanto tempo que assisti esse filme,que nem me lembro mais como é,apenas me lembro de algumas cenas,mas só de relance.Mas me lembro de que nâo gostei do filme.O negócio do Stallone mesmo é explodir e dar tiros,e nâo dirigindo um carro de fórmula 1.

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Renato Rosatti em 11/01/2001Nota: 2.5     

Em 10/08/01 entrou em cartaz mais um filme de Sylvester Stallone, "Alta Velocidade" (Driven). Na verdade, o filme deveria se chamar "Alta Previsibilidade", pois a quantidade de absurdos e cenas previsíveis chega a ser impressionante. É pena que Stallone, que também participa do roteiro e produção, em fim de carreira esteja fazendo filmes tão óbvios como esse, dirigido por Renny Harlin (de "Do Fundo do Mar"), e também a decepção anterior com o inexpressivo policial "O Implacável" (Get Carter). Ele que foi astro de grandes filmes como "Rambo" e "Rocky, o Lutador", e que geraram inúmeras sequências inferiores porém divertidas. Em "Driven" o ator é um experiente piloto de Fórmula Um, Joe Tanto, que estava aposentado devido a um grave acidente nas pistas, e retorna a correr para auxiliar um jovem piloto de talento em início de carreira, Jimmy Bly (Kip Pardue), a superar a pressão de uma fase ruim em busca do título de campeão da temporada. O interesse não correspondido por uma bela jovem, Sophia (Estella Warden), e a pressão psicológica imposta pelo dono de sua equipe, Carl Henry (Burt Reynolds), e por seu irmão e empresário pentelho (Robert Sean Leonard), contribuem para suas dificuldades. Os clichês são tantos e tão óbvios que chegam a causar risos dos absurdos. Coisas como um "passeio" em alta velocidade pelas ruas de Chicago, num "racha" entre Tanto e Bly; ou as cenas de acidentes nas pistas, onde os carros voam tão altos que mais parecem aviões; ou ainda quando ocorre um grave acidente com um piloto que voa da pista e cai num lago, sendo resgatado por dois companheiros que largam seus carros no meio da corrida, se jogam na água, retiram o piloto preso nas ferragens quase morrendo afogado exatamente antes da explosão do carro pelo contato do fogo com o combustível, e sobre isso a única coisa que posso dizer é como a equipe de resgate do autódromo é incompetente... E para completar, não precisa nem dizer quem acabou ganhando o campeonato, numa disputa palmo a palmo no final com seu maior rival (parecendo aquelas corridas de cavalo disputadas cabeça a cabeça). Como curiosidade, tem uma cena da bela atriz Estella Warden (do novo "Planeta dos Macacos") onde ela faz uma pequena exibição de nado sincronizado numa piscina, sendo na verdade uma campeã desse esporte fora das telas. No final, o filme tenta mostrar o "circo" da Fórmula Um, e parece que o palhaço ficou para Stallone, que já fez filmes muito divertidos e melhores e poderia selecionar com mais critério seus últimos trabalhos

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Francisco Russo em 04/01/2001Nota: 1     

Péssimo filme! Roteiro, direção, atores... nada de salva em "Alta velocidade". O filme até que tem algumas boas cenas de corrida, mas o roteiro é tão inverossímil, tão cheio de clichês que isto nem conta muito. Os diálogos são pavorosos, qualquer idiota conseguiria escrever algo melhor. Stallone deveria considerar seriamente a possibilidade de se aposentar, tanto como ator quanto como roteirista.

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Cíntia Malafaiaa em 12/01/2001Nota: 4.5     

O filme poderia ter um conteúdo mais consistente, mas vale a pena pela trilha sonora e pelo esforço do talentosíssimo stalone, que mesmo tendo interpretado um personagem muito mal aproveitado no filme, ele soube se colocar muito bem e não decepcionar seus fãs.

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Éder Leonardo Garrido em 08/01/2001Nota: 1     

Os efeitos de quinta categoria, a mocinha que fugiu do spa, a desastrosa atuação de todos em cena e a adrenalina forçada definem o filme por si só: uma tranqueira. Teria sido melhor ter puxado o freio de mão antes que a idéia de levar isso ao cinema tivesse se manifestado.

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Ádamo Guedes Santos Moraes em 09/01/2001Nota: 2     

Este filme tem um enorme problema: excesso de sencionalismo misturado com muita mentira. Parece-me que o diretor e produtor estavam mais preocupados em retratar os acidentes entre os carros (e de modo exagerado) do que mostrar a bela disputa acirrada entre os pilotos, um total desrespeito para aqueles que se consideram amantes da Fórmula-1.

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Leonardo Reis em 10/01/2001Nota: 0.5     

O filme chega a ser ridículo. Renny Harlim já fez filmes muito bons, mas às vezes pisa feio na bola. Além disso, mostra a ignorância dos realizadores. Mesmo incluindo participações de pilotos brasileiros nas cenas de corrida eles insistem em pensar que nós falamos com sotaque castelhano. Alguns efeitos especiais são ruins, obviamente computadorizados. E não há nada de interessante na história, que se preocupa mais em mostrar acidentes "espetaculares" como se fosse a coisa mais emocionante do mundo. O acidente com o piloto "brasileiro" importado do Paraguai é exagerado e impossível, o final é muito sem graça, a perseguição pelas ruas da cidade é lamentável. Em suma, perda de tempo.

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Henrique Miura em 06/01/2001Nota: 2.5     

"Alta Velocidade" é um filme que acerta em apenas um momento e erra em milhares outros. O único momento que o filme consegue mexer com o expectador é quando mostra os pilotos se concentrando para a última corrida, aliás é o único momento em que o filme mostra os outros pilotos que competem o campeonato. Mas alguna erros inadimissíveis são: 1 - Como o diretor não sabia fazer as corridas serem emocionantes pela beleza do esporte, ele optou em colocar em todas as corridas acidentes espetaculares. Mas de tão espetaculares se tornam totalmente inverossímeis, batem e pegam uma altura inacreditável. E o acidente com o Memo Morenoé a coisa mais mentirosa que já vi em toda minha vida. 2 - As corridas em momento algum conseguem ter alguma semelhança com a realidade das corridas. Aqui a coisa parece mais aqueles jogos de videogame, seja pelo modo de posicionamento da câmera ou pela introdução da trilha sonora. 3 - Todas as corridam são: os dois protagonistas brigando pela primeira posição na última volta e um chegando na frente do outro por milímetros. E durante toda a temporada os únicos que ganham são os dois, o que o deixa mais longe ainda da realidade das corridas, que são sempre muito disputados por todos pilotos. Mas o filme ainda tem diversos outros defeitos. Quando o filme não está nas pistas, ele apela para o clichê fora dela. O triângulo amoroso tem um desfecho terrível, além de tentar introduzir um romance de Joe Tanto com uma repórter, que nós só nos lembramos no final do filme. E ainda tem o irmão/empresário arrogante, o dono da equipe opressivo e ainda diversos outros clichês. O filme ainda traz uma cena que nos faz rir, lógico que no mau sentido. A cena é quando o jovem piloto sai com o carro pelas ruas e é seguido em alta velocidade pelo experiente. A cena é tão mentirosa, principalmente quando uma tampa de bueiro quase acerta o rosto do Stallone, tão mal feita que nos sentimos ofendidos. Jimmy Blye (Kip Pardue) é um jovem muito talentoso, uma grande revelação do começo da temporada. Mas seu desempenho vem caindo devido à presão de seu irmão e do dono da equipe. Enquanto isso, Beau Brandenburg (Til Schweiger), o campeão da temporada passada, sofre com o relacionamento acabado com sua namorada, que agora se interessa pelo Jimmy. Para resolver o problema de Jimmy, que não consegue lidar com a pressão, o dono da equipe contrata o experiente Joe Tanto (Sylvester Stallone), um piloto bom, que substitui agora um amigo que casou com sua ex-mulher. Ainda bem que "Alta Velocidade" acabou não sendo o filme do Ayrton Senna, pois senão seria uma homenagem mal feita. Poderia sim ser um belo filme, mas o roteiro vazio não ajuda em nada e a direção de Renny Harlin (de "Do Fundo do Mar") é tão exagerada que até parece que ele quer aparecer mais do que o filme. Infelizmente esse filme pecou tanto que acabou nem conseguindo se pagar nas bilheterias americanas, é bem melhor ver uma corrida na TV do que esse filme. Mas se você quer ver um filme de alta velocidade mesmo, assista do "Dias de Trovão", com o Tom Cruise e a Nicole Kidman, pois é muito melhor que esse aqui.

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Carlos Massari em 07/01/2001Nota: 2     

1- No meio de uma apresentação da nova geração de carros de corrida, um dos pilotos fica revoltado por ter perdido a namorada. Então ele pega seu carro e saí na rua correndo como um louco... Isso não teria nada de errado caso ele não tivesse pego o carro da tal Fórmula "Cart'', e então o personagem de Stallone não tivesse saido correndo (também) atrás dele, e não tivesse saído um racha de carros de corrida no meio da cidade e do trânsito. O pior é que a única punição para ambos é uma multa.2- Uma corrida decisiva (a penúltima do ano). E... um acidente fatal. Então um corredor (aquele mesmo mocinho certinho citado anteriormente) resolve sair da busca pelo campeonato e abandonar a prova, mergulhar em um rio e... salvar o companheiro. Parece um agente do FBI se metendo em confusão só para ganhar medalha de honra.No elenco, temos o velho Stallone de sempre, canastrão, anti-dramático, qualquer coisa que se possa dizer dele. Já Burt Reynolds está perdido em cena, não sabe para onde ir, tirando as cenas que está dentro do carro (logo não se tira nada, pois quem está dentro do carro são os dublês). Gina Gershon está unicamente mostrando o corpo, não interpreta de maneira alguma. O único que se salva é o talentoso Kip Pardue, que tira os efeitos contraditórios de seu personagem, algo que parecia bem difícil.Mas "Alta Velocidade" se limita a mostrar cenas de ação e rachas, sendo totalmente nulo em partes interessantes. É tentar desligar o cérebro e prestar atenção nas manobras de Stallone, Pardue, Reynolds e cia. (traduzindo: Maurício Gugelmim, Jean Alesi, Christian Fittipaldi, Jacques Villeneuve e outros que fizeram a dublagem nas pistas). Ainda é melhor que "Velozes e Furiosos", mas não deixa de ser pior que qualquer corrida de Fórmula 1 do Schumacher e do Coulthard.

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Rafael Peixoto em 02/01/2001Nota: 4.5     

Quem gosta de automobilismo, não pode perder esse filme. Com cenas de corridas espetaculares, deixa qualquer um preso na cadeira. Claro que o filme tem suas falhas, chega a exagerar demais nos acidentes, mas isso é o de menos, o importante é que o filme empolga aqueles que gostam de corrida.

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