Título original: (All the Invisible Children)
Lançamento: 2005 (Itália)
Direção: Mehdi Charef, Kátia Lund, John Woo
Atores: Francisco Anawake, Maria Grazia Cucinotta, Damaris Edwards, Vera Fernandez.
Duração: 116 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Seja coletando sucata nas ruas de São Paulo ou roubando para viver em Nápoles e no interior da Sérvia, os filmes são protagonizados por personagens infantis que lidam com uma dura realidade, na qual crescer muito cedo acaba sendo a única saída.
Ridley Scott (Gladiador) é dos diretores mais ativos de Hollywood. Foram quatro filmes nos últim...
Pode parecer repercussão da recente escolha do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas de 2016, ...
por Roberto Cunha As diferentes visões do universo infantil, a dura realidade de vida de algumas crianças...
Rafaela Gila em 21/01/2005Nota: 5
Um filme que vem tentar abrir os olhos das pessoas que ainda acham que o mundo é só aquela realidade virtual... Pra tirar todo mundo da Matrix e mostrá-las que o mundo está realmente triste e necessitado... Tem gente que é capaz de ver e não sentir nada (assisti acompanhada e a pessoa não deu a mínima), mas quem tem um pouquinho pelo menos de sangue nas veias vai chora, vai se emocionar, vai aplaudir de pé esses caras que fizeram esse projeto. Todas as histórias são maravilhosas... Mas as que mais me tocaram foi a "Ciganos", do Kusturica, que tem a capacidade de te fazer rir nas horas mais tristes e te fazer olhar para dentro e te perguntar "qual é a graça?"... E a do Jhon Woo... Porque depois de ver AIDS, droga, fome, morte e outras coisas horríveis, ele é doce, e extremamente sentimentalista... E é isso que toca... Sinceramente, um dos melhores filmes ja feitos!
Luciene Peixotoa em 31/01/2005Nota: 5
Definitivamente este é um filme na qual todos nós deveriamos assistir para que assim possamos no concientizar melhor sobre nossas atitudes e sobre o que temos feito para melhorar a vida desses pequeninos.infelizmente esta é a dura realidade de muitas crianças e niguem tem feito nada para mudar isto!
Helena Limaa em 02/01/2005Nota: 3
Gostei do fime, inclusive sou professora de cidadania e passei o filme para que meus alunos fizessem um trabalho de escola. porém a parpicipação do brasil, achei muito fraca, pois a realidade das criaças deste país é bem mais constrangedora.
Marco Aurélio Ribeiro em 09/01/2005Nota: 3.5
Crianças Invisíveis O retrato de uma dura realidade mundial O filme é na realidade uma compilação de sete curtas metragens que buscam retratar a realidade muitas vezes dura e sofrida de diversas crianças ao redor do mundo. Com exceção do episódio Song Song e Gatinha, que retrata dificuldades em posições socias das mais diversas, o restante dos curtas mostram contextos de crianças que vivem a margem da sociedade. Os curtas variam em estilo, o que contribui para a diversidade de gêneros do filme, temos desde crianças guerrilheiras na África, a história de um fotógrafo de guerra que volta a ser garoto, dentre outras histórias, que nos transmitem uma forte sensação de descaso, abandono e sofrimento. A partir do olhar de cada diretor sobre a sua realidade e os problemas enfrentados pelas crianças de sua nacionalidade, o filme tenta trazer a tona a discussão sobre um problema mundial. Por isto o filme, apesar de multicultural, é tão bem contextualizado dentro de qualquer cultura, pois demonstra uma problemática universal. Os maus tratos com as crianças fazem parte do cotidiano de praticamente todas as nações do mundo, e o filme contribui para enxergarmos assim. O filme não nos deixa de tocar, ou fugir do nosso entendimento, quando assistimos as outras histórias que não à de Kátia Lung, pois apesar da brasileira retratar uma história que nos é bem mais cotidiana, as outras pesam da mesma forma, com a mesma sensibilidade e intensidade. A película é uma co-produção entre a produtora italiana Chiara Tilesi, com apoio do governo italiano, da UNICEF e da WFP (World Food Program), todos os diretores não cobraram cachê e a renda será destinada a UNICEF. Mas este filme pode gerar muito mais do que isso, Crianças invisíveis, apesar de não ser tecnicamente perfeito, é um filme de denúncia e reflexão e pode contribuir em muito para levantar e fomentar discussões sobre essa triste realidade.Este filme provavelmente não mudará a realidade da maioria dessas crianças, mas se conseguir mudar de pelo menos algumas, ele já terá atingido o seu objetivo digno e honesto.
Gleidson Rodrigues em 05/01/2005Nota: 4.5
Este é um filme comovente e envolvente. Capaz de emocionar cinéfilos de plantão. Com uma abordagem clara, Crianças Invisivéis, relata não apenas a realidade de crianças de nações diferentes, mas a concepção de diretores sobre uma visão realista do mundo moderno. O Brasil, que faz parte deste longa, evidencia a situação de dois irmãos catadores de materiais recicláveis... mas o mais emocionante é a história da China.
Fromback em 25/01/2005Nota: 5
Não dou 10 porque acho que neste mundo nada é perfeito, um filme fantástico que certamente nos faz pensar acerca da situação das crianças frente as duras adversidades da vida.Não podemos após tomar consciência desta dura realidade continuar enxergando as coisas da mesma maneira, com ceretza não iremos mudar o mundo, mas cada um tem a obrigação de fazer a sua parte, o simples fato de não tratar o caso com indiferença já é um começo para tornar estas crianças visíveis aos nossos corações.
Sandra Prudencioa em 29/01/2005Nota: 5
Não posso ser a mesma pessoa após assistir a esse filme, que trata, com tanta sensibilidade, de um problema gritante: o descaso ao sofrimento de crianças. O título já nos induz a reflexões, que se concretizam em cada história, nos alertando que há voz naqueles que vêem o mundo pelo ângulo da exclusão. Fatos marcantes são tratados no filme, como a exploração de crianças (de várias formas), a ausência de atenção a elas (tanto dos pais como da sociedade), o desajuste familiar, entre outros, todavia o que mais me comoveu foi assistir à perda de elementos inerentes à infância, devido às cicunstâncias em que se envolvem. Essas crianças, para muitos, podem até ser invisíveis, mas para quem assistir ao filme, com certeza, não serão mais nem invisíveis nem inaudíveis.
Álvaro Gomes em 03/02/2005Nota: 5
O filme Crianças Invisíveis é um retrato da nossa sociedade carregada de injustiça social. As crianças tem sua infância roubada pela insensatez do capitalismo perverso. As consequências são graves e atinge todos nós no entanto parece ser invisível para os opressores e exploradores.
Antônio C. França em 10/01/2005Nota: 4.5
Filme obrigatório para quem que conhecer a precária e assustadora situação de nossas crianças, mesmo em países "desenvolvidos". Destaco o curta de John Woo e a cena da menina olhando várias bonecas enquanto uma única boneca é admirada por várias meninas pobres, é impressionante!
Ivana Mihanovicha em 27/01/2005Nota: 4.5
Eu não sei bem se filmes como esses, contidos em Crianças Invisíveis, tem realmente algum propósito. Olho para o mundo e não imagino que resultado possam ter, exceto talvez o trabalho faraônico de redespertar árdua, lenta e laboriosamente pouquíssimas pessoas dentre nós. Creio nisso porque filmes como esses deveriam causar revoluções, gerar ondas furiosas de ações efetivas, originar milhares de seres humanos verdadeiramente interessados e eficazes na eliminação do que ali se vê, o que não acontece. Todos os curtas são excelentes, a cada um de nós um ou outro comoverá mais profundamente, uma vez que o torpor corporativo que nos embota a mente e do qual somos adictos só se movimenta diante de algo que nos remeta à nós mesmos. Isso tudo de egocêntricos somos. O que ali se retrata é o resultado desse torpor. Spike Lee, Ridley Scott e John Woo, claro, trazem a experiência e o acesso a recursos inestimáveis, em têrmos cinematográficos, e os resultados são filmes excelentes, inteligentes e comovedores; mas Bilú e João, de Katia Lund, brasileiro, rodado em Sp, é de um honestidade estarrecedora. A um tempo igual ao que acontece no Rio e também essencialmente diferente. Te enche de vergonha e dor, pensar que isso acontece ao teu redor, há poucos metros, todos os dias e você não quer saber. Não tem tempo de ver, não quer ver, não pode ver. Como se Katia ligasse a câmera e não fizesse nada mais, ela nos mostra o cotidiano dessas crianças e não usa o recurso comum de excluir os sorrisos e suas felicidades efêmeras ao longo do dia para escurecer a pílula; é estarrecedor conhecer essas existências justamente porque apesar de tudo, ou além de tudo, esses sorrisos existem e essas felicidades são vividas. Estarrecedor, provavelmente porque instintivamente sabemos que eles não durarão, como tantos outros que foram perdendo a luz e a inocência. Triste, evidentemente, enternecedor também; mas acima de tudo despertador. E Ciro, de Stefano Veneruso, é singela e absolutamente poético. E todos eles sublimes. Feliz ou infelizmente, não são filmes para quem já se perdeu irremediavelmente, nem para qualquer zé mané; são feitos para quem tem colhões, para quem ainda sente algo ou não tem medo de vir a sentir e especialmente para quem deseja, ardorosamente, sair do estado robótico e não perder a luz. Nem a inocência.
Vou assistir apenas pelos efeitos especiais q estão elogiando aí, mas sem grandes expectat...
por Joe Cortez, 12/02/2012 às 07:00
Excelente filme! Javier Bardem em uma atuação marcante, mereceu o Oscar na época tanto el...
por Renan, 12/02/2012 às 02:10
Adorável.Um tema tão complicado explorado com delicadeza.
por Livia, 12/02/2012 às 01:41
Eu realmente gostei de ter assistido,fotografia maravilhosa.É o tipo de filme que tem o cli...
por Livia, 12/02/2012 às 01:33