Harry Sanborn (Jack Nicholson) é um executivo que trabalha no ramo da música e que namora Marin (Amanda Peet), que tem idade para ser sua filha. Harry e Marin decidem ir até a casa de praia da mãe dela, Erica (Diane Keaton), para visitá-la. Lá Harry sofre uma parada cardíaca, ficando sob os cuidados de Erica e de Julian (Keanu Reeves), um jovem médico local. Aos poucos Harry percebe que está se interessando cada vez mais por Erica, mas tenta esconder seus sentimentos. Julian também sente atração por ela, tornando-se um rival de Harry.
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Esse filme é sufocante de uma certa maneira. Sabe aquela coisa que tira seu fôlego? Foi o que aconteceu comigo, eu amo aquele filme por causa disso, é tudo muito divertido, envolvente, sensacional, maravilhoso. Sem falar de Keaton e Nicholson, duas lendas, duas pessoas que fizeram filmes tão intensos como esse. Sem contar tem McDormand, Peet e Reeves, que tiveram papéis impressionantes. Eu me cedi a aquele filme, e saí feliz. |
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Um filme de muito bom gosto para trazer risadas e começarmos a semana bem! Jack Nicholson está super bem no filme. Aconselho para todo mundo assistir. Não ganha um 10 por conta do final que é previsível demais, mas todos os romances são previsíveis. |
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É um excelente filme, com ótima fotografia. Os atores são ótimos, com excessão do Keannu Reeves, que nesse papel não se saiu muito bem. Também acho que deveria ter um pouco mais de comédia. Apesar de tudo é um ótimo filme. Vale a pena assistir. |
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O que seria apenas mais uma variação do mesmo tema, acaba se tornando um otimo programa, pois o filme conta com um Jack e uma Daiane no momento máximo de suas carreiras, e prova que quando se tem bons atoreas ao invés que apenas bons astros, não é preciso de corpos jovens e bonitos, mas apenas a química certa. |
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É um filme maravilhoso. Retrata, de forma imperdível, aquela fase de início de relacionamento que todos nós temos saudades. É uma ficção real de sentimentos e atitudes, desfechado com um final um tanto quanto previsível, mas tão simpático que faz desse filme uma das melhores comédias românticas de todos os tempos. Impossível não rir. |
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Deliciosa comédia com dois grandes astros. Roteiro bem amarrado e situações muito engraçadas pontuam esse filme que possui uma cena para entrar para a história do cinema: Jack Nicholson vê Diane Keaton sem roupas e ambos se desesperam. Interpretações e roteiro dignos de Oscar. |
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O filme é bom, leva a uma reflexão nos nossos relacionamentos e no avanço da idade que é inoxerável, mas por outro lado a Diane Keaton devia pensar seriamente numa plástica ou em arrumar os dentes, pois como artista de Hollywood ela tem essa obrigação com seus fãs. |
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Considero uma das comédias mais divertidas dos últimos anos. Nicholson, que já há alguns filmes vem assumindo sua velhice com bom humor, encontra o equilíbrio perfeito neste personagem. Poucos atores ousariam expor sua nudez ansiã com tanto deboche quanto Nicholson nesta fita. Considero Something Gotta Give um belo exemplo de filme para entretenimento. Particularmente, achei um exagero da Academia incluir o desempenho de Diane Keaton entre as cinco finalistas ao oscar de melhor atriz. Um desperdíco foi colocar Frances McDormand, vencedora do oscar de melhor atriz por Fargo, num papel tão pequeno, e o outro desperdício foi incluir Keanu Reeves também num papel menor... . Devia estar sobrando verba na hora da contratação do elenco. |
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Eu já estava um pouco cansado do Jack Nicholson mas acho que ele está muito bem neste filme. Aliás, a química do casal Keaton - Nicholson funciona perfeitamente. O sessentão mulherengo vivido pelo ator é impagável. Acho que o filme fica um pouco cansativo a partir da metade, mas nada que comprometa. É boa diversão. Promessa de boas gargalhadas. |
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É interesante e divertido,interessante ver a química de dois atores maduros e já consagrados. Divertido pelas reviravoltas que os personagens encenam, apesar de um pouco previsível, no que concerne a um final feliz. |
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Eu adorei esse filme porque além de ter atores magnificos. A história é muito interessante e emocionante. Eu gostei do filme todo, só não entendo porque cortarão a cena que o Harry canta La vien rose para a Erica. |
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Uma comédia deliciosa, na qual, as interpretações de Keaton e Nicholson foram arrasadoras... (principalmente ela, na hora do choro de apaixonada)... achei também previsível o final, mas tenho certeza de que todos que assistiram queriam exatamente aquele final... como músico, dou um 10 pela trilha sonora de todo o filme. |
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Tomando carona na nomenclatura de Robert Mackee, pode-se caracterizar "Alguém Tem Que Ceder" como um filme quase completamente minimalista: não há predomínio de um protagonista só, o conflito é interno (a trama "corre" na mente dos personagens, não é física) e os personagens são passivos em relação as mudanças que ocorrem (o que é a principal base para o humor da obra). |
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Tomando carona na nomenclatura de Robert Mackee, pode-se caracterizar "Alguém Tem Que Ceder" como um filme quase completamente minimalista: não há predomínio de um protagonista só, o conflito é interno (a trama "corre" na mente dos personagens, não é física) e os personagens são passivos em relação as mudanças que ocorrem (o que é a principal base para o humor da obra). |
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Tomando carona na nomenclatura de Robert Mackee, pode-se caracterizar "Alguém Tem Que Ceder" como um filme quase completamente minimalista: não há predomínio de um protagonista só, o conflito é interno (a trama "corre" na mente dos personagens, não é física) e os personagens são passivos em relação as mudanças que ocorrem (o que é a principal base para o humor da obra). Trabalhando os gêneros de comédia e estória de amor, a roteirista desenvolve interessantemente os aspectos de uma relação amorosa (normalmente interpretada por jovens) e estabelece como tema os conflitos de um casal de meia idade. Dentro desse objetivo, destaca-se as cenas de "fossa" interpretadas por Diane (Erica Barry), onde ela parece ser uma adolescente que teve sua primeira decepção com um homem. Uma deliciosa comedia romantica, onde o "hahaha" supera o "aaaaaaahhhhh". |
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eh uma comedia romântica inteligente, suave, engraçada, divertida e muita bem feita. É um filme maduro que ira divertir tdos os espectadores com certeza. Vale mto a pena. |
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