Junho de 323 A.C., Babilônia, Pérsia. Quando faltava um mês para completar 33 anos, morre precocemente Alexandre, o Grande (Colin Farrell), que tinha conquistado 90% do mundo conhecido. Alexandria, Egito, 40 anos depois. Ptolomeu (Anthony Hopkins), um general de Alexandre que o conhecia bem, narra para Cadmo, um escriba, que se tornou o guardião do corpo de Alexandre, que ali está embalsamado à moda egípcia (Ptolomeu se tornou faraó, pois ficou com o Egito quando o império foi dividido). Tristemente Ptolomeu frisa que as grandes vitórias dos exércitos de Alexandre foram esquecidas e diz para Cadmo que Alexandre era um deus, ou a pessoa mais perto disso, que já vira. Apesar de ser chamado de tirano, Ptolomeu diz que só os fortes governam, mas Alexandre era mais, pois mudou o mundo. Antes dele havia tribos e depois dele tudo passou a ser possível. Surgiu a idéia que o mundo poderia ser governado por um só rei. Era um império não de terras e de ouro, mas da mente, uma civilização helênica aberta a todos. No oriente, o vasto império persa dominava quase todo o mundo conhecido. No ocidente, as outroras cidades-estado gregas, Tebas, Atenas, Esparta, haviam perdido o orgulho. Os reis persas subornavam os gregos com ouro, para usá-los como mercenários. O pai de Alexandre, Felipe, o Caolho (Val Kilmer), começou a mudar tudo isso, unindo tribos de pastores ignorantes das terras altas e baixas. Com sua coragem e seu sangue criou um exército profissional, que subjugou os traiçoeiros gregos. Então voltou-se para a Pérsia, onde se dizia que o rei Dario, em seu trono na Babilônia, temia Felipe. Foi dessa viril guerreira que nasceu Alexandre, em Pela, Macedônia. A mãe, a rainha Olímpia (Angelina Jolie), era chamada por alguns de feiticeira e diziam que Alexandre era filho de Dionísio ou Zeus. Mas não havia um homem na Macedônia que, vendo pai e filho juntos, não tivesse dúvidas, mas nenhum poderia imaginar o fabuloso destino de Alexandre.
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Muito bom filme! Muito bem feito. Oliver Stone realmente deu um show da direção desse filme. Um elenco fantastico com interpretações fabulosas. Me surpreendeu a bela Angelina Jolie, que voltou com tudo em um papel dramático. Se você gostou de "Troia" com certeza vai adorar "Alexandre". Muito bom filme. |
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O filme foi muito bem produzido, lembra até o estilo de Tróia. O único problema foi o tal Colin Farrel. Deixo recado às más criticas ao filme: Que antes conheçam a estória, e depois vejam o filme! |
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Um filmaço, realmente incrível. Mas o que fez com que o filme fosse um sucesso não foi a direção, efeitos, elenco... mas sim a história. Alexandre foi um homem de extrema importância para história, um homem de ser aplaudido de pé. |
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Não é o desastre que vem sendo divulgado desde seu lançamento nos Estados Unidos. "Alexandre" é um bom filme, que peca pela sua longa duração. Nada contra filmes longos, alguns dos melhores que já assisti são justamente assim, mas "Alexandre" cansa a partir de sua 2ª hora. A parte mais interessante é o relacionamento existente entre Alexandre e seus pais, só que este trecho é tão trabalhado que quando o filme chega na parte das conquistas do exército de Alexandre ele se torna um tanto quanto cansativo, também por este trecho ser de qualidade e interesse inferiores. Ainda assim é uma bela produção, muito bem cuidada e também bem dirigida. Trata-se de um filme bastante violento, especialmente nas duas batalhas mostradas. Além das conquistas de Alexandre, o filme enfoca bastante outros dois assuntos: seu relacionamento com os pais e também com Hephaestion, que tem sido o alvo da grande polêmica em torno do filme, por causa de seu relacionamento homossexual com Alexandre. Há um certo exagero nesta questão, até pelo filme ser muito mais sugestivo do que explícito em relação ao homossexualismo. É claro, não há a menor intenção em se esconder o homossexualismo dos personagens, mas também não há nenhuma bandeira levantada sobre o assunto ou alguma forma de torná-lo o tema central da história. Oliver Stone trata o assunto como ele realmente era na época, algo normal e corriqueiro, tratando-o como uma das facetas da personalidade de Alexandre. O que decepciona em "Alexandre" é o elenco. O melhor ator em cena é Val Kilmer, que aparece bem em todas as suas cenas como o rei Philip. Angelina Jolie tem alguns bons momentos, especialmente em sua última cena, mas aparece irregular. Todos os demais não chegam a brilhar, incluindo o protagonista Colin Farrell e até mesmo Anthony Hopkins, apesar de também não estarem ruins. Digamos que tenham atuações burocráticas, apenas cumprem o básico do personagem sem conseguir lhes dar brilho próprio. No mais "Alexandre" é um bom filme, cujo maior pecado talvez seja o grande número de influências e personalidades do protagonista que Oliver Stone busca mostrar. Talvez se algumas delas tivessem menos espaço o filme ganhasse em agilidade e interesse. Ainda assim é um filme que vale a pena ser visto. |
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É um filme notável, um história incrível. Ótimas fotografia e cenários. A nota destoante fica pela infeliz e inexplicável escolha de Colin Farrel para o papel principal. Um desperdício utilizar um ator inexpressivo num filme com essa densidade de conteúdo. E vai aqui uma dica: se puder, leia algo sobre Alexandre num livro de História ou até mesmo numa enciclopédia antes de assistir o filme, pois fica muito melhor para a compreensão dos acontecimentos. |
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Às vezes me pergunto como Oliver Stone, que tantas vezes foi considerado um gênio apesar de sua situação de recusa de Hollywood, pode simplesmente destruir uma lenda como a de Alxendre o Grande. O filme é confuso, sem nexo histórico, sem uma continuidade de fatos, o que dificulta a compreensão de quem não conhece fatos de sua real história, e muito fraco em enredo. As atuações de Collin Farrel e Val Kilmer são deploráveis e sem sentido. Collin Farrel mostra um Alexandre fraco, chorão, sem pulso e homosexual, quando na verdade era viril e apaixonado por suas mulheres, seus amantes do mesmo sexo e suas crenças. A atuação de Angelina Jolie, apesar de linda como é, é ruim, além de interpretar um papel que deveria ser direcionado para uma mulher no mínimo 20 anos mais velha. Por fim, a única coisa que salva um pouco o filme são suas cenas de batalhas, glamourosas e quase sem efeitos, mas ainda assim como cenários suntuosos e bela fotografia. Tirando isso, o filme deixa a desejar. Coisa de Sessão da Tarde. |
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De um lado Filipe da Macedônia, o pai sempre ausente em combate que deseja transformar o filho num líder militar incontestável. Do outro, Olímpia, princesa do Epiro, a mãe dominadora que quer fazer dele um rei - o maior de todos. Entre os dois está Alexandre, o jovem príncipe a quem Aristóteles educa e que se revela na leitura da "Ilíada" de Homero, ou no meio dos soldados, ao domar um cavalo que todos julgavam impossível de montar. "Alexandre", o filme de Oliver Stone, regressa a um mito que o universo romanesco e a tradição popular têm recriado de forma contínua desde a Antigüidade, apesar das fontes históricas terem por vezes informações contraditórias e de haver muitas lacunas na vida daquele que é um dos principais arquétipos do herói clássico. Na realidade, pouco se conhece sobre a figura deste rei da Macedônia (336 a.C.-323 a.C.), que aos 21 anos já era tratado como um deus e se preparava para conquistar um vasto território a Oriente, derrotando um dos mais poderosos exércitos do seu tempo e subjugando um povo - o persa - que acabava de ser impedido de invadir a Europa. Oliver Stone teve o projeto fechado numa gaveta durante dez anos. Os custos de produção, a inexistência de um roteiro eficiente, o desinteresse dos estúdios e a busca de um elenco "quase perfeito" atrasaram a sua concretização. Mas não desistiu. "Não há história como esta", disse à imprensa norte-americana. "Isto é Alexandre da Macedônia - ele existiu e, por isso, este é um filme baseado em fatos. Não passa simplesmente por uma mitificação à Hollywood nem pela criação de um cenário". Mas, apesar de um investimento de 155 milhões de dólares e da contratação de um elenco que conta com alguns dos atores mais disputados pela indústria (e mais rebeldes) - Colin Farrell (Alexandre), Angelina Jolie (Olímpia), Val Kilmer (Filipe) e Anthony Hopkins (Ptolomeu) - "Alexandre" arrisca-se a ficar aquém das expectativas. Os jornais e as revistas especializadas não lhe têm economizado críticas. Acusam os atores de serem pouco credíveis - sobretudo Farrell e Jolie - dizem que o roteiro é fútil e a intriga confusa. O Los Angeles Times chega a chamar-lhe um "épico indiferente" e a Variety, "um fracasso respeitável, um filme inteligente e ambicioso, mas sem emoção". Mas, afinal, quem é o Alexandre de Oliver Stone? O filme faz um bom retrato de Alexandre enquanto homem e conquistador. Embora esteja baseado nas tradições populares e provavelmente nos romances de Mary Renault, que é autora de obras de ficção que nascem de uma investigação histórica bastante séria. Stone opta claramente por reforçar o lado guerreiro de Alexandre, em vez de privilegiar sua faceta política, de monarca ainda ligado a uma sociedade de clãs, patriarcal, que enfrenta grandes pressões na sua própria corte e que esteve na iminência de não subir ao trono. A sua relação com o exército é um dos aspectos que o filme foca muito bem. Alexandre sabe o nome dos soldados, sabe de quem são filhos, de quem são netos. Tudo isto era muito importante na Macedônia do século IV a. C., região que era considerada pelo resto da Grécia como tribal, com costumes quase bárbaros. É preciso não esquecer, apesar do filme o ignorar, que Alexandre trava primeiro batalhas na Grécia, atacando cidades como Corinto e Tebas. A ligação de Alexandre ao seu exército é um dos quatro eixos essenciais do filme. Deste conjunto fazem ainda parte a relação com os pais (sobretudo Olímpia, já que se instala uma tensão erótica entre ambos, quase incestuosa), com Heféstion (seu caso homossexual vendido como a polêmica do filme), e com o projeto de helenização do Oriente. "Pela liberdade e glória da Grécia", diz o rei ao seu exército, incitando-o a combater em Gaugamelos (atual Iraque), na batalha que dita a queda do imperador persa, Dario, e que se transforma num dos principais marcos das conquistas de Alexandre. O que interessa a Alexandre não é a conquista da terra pela terra, mas a possibilidade que lhe dá de levar a Grécia ao resto do mundo. Os valores da cultura ocidental tornam-se uma bandeira no avanço para o Oriente. Não é por acaso que o rei vai fundando alexandrias - cidades que tomavam o seu nome - à medida que avança para Este. As novas cidades facilitavam a administração de um território vastíssimo - não era fácil garantir a sua coesão - mas também asseguravam a difusão da língua e a introdução de uma série de padrões e práticas culturais do Ocidente. Uma introdução que, com Alexandre, não significa uma destruição, mas uma assimilação. Este respeito pela cultura do conquistado - um dos principais motivos para o mito - torna-se evidente no filme de Stone quando Alexandre e alguns dos companheiros são recebidos em triunfo na Babilônia, depois de a libertarem do domínio persa. Alexandre, Heféstion, Ptolomeu e outros generais admiram a cidade de uma varanda do palácio de Dario e o rei chega a admitir que não existem na Grécia construções como as encontradas na Babilônia. É possível identificar ainda outros aspectos do respeito do rei pela cultura oriental: a adoção de trajes persas (o rei passa a vestir-se e a pintar os olhos à maneira oriental); a reverência com que se dirige à princesa Estatira, filha de Dario; a forma como cobre com a sua capa o corpo do imperador derrotado; o casamento com Roxana, filha de um chefe tribal da Bactriana, a referência às bodas de Susa - em que Alexandre leva 3000 generais e soldados gregos a se casarem com mulheres orientais. Este episódio materializa o seu desejo de conciliar o Ocidente e o Oriente, impondo a cultura do primeiro, já que depois os filhos desses casais são educados à maneira grega. A construção da Hélade - a transformação do mundo num grande espaço grego - é o grande projeto de Alexandre. Ptolomeu, o narrador do filme, e Aristóteles (Christopher Plummer), o célebre filósofo que Filipe escolheu para mestre do seu filho, dão muitas vezes provas da paixão do jovem rei pela cultura grega, sobretudo pela poesia - dorme com "A Ilíada" debaixo do travesseiro, diz a tradição - e pelo teatro. A cena em que Filipe conta a Alexandre alguns dos principais mitos clássicos - entre eles o de Medeia, feiticeira que mata os seus próprios filhos, numa referência indireta à relação do filho com Olímpia - a partir de uma série de pinturas rupestres é um dos momentos mais importantes da relação entre ambos. As reproduções dos mosaicos de Pompeios (Pompéia) - com Alexandre em combate - e do episódio em que Aquiles, o herói de "Ilíada", arrasta o corpo do seu inimigo, Heitor, aparecem com freqüência para demonstrar o paralelismo entre os dois. O mito de Alexandre está muito ligado a Aquiles. Primeiro porque o rei o assume como modelo de vida, depois porque a tradição compara a relação de Alexandre e Heféstion à de Aquiles e Pátroclo. Mas as semelhanças não se resumem a estes dois pontos. Alexandre é referido como "o Aquiles vivo" que persegue a glória e não se importa de abdicar de uma vida longa, desde que célebre. São ambos semi-deuses - sendo Alexandre segundo a lenda filho de Zeus (a águia que aparece no filme é um dos símbolos da divindade) e Aquiles da deusa Tétis - e dois grandes guerreiros. Alexandre é o grande herói guerreiro da história ocidental. Não há figura na Antigüidade que tenha suscitado tanto romance à sua volta, muito graças ao mito da sua invencibilidade (apesar de não se saber se o rei vence a batalha de Taxila, no Hindo-Kush, a última do filme de Stone), ao mistério que rodeia a sua morte aos 33 anos, o desaparecimento súbito do seu império, que não sobrevive sequer uma geração. A sua coragem em combate é sublinhada em "Alexandre" - as cenas de batalha são reconstituições muito competentes, desde a organização do exército à indumentária dos figurantes - assim como o fascínio que exercia sobre os amigos mais próximos, a importância que dá à traição (a morte de Filotas, Parménion e Clito demonstram-no), o repúdio que sente pelas intrigas da corte, que lhe vão chegando através das cartas de Olímpia, que responsabiliza pela morte do seu pai. Quando Alexandre morre, em 323 a.C., na Babilônia, os seus generais reclamam o corpo, como mais tarde haveriam de disputar os territórios que lhes foram distribuídos (o seu império foi dividido pelos sete diádocos: Cassandro, Perdicas, Antígono, Lisímaco, Êumenes, Seleuco e Ptolomeu). O império não lhe sobrevive porque ele é o líder típico. Nele o homem confunde-se com o projeto de conquista. No final de "Alexandre", narrando a história do rei macedônio aos escribas da biblioteca de Alexandria, Ptolomeu explica as razões da queda do império, admitindo que nenhum deles partilhava o seu projeto de helenização, de harmonia entre os povos. "Nunca acreditei no seu sonho. Nenhum de nós acreditou", complementa. Perante a solidão de Alexandre após a morte de Heféstion em Ecbátanos, torna-se finalmente premonitório o discurso de Filipe na altura em que falava a Alexandre dos mitos clássicos: "Não há glória sem sofrimento", diz-lhe. "Um rei não nasce, faz-se. E deve saber ignorar os que ama". |
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Ótimo filme! Belos cenários e ótimas interpretações. A história foi tratada da maneira exata como aconteceu. O único ponto fraco foi a trilha sonora que as vezes não acompanhava o fôlego do filme. |
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Com cenários exuberantes, figurino bem selecionado e sangrentas batalhas, Alexandre (Alexander) é um filme luxuoso e agradável aos olhos. A começar pelo elenco, Oliver Stone parece ter selecionado os atores por sua beleza e não por seu talento. Angelina Jolie no papel de de Olympia (mãe de Alexandre) dá mostrar de não ter conseguido devencilhar-se de seu papel de louca em Garota Interrompida. Collins conseguiu encarnar bem seu papel nas cenas de batalha, fala com firmeza e vigor como um rei-guerreiro que Alexandre foi. Mas a adaptação da História em sí para o filme não foi bem feita. Diversos pontos ficaram faltando, a bissexualidade do protagonista teve mais destaque que suas magníficas conquistas. Nenhum homem mortal jamais conseguiu tantos feitos como ele, e no entanto foram reduzidos a um jovem problemático que ama e odeia a mãe, egoísta e até fraco em diversas situações. Alexandre é sim um ótimo filme para os olhos, mas não o siga se você quiser conhecer bem os fatos históricos. |
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Só pelo magnifico colin farrel.olha o filme até é bom , nadinha comparavel a "troia" né.mas o problema é q o maraviolhoso colin farrel faz um papel totalmente bicha assim acaba desanimando de assistir o filme mas é bom vale a pena.ah o filme tambem é um pouco cansatiso. |
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O filme foca muito a bixessualidade de Alexandre e acaba esquecendo das suas conquistas. Acho que os jornalistas queriam tanto criticar o diretor Oliver Stone que acabou usando o filme como meio comunicação. Mas nada disso deixa de desejar assistir ao filme ,,nem tudo é perfeito. |
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Trata-se de uma grande produção, à altura da lenda que retrata.A parte técnica não deixa a desejar, ao contrário, aumenta a grandeza de certas cenas.E diferente do estardalhaço que insistem em fazer, Colin Farrell esteve a altura de Alexandre,que antes de tudo era um homem e por isso,mortal e de fraquezas. |
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O FILME Ñ CHEGA A SER RUIM, PORÉM OLIVER STONE FEZ TAL PARECER UM SERIADO TEEN AMERICANO TIPO DAWSON QUEEK, QUEER AS FOLK. É UM TAL DE CONFLITO EMOCIONAL AQUI OUTRO ALI, CONFLITO COM ORIENTAÇÃO SEXUAL....EU TIVE O AZAR DE PEGAR UMA SESSÃO CEDO ONDE HAVIA MUITOS ADOLESCENTES DITOS "MACHOS" Q NA HORA DOS DIÁLOGOS INCINUANTES ERA UM TAL DE FALATÓRIO E GOAZAÇÃO Q PRATICAMENTE DISPERSAVA A ATENÇÃO, ENTÃO, PEGEM UMA SESSÃO COM UM PESSOAL MAIS CABEÇA. |
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O filme é muito bom, conta realmente quem foi Alexandre. As batalhas são bastante sangrentas, mas são boas. Falando da polêmica do homossexualismo tratado no filme, está realmente visto como naquela época, como uma ocisa normal. Não com o preconceito que vemos hoje. Vale a pena assistir, é bastante interessante, quem assistiu Tróia e/ou Rei Arthur vai gostar. |
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Lento demais (dá sono), roteiro não emociona nem trata das questões geográficas importantes (pensamento em voga na época) e não oferece momentos de reflexão, atuação duvidosa dos atores, trilha sonora horrorosa de Vangelis. Fora os dentes perfeitinhos das pesonagens e a caracterização de época duvidosa. Nem parace que é do mesmo diretor de Nascido em 4 de Julho... Oliver Stone e Vagelis já deveriam estar aposentados. Obs.: não perca seu tempo e grana neste 'pelicón'. |
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Filme muito interessante , porém acho que foi perdido muito tempo do filme mostrando e explicitando o seu lado homossexual , vale ressaltar que ele não era bissexual e que seus casamentos só existiram para que ele pudesse criar hedeiros ao seu trono. |
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Alexandre sem duvida foi o maior conquistador que o mundo já conheceu. mas o filme destaca demais o que realmente não interessa que era sua homosexualidade. Aliás não demos esquecer que era comum na grécia, mas o fato não impunha fraqueza aos gregos. deveriam ter destacado mais o grande, sábio, caridoso e principalmente forte alexandre que sempre será citado. Para mim o diretor envergonhou este grande homem. |
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Não assista sem saber onde fica a Pérsia, o que foram os jardins da Babilônia e como um grito humano pode ser ouvido com clareza por 150 mil soldados enquanto ele galopa a uns 30km/h no cavalo. Não vá despreparado, o filme dura um tempão e morrem umas 200 mil pessoas. |
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O filme vale mais pela fotografia e pelas cenas de ação. É realmente um filme muito bonito, as batalhas dão uma sensação de realismo. O que estraga o filme é o enfoque exacerbado sobre um homossexualismo de Alexandre. São quase 3h de filme com o tema sendo abordado a cada 5 min. O Alexandre, aqui neste filme, é conquistador de homens. |
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Um filme corajoso que foge aos padrões hollywoodianos e, por essa razão, foi tão incompreendido. Ao invés de apresentar um heróizinho idealizado como o Maximus de Gladiador, mostra um personagem real, com qualidades e defeitos humanos. |
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É melancólica a forma na qual foi promovido o filme para com os espectadores, de cara, todos logo foram criticando de tal forma o filme, que no fim o que era para ser uma grande produção, assim como foi Tróia, foi um grande desastre. É triste ler criticas feita por vários especialistas famosos em cinematografia, dizendo que o filme foi muito excessivo, mas, no entanto a produção do filme foi perfeitamente vista, nos cenários, figurinos e também nas batalhas. É lógico que o filme deixa a desejar muito perante os olhos. A comparação feita a Tróia é talvez maldosa, pois Tróia foi feito para dar lucros, não para contar a verdadeira historia, mas Oliver Stone no entender do filme, quis mostrar uma visão mais histórica, em vez de querer um filme para grandes bilheterias, nessa jornada toda Oliver Stone se perdeu, tentando agradar a todos. |
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É uma pena que a maioria das críticas ao filme sejam em torno da bissexualidade da personagem. Este tipo de relação era absolutamente exacerbada naquela época e principalmente naquela região. Alexandre praticamente traçou as fronteiras do mundo oriental e seus ideais de unificação são modernos até os dias atuais. As críticas deveriam abordar muito mais sua saga e obsessão pela conquista do mundo. O filme é uma aula de história que muitos deveriam assistir, e quem se preocupa com a preferência sexual de Alexandre, deveria estudar um pouco mais sobre a cultura mundial. |
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Quem ainda não assistiu ao filme e está com uma enorme espectativa, por favor, não a tenha. O filme de Stone fora muito resumido para feitos tão extraordinários como os de Alexandre "O Grande". Só vi duas cenas de batalha, que por sinal foram muito mal feitas, muito perto, não se tinha noção das lutas travadas entre os guerreiros e o grande Alexandre não mostrou tanto assim suas habilidades com a espada, ou mostrou nas entre-linhas, pois ele foi retratado como um bissexual assumido. Não tenho preconceito contra gays, mas acho que a história de um homem que conquistou quase toda a civilização antiga não deveria ficar marcada dessa forma. É uma pena, uma estória fantástica, poderia ter rendido um filme incrível, foi um desperdício para o brilhantismo de Collin Farrel. |
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Cansativo. Foca muito pouco as batalhas e sim seu relacionamento com os conselheiros, mãe etc.´sendo Alexandre um personagem indeciso em alguns momentos. Nada que se compare a Gladiador ou Tróia. |
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O filme é bom, tem uma atuação memorável de Val Kilmer e peca exatamente pela falta de acerto dos principais protagonistas, Colin Farrell e Angelina Jolie. Como em qualquer filme biográfico, é difícil exibir toda a extensão da personalidade retratada e aqui Oliver Stone optou por privilegiar as lutas internas do herói macedônio, ainda assim as cenas de batalhas da guerra são marcantes. |
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Mais uma vez o ser humano,consegue destruir até mesmo seus próprios mitos,hoje os cineastas tentam ganhar dinheiro usando os metódos mais vulgares possíveis,deixando de mostrar por exemplo a cultura que Alexandre levou à humanidade. |
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O filme é bom, as cenas de batalha são grandiosas e acho até que o Colin Farrell consegue passar a imagem de um homem/filho/governante atormentado. A única coisa que atrapalha é a edição das cenas, em certo momento muito confusa... mas, na soma geral, um belo filme e não a tragédia que os EUA insistem em aclamar! |
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É um filme muito bom!Deixando a desejar em alguns aspectos como: Alexandre cresce e sua mãe Olympia (Angelina Jolie) continua a mesma,não envelhece. Oliver Stone da muita ênfase ao lado bissexual de Alexandre, esquecendo um pouca das suas grandes batalhas e conquistas.Mas tirando isso as cenas de batalhas são perfeitas, com cenarios alucinantes.E com um belo desfecho, mostrando que Alexandre foi envenenado mas deixando escrito que ele morreu de uma doença. |
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O Filme foi médio, não como eu esperava, realmente as cenas das batalhas eram bem violentas e reais, mas acho que o filme pecou por explorar muito a homossexualidade de Alexandre num filme muito extenso. Também as neuroses dele fez com que o filme ficasse chato do meio até o final. |
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O sempre controverso diretor Oliver Stone (The doors; Nascidos para matar; JFK; Nascido a 4 de julho; Talk radio) se apossou de uma das figuras históricas mais importantes em termos de conquistas, a vida de Alexandre, o grande (Colin Firth). E incorreu em dois erros crassos: 1. Tratou Alexandre como se ele fosse um líder de um grupo de rock psicodélico, acentuando sua orientação sexual (na verdade o general "papava" tudo o que aparecia diante dele) e a onipresença de uma ave que mostrava com sua visão mostrava o que transcorria do lado do campo de batalha dos adversários. Stone fez algo semelhante ao filmar "The doors" (havia mais sentido na medida que o consumo de drogas lisérgicas era grande), sendo um detalhe interessante a presença do ator Val Kilmer como Felipe, o caolho, pai de Alexandre (ele que interpretou Jim Morrison em "The doors"); 2. Para não ser acusado de falsear a história dos temas que aborda (vide JFK), Oliver Stone deve ter se cercado de um grupo de doutores na vida do imperador da Macedônia, e elaborou o roteiro com jeito de aula de cursinho pré-vestibular, o que tornou o filme enfadonho. Tenho de admitir que as cenas de guerra são estupendas. As cenas da batalha de Gaugamela, na qual Alexandre vence o rei Dario, e daí tem a Babilônia a seus pés, são brilhantes. Também a recriação do império babilônico é eficiente. Na verdade o ponto nevrálgico das discussões sobre o filme diz respeito à sexualidade de Alexandre. Ele era bissexual, sim. E daí? Sim, ele manteve relações íntimas com o seu amigo de infância Hefastion (Jared Leto), além de alguns de seus serviçais. Sim, ele casou-se com uma belíssima mulher, Roxane (Rosario Dawson), por quem se apaixonou, mas por não ter-lhe dado um filho, o amor se esvaiu. Ptolomeu (Anthony Hopkins) é o narrador da história, ele que foi companheiro de Alexandre em toda a incursão do general pela Ásia adentro, e o descreve com todos os adjetivos superlativos. Porém, Alexandre era um alcoolista e tanto, e o seu núcleo paranóide tomava dimensões excepcionais sob o efeito da bebida dionisíaca. E aí ele fazia as maiores besteiras do mundo. Bem, todos nós conhecemos algumas estórias semelhantes. Então, a narração de Ptolomeu é ambígua. Aliás, os traços paranóides de Olímpia (Angelina Jolie), com suas cobras a tira-colo, são de tal forma reforçadas para que a platéia entenda a relação mãe-filho, como uma fonte propulsora (ou destruidora?) na vida breve de Alexandre. Acho que todos devem assistir o filme, porém, particularmente, estou aguardando ansiosamente a versão do diretor Baz Luhrman (o mesmo do hipnótico Moulin Rouge) que deve chegar aos cinemas em 2006. Oliver Stone faz grandes filmes quando o tema não é tão grandioso, caso específico de Talk Radio - verdade que matam. |
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O filme conta conta com cenas emocionantes de batalha, conta com as carnificinas insanas da época, com o sonho do grande Alexandre, com a beleza de Angelina Jolie, com o lindo Colin Farrel e ainda conta a história do maior general de todos os tempos! |
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Não é um filme sem falhas, e não é um dos melhores de Oliver Stone, mas mesmo assim é um estudo de personagem como há muito não se via nas superproduções americanas. Colin Farrell têm um bom desempenho como Alexandre, e Val Kilmer rouba todas as cenas como o Rei Filipe. Como já aconteceu com filmes de diretores consagrados que foram um fracasso de crítica e público na época do seu lançamento, como A Felicidade Não Se Compra, Um Corpo Que Cai, 2001, e outros, creio que esse, e A Vila, mais um filme de um diretor de grande prestígio que foi muito criticado (injustamente), serão reconhecidos como grandes filmes cedo ou tarde. |
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O filme é muito bom. Porém, em relação aos outros épicos como: Coração Valente; O Gladiador; Tróia, o filme tem uma ligeira desvantagem. O diretor deu muita ênfase ao bisexualismo que reinava na época e deixou um pouco de lado as conquistas de Alexandre. Outro ponto é que Alexandre, no filme, se mostrou um grande líder e não um exímio guerreiro. |
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O filme não é ruim como dizem, talvez a expectativa tenha feito o filme cair no ostracismo, acredito que o maior erro do filme foi na verdade a insistência de Oliver Stone em centralizar o bisexualismo de Alexandre ao invés de suas conquistas. O que o Anthony Hopkins contou era o que deveria ser mostrado e a maioria do que foi mostrado era o que deveria ser contado. |
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O filme é grandioso, em suas cenas e sequencias muito longas, tornando um pouco lenta a narrativa,também existe um enfoque exagerado em relação ao lado gay de alexandre, mas vale o ingresso. |
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O MELHOR FILME DO ANO ATÉ ENTÃO! O FILME É SHOW DE VISUAL, FIGURINO, MÚSICA, FOTOGRAFIA E INTERPRETAÇÕES BÁRBARAS. A HISTÓRIA É MUITO EMOCIONANTE E BASTANTE FORTE. PONTO PARA OLIVER STONE "O GRANDE". |
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O filme é muito bom, por nao tratar apenas das batalhas e mostrar o lado humano de Alexandre... seus medos e fraquezas! assim como suas conquistas foram bem retratadas... pq senao seria apenas um filme de guerra! |
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Criticaram demais...Tendo em vista o ultimo filme que aborda História Antiga, Troia, temos que dar o mérito a Oliver Stone...Fez um filme com um pingo de respeito á história, a reconstituição de época, e nada adolescente. Só ai já vale o ingresso! Ao contrario do que falam, não vi na tela o Collin Farrel chorão e fraco, vi um ator com uma atuação coerente. O que a historiagrafia tem buscado começa a aparecer no cinema, a revisão do perfil dos grandes hérois, mostrando que eram homens com motivações "terrenas", ou seja, que sofrem, q não são sempre seguros, mártires (temos no Brasil mesmo a tentativa de desmistificação de um herói por parte da historiografia que gera o mesmo tipo de revolta neste que querem ainda ver em "homens históricos" super-homens, semi-deuses, e não pessoas comuns, com medos e traumas) . Criticam por faltar certas partes da história de Alexandre.Se fossem tratar de toda a vida de Alexandre teria que ser uma série de filmes, teriamos Alexandre I, II ... o que fizeram foi um recurso q a linguagem permite, a narração para condensar a história. E muito bem feito, pois usaram um personagem muito proximo de Alexandre e que grande peso teve após sua morte. A cada dia q passa tenho a certeza q as pessoas tem menos capacidade de compreender filmes "históricos", como historiadora vejo o apego que todos tem por ver a "verdade", um "tele-jornal", por favor...É dificil demais lidar com os mitos que a historia ja criou e que nada faz mudar!! As questões q dizem o filme não respodner sobre a personalidade de Alexandre, nem a historiografia é capaz de reponder, quanto mais Oliver Stone e em 175 min! Esse ai da tela é uma leitura de um mito, que tende a buscar o lado humano, uma tendencia, como já disse, até mesmo na historigrafia, de resgatar o lado humano dessas figuras "sagradas". Tenho certeza q 90% das criticas negativas a Alexandre o Grande foram influenciadas pelas criticas norte-americanas,ja q este filme foi lançado lá bem antes daqui. E lá Oliver Stone tem "pendengas" politicas com boa parte da critica, fora que falar de herois para um povo louco por estes, que mitifica um a cada semana, falar de um herói bem humano é muito pra eles ( fora a questão sexual, q só isto ja geraria repulsa numa sociedade tão conservadora). Pra acabar, o filme vale sim, dá um banho em Troia, respeita a história, o público. O "crime" de Oliver Stone foi tratar de algo q a maioria ainda não esta pronta pra ver, o lado humano de grandes hérois, e por fim, perceber que eles não existem. |
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Onde está Alexande, o Líder. Onde está Alexandre, com suas maravilhosas táticas de guerra. Onde está Alexandre, e suas outras faces. O filme pecou por não demonstrar Alexandre por completo. Muito mais que bissexualidade/homossexualidade, traumas de famílias, Alexandre se fez grande por saber convencer as pessoas de um ideal(Liderança). Pela inteligência na guerra (Táticas de Guerra). Sabia ouvir grandes sábios (sapiência). Trazia para o seu lado povos de outras culturas (persuasão). E outras características mais que ficaram pouco caracterizadas no filme. A frustração foi o que senti ao término do filme. Não só eu, mas a maioria das pessoas sairam vaiando o filme. Foi um horror! |
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O Filme Alexandre poderia ser melhor caso nao explorasse muito a BISSEXUALIDADE OU HOMOSSEXUALIDADE do seu protagonista. A História da conquista de Alexandre é muito interessante, seu diretor deve ter esquecido dela. |
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O filme é bastante cansativo. Tem muita rasgação de calcinhas do Aleandre com o namoradinho. Esperava mais de um filme que retrata uma lenda como Alexandre O Grande. |
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Um excelente filme, pois considero extremamente difícil de ser contada a história tão grandiosa do maior guerreiro já conhecido. Também não concordo sobre as críticas exacerbadas sobre o possível ênfase do diretor na bissexualidade de Alexandre, pois foi tratada de uma maneira suave, apenas por meio de olhares, gestos e palavras. Eu achei uma verdadeira aula de história. Parabéns a Collin Farrell, que mesmo loiro e muito maquiado esteve brilhante. |
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O filme peca no enfoque um tanto exagerado a bissexualidade de Alexandre, esquecendo o diretor de retratar o mais importante da vida do Herói macedônio, suas batalhas e conquistas, esperava ver a conquista de Tiro, a Destruição de Persépolis(que nem mencionada é), e muito mais. |
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Eu adorei o filme, retrata de um modo humano o lado do herói Alexandre. Mas fala sério, maior disperdício o Hephaestion ser bisexual. Ele é muitoooo perfeito. |
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O Filme é explendido .. pois o diretor colocou um elenco formidavel amo a Angelina Joli mas puts a mãe do cara era tão perveça assim .. e o lindo Val Kilmer o cara é bom ator mas porque o filme não foi sequanciado mostrando o tempo que Alexandre foi exilado e a volta do mesmo .. as cenas de declaração bixessual eram emocionantes mas não precisava entrar em detalhar outra cagada do diretor foi querer mostrar a vida pessoal do protagonista Alexandre em vez de mostrar o porque de o nome Alexandre o Grande. é isso ai fora isso as batalhas são feras. |
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Eu gostei do filme! É um filme interessante, o tratamento da bissexualidade e o amor verdadeiro do Alexandre por seu companheiro foram tratados na medida certa,com uma sutileza impressionante. Acho, inclusive, que a crítica foi injusta com o filme, a qual foi preconceituosa mesmo antes dele estrear e por perseguição ao diretor. O filme é bom , sim, vale a pena ver e rever! |
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Vejo q muita gente está criticando o filme por mostrar o lado homossexual do Alexandre,mas pra quem assistiu o especial do discovery sobre a morte dele,sente ,ate mesmo,q deveria por mais lirismo na relacao homossexual dele. Digo isso pq quem assistiu o especial do discovery,fica impressionado ao ver um detetive céptico e frio dizendo q o alexandre morreu por ter ingerido em excesso um remédio pra problemas emocionais,devido a morte de um amigo de infancia q um dia Alexandre disse q ele o amava nao por ser rei mas pelo q ele era.É interessante ver o poder do amor,onde mesmo um homem q construiu um dos maiores impérios do mundo,nao é forte o suficiente pra enfrentar o amor e na minha opiniao essa é a melhor historia de amor q eu ja vi e o Oliver Stone soube mostrar bem esse detalhe q se fosse menos abordado no filme,nao justificaria direito o motivo pelo qual o Alexandre morreu.Aprendemos na escola q o Alexandre morreu envenenado pelos generais e por isso q neste ponto de vista o filme aparenta errar em explorar o seu homossexualismo.Espero q com essas informacoes as próximas pessoas q virem o filme usufrua mais dessa história. O filme tb se destaca em termos técnicos,no figurino,no cenário e nas guerras,sendo um dos raros filmes q fazem vc se sentir dentro dele. |
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Se você quiser assistir Alexandre, e for preconceituoso, vá, mas antes tome um belo de um porre, porque o filme retrata muito o seu lado bissexual. Eu acho que para um conquistador como o Grande Alexandre, Oliver Stone deveria ter investido mais nas cenas de batalhas do que na vida particular de Alexandre. Mas tirando isso o filme é muito bom! |
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O filme é perfeito. Trata na medida certa a bissexualidade de Alexandre, sem no entanto deixar de fazer magníficas cenas de batalha, como a de Dário. Sem contar que a reconstituição da época é impecável. |
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O filme é extremamente ridículo, essa nota dois é só por causa de que valeu a pena para ver os atores que deram um show de interpretação, principalmente Angelina Jolie. |
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Maravilhoso, o filme é muito bom, atuações ótimas, cenas belíssimas, uma história bem fiél. Acho que o único problema foi forçar de mais a bisexualidade de Alexandre. mas mesmo assim é muito bacana. Pena que das três grandes batalhas dele contra os Persas só mostram uma. |
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Alexandre sem dúvida é um filme injustiçado. Certamente o filme peca pela longa duração, o que o torna muitas vezes maçante, mas é inegável os seus pontos fortes. O elenco está muito bem. Colin Farrell mais uma vez provou que é um dos melhores atores de sua geração. Angelina Jolie está esplêndida, mesmo com aquele estranho sotaque. Os outros do elenco, não decepcionam. A cena da batalha na India onde Alexandre é ferido, é sem dúvida sublime. No caso de retratar sua bissexualidade, o filme até que me pareceu discreto, pois não há cenas fortes quanto a isso. Muito barulho por nada. Mas por ser um filme de tamanha grandiosidade, deixou muito a desejar. Tentou mostrar um lado mais humano de Alexandre, e acabou se tornando muitas vezes maçante e sentimentalóide. Certamente é um filme que não mereceu tantas críticas negativas, porém também deixou muito a desejar, o que é uma pena. |
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O filme traz belíssimas cenas carregadas de poesia, como a de Alexandre domando Bucéfalo. As músicas de fundo (orquestradas) são maravilhosas, embora falte canto (letra). A produção peca por dois motivos: Alexandre, por fato histórico, não era homossexual, mas provavelmente bissexual; além disso, personagens importantes de sua vida (como a irmã Cleópatra e o cão Péritas) e feitos importantes (como a visita ao oráculo de Amon, o corte do nó górdio e o assalto a Tiro) não foram ressaltados. Seria mais fideligno se tivesse sido inspirado na trilogia de Valério Massimo Manfredi (Aléxandros). A amizade com Hephaestion (heféstion) teria sido de pura e simples fidelidade, e não de um berrante relacionamento homossexual, que consome muito do filme e cansa-nos. Fora isto, o filme é ótimo e deve ser cotado a alguns prêmios da academia. Contudo, espero por uma versão mais fiel e grandiosa da história deste, que sem dúvida, foi a maior personalidade da história da humanidade, um herói irresistível, mítico e imortal. Alexandre, independentemente das blasfêmias que lhe impõe filmes como este, viverá entre nós por pelo menos mais 2238 anos. |
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Realmente é um dos filmes épicos mais espetacular dos últimos tempos.Mostrando a história tal como ela é. A Bissexualidade era uma realidade aceitável socialmente nas civilizações antigas e Oliver Stone teve a coragem de mostrar isso. Uma temática tão preconceituosa e ausente de outros filmes desse mesmo gênero. Tenho também que mencionar a excelente perfomance de Angelina Jolie digna de uma indicação para o Oscar. |
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Colin Farrell esta otimo na pele do imperador da macedonia, mesmo com as polemicas geradas em torno do filme so faz o filme crescer mais, as batalhas esta melhores q as de Troia e o filme não cansa que nem Troia , e mesmo que a bissexualidade de Alexandre com Hephaestoin tenha gerado polemica o filme não deixa de ser um espetaculo epico de primeira e contando q tem a Angelina Jolie como Olympia e ainda mais velha eu so tenho a dizer q a vida de alexandre foi bem retratada nesse filme e q Oliver Stone consegui se superar e com sucesso. |
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Um filme fantástico ,mas para os que não conhecem a historia e a tendencia homossexual dos gregos e macedônios e melhor não assistir,senão criticará como hollywood. |
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Detestei esse filme. Sempre ouvi dizer nos livros de história que o Alexandre era visto como o Grande. E o diretor Oliver Stone, fez simplesmente um samba do crioulo doido. Não consegui ver o filme. Dormi. Infelizmente. |
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O filme é 10! O melhor filme de Stone. Quem não quer um amor como o de Hephaestion por Alexandre? A moçada tá pegando só porque o filme retrata Alexandre bissexual.Contudo o elenco é bom, o argumento do filme também, a fotografia....então o que é que há? Pura hipocresia....Por trás das críticas está o medo de se defrontar com a bissexualidade....mais comum que se imagina... A moçada vive curtindo meninos e meninas e depois fica fazendo cara de rogado....o filme é 10. |
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A única coisa interessante no filme foram as cenas de ação, pq o restante foi terrível. Frisa muito o lado gay de Alexandre. Foi terrível ver cenas românticas entre ele e seu namorado de infância, nojento. |
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Muito parado !!! tem momentos no meio do filme que da vontade de dormir prefira volta ao mundo em 80 dias que e muito mais divertido,tem grande elenco.ja esse filme mostra muito o lado homossexual do alexandre (colin farrel)! |
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O filme é mt bom! o diretor retratou mt bem o alexandre , colin esta perfeito como alexandre e o filme é mt , mas mt bom mesmo , vale a pena ver! o melhor de colin e com certeza um dos melhores de oliver stone! |
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Um otimo filme, batalhas grandiosas, roteiro bom e apesar de apelar muito para a bissexualidade do protagonista eh um bom filme, retratou muito bem como era a roma antiga. |
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Realmente, o cinema tem deficiência de retratar situações que refletem fatos históricos. Ênfase demais na bixice masculina e perseguindo a síntese demasiada, Alexandre, com voz de megafone, malão, dá discurso para 40.000 soldados, correndo a cavalo na frente do exército, vê se pode. Angelina Jolie poderia ser a mulher dele asiática, nunca sua mãe, que tinha que ter mais uns vinte anos. |
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Achei o filme uma cópia mal elaborada de "Tróia". Parece que o autor seguiu a nova orientação de épicos, se é que pode ser classificado como tal. Achei um esforço em vão trazer um filme de época que retrate, verdadeiramente, a história e da mesma forma entretenha. As produções desse gênero estão maquiando muitas vezes um trabalho defeituoso, em detrimento de uma boa história a ser contada. |
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O Filme, não é tão ruín quanto a critica diz, mas se vc não sabe não conhece a historia de Alexandre, saí de lá do mesmo jeito que entrou: sem saber o que ele é e o que fez... Colin Farrel está terrivel e o sotaque de Angelina, nem se fala. |
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O filme Alexandre vale a pena ser visto mas, a pessoa precisa estar preparada para o que vai encontrar. Vou dar uma segunda chance a Alexandre, agora já sabendo como assistí-lo para aproveitá-lo melhor. Algumas coisas fizeram com que o filme não fosse tão bom como era o esperado e estando prepardo para isso, acho que o ingresso pago será melhor aproveitado. Então, vamos lá. 1. Discursos e conversas longas demais. 2. Exagero no estudo do perfil psicológico de Alexandre (o nome do filme deveria ser "Alexandre no Divã"). 3. Exagero no detalhamento da vida sexual de Alexandre. (isso é um dado importante mas, não precisava ser tão detalhado) 4. Algumas coisas na edição do filme quebram o ritmo e o tornam ainda mais cansativo. Acho que no final o que mais pesou foi a questão da edição do filme. Com uma boa edição fazendo-se os cortes nos lugares certos resolveriam-se os seguintes problemas: 1. Falatório em excesso (muitas falas são dispensáveis). 2. Quebra do ritmo com uma cena lá muito para o final, quando deveria vir mais para o começo. 3. Excesso do foco na bissexualidade e a infidelidade de Alexandre, que está irritando muita gente e fazendo algumas pessoas saírem do cinema antes da hora. O assunto é importante sim pois, é um fato e uma verdade sobre Alexandre e não pode ser ignorado mas, é preciso saber dosar corretamente para não deixar o público pensando que a coisa toda gira só em torno disso. Quanto a interpretação dos atores, eles fizeram o que o diretor pediu. Vejo o problema como sendo da direção e da edição (que imagino que esteja também supervisionada pelo diretor). Vá preparado para ter paciência com as coisas que citei e você conseguirá aproveitar bem o filme. Tem cenários dignos, algumas cenas que valem a pena e talvez muito daquilo tudo tenha sido mesmo a realidade. Se esse filme for corretamente editado para dvd, pode ser muito bem aproveitado. |
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Conseguiram destruir o mito! Oliver Stone deveria ter dado outro título ao filme: "Como destruí a Imagem de Alexandre, O Grande". Homossexualismo e bissexualidade naqueles tempos antigos eram tolerados e não tinham a conotação pecaminosa, pelo menos não para gregos e romanos, que possui hoje. De qualquer forma, Stone, em lugar de descrever um Alexandre às vezes fraco e submisso, em que só conseguia tomar decisões apoiadas no namorado Hephaestion ou outro camarada, deveria ter explorado mais seu lado belicoso, as conquistas que fez, o Império que almejou em anos de campanhas, os grandes reis que se tornaram seus vassalos, tantas e tantas coisas e esse cidadão Stone foi logo explorar o que mais os fãs de Alexandre, como eu, detestam, sua relação familiar e sua vida particular. Se quisesse conhecer, e realmente conheço, o que os historiadores passaram durante séculos sobre a vida de Alexandre, teria lido em livros e não iria ao cinema enfrentar uma hora de fila para ver essa atrocidade que esse diretorzinho cometeu. Colin Farrel não faz um Alexandre à altura do personagem, Jolie, apesar das reclamações não teria atuado melhor, era o que se lhe podia esperar. Kilmer poderia ter se esforçado mais. Enfim, um filme que não agradará nem a gregos, nem a troianos. |
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O Filme é realmente decepcionante. Tudo que foi mostrado no filme simplismente serviu para manchar a história de Alexandre. Muitos fatos que realmente importam foram deixados delado para dar lugar aos seus romances e relações com outros homens. Creio que realmente o filme deveria expor a vida de Alexandre, mas não algo a esse nivel que deixa o público atento sim a seu homossexualismo do que com sua bravura e inteligência, fatos que o nomearam "Alexandre o Grande". |
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Eu realmente adorei o filme! do jeito que a crítica estava dizendo esperava bem menos , me surpreendi! é um filme bonito e agradável aos olhos além de uam bela hitória. |
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Alexandre é excelente. Não entendo como a crítica pode ser tão conservadora ao tirar os méritos desse grande filme apenas por ser diferente e não mostrar o protagonista como perfeito o tempo todo. Mostra um lado mais humano do grande Alexandre, seus relacionamentos com a família e a realeza. Colin Farrel está excelente no papel de Alexandre, o elenco em geral está muito bom, só Angelina Jolie que peca com um sotaque germânico inexplicável (???). |
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Que bomba! Acho que foi um dos piores filmes que assisti, mal dirigido, até as cenas de batalha são pessimas. O único homem bonito do filme é o amante de Alexandre. Sem esquecer que o tal Collin Farell merece o prémio Framboesa de pior ator. |
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O filme foi muito bem feito, a atuação de todos estava ótima principalmente de Angelina Jolie, que me surpreendeu com o papel de mãe do grande conquistador Alexandre, eu pensei que ela fosse deixar alguma brecha para que em alguma cena nós relembrase-mos de Tomb Raider, mas ela fez uma personagem perfeita, sem falhas, simplesmente você pode ver que ela estava com um outro "espírito" quando interpretou Olympia, Angelina é uma mulher espetácular. Duas únicas coisas, para mim, fizeram Alexandre perder minha nota 10, primeiro: Eu achei que faltou mais cenas de batalhas, já que no total são apenas duas, mas por sinal, muito bem feitas; e também por ter levado muito detalhadamente o lado bissexual de Alexandre. |
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Um filme, que pelo trailer, parecia ser cheio de ação, parecia ser melhor que Tróia... Até que o filme começa bem, mas chega a um ponto que só aparece o relacionamento homossexual deles. Fica cansativo. |
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Conseguem reduzir o maior conquistador da história, um exímio general, em um fracote chorão. As opções sexuais são colocadas a frente dos seus feitos. Péssimo e não por falta de base histórica, mas por incompetência na hora de contá-la. |
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Adorei este filme, pois além de ter um elenco muito bom. Tem um roteiro estraordinário, meu parece que nem fiquei três horas sentado vendo este filme. Quem gostou de Tróia Com toda certeza vai gostar de Alexandre, não só pelos dois terem semelhansas de genêro, mas principalmente porque os dois contam parte da nossa história, é algo que realmente aconteceu. Recomendo que quem tiver a oportunidade de ver não perca! |
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Não é tão ruim assim como dizem. Apenas por alguns erros. O filme poderia ser ótimo, o Colin Farrel é um bom ator, mas não se deu bem encarnando Alexandre. Creio que Leonardo de Caprio se daria melhor no papel, pois ele tem cara de jovem e é um excelente ator. A Angelina é maravilhosa, e ela não precisava ser mais velha mas sim Colin mais novo. Os gregos apreciam sempre a beleza, por isso ela foi escolhida por sua beleza de Deusa. Não gostei do Val Kilmer como Filipe, é um excelente ator, mas não pra esse papel. Oliver Stone, tentou humanizar Alexandre, algo que não foi bem aceito pelo público. Igual quando humanizaram Aquiles em troia. A humanização de heróis nunca é bem aceita, o mesmo com Chequevara, em cuba. Eles não aceitam suas fraquezas e querem mostrar a todos que ele foi perfeito. O que não é verdade. |
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Acho que o filme foi simplismente fantastico, perdendo um pouco apenas nos conteudos, o ator colin ferrel por exemplo é sem duvida nenhuma um otimo ator, já provando isso em outros filmes, mas eu acho que a aparencia de inocencia, de menino, nao o ajudou muito já que alexandre era um grande barbaro. Mas ainda sim é um otimo filme, Oliver Stone um grande diretor e está longe de ser um dos piores filmes do Oliver ou do ano, é sim, um obra de arte, um filme que mistura cultura, com fatos, e um filme bem filmado, e principalmente Oliver conseguiu passar oque alexandre realmente era, talvez por isso uma negatividade sobre o filme, muitos nao concordam com a realidade ou só nao aceitam. |
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O filme não trata da biografia de Alexandre, trata da promiscuidade e bissexualismo praticados na Antigüidade. Passa a idéia de que não existiu ser heterossexual naqueles tempos. Péssimo. |
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O filme é bom, mas ñ corresponde as expectativas por se tratar de um investimento muito alto e ter nomes de peso. Colin Farrel decepciona com sua atuação fraca e sem carisma.O roteiro é vazio e por isso ñ precisava ter 3 horas de duração. Outro ponto fraco é que ficou artificial demais por ser tão perfeito visualmente. A edição e a direção de Stone foi um ponto positivo no filme. |
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É um dos piores filmes que já fui ver no cinema...Primeiramente por que o filme mais parece uma aula de história, uma palestra...sem contar que vc tem a impressão de estar dentro de um açougue por quase três horas. Imaginem uma aula de história no açougue!Pessimo filme. |
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Alexandre não é um filme; é um acontecimento! É a maior obra prima que o cinema já criou. Uma vida incrível de um mestre a servir de espelho a todos que desejam uma vida de vitórias. A direção de Oliver Stone foi perfeita, sabendo dosar todos os elementos da vida de Alexandre sem se equivocar em nenhum momento. Collin Farrell está espetacular, e estendo o mesmo elogio a Angelina Jolie e Val Kilmer. Nada no filme, nem em sua produção merece uma repreensão, nada! É o melhor filme que já assisti na minha vida (deixando Armageddon em segundo lugar). |
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A fotografia do filme é boa e o elenco também. Vale lembrar que com referencia ao enfoque ao homosexualismo, não é que Alexandre fosse homosexual. Todos os homens gregos naquele tempo eram bissexuais, e tinham seus pajens, jovens adolescentes que os serviam nas longas batalhas. Lembrem-se também que ao atingirem a maioridade esses meninos tinham a opção de se tornar soldado e receber seu próprio pajen, ou voltar para sua cidade natal. |
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Gostei muito do filme! Não concordo com comentários de críticos profissionais mal-dizendo o filme. Posso concordar que o diretor poderia ter colocado um pouco mais de aspectos históricos mundiais da época para interagir com a história de Alexandre, o Grande. Gostei que o filme aborda bem a personalidade e os aspectos psicológicos do herói e de seus companheiros. Acho besteira criticar o filme dizendo que o Alexandre chora demais ou que há muita exibição homo ou bissexual, pra mim isso é puro preconceito. O filme só mostra o amor entre Alexandre e Hephastion, deveriam se assustar com a cena de estrupro na noite de núpcias. |
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Pra quem não gostou de Tróia, é tão ruim quanto. Muito filme pra pouca coisa; É mais um distorção surreal da verdadeira história mundial. A única parte boa é que finalmente mostrou que ser gay na Grécia era natural (coisa que não foram capaz de fazerem com o Aquiles de Pitt). |
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O filme é uma catástrofe. Colin Farrel, sinceramente, não tem cara de um grande conuistador, que une povos e idéias. E, por acaso, o bissexualismo foi a coisa mais marcante na história daquele que chamam Magno? Por que Oliver Stone nos força a ouvir declarações de amor infindáveis e melodramáticas na hora da morte de Hephaestion? Sujaram a imagem do grande Dario, que, ao que parece, foi facilmente derrotado pelos macedônios. SUjaram a imagem de Alexandre, ao colocar no enredo cenas tão ridículas envolvendo esse personagem. Nunca se fará um novo filme sobre a Paixão de Cristo. Mas um bom, profundo e real filme sobre Alexandre Magno ainda está por vir. |
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O filme fala de um Alexandre delicado e mostra todos os seus conflitos existencias como os seus problemas com seu pai alcolotra e sua mae pocessa.Mostrar a bisexualidade do personagem nao foi um erro...mas o filme é muito longo e cansativo o que faz muitas pessoas desitirem dele muito antes do seu término.O Destaque do elenco é a ganhadora do Oscar Angelina Jolie como a mae do personagem titulo...tudo bem que ela nunca poderia interpetrar a mae de um marmanjo como Colin Fahel...mas ela nao merecia a indicaçao injusta que recebeu ao Framboesa de Ouro...ela faz uma personagem perfeita com alguns toques de maldade e um toque de de bondade e feitisaria...Já Colin defende bem o personagem titulo principalmente no inicio do filme...Val Kilmer está esquicito e sua aparencia no filme se asemelha a de um porco!Totalmente macabro!O Beijo gay é meio ridiculo!Alexandre nao amava o seu amigo de guerra!Porqure beijou outro homem entao!O Filme nao merecia ser tao famoso quanto Tróia mas deveria receber alguns creditos. |
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Não chega a ser perda de tempo, mas sem dúvida, não poderiam estragar mais a história de Alexandre. Ele era Alexandre Magno, o melhor dos melhores. Como pode um filme mostrar apenas o pensamento de um líder, se havia muito mais o que mostrar em quase três horas de filme? Como os jornais mesmos já disseram: além de ter explorado e muito o lado homossexual de ALexandre, o ator Colin Farrel - que não é ruim - não soube interpretar o tão complexo personagem. Um exemplo disso é que nós não nos damos conta em nenhum momento que Alexandre era arrogante. Certamente, precisamos de um filme que retrate muito bem a vida deste herói, para que esqueçamos desse outro. |
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Gostei muito do filme ,mas um pouco cansativo com as longas falas que as vezes confunde, filmes como Tróia e Alexandre esta me fazendo apreciar mais a mitologia Grega. vale a pena ver o filme. (Gostaria muito que o americanos fizessem o filme Hercules. |
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O filme ficou cansativo, acho que as cenas de guerra estão saturadas, a trilha sonora se confunde. É preciso renovar o estilo de fazer filmes cujo tema aborde heróis da antuguidade, este filme não chega aos pés de "O Gladiador". Um filme deturpado, uma história sem sal e sem açucar, um homossexualismo esquisito. A inspiração do filme deveria ser buscada no personagem "Alexandre" e não nos mocinhos americanos, o filme é uma merda, bom para quem não conhece nada de história, um deserviço a sociedade, uma desconstrução. |
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É um filme feito para as bichas e simpatizantes GLS, é tão viado que as imagens de fundo bem que poderiam ter uma cor assim meio rosa. Aonde foi que esse diretor enfiou os 150 milhões de doláres ?? Acerte a resposta e ganhe uma passagem pra parada gay em Sampa. |
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Bom, eu gostei muito das batalhas, Collin estava super bem no papel. Inclusive a Angelina estava muito bem no filme. Os críticos não querem saber se o filme é bom ou não eles só querem criticar para o lado ruim. |
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Nao gosteido filme pelo sequinte.... o filme praticamente so mostro a historia... quem quiser saber da historia é so ler um livro ou assistir um documentario!! filme é feito p mostrar acao, quase nao tev acao no filme e sem fala que as poucas cenas d acao que teve estavam péssimas..... sinceramente foi horrivel esse filme!!! pela historia foi bem montada, mas pela acao que interessa nao estava bom! |
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O filme ficou a desejar em diversos aspectos, em relação à bissexualidade de Alexandre, o que o diretor enfoca é a figura de um personagem preso a um amarranhado de questões incestuosas e edipianas. Nos oferece um indivíduo excessivamente homossexual que se transforma num grande conquistador, no entanto, para fazer jus ao significado das conquistas de Alexandre, o que dever-se-ia enfocar era a figura de um grande Líder cuja tendência bissexual não avançasse da condição de mero detalhe. Por força da demasiada ênfase na homossexualidade de Alexandre tem-se reações homofóbicas contra o filme, ou seja, os puritanos tendem a associar as fraquezas, inseguranças e malogro de Alexandre (se é que podemos encontrar malogro na biografia de Alexandre o Macedônico) ao seu viés homossexual. Quanto ao Rei Felipe foi relegado à condição de chefe provinciano, faz-se necessário esclarecer que foi Felipe que retirou o povo macedônico da condição de povo bárbaro para os gregos e estreitou as relações entre a Macedônia e as cidades estados gregas, traçando, por assim dizer, os horizontes sobre os quais Alexandre iria trilhar rumo sua glória. Dito de outra forma, os valores da cultura helênica e, principalmente, a riqueza de sua mitologia foram as ferramentas, munições e discursos que impulsionaram os macedônicos a esta missão "civilizatória" de interligar, culturalmente o mundo, a partir do epicentríssmo Grego. Este foi o legado que Felipe deixou para Alexandre, ou seja, um caminho já pavimentado, traço e ideologizado e extremamente plausível de ser incorporado por suas tropas. Tais argumentos não reivindicam o deslocamento da figura de Alexandre para Felipe, mas apontam para o grave erro em destituir Felipe de sua grandiosidade histórica e, sobretudo, mostrar que as conquistas Alexandrinas se explicam, em certa medida ao contexto histórico e ao trabalho prévio realizado por seu antecessor. No mais, se há preocupação do diretor em não criar figuras pré-fabricadas, fugir do "tipo ideal" do herói glamuroso, fora das realidades humanas, foi ao menos sincero a este propósito na construção de seu Alexandre. Entretanto, o que dizer da figura de Olímpia que parece não envelhecer durante todos os 33 anos da existência de Alexandre? Ela sim, com suas percepções, intuições, intrigas cultos aos deuses, etc, é que parece ser uma figura deslocada do compromisso de Oliver Stone de desmistificar mitos. Por fim, diria que aquele mocinho de retumbante cabeleira loura eu já vi outras vezes, se não me engano num filme de "Seção da Tarde" ou de "Malhação". E não digam que é ironia minha, pois todos que viram o filme saíram com a sensação de que ele está no lugar errado, deveria estar fazendo um belo papel de ator de novela/dramalhão mexicano. É exagero de minha parte ??? Que atire a primeira pedra que não queria vê-lo nos episódios do Sítio do Pica-Pau-Amarelo. Mas, vou logo avisando, contra a cuca ele não teria a menor chance. |
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Esperava muito mais do filme, principalmente do Diretor Oliver Stone.Filme maçante, confuso e com enfoque demais na homossexualidade de Alexander e nas conversas sobre estratégias do seu império. Quem viu Tróia vai achar uma decepção este filme. |
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Não gostei do filme porque:além de ser cansativo, o filme nao mostra de fato as grandes conquistas de Alexandre, e mostra de uma maneira equivocada os costumes daquela época..em suma o filme é podre! |
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Cacete, que filme chato! Eu não conheço a lenda de Alexandre, O Grande, mas imagino que, pra variar, o cinema americano teve que fazer as famigeradas "adaptações pra telona"... o resultado é que o assunto principal do filme acabou sendo a homossexualidade do cara. Apesar do esforço do Collin Farrel, ele não consegue salvar o filme - e pra falar a verdade, acho que ele não foi a melhor escolha pro papel de Alexandre. Decepção total! Se você quer um filme épico de verdade, tente os definitivos "Gladiador" ou "O Senhor Dos Anéis", e esqueça "Alexandre e seus garotões". |
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O filme é muito bom, o problema é o preconceito que as pessoas, o mundo, tem sobre a opção sexual de Alexandre. Tem uma história muito completa, e todos podem até dizer que o filme é péssimo, mas a atuação de Colin Pharrel foi ótima! |
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Gostei do filme,mas,além de supervalorizar o homossexualidade do herói, se esqueceram de ligar fatos e acontecimentos reais à história.Os feitos de Alexandre estão acima de qualquer paixão. A vida dele permanece através do tempo consolidando sua história como um dos poucos heróis reais da humanidade. |
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Parece que Oliver Stone sofreu grande influência freudiana. Em vez de o filme abordar as conquistas de Alexandre, ficou muito preso a "problemas psicológicos" que Alexandre poderia ter,devido à maneira que foi educado pela mãe e outros "dramas familiares" que não sei se têm comprovação histórica.Além disso, a homossexualidade de Alexandre é destacada com exagero, já que os gregos tinham iniciação sexual com homens e era comum o bissexualismo entre eles. E a maquiagem? Um Alexandre oxigenado, homens com pinturas exageradas nos olhos. O que sobra é uma tentativa de mostrar que existiu um conquistador chamado Alexandre. |
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Primeiramente, os autores dos comentários anteriores que conseguirem escrever Colin Farrell e bissexualidade corretamente ganham um doce! Quanto ao filme, aborda de maneira muito boa os relacionamentos amorosos do conquistador macedônio, porém faltou uma demonstração mais evidente de afeto entre Farrell e Jared Leto. O protagonista esteve bem, entretanto ele não foi ajudado pela forte maquiagem e pela péssima tintura de cabelo utilizada. O flash- back da morte do Rei Philip também não ficou bom. As cenas de batalha são as melhores da história do cinema! No fim, o filme é um bom divertimento e dá algumas noções de História. |
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Parece que a história é só sobre gay, é muito podre!Oliver Stone foi um diretor e roterista muito infeliz, por que fez uma história pobre e nojenta. Mostra de uma forma bem explicada que todos os personagens tinham espírito de porco. Não nada de bom, essa história é pior do que a do Laranja Mecânica (que aliás é outra porcaria de filme). |
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ALEXANDRE é a melhor adaptação da literatura feita para o cinema nos últimos 20 anos. Justamente por isto foi um fracasso de bilheterias. Oliver Stone deve ter consultado várias fontes para escrever seu roteiro. Entretanto, me parece foi bastante influenciado pela Bíblia da Humanidade, de Jules Michelet. Afinal, o historiador da mitologia francês foi um dos maiores críticos do macedônio, a quem descreve como um bárbaro sádico e devasso. Na infância, Alexandre foi enjeitado pelo pai. Educado pela mãe, bárbara epirota que se dizia descendente de Aquiles, o menino certamente acabou acreditando que era filho de um deus. O que não deixa de ser verdade, já que pode ter sido concebido durante um dos bacanais de que Olimpias participara à época da concepção (detalhe omitido no filme). Felipe, rei acolho que derrotou os gregos em Queronéia e criou as condições necessárias para a conquista do Império Persa, foi retratado de maneira bastante discreta no filme. Sua glória pessoal acabou sendo ofuscada pela bruxa que tomou por esposa para consolidar sua aliança com o Epiro. Olimpias, personagem central de Oliver Stone, pode ter sido realmente artífice da morte do esposo e da loucura do filho. A carnificina de Gaugamela foi retratada com bastante fidelidade. É impossível deixar de notar a temeridade de Alexandre, que pessoalmente comanda seus cavaleiros por uma brecha no exército inimigo até bem próximo ao carro de guerra de Dario III. Poderia ter sido abatido e colocado tudo a perder, não fosse a providencial intervenção de Clitus. O mesmo Clitus, que apesar de ter salvado a vida de Alexandre em Gaugamela acaba sendo por ele abatido em razão de falar-lhe a verdade quando os macedônios chegam à Índia. Ao contrário de Troy, péssima adaptação da Ilíada em que Patroclos foi retratado como sobrinho e não "preferido" de Aquiles, Oliver Stone ousou retratar fielmente as preferências amorosas de Alexandre. O triangulo amoroso Heféstion/Alexandre/Bagoas, que segundo a maioria dos historiadores antigos realmente existiu, é bastante explorado no épico. Apesar de seus méritos, o filme não emplacou. O público médio, que não conhece literatura antiga e gostaria de ver um Alexandre mais macho e menos bicha deve ter culpado Oliver Stone de tentar agradar o movimento "gay". Trágica ironia, justamente por ter sido fiel à literatura sobre Alexandre, Oliver Stone acabou sendo crucificado pelo público que desconhece a verdadeira face do "macho" que considera um herói. |
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Assisti o filme juntamente com minha noiva. O interessante é que geralmente temos os mesmos conceitos sobre cinema, porém, ela detestou e eu adorei. Único defeito do filme: enfoque demasiado no homossexualismo de Alexandre. |
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O filme é muito bem feito e não deturpa toda a história de Alexandre. Queria ter visto mais batalhas como a do começo do filme, que foi fantástica. Não me arrependi de ter assistido. |
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Ainda pude ler nas críticas feitas anteriormente que "quem gostou de troya vai adorar este filme" ... eu gostei de Troya e odiei este filme. Não tem como comparar!Troya tem história, batalhas, ação. Alexandre só fala sobre o homossexualismo grego. Dava para ter feito um grande filme, um filme maravilhoso, com história... mas não, é só um bacanal. E tem gente que gostou desta porcaria.A única cena bacana é a do Elefante contra o cavalo... mas isto dava para ver no trailler de outro filme, que sem dúvida seria bem melhor. Conseguiu ser pior que Marte Ataca! |
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Gostei do filme. Mesmo estilo do filme "Tróia", porém enfocando o título do filme (o que não acontece em Tróia) de maneira correta. Não acho que tenha enfocado tanto a homossexualidade de Alexandre tanto como dizem. Foi fiel a história, retratando seu homossexualismo, sua garra e estratégias nas batalhas de formas moderadas e equilibradas. |
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Alexandre é um bom Filme, ainda preciso estudar melhor o que a de ficção e o que há de realidade nele, mas é um filme excelente e muito empolgante retrata com detalhes fatos importantes da sua vida, como o seu romance com Hephaestion. Entretanto ele peca um pouco no quesito tempo, 3hs e 15 min de duração foram exagerados, pois tornaram o filme um tanto cansativo, mas nada que diminua a grandiosidade do filme. |
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Muito pior que o TRÓIA, com cenas de batalhas muito grandes e cansa bastante o espectador. Não tem ritmo e a Angelina Jolie é nova demais para fazer papel de mãe do Colin Farrell. |
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Aposto que se Alexandre amasse intensamente uma mulher, as pessoas não fariam tanto estardalhaço. ótimo filme...mas a participação da maravilhosa angelina jolie foi frustrante. |
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Uma super produção muito bem feita e gravada.Em partes do filme você fica com sono,mas a história te prende do início ao fim.A atuação de Colin Farrel e Angeline Jolie está impecável.Um grande filme que deveria ganhar mais indicações ao Oscar. |
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Eu amei o filme perto de tróia é mil vezes melhor. Pois Holiwood faz todos serem heteros e todo mundo que tem um pouco de conhecimento histórico sabe que naquela época todos tinham seus amantes homens.Platão e Socrates,Aquiles e Patroclo,Hefastion e Alexandre. E muitos outros casais da história. EU AMEI O FILME. |
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Um absurdo é esse filme ser comparado as porcarias q merecem o troféu framboesa.Suas interpretações foram muito boas assim como figurino, fotografia e toda a produção em geral. Uma pena q na parte mais importante do filme q é o roteiro, este filme mostre seu ponto fraco. E além do mais, para alguém q conquistou mais de 80% do mundo a base de guerras, esse filme merecia melhores sequências de ação dignas de um grandioso épico como Coração Valente. |
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O filme eh otimo, mostra bem o lado mito e humano de Alexandre. Os atores estao perfeitos, principalmente Angelina Jolie que foi PERFEITA para o papel. Criticas injustar para um filme tao bem produzido! |
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O filme é imperdível. Desconsidere qualquer nota baixa recebida pois certamente provém de pessoas preconceituosas. A música de Vangelis não ocorre a todo instante como citado por alguns e as cenas de homossexualismo não são mera invenção, mas fatos históricos comprovados e usados de forma inquestionável por Oliver Stone. Por que não 10 ??? Porque sou um cinéfilo bastante criterioso. |
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O filme foi bom. Mexe com a emoção e há uma harmonia no trancorrer da estória, mas deixa de ser fiel ao contexto histórico. Eles pregam que Alexandre é de descendente de Aquiles, mas não há nenhuma evidência disso. Aquiles talves não passa da imaginação de Homero. Alexandre tinha o objetivo de alienar as pessoas, principalmente seus soldados, com as frases: "Macedônios, avancem!" ou "vocês são soldados fortes" tudo isso para prendê-los aos seus objetivos expancionistas e suas perversões. Já o filme "Troia", Aquiles tem um objetivo desalienante, pois não obedece nenhuma autoridade e luta somente para sí. |
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Realmente esperava um filme muito pior do que assisti. Criticaram tanto Alexandre desde a estréia no Brasil, que pensei que ia ver um verdadeiro desastre. Porém me surpreendi com um filme muito bom! Ele não faz jus ao verdadeiro Alexandre, porém que não conhece a fundo a história real não tem como criticar esse filme, pois em aspectos técnicos ele é perfeito! Estou percebendo que muita gente se influencia demais por críticas e antes de ver um filme já tem uma opiniao negativa formada. As cenas gay's existem mas não prejudicam o filme, é só saber que aquilo era normal e pronto! O filme poderia ser muito melhor, é verdade, mas ainda assim supera facilmente Rei Arthur e Tróia. |
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Eu adorei o filme, mas axo que tem pouca acção, mas é giro, espero que façam mais mais mais mais mais para vermos, eu axo que o filme do Tomb Raider é melhor, tem mais acção e aventura, mas gostei deste filme ( Alexandre" o grande " ), adeus, e espero que façam mais filmes do Tomb Raider, são muito fixes, adorei, continuem assim que vão vender muitos filmes, a anjelina jolie, é a melhor actriz do mundo!!! Não á melhor, eu tenho 13 anos, eu tenho o mail da angelina, eu depois mando-lhe uma mail, para falar com ela! |
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As críticas sobre este filme simplesmente mostram o quanto a sociedade é preconceituosa. As cenas bissexuais foram na medida certa, nada de exageros como declaram. O filme foi espetacular do começo ao fim, e não chega as pés de Tróia. Muitos precisam repensar os seus valores e admitir que são hipócritas e preconceituosos. |
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O filme nao explorou bem o lado sonhador de alexandre, deu a entender q alexandre nao passou de uma pessoa ambiciosa, sem falar q as poucas batalhas q retratou o filme(porem bem feitas as cenas) deixou a desejar...o cenario e os atores estavao otimos, mas o filme enrolou enrolou enrolou, e naum explicou nada.a unica coisa de boa no filme foi a bunda do Colin Farrell. |
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O filme tem uma bela fotografia, ótimas cenas de batalhas, cenários e maquiagem perfeitos. A idéia de apresentar a narração como uma aula do personagem de Anthony Hopkins permite que, mesmo aqueles que não têm conhecimento de História entendam o filme. Ainda assim, o roteiro mostrou a história muito 'recortada', o que tornou o filme menos interessante. Outro ponto positivo foi a ênfase que se deu ao lado humano do herói na relação com os pais e com os amantes. No entanto, Alexandre foi retratado muitas vezes como um homem muito frágil e chorão e sua genialidade como guerreiro e sua sabedoria não foram mostradas com a mesma intensidade que suas fraquezas, o que tornou o personagem pouco carismático. O elenco foi bem escolhido, embora não chegue a brilhar, Collin Farrel também não deixou tanto a desejar. A polêmica em torno da homossexualidade de Alexandre não se justifica, pois, embora ela tenha ficado explícita, não houve cenas nem de beijo entre Alexandre e Hefestion. |
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Ver o filme foi bom, o triste foi ler os comentários feitos ao filme! Realmente a obra peca na falta de abordagem do heroísmo de Alexandre - que parecia ser um fantoche nas mãos de seu pai, sua mãe, esposa e amante-amigo. Mas essa história de que o filme foi só homossexualismo é pura besteira de preconceituoso. |
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Pelos atores... merecia um Filme melhor ... Cansativo e Totalmete perdido |
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Um épico, que consegue bons resultados visuais, embora esbarre em alguns textos e interpretações.
Todos nós já aprendemos ao menos o básico da biografia de Alexandre na escola, afinal ele foi o maior conquistador que a humanidade já viu. Alexandre - o Grande sem dúvida deve ter sido um trabalho monstruoso para os roteiristas mas entre tanto material disponível, eles às vezes tomam decisões duvidosas em relação ao que acabou sendo mostrado no produto final. Temos muitas (e longas) cenas de relacionamento (seja entre amantes, mãe ou esposa) que mostram que o filme tentou desvendar sua vida pessoal, deixando muitas partes de sua vida como conquistador de lado. O resultado é uma mistura entre cenas de ação (espetaculares) e tragédias pessoais que em pouco tempo tornam-se cansativas.
Se ao menos tais tragédias pessoais tivessem sido realizadas de forma certa, o filme seria muito melhor. As interpretações, sobretudo Rosario Dawson, a primeira esposa de Alexandre, fazem algumas cenas de textos razoáveis soarem ridículas na tela. O filme é bem pretencioso em seus diálogos, mas saindo da boca de atores e atrizes de capacidade duvidável, a maioria deles soam ridículos. Anthony Hopkins é o narrador da história, e nem deve ser contado como parte do elenco(e o mesmo nem se identifica no meio de sua história entre os homens de Alexandre). Colin Farrell, surpreendentemente, acabou sendo uma das poucas boas surpresas do filme. Seu personagem é complexo, podendo até mesmo ganhar a simpatia do público com sua personalidade(não apenas neste filme). Val Kilmer, Angelina Jolie e outros dispensam maiores comentários interpretam do jeito que estão acostumados, nem tão ruim nem espetacular.(e eu discordo com as indicações ao framboesa de ouro deste filme, exceto pelo roteiro)
O filme surpreende ao não mostrar uma quantidade enorme de batalhas porém estas são sensacionais.A intensidade, a trilha sonora de sons graves e muito bem colocados, gerando tensão e ansiedade, as expressões dos combatentes, enfim, tudo muito bem feito. Mas a sequência falha em demonstrar o incrível nível estratégico de Alexandre para o público a não ser nas cenas aéreas, fica difícil visualizar na prática seu planejamento de vitória mas isso nçao tira o esplendor da cena. A batalha final também não é menos interessante, embora assuma características bem diferentes.
No final das contas, pode-se dizer que Alexandre certamente não apresenta o que muitos esperavam, que foi muita ação, tentando desenvolver o lado pessoal do general e conquistador. O maior problema é que é um filme muito longo e o excesso de diálogos (vários irrelevantes) acaba por ser o maiorp roblema do filme. O filme também recebeu uma montagem no mínimo insatisfatória. Na tentativa de mostrar um pouco de cada período da vida do personagem (infância, adolescência e fase adulta).
Mesmo sendo irregular (para não dizer "chato"), não apresentando muita ação ou ao menos tragédias pessoais que realmente valham a pena serem assistidas, Alexandre é um filme bom e deveria ser assistido no mínimo pelo seu visual sensacional (fotografia variadíssima) e pela trilha sonora muito boa nas cenas de batalhas. Colin Farrell mostrou bastante talento, embora ainda não o suficiente para colocá-lo entre os melhores atores da atualidade. Pelo menos provou seu carisma e atitude. Não é um épico para gerações, apenas um filme que provavelmente será lembrado daqui alguns anos com comentários indiferentes.
Em resumo, é um bom filme(não é um épico ao nível de O senhor dos Anéis, longe disso, mas sim um épico), mas poderia ter sido melhor se tratando da Biografia de Alexandre, o diretor poderia ter , focado em Alexandre como um gênio nas batalhas, e apesar dos fatos dele ser bissexual, o diretor quis focar demais nessa parte de sua vida e(na minha opinião, com todo respeito) não é algo que gostei de ficar vendo no filme. Porém este filme será que nem Cleópatra (década de 60) um filme muito criticado em sua época e hoje aclamado por vários críticos. |
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Assim como tivemos a representação perfeita da educação cavalheiresca no filme troy, aqui temos um dos maiores personagens do difusionismo, Alexander e a educação helenística. Perfeito! |
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Alexandre: Oliver Stone é um dos maiores diretores vivos da contemporaneidade, diretor de filmes maravilhosos, como: JFK - A Pergunta que não quer Calar, Nixon, Platoon, Nascido em 4 de Julho, Comandante, etc., um melhor que o outro, mas sempre polêmicos; filmes grandiosos, mas nem sempre reconhecidos de imediato pelo público e pela crítica, contundo acabam se tornando "cults"; é o caso de "Alexandre", fracasso de bilheteria e renegado pela crítica, mas que é um épico muito melhor, que, por exemplo, "Gladiador", "Tróia", etc.; mostra não só o lado guerreiro e conquistador, do imperador macedônio, Alexandre, O Grande (Colin Farrell, se não numa atuação perfeita, pelo menos segura), que conquistou o mundo todo, que era conhecido naqueles idos, mas mostra também e isso é o forte do filme sua vida pessoal, como ele lida com o alcoolismo e a indiferença do pai, Philip (Val Kilmer, excelente!), e com a mãe possessiva e manipuladora, Olímpia (vivida pela fraca atriz Angelina Jolie), uma mãe que é na verdade quem leva, pelo menos, no início e de forma indireta, a Alexandre se tornar o grande conquistador que foi; o filme também mostra a insegurança pessoal e íntima de Alexandre, suas dúvidas, medos e receios, só acho que não tratou muito bem a questão do bissexualismo ou homossexualismo, de Alexandre, ficou uma coisa caricata e cômica, que fazia até as pessoas rirem nas salas de cinema; destaque para a atuação sempre segura de Anthony Hopkins, como Ptolomeu, que serve de narrador onisciente dos fatos acontecidos, que ele próprio presenciou no passado; as cenas de batalhas são muito bem feitas e executadas, dando o tom épico do filme; no conjunto, um filme com a assinatura do excelente cineasta Oliver Stone! Nota: 7. |
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Um filme bem abaixo dos padrões e da categoria de Oliver Stone. Trata-se de um filme chato, longo e arrastado, e as cenas de batalha esporádicas não chegam a empolgar. O filme peca muito também pela falta de ritmo e o foco dado à vida amorosa de Alexandre em dwtrimento excessivo de suas grandes conquistas e conflitos que não seja apenas o sexual. Angelina Jolie e Anthony Hopkins infelizmente fazem mera figuração. É elogiável a boa fotografia, direção de arte, figurinos e toda a parte técnica em geral, e até recomendo que seja assistido pelo menos 1 vez, mas por ser arrastado é o típico filme difícil de ser visto uma 2ª vez em um espaço curto de tempo. Mas infelizmnete, por gostar de Oliver Stone, não recomendaria para locação no final das contas. |
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