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Albergue Espanhol

titulo original: (L'Aubergue Spagnole)

lançamento: 2002 (França) (Espanha)

direção: Cédric Klapish

atores: Romain Duris , Judith Godrèche , Audrey Tautou , Cécile De France , Kelly Reilly

duração: 115 min

gênero: Comédia Romântica

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:L'Aubergue Spagnole
  • gênero:Comédia Romântica
  • duração:01 hs 55 min
  • ano de lançamento:2002
  • site oficial:http://www.marsfilms.com/auberge/
  • estúdio:Bac Films / France 2 Cinéma / Studio Canal / Vía Digital / Ce Qui Me Meut Motion Pictures / Mate Films / Mate Producciones S.A.
  • distribuidora:20th Century Fox Film Corporation
  • direção: Cédric Klapish
  • roteiro:Cédric Kaplish
  • produção:Bruno Levy
  • música:Loïc Dury
  • fotografia:Dominique Colin
  • direção de arte:
  • figurino:Anne Schotte
  • edição:Francine Sandberg
  • efeitos especiais:

imagens - 10

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sinopse:

Xavier (Romain Duris) tem 25 anos e está terminando o curso de Economia. Um amigo de seu pai lhe oferece um emprego no Ministério da Fazenda, mas para assumir o posto o rapaz precisa saber a língua espanhola. Ele decide acabar seus estudos em Barcelona, para aprender a língua. Para isso vai ter que deixar Martine (Audrey Tatou), sua namorada há quatro anos. Ao chegar em Barcelona Xavier procura um apartamento no centro da cidade e acha um em que deve morar com sete estudantes, todos estrangeiros. Com eles Xavier vai descobrir a autonomia e a sexualidade e iniciar a vida adulta.

elenco:

  • Romain Duris (Xavier)
  • Judith Godrèche (Anne-Sophie)
  • Audrey Tautou (Martine)
  • Cécile De France (Isabelle)
  • Kelly Reilly (Wendy)
  • Cristina Brondo (Soledad)
  • Federico D'Anna (Alessandro)
  • Barnaby Metschurat (Tobias)
  • Kevin Bishop (William)
  • Xavier de Guillebon (Jean-Michel)
  • Wladimir Yordanoff (Jean-Charles Perrin)
  • Irene Montalà (Neus)
  • Javier Coromina (Juan)
  • Iddo Goldberg (Alistair)
  • Martine Demaret (Mãe de Xavier)
  • Olivier Raynal (Bruce)

comentários

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Francisco Russo
02/01/2002
nota:Rate06
Trata-se de um filme bastante irregular, mas com alguns momentos muito bons. O início de "Albergue Espanhol" não traz nenhuma motivação para o restante do filme: arrastado e sem graça, ele passa a impressão que todo o filme será no mesmo ritmo. O filme apenas se torna interessante quando Xavier consegue ser um dos hóspedes do albergue do título. Na verdade o albergue espanhol é uma metáfora para a Europa atual, com várias culturas distintas abrigando um mesmo teto. Dentro do albergue há pessoas dos mais diversos países: França, Dinamarca, Itália, Inglaterra, Espanha, etc, cada um deles com suas próprias características que, uns mais outros menos, retratam seu próprio povo. Esta coexistência de diversos estilos e culturas é o que há de melhor no filme, fazendo com que "Albergue Espanhol" melhore consideravelmente após uns 20 minutos. É neste período também em que ocorrem as melhores cenas do filme, em especial a corrida desesperada de todos os hóspedes para salvar Wendy, que, sem saber que está para receber a visita surpresa de seu namorado, está com um homem em seu quarto. Infelizmente o filme consegue se sustentar como boa diversão apenas enquanto o albergue e seus hóspedes são retratados em cena, o que causa uma grande instabilidade na trama. O final, assim como o início, é morno e um tanto quanto sem graça. E se você tem interesse em ver o filme por estar em seu elenco Audrey "Amelie Polain" Tautou, um aviso: sua personagem é quase uma participação especial da atriz, com ela pouco aparecendo em cena. Diverte, mas poderia ser bem melhor.
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Carinaa
03/01/2002
nota:Rate010
Simplesmente adorável! Principalmente para quem já experimentou ou quer experimentar a aventura de viver longe do certo e acomodado mundo no qual cresceu... O filme tem cenas antológicas, com as quais o humor (e as gargalhadas!) fluem naturalmente, fugindo do ultrapassado gênero americano de fazer piada. Vale a pena se deixar envolver pela trama e captar os momentos sensíveis.
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Juliana Amorima
04/01/2002
nota:Rate08
Um filme simples mas cheio de reflexões! Ser estrangeiro no meio dos nossos! ser comunidade europeia e ser francês! Muito bem feito e ninguém tentou ser estrela1 PArabéns pro pessoal, em especial para o Bishop que conseguiu ser hilario!
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Renato Adissi
05/01/2002
nota:Rate010
Bem editado,original, engraçado,cativante. Quem não viu Albergue Espanhol, vale apena. Bem diferente das grandes aventuras de personagens bobões ou espertalhões de American Pie. Qualquer um que também fez parte de algum programa de intercâmbio cultural (eu fiz para a Austrália) se identifica e se emociona...Sem dúvida, Albergue Espanhol vai para a minha lista dos Best deste ano.
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Cadu
06/01/2002
nota:Rate010
Como é bom ver filmes de jovens normais no cinema, sem recursos engraçadinhos de roteiro ou montagem, com texto afiado e momentos dignos de aplauso em cena aberta. Confiram como pode ser fantástica a vida em grupo e o que ela pode proporcionar ao seu crescimento enquanto sujeito!
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Ritaa
07/01/2002
nota:Rate010
Ótimo filme sobre a transição pelo qual todos um dia passamos depois que acabamos a faculdade e estamos definindo o futuro. Acho que todo mundo um dia já viveu as angustias do personagem, principalmente quando optou por morar fora do país, longe da familia e das pessoas que gosta.
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David Elias Murad
08/01/2002
nota:Rate010
Que filme bom! É divertido, emocionante, cativante, enfim um aprendizado sobre a passagem da juventude para a vida realmente adulta. Mostra a busca do sonho de criança, ainda que enrustido, mas presente nas pessoas. As atuações são divertidíssimas é impressionante como nos identificamos, como parecemos conhecer cada um dos personagens e como ficamos com vontade de largar tudo e seguir intensamente, sem medo do que está por vir. Sinceramente, vale a pena.
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Décio Só
09/01/2002
nota:Rate010
Audrey Tautou perde o brilho, mas o cinema frances produz uma das melhores películas da atualidade... Um filme maravilhoso que mostra o cotidiano verossimilhado em um francês globalizado, sem estilizar ninguém o filme mostra a beleza de cada ser diferente e a grande sacana de sermos importantes e inesquecíveis uns para com os outros. Um filme que agrada a críticos competentes, mochileiros de plantão, romanticos cinéfilos, bicho-grilos e quem mais assistir... Vive la france!
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José Augusto de Freitas Sobrinho
10/01/2002
nota:Rate09
Leve, rápido e cosmopolita.A identidade cultural de todos aqueles que já viveram numa "república", doméstica ou internacional, onde asidiossincrasias e costumes afloram fatalmente.
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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
11/01/2002
nota:Rate06
Xavier (Romain Duris) é um estudante de economia francês, que com a finalidade de conseguir um bom emprego após a sua formatura, recebe a dica de estudar espanhol da parte de um ex-colega de seu pai. Depois de enfrentar uma enorme burocracia, ele consegue ser aprovado pelo programa "Erasmo", para estudantes universitários, e pega o avião em Paris para aterrisar em Barcelona. Já no aeroporto ele conhece o casal formado por um neuro-cirurgião logorréico e sua esposa, Anne-Sophie (Judith Grodeche). É no apartamento do casal que Xavier permanece nos primeiros dias da capital da Catalunha. Após vários telefonemas e visitas, Xavier é aprovado a entrar numa república, cujos membros eram originários dos mais variados países: Wendy (Kelly Reilly) é inglesa; Soledad (Cristina Brondo) é a única espanhola; Lars (Christian Pagh) é dinamarquês; Alessandro (Federico D´Anna) é italiano; Tobias (Barnaby Metschurat) é alemão; Isabelle (Cecile De France) é belga. Enfim, o albergue espanhol seria um microcosmo do resultado da união européia. O narrador Xavier que é um francês enfadonho e "certinho" no início do filme, vai ganhando em vitalidade e alegria ao entrar em contato com as mais variadas influências culturais e afetivas. O convívio multinacional e multiracial é possível, cada um com seu sotaque, seu comportamento, sua sexualidade, enfim, com suas idiossincrasias. Ao retornar para Paris após um ano de estadia em Barcelona, Xavier desiste do seu emprego como economista voltado para o mercado espanhol e decide escrever um livro, cujo título é homônimo ao do filme que ora analisamos. Viva a utopia, é o mote de Cédric Kaplich. Barcelona, na sua visão, tornou-se a capital mundial do amor e da tolerância. Cédric, certamente, gostaria que tal espírito se espalhasse por todo o continente europeu. O excesso de personagens obriga o roteiro a dar uma visão superficial de todos eles. O ator Romain Duris não tem o carisma necessário para conquistar o espectador. Não fossem esses detalhes o resultado seria muito melhor.
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Guglielmo Tsceletti
12/01/2002
nota:Rate010
O legal do filme é o preconceito dos ingleses representado por William em relação ao resto da europa. Esse filme representa bem a universalidade atual onde as barreiras culturais foram quebradas e onde as visões conservadoras representada pelo professor catalão forma ultrapassadas.
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Sérgio Nazareth Semerdjian
13/01/2002
nota:Rate09
O filme é muito bom, só não dou 10 por que até a metade a historia gira toda em torno do personagem principal. Particularmente eu esperava ver mais a vida de todos os estudantes da casa. Isso acontece mais pro fim, e aí sim o filme fica ótimo. Consegue te envolver.
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Bernardo
14/01/2002
nota:Rate010
Este filme é muito bem elaborado, mostrando belas paisagens da Espanha e da França e com um conteúdo simples porém mostrado de uma forma interessante e atrativa Recomendo este filme a todos que gostam das obras cinematográficas européias.
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Marinaa
15/01/2002
nota:Rate09
O Filme é muito bom, por inúmeros motivos...mostra como é importante corrermos atrás de falar uma outra língua, como o ir para outro país pode ser maravilhoso, as individualidades de cada um e de cada cultura, mostra que a homosexualidade não é um bixo de sete cabeças como muitos pensam...Além de mostrar aquele belíssimo cenário que é Barcelona, de simples praças até as incríveis obras do arquieto Gaudí,como o Templo da Sagrada Família e o Parc Guell, que colorem a cena.
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Fabneto
16/01/2002
nota:Rate09
O filme é um espelho para quem estuda fora e enfrenta as dificuldades da realidade que enfrentamos no cotidiano. Amei! Para quem vai estudar fora é uma prévia do que irá encontrar na análogia.

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crítica do adorocinema

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