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A.I. - Inteligência Artificial

titulo original: (A.I.)

lançamento: 2001 (EUA)

direção: Steven Spielberg

atores: Jude Law , Frances O'Connor , Jake Thomas , Sam Robards , William Hurt

duração: 146 min

gênero: Ficção Científica

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:A.I.
  • gênero:Ficção Científica
  • duração:02 hs 26 min
  • ano de lançamento:2001
  • site oficial:http://www.aimovie.com
  • estúdio:DreamWorks SKG / Warner Bros. / Stanley Kubrick Productions
  • distribuidora:DreamWorks Distribution L.L.C. / Warner Bros.
  • direção: Steven Spielberg
  • roteiro:Steven Spielberg, baseado em conto de Brian Aldriss
  • produção:Bonnie Curtis
  • música:John Williams
  • fotografia:Janusz Kaminski
  • direção de arte:Tom Valentine
  • figurino:Bob Ringwood
  • edição:Michael Kahn
  • efeitos especiais:Industrial Light & Magic

imagens - 15

A.I. - Inteligência Artificial A.I. - Inteligência Artificial A.I. - Inteligência Artificial A.I. - Inteligência Artificial A.I. - Inteligência Artificial A.I. - Inteligência Artificial A.I. - Inteligência Artificial A.I. - Inteligência Artificial A.I. - Inteligência Artificial A.I. - Inteligência Artificial A.I. - Inteligência Artificial A.I. - Inteligência Artificial A.I. - Inteligência Artificial A.I. - Inteligência Artificial A.I. - Inteligência Artificial

sinopse:

Na metade do século XXI, o efeito estufa derreteu uma grande parte das colatas polares da Terra, fazendo com que boa parte das cidades litorâneas do planeta fiquem parcialmente submersas. Para controlar este desastre ambiental a humanidade conta com o auxílio de uma nova forma de computador independente, com inteligência artificial, conhecido como A.I. É neste contexto que vive o garoto David Swinton (Haley Joel Osment), que irá passar por uma jornada emocional inesquecível.

elenco:

comentários

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Henrique Miura
02/01/2001
nota:Rate06
Decepcionante! Acho que criei muitas espectativas falsas com o filme, mas o filme cumpre sua proposta em contar a trajetória de David, um garoto "meca" que é adotado por uma família cujo filho "normal" está em coma! A rejeição da mulher no início acaba sendo apagada com o carisma e a ingenuidade que o garoto transmite, sempre sorridente e simpático! A coisa se complica quando o filho natural sai de coma e volta para casa, os problemas de relações entre os garotos acaba se complicando e o jovem Martin faz de tudo para "manchar a imagem do garoto", e consegue! Agora a mãe terá de abrir mão do David, pois a vida já está correndo perigo perante a essa situação! Como ela pegou muito gosto pelo garoto, não quer sua destruição, ela o deixa em uma floresta (uma cena bastante melancólica!)Agora o garoto quer ir atrás de fada azul, pois ele acredita que ela possa transformá-lo em humano de verdade. No meio de um roteiro fraco ele conhece um gigolô "meca", que tentará ajudá-lo com seu sonho! Este personagem é muito bem atuado pelo excelente Jude Law!O filme tem belas sequências, como a sensacional perseguição na floresta, muito bem feita! O filme ainda passa por bons momentos de diálogos, boas situações engraçadas. O jovem Haley Joel Osment já provou ser um garoto prodígio, aqui ele está perfeitamente bem (forte candidato ao Oscar!). Ele errou em fazer o péssimo "A Corrente do Bem", mas qual grande ator não erra? Mas ele não conseguiria segurar um filme deste porte sozinho e a esperteza do Steven Spielberg foi crucial na parte do filme encantar. Ele colocou um superbrinquedo urso na história, que acabou dando uma simpatia maior ao filme!Até um pouco mais da metade do filme ,ele consegue ser interessante e bastante criativo ,mas quando ele caminha para seu final ,começa a ultrapassar a barreira do inverossimel ,o absurdo toma conta do roteiro ,e chegamos ao final estupendamente horrivel e arrastado ,chato e abobalhado ,idiota e cretino ,um erro fundamental para um resultado geral do filme ,que fica insatisfatorio!"A.I." não é um filme ruim, mas fica devendo muito em quetão de qualidade. Agora, fugindo um pouco à originalidade, em minha opinião "Kubrick faria totalmente diferente, isso eu tenho certeza". Não digo que o resultado seria melhor ou pior, seria apenas diferente! O elenco carrega bem o filme, o urso foi uma jogada boa para conquistar o público (e ele é bem simpático mesmo, supercarismático!). Se o filme acabasse 1 hora antes o resultado seria bem melhor, mas temos que ser torturados com o final! Uma pena, mas esse filme é decepcionante!
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Fábio J.J.
03/01/2001
nota:Rate09
O filme é bom mesmo. Sacadas geniais, atores soberbos e um roteiro estupendo fazem desse filme um sério concorrente a melhor filme no Oscar. O filme, embora tudo de bom que tem, possui um deslize no final, pois, do nada, vira uma coisa toda etérea e sobrenatural. Se tivesse acabado uns 20 minutos antes, seria perfeito! Não que o final seja ruim, de jeito nenhum, ele é até bom pois deixa cada um tirar suas próprias conclusões sobre o que acontece, mas perdeu a carga emocional que um final mais trágico daria.É necessário ressaltar a atuação do Jude Law. O Haley Joel Osment estava ótimo, mas o Jude Law arrasou. Roubou todas as cenas em que apareceu e, esse ano, não fica por trás no Oscar, com certeza.
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Gabriel Marao
04/01/2001
nota:Rate08
Filme destinado aos amantes da tecnologia, não só os amantes da tecnologia de produção mas como tecnologia como pano de fundo. Usando efeitos digitais impressionantes o filme com certeza neste quesito cativa o mais tradicional espectador, mas o grande problema talvez seja que se você nunca realmente pensou o como um ser robótico com inteligência artificial seria. Você pode demorar um pouco a perceber todas as questões envolvidas no filme, mas não é preciso se desesperar, pensando nisso foi feito nos primeiros minutos do filme um explicação para que você entenda do que o filme se trata. O filme é extremamente sensível e trata das questões mais antigas da civilização, tais como, rejeição, amor, sonho, preconceito, e mais uma tonelada de conceitos que podem muito bem se aplicar em nossa geração. Temos que sempre lembrar que, apesar de ser um filme de Spielberg, demoraram oito anos de pesquisa e e storyboard de Stanley Kubrick. Em resumo, vá ver o filme com a mente aberta e perceba questões contemporâneas em um filme futurista. É um filme interessante com um final mais interessante ainda, mas um aviso: não se prenda só as questões mostradas de modo direto no filme, veja além disso e você com certeza irá curtir o filme.
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Rafael Carneiro Rocha
05/01/2001
nota:Rate010
Não poderia ser diferente. O trabalho conjunto de dois craques na arte de fazer filmes tinha mesmo que resultar em uma obra inesquecível. "A.I." é divertido, instigante e, ao contrário de quase tudo o que é feito hoje, duradouro. O respeito de Steven Spielberg à concepção inicial de Stanley Kubrick foi tal que, em alguns momentos, tem-se a impressão que a mesma mente criativa de "2001", "Laranja Mecânica" e outros grandes filmesé a condutora da trama. Sonho, realidade, tecnologia, destruição, olhos abertos, olhos fechados e até mesmo um pouco de sexo estão lá.Porém, o filme tem a sensibilidade de Spielberg. O equilíbrio, a frieza e o racionalismo de Kubrick não conseguem ter ressonância nas vontades de David, o garoto meca que sonha ser real. Haley Joel Osment, que lhe interpreta, é um caso raro na história do cinema. Os atores mirins de qualidade geralmente emplacam em apenas um filme e depois ou caem no esquecimento ou participam de produções descartáveis. E isso não está acontecendo com Osment. Ele teve uma pequena, mas significativa, participação em "Forrest Gump", foi indicado ao Oscar por "O sexto sentido" e se destacou em "A.I.", o primeiro filme do século XXI merecedor da alcunha de clássico.
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José Frazão de Aquino
06/01/2001
nota:Rate07
Esperado debaixo de enorme "frisson", esse Spielbergé aquele filme que poderia ter sido e que não foi. Perdeu-se na ambivalência de ser um filme idealizado por Kubrick e realizado por Steve. O filme fica dividido em três partes: a) O início (até o momento em que David é abandonado na floresta), é Kubrick no que ele tinha de melhor: pessimista, visionário, angustiado com o destino da espécie humana; b) da luta pela sobrevivência de David até o encontro da estátua da "Fada Azul" no fundo do mar (quando o filme deveria ter terminado), é Spielberg no que ele sabe fazer como ninguém: futurista, aventureiro, técnica impecável; c) daí até o finalé um melodrama, uma fantasia, um mimo para o público infantil sair satisfeito; mas, que estragou o lado bom. Mais uma vez, desempenho admirável do jovem ator Haley Joel Osment, na difícil tarefa de compatibilizar o meca/máquina com o meca/sentimento, sem jamais ser meca/orga. Perfeito!No final, a marca de Stanley Kubrick para ser discutida à exaustão: a máquina poderá vir a amar o humano. Mas a capacidade de amar do ser humano será ilimitada, ao ponto de ele vir a amar uma máquina? Quem viver, verá!
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João Paulo Ferreira
07/01/2001
nota:Rate06
O começo e o meio do filme são bacanas, mas a parte final é desastrosa (Kubrick deve estar se remexendo em seu caixão). E Spielberg justifica a fama de "manipulador de emoções": o filme que deveria ser sombrio acaba com um "final feliz" (numa das maiores forçações de barra da história do cinema).
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Marcelo Santiago
08/01/2001
nota:Rate08
O filme é um híbrido: Steven Kubrick ou Stanley Spielberg? "A.I." é estranhíssimo, como se o apelo emocional de Spielberg e a frieza impessoal de Kubrick se fundissem. O resultado é surpreendente, imprevisível - quem espera um puro Spielberg ou um puro Kubrick vai se decepcionar profundamente. "A.I." é muito bem atuado, produzido, tecnicamente impecável. O ponto polêmico é o roteiro, que desemboca (após ameaçar acabar e reiniciar várias vezes) num final emocional e bizarro. Quem imaginaria esse final?! A pessoa que imaginou os finais bizarros de "2001 - Uma Odisséia no Espaço", "De Olhos Bem Fechados" etc. ou a que imaginou os finais emocionais de "E.T.", "A Lista de Schindler" etc? Talvez as duas juntas.
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Fábio Emerenciano
09/01/2001
nota:Rate08
O que mais esperar de um filme idealizado por Stanley Kubrick e dirigido por Steven Spielberg? "Inteligência Artificial" é interessante e sensível. É obviamente um filme sobre o amor. Não o "surrado" romance de sempre, mas o amor puro entre mãe e filho. O filho em questão aí é Haley Joel Osment, cujo personagem demonstra uma boa carga dramática ratificando o talento do menino. Frances O' Connor, mais uma vez, brilha. O roteiro não é tão original e lá pelo meio do filme temos uma sensação que tudo vai descambar para uma trama sem lógica, mas aí a gente lembra que por trás das câmeras está o mestre Spielberg. Não dá outra: o filme vira uma ótimo drama. Imperdível.
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Carlos Massari
10/01/2001
nota:Rate08
O filme é muito bom, acho que Kubrick se orgulharia!!! Spielberg conduziu o filme com firmeza, fez com o seu estilo mas sem deixar de lado a mão de Kubrick. As cenas são detalhadas minunciosamente, como o mestre fazia, e emocionais no estilo de Spielberg, algo que ficou meio mágico na tela!!! O som era sofrível e a imagem tava meio fraca (é falha do projetor mesmo, o cinema é bem legalzinho!) mas mesmo assim deu pra se divertir!!!A história é sobre David, um menino-robô programado para amar que é adotado por um casal cujo filho real está em coma! Só que quando o filho sai do coma ele começa a atrapalhar David, e os pais acabam abandonando-o em uma floresta!!! (Uma cena brilhante!). A partir daí ele e o ursinho Teddy querem ir atrás da fada azul, que pode tranformá-lo em um menino normal!!!O elenco é o grande ponto do filme! O Haley Joel Osment deve receber uma indicação ao Oscar, sua interpretação foi muito boa, mas certa mesmo, na minha opinião, é a indicação a ator coadjuvante de Jude Law, uma interpretação muito boa mesmo! O Spielberg soube levar bem o elenco!!! Ah, não posso esquecer de citar o ursinho Teddy, um personagem muito legalzinho (não foi idéia do Spielberg, ele existe no conto "Superbrinquedos duram o verão todo", no qual o filme foi baseado!)O final de "A.I." vem sendo bem criticado, mas nem é tão ruim!!! Tá certo que se parasse no "falso final" que apresenta ficaria melhor, mas ele não compromete o filme!!! Misturar o conto de fadas foi uma boa idéia, mas não é um filme infantil! O final foi meio que uma assinatura de Spielberg, onde ele abriu mão de Kubrick (que poderia fazer qualquer coisa, mas aquilo não faria!!!)Enfim, "A.I." é sim um belo filme, não é uma obra-prima, não é um filmaço, mas vale a pena ser assistido. O final é uma questão de opinião, sinceramente eu acho que Spielberg não faria coisa diferente de jeito nenhum! Mas é o estilo dele e isso não faz "A.I." deixar de ser um bom filme!!!
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Wendell D. Andrade
11/01/2001
nota:Rate09
O filme é visualmente um primor, a cena de Manhathan debaixo d'água é excepcional, Haley Joel dá um show a parte em uma performance superior a de "O Sexto Sentido", parece ser um Tom Hanks em miniatura. Jude Law também não fica atrás e tem uma bela atuação, tudo isso com a direção espetacular de Spielberg. Se não fosse a duração exagerada do filme e algumas quedas de ritmo, teria tudo para ser um dos melhores filmes de Spielberg, porque pra mim já é um dos melhores filmes do ano.
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Alysson Alves
12/01/2001
nota:Rate04
Para aqueles que vão ao cinema para ver um filme de ficção eu não recomendo gastar com o ingresso. Este filme é um drama com uma história ambientada no futuro. Além do mais a história não flui com uma rapidez desejável. Por ser um filme de Steven Spilberg estou dando uma nota baixa. Esperei mais deste filme.
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Eduardo Rodrigues Gomes da Costa
13/01/2001
nota:Rate06
Um filme que todos esperavam ser bom decepcionou! A direção de Kubrick teria sido muito melhor... Fiquei 2 horas e meia vendo um filme sem "tempero", uma ficção-dramática muito fraca pro meu gosto... O roteiro do filme é bom, bem diferente e semi-previsível. O final bem louco e Cinderela eram previsíveis, já que o diretor foi Spielberg. Pra mim poderia ter cortado 1 hora de filme que não iria fazer diferença. Mas a atuaçao do jovem e promissor Haley Joel Osment está ótima, o resto do elenco é descartável. Os efeitos do filme são belos, bem trabalhados que nos dão a impressão de serem reais. Os robos ficaram perfeitos! Quanto a trilha sonora: simples... praticamente não há... Bem, para mim a nota fica pros efeitos especiais e para o talento de Osment.Dica: Compre dois refrigerantes e uma pipoca bem grande, de preferência com sal, uma vez que o filme não tem um tempero agradável. Você irá precisar pra aguentar 2 horas e meia de filme.
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Diego Custódio Borges
14/01/2001
nota:Rate010
"A.I." ao final, quando as luzes se acendem no cinema, parece um filme chato, bobo e muito sentimental para outros. Entretanto, a ingenuidade é acreditar no sentimentalismo aparente do filme. Ele é extremamente cruel. As cenas finais parecem realmente um final feliz, quando tudo se realiza para David (Osment em uma atuação magnífica). Mas não é algo tremendamente insano pensar na determinação de uma máquina para chegar aquilo? O amor eterno por apenas algumas palavras e gesto... o amor de David por sua mãe, esse sentimento que maltrata a todos e nos faz felizes não se mostra em sua face mais fria, triste e seca no menino que foi construído somente para amar? Não é esse realmente o objetivo do filme, mostrar o antagonismo desse sentimento? E nos mostra como no antogonismo de Spilberg e Kubrick, que terminam se complementando como duas faces de uma mesma moeda. Enfim, a primeira parte do filme, a introdução do robô na família devastada por uma tragédia familiar é estranha e nos mostra essa artificialidade das máquinas. Mônica, a mãe que tem o filho congelado por os médicos não saberem a cura para a sua doença, está à beira da loucura e seu marido Henry recebe um "presente", o garoto-robô David da sua firma. E tudo transcorre com a adaptação do robô até a total afeição de Mônica com o garoto. Aí o filho sai da criogenia e começam os conflitos, se revelam a crueldade e ingenuidade das crianças. Por fim, ele é abandonado em um mundo sem rumo e nexo, um planeta desequilibrado por tantas catástrofes. Encontra outros robôs como o Gigolo Joe (Jude Law, muito bem também) e vislumbra que os robôs se tornaram tanto o ódio como o pão e circo, e novos "escravos" dos seres humanos. E David ali com seu ursinho falante, Teddy, um super brinquedo da época, tentado entender as pessoas e alcançar seus sonhos de se transformar em garoto de verdade, como Pinóquio com a fada azul . E vai a sua procura em uma Manhatam destruída e lá mais uma vez nos deparamos com a selvageria do capitalismo em relação a questões éticas e morais essencialmente humanas em relação ao robôs. Terminando em um final não como um final de novela, mas sim como a redenção, a sobrivência dos sonhos. Apesar de tanta destruição que a humanidade pode nos trazer.
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Marcos Grillo
15/01/2001
nota:Rate010
Trata-se de um filme estupendo. A genialidade de Spielberg mesclada com a profundidade de Kubrick resultou num conto de fadas humano, demasiado humano, que enseja sérias reflexões sobre a relação entre o homem e a máquina, sobre o problema do tempo, da relatividade, do amor, da individualidade (e do individualismo), do sonho, e da capacidade do ser humano de superar seus limites na condição de um projeto em constante transformãção e superação. Obrigatório.
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Felipe Figueiredo
16/01/2001
nota:Rate08
AI é sem dúvida um grande trabalho de Steven Spielberg em conjunto com Kubrick. Um filme tocante, forte, que abre discussões sobre o futuro, a robótica e outros assuntos, além de contar com um ambiente futurístico extremamente bem bolado e uma atuação espetacular de Haley Joel Osment.
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Danilo Fernandes
17/01/2001
nota:Rate06
Para um filme com "os dedos" de dois montros do cinema como Kubrick e Spielberg, "A.I." deixou um pouco a desejar. O filme de uma hora pra outra pula de um drama leve para uma pesada ficção e termina com um final que pra mim foi por demais empolgado. Os pontos fortes do filme foram a atuação do elenco e os poucos furos na ambientação futurista, coisa bem rara nas ficções atuais.
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Thiago Pereira
18/01/2001
nota:Rate09
O filme é resultado de uma receita que deu muito certo. É só juntar as histórias mirabolantes e com um certo teor pessimista (vide "2001 - Uma Odisséia no Espaço" e "Laranja Mecânica") de Stanley Kubrick e o dom de criação e emoção do premiadíssimo Steven Spielberg, o resultado é "Inteligência Artificial". O filme é emocionante, mágico e real, triste e alegre. Kubrick e Spielberg são tão diferentes que essa mistura, se não fosse na dose certa, não daria certo. O filme às vezes parece um conto de fadas, às vezes um história de terror. Haley Joel Osment arranca lágrimas, com aquela carinha de coitado, e Jude Law arranca risadas (e suspiros das meninas) com seu safado Gigolo Joe. O filme só não é nota 10 pois escorrega e fica um pouco cansativo no final, poderia ser um pouco mais curto e direto. Mais é claro que vale a pena conferir!!!
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Marcio
19/01/2001
nota:Rate010
Infelizmente aqui não tem nota onze! Soberbo. É o mínimo que se pode dizer deste roteiro escrito pela lenda Stanley Kubrick. A narrativa densa do roteirista original, mesclada com o lirismo do diretor Steven Spielberg, resulta num perturbador conto de fadas moderno (com toques de Pinóquio e O Mágico de Oz), que emociona e faz pensar sobre o nosso futuro como seres humanos, no mais puro sentido da palavra. A poesia e a modernidade desta parábola não cabem numa simples resenha.
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Samuel Bruno Vieira
20/01/2001
nota:Rate010
A expectativa pra ver o que Spielberg iria fazer com a obra de Stanley Kubrick era grande e o resultado na minha opinião foi um filme de visual espetacular e com um roteiro muito bom. A história gira em torno de um garoto robô que é criado pra ter emoções humanas. O garoto em questão é o sensacional Haley Joel Osment, um ator de apenas 13 anos mas com um talento descomunal, não há como não se comover com esse ator espetacular. O final do filme é a la Spielberg, bem fantasioso, mas não importa o filme é super agradável e interessante.
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Marcelo Luiz Nascimento
21/01/2001
nota:Rate07
Gostei do filme, mas não dou uma nota maior porque achei que Spielberg fugiu de seus "padrões" para fazer um filme de Stanley Kubrick, tanto que é notável as semelhanças dos personagens de Jude Law (Gigolo Joe) e Malcolm McDowell, em "Laranja Mecânica". Ambos os personagens têm as mesmas expressões e vêem o sexo da mesma maneira. Até o jeito de andar é parecido! Mas está certo que o filme é um show de efeitos especiais, tem uma ótima fotografia e a impecável trilha de John Williams, além de Haley Joel Osment, que desde pequeno mostra que tem muito talento. Além disso, o filme ainda mostra um "futuro" não muito impossível diante dos dias de hoje. É uma boa forma de fazer as pessoas abrirem os olhos e cuidar do planeta como cuidam da própria casa.
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ricardo
22/01/2001
nota:Rate04
A idéia do filme é boa, porém Spielberg se preocupa muito mais com os efeitos especiais do que com a estória, fazendo com que o filme não emplaque, pois até os efeitos não foram lá essas coisas. Vale pela atuação do garoto Haley Joel Osment, fantástico novamente, e... do urso "Teddy", que vai concorrer com a bola de vôlei do filme "Náufrago" como coadjuvantes que foram melhores que o filme onde aparecem!
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Leandro Gantois
23/01/2001
nota:Rate010
Um filme super sensível, com ótimo elenco e com Steven Spielberg, o nome já diz tudo. Os efeitos são ótimos, o segundo melhor filme do ano. Espero que a Academia se lembre dele pelo menos no Oscar de melhor ator, diretor e efeitos especiais!
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Marianaa
24/01/2001
nota:Rate010
Francamente, o filme foi bárbaro. Só a belíssima atuação de Haley Joel Osment já fez com que o filme fosse um dos melhores do ano. O final, apesar de ser bem triste, nos faz pensar bastante (e sair do cinema bem triste!). Eu não gosto muito de drama, mas esse conquistou meu coração. Não podemos nos esquecer de Steven Spielberg e Stanley Kubrick, que são mais do que excelentes. E os outros atores... Ah, esse filme é 10!
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Fernando de Paula
25/01/2001
nota:Rate06
Haley Joel Osment salva o dia em uma fita com direção imprecisa, roteiro claramente remendado e pouca criatividade. Na primeira hora da fita, há Kubrick; depois, Spielberg e sua mão melosa. Kubrick merecia mais.
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Bruno Manhaes
27/01/2001
nota:Rate03
Para mim, o que salva o filme da desgraça total são os atores Haley Joel Osment e Jude Law e a cenografia. E só. Roteiro chato que mais parece uma nova demonstração do complexo de édipo e um final que é praticamente uma colagem de "Contatos Imediatos de Terceiro Grau", também do Spielberg (diretor sem ousadia e injustamente cultuado). Ah, o filme ainda traz um urso de pelúcia que consegue ser mais chato do que o Jar-Jar de "Star Wars - Episódio 1". Vade Retro!!!
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Breno Moura
28/01/2001
nota:Rate010
O silêncio. Na sala de projeção ouvia-se apenas a voz de David, o menino-robô que amava com uma sensibilidade rara entre os próprios humanos. Mas, o que é ser humano? Será o melhor da vida? Talvez não. Nossa ignorância, nosso egoísmo e nossa falta de amor nos fazem ser repugnantes até para seres que foram criados por nós mesmos, numa tentativa de brincar de Deus e de manipular os sentimentos. Mas David não se interessa por nossa falta de responsabilidade, nossa ganância. Ele quer ser amado. Como todos os outros, humanos, claro. E ele vai em busca de seu sonho. Se tornar real. Mas ele não precisa. Ele já é. David tem o sentimento que nos falta, o Amor. Mesmo assim, ele deseja se transformar como Pinóquio, pelas mãos da Fada Azul. Certamente se David não fosse incorporado por Haley Joel Osment, "A.I. - Inteligência Artificial" seria uma porcaria. É impressionante como Haley consegue mudar de uma expressão quase robótica para uma realmente humana. Ele (David) chega a ser mais humano do que os outros, demonstrando sentimentos mais variados e singelos. Haley merece desta vez a estatueta dourada de melhor ator. Ele nos transmite leveza e simplicidade, o que muitos veteranos atores ainda tentam. Jude Law está no papel certo e merece uma indicação. A maquiagem sobre ele é muito realista e plastificada. Maquiagem e efeitos especiais caminham harmoniosamente em "Inteligência Artificial", os dois são excelentes. Destaque para os efeitos especiais na extinta Ilha de Manhattan e seus prédios. Trilha sonora, montagem e fotografia são mais que corretos. Nunca vi um retrato tão fiel e pessimista do nosso futuro.Quanto a Steven Spielberg, não há palavras. Há uma perfeita harmonia entre o elenco e tudo em volta dele. Esse, com certeza, é o trabalho mais emocional e singelo de Spielberg e o mais pessoal de Stanley Kubrick. Muitos reclamaram do final. Foi fantástico, espetacular. A fábula do menino-robô estava completa. Um rasgo à nossa genialidade, mas ao mesmo tempo nossa ignorância. David finalmente dormiu. Para sempre."A.I. Inteligência Artificial" não é para ser visto, e sim, sentido. Não vá com a cabeça, vá com o coração. Indiferente ninguém vai sair. A mensagem, ou melhor, a poesia toca nossa alma e a transforma. E depois, vamos querer, certamente, ser David.
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André Luiz
31/01/2001
nota:Rate09
O filme em questão é um filme completo: há momentos calmos, outros mais emotivos, é pontuado por cenas fortes de alta tensão, em outros momentos ele é contemplativo... Enfim, um filme inesquecível para quem está interessado em perceber as questões propostas no filme!
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marcelo
01/02/2001
nota:Rate09
Steven Spielberg conseguiu de novo. Um projeto de Stanley Kubrick, que é um diretor que tem um trabalho totalmente diferente do trabalho de Spielberg, mesmo assim Steven Spielberg resolveu assumir o projeto e acertou mais uma vez. Fez um filmaço logo após de um dos melhores filmes que ele já fez, que é "O Resgate do Soldado Ryan". "A.I." é uma estória muito bonita de um garoto-robô que quer se tornar um menino de verdade, como Pinóquio. As atuações estão excelentes, Jude Law muito bem como Gigolo Joe e Haley J. Osment num trabalho magnífico. Apesar do meio do fime ele cair um pouco, o começo e o final nos deixam de boca aberta. Na verdade este filme poderia se resumir em poucas palavras, é simplesmente "o filme que O Homem Bicentenário não conseguiu ser".
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Daniel Ânderson Müller
02/02/2001
nota:Rate010
Fantástico, genial, espetacular. Não me canso de elogiar um filme que tanto me surpreendeu. Eu vi algumas cenas em trailers e comerciais de televisão. Com isso, esperava algo mais tecnológico (não que não seja tecnológico, mas vocês me entenderam). E o que eu vi foi uma história de fantasia e sentimento, aliadas a efeitos visuais maravilhosos. O filme conta com uma interpretação fantástica de Osment, que está cada vez melhor. A direção é fabulosa, se bem que foge um pouco da energia, da velocidade e do humor de Spielberg. É como uma mistura entre ele e Kubrick. O resultado é um filme que envolve a quem assiste de uma maneira impressionante. Sem falar no final antológico.
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Lucas Gabriel
03/02/2001
O filme e pessimo, o menino passa o filme inteiro correndo atras de algo impossivel de ser realizado, atraves de metodos ultra mirabolantes (que nem no futuro existirao), e aquele final sem nexo, horrivel. realmente autor e diretor pisaram feio na bola.
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Fernando Luiz de Abreu Wang
04/02/2001
nota:Rate07
Um filme relativamente bom, mas Spielberg falha ao tentar aplicar o seu sentimentalismo exagerado. Jamais poderia juntar o sentimentalismo exacerbado ("Amor além da vida") com a estranheza que é própria da obra de Kubrick ("Laranja mecânica"). Saiu-se bem até a primeira uma hora do filme, depois é só pieguice.
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Fábio Fonseca
05/02/2001
nota:Rate04
Spielberg constrange nesse filme. Preocupado com sua visão de felicidade eterna para as crianças, sejam elas humanas ou não, produz um filme que choca pelo excesso. Quem viu o filme vai me entender: ele deveria terminar 30 minutos antes. Quem não viu pode se divertir tentando descobrir que "final" é esse.
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Rafael Alves
06/02/2001
nota:Rate07
Não é um bom filme, mas é um filme bom de ser ver. Os efeitos especiais são bons. A atuação do Haley Joel Osment é perfeita. A cena em que ele chama a mulher que o adotou de mãe é emocionante, devido a mudança na expressão que ele faz. Não assista pensando que verá um ótimo filme, com um roteiro excelente, assita e veja as maravilhas visuais que Hollywood pode fazer!!!!
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Cristian de Sousa
07/02/2001
nota:Rate010
Finalmente um filme que respeita a família e no qual se pode levar a esposa e os filhos sem a preocupação de surpresas, como apelações de sexo, drogas e outras. "A.I." é um filme para pessoas que vão ao cinema buscando a real função do cinema: lazer.
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Bean
08/02/2001
nota:Rate07
Até que Spielberg tentou, mas não chegou no nível de Kubrick. Se o filme fosse feito pelo gênio do cinema tudo seria mais subjetivo, tudo com mais sacadas: perguntas que regularmente não possuem respostas. Apenas posso dizer que ele é uma boa diversão familiar.
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Luiz Fernando Treviso
09/02/2001
nota:Rate08
O filme é uma experiência para sabermos como amar as pessoas, já que hoje essa palavra caiu fora do nosso dicionário há muito tempo. Steven uniu toda sua inteligencia para transformar esse filme que um dia pode se transformar em um clássico de todos os tempos. Para aqules que acharam o final algo sem nexo, estão precisando aprender o que é o verdadeiro amor entre uma mãe e um filho e a perda de alguém que já morreu. Quem não gostou eu não discordo da opinião, mais experimente assistir de novo que você irá sentir uma coisa diferente.
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Róger Ravanelli
11/02/2001
O máximo que pode-se dizer deste filme é deprimente. São duas horas e meia da preciosa vida do espectador jogadas no lixo ao ver essa bomba chamada "Inteligência Artificial", feita com o dom natural e divino que o diretor tem de enganar o público com os costumeiros besteirois sentimentais. E para piorar a situação a dupla Spielberg e Kubrick deu as mãos nesse filme, juntou o lixo com a porcaria. Pior que os dois, só Zezé de Camargo e Luciano. Kubrick é o fazedor de vazios, ele constrói um vácuo sem rumo nem prumo onde existe matéria de boa qualidade e um legião de pseudo-intelecutais costumeiramente aplaude até seu flatos. "Inteligência Artificial" é uma historinha ordinária, nela o empenho dos cientistas em fazer robôs humanóides deve-se ao fato das calotas polares terem derretido e metade do mundo transbordar afogando seus habitantes, sendo necessário a construção das máquinas por uma questão sentimental e acimentar o vazio deixado pelas almas que se foram. Motivo mais idiota não poderia haver! Quem tem pouca ou nenhuma percepção acredita mesmo que esse seria o motivo principal de se construir robôs, descartando o trilionário comércio envolvendo essas máquinas.Mas esquecendo o dinheiro, o roteiro tenta questionar a substituição do ser humano por uma máquina e sua capacidade de poder vir a ter sentimento e comportamento semelhante aos humanos. Dizem que a idéia do filme é original, mas ao reparar com mais atenção o espectador poderá perceber que esse filme é uma deformação do excelente "Blade Runner", o qual foi cinicamente copiado e esticado. David (molequinho de "O Sexto Sentido") é um robô-meca comprado por um casal para substituir o filho doente. Aí começa o dilema que faz Shaekspeare revirar no túmulo, "ser ou não ser". O camaradinha David tenta transpôr os limites máquina-humano e através do seu software transfomar seus sentimentos artificiais em algo natural. A história de Pinochio, o boneco de madeira que queria ser tornar gente, é pano de fundo desse dramalhão miserável, pois David, assim como Pinochio, tenta virar gente e parte em busca desse objetivo que é achar a "Fada Azul", personagem que transforma Pinochio em menino, na possibilidade de acontecer o mesmo consigo. O personagem-robô de Spielberg é o mais burro e patético já visto nas telas, ele deveria se informar com James Cameron como se faz um robô para as telas do cinema ou então assistir Futurama e conhecer o Bender. David é um produto de altíssima tecnologia dotado de inúmeras falhas, não técnicas mas criadas pelo diretor, que parece ser totalmente leigo no assunto robótica e inteligência artificial. Spielberg produziu uma porcaria sem igual, um roteiro medíocre que foge a todos os padrões e teorias do que seria realmente a sociedade com a criação de robôs com aspectos e comportamentos humanos. Nem vale estender o assunto sobre isso, porque o dejeto produzido não merece. Chega a um ponto que o diretor perde completamente o raciocinio e embola todo o roteiro, a história se perde deixando o espectador a deriva de um embuste sobre ficção cientifica. As cenas lentas são um convite para acelerar a fita, pois são desesperadoras e a angústia pelo fim do filme aumenta a cada segundo, pois ver o moleque-robô ir atrás da Fada Azul no fundo do mar com seu ursinho Teddy é torturante. Tortura resume bem esse filmeco, que nem de longe chega a ser aperitivo de ficção cientifica muito menos uma filosofia vagabunda. O cidadão que assistiu essa bosta tem um prejuízo imenso. Não se trata do dinheiro perdido com essa bomba, mas sim das preciosas duas horas e meia da vida que foram perdidas assistindo a essa avacalhação que nunca mais irão voltar e poderiam ter sido infinitamente melhor aproveitadas. Deveria haver uma indenização para cobrir tamanho prejuízo de quem assistiu essa palhaçada. Se alguém deseja procurar mais informações sobre como seria a vida com robôs e uma visão futurista sobre esse assunto, basta pegar um dos bons livros de Isaac Asimov. Tem trouxa que acha o filme uma obra de arte, é tão obra de arte quanto um cidadão cagar plantando bananeira! Não caia na armadilha de assistir este filme, feito pelo maior enganador de Hollywood.
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Átila Francis
12/02/2001
nota:Rate09
Steven Spielberg é sempre brilhante em seus trabalhos primorosos e este não poderia ser a exceção. É um filme belo, com interpretações marcantes, um roteiro poético e futurista, efeitos visuais de primeira, fotografia caprichada, montagem excepcional e direção magnífica. Muitos têm se queixado de sua longa duração, o que o torna um pouquinho cansativo, mas isso não tira o primor de sua história e da grandeza do filme. O roteiro discute os limites entre o homem e a máquina de forma magnífica, com uma ficção em que o ponto de vista dos humanos e do futuro seria de um robô-mirim. Uma história que é uma espécie de PINÓQUIO HIGH TECH, cuja inspiração para transportá-lo para o cinema veio do conto "SUPERBRINQUEDOS DURAM O VERÃO TODO". Originalmente a direção seria de Stanley Kubrick - um dos maiores cineastas do cinema, que nos deu filmes de rara qualidade como "LARANJA MECÂNICA" (1971), "SPARTACUS" (1960), "NASCIDO PARA MATAR" (1987), "O ILUMINADO" (1980), "BARRY LYNDON" (1975), "LOLITA" (1964), "GLÓRIA FEITA DE SANGUE" (1957), "2001 - UMA ODISSÉIA NO ESPAÇO" (1968), entre outros. Mas ele veio a falecer e Steven Spielberg agarrou o projeto com força e dedicou o filme ao mesmo. O elenco brilha invariavelmente. Cabe citar dois desempenhos memoráveis: Haley Joel Osment (de "O SEXTO SENTIDO") como o menino robô, que encanta com uma interpretação leve e sutil, e Jude Law, que faz Gigolô Joe e dá um show (aliás, Jude Law sempre tem o cuidado de escolher roteiros de qualidade, é só lembrar os seus filmes anteriores: "WILDE", "CÍRCULO DE FOGO", "O TALENTOSO RIPLEY", "GATTACA - EXPERIÊNCIA GENÉTICA", etc). Além do brilho dos atores, o filme é pura magia, que nos impulsiona para um futuro de espantosa tecnologia e aventura além da imaginação humana. Celebrado como um triunfo, é um filme à frente do seu tempo. Sem dúvida, um dos dez melhores filmes do ano!
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Desirée
13/02/2001
nota:Rate010
Ficção científica não faz parte do meu gosto cinematográfico, mas com essa obra-prima começarei a rever meu ponto de vista. Desde o começo, o filme prometia. Primeiramente por ser um filme dirigido pelo talentoso Steven Spielberg, seguido pelo anúncio da atuação do pequeno Haley Joel Osment, que mesmo com pouca idade demonstra um grande talento, ultrapassando até os atores de grande nome em Hollywood. Mas o que importa para a comercialização de um filme é a história. Misterioso, emocionante, envolvente e, pode-se dizer um tanto intelectual, esse filme traz um pouco da "realidade" do mundo. Ele nos mostra o homem daqui a algumas centenas de anos, e que, incrivelmente, não mudaria nada. O homem continuaria o mesmo, sem evolução, mesmo com evoluções. Profundo e cativante, esse não é um filme de ficção científica, é um filme sobre o amor, de como deveria ser o amor. Uma ficção sobre o amor. Um amor fictício, um amor artificial mais capaz que o amor humano.
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Renato Rosatti
14/02/2001
nota:Rate08
Em 07/09/01 entrou em cartaz a ficção científica "Inteligência Artificial" (A.I. - Artificial Intelligence), dirigido por Steven Spielberg, num projeto em parceria com o genial cineasta Stanley Kubrick (que faleceu antes do início das filmagens) a partir de uma história do escritor Brian Aldiss. Participam do elenco o garoto Haley Joel Osment (o mesmo de "O Sexto Sentido") em outra excelente performance, e o jovem Jude Law (do drama de guerra "Círculo de Fogo"), além de Frances O'Connor, Sam Robards e o experiente William Hurt. O menino Osment interpreta o robô David, que foi criado para sentir emoções e que tem a capacidade de amar. Num futuro não muito distante, o planeta sofreu uma grande inundação nas cidades litorâneas devido ao derretimento das calotas polares pelo superaquecimento do sol através do efeito estufa. A natalidade passou a ser controlada pelos governos e as grandes empresas de robótica criaram então andróides como filhos para as famílias que por algum motivo não podiamter suas crianças. O robô David foi concebido como a mais sofisticada versão da robótica com capacidade de sentir o amor, e ele foi então passado a uma família cujo filho estava em estado de congelamento devido a uma enfermidade terminal, aguardando o despertar num momento de tecnologia mais favorável à cura. Após um tempo de adaptação para todos no relacionamento de David com os pais (O'Connor e Robards, um funcionário da empresa que concebeu o pequeno robô), o filho "real" do casal acaba despertando e se junta novamente à família, gerando alguns conflitos e um incidente que leva os pais a abandonarem David à mercê dos perigos de uma civilização preconceituosa contra as máquinas. A partir daí, o pequeno robô, ajudado por um outro andróide (Law) criado como amante sexual dos humanos, parte em busca de seu espaço num mundo hostil e seu sonho de se tornar humano e ter seu amor reconhecido pela mãe. Os efeitos especiais são magníficos como já é de se esperar numa produção de Spielberg, destacando-se as cenas de uma New York inundada onde apenas os prédios mais altos estavam acima do nível do mar, lembrando um outro filme similar, "Waterworld", com grandes cidades totalmente submersas. A história do robô com sentimentos e que quer se tornar humano, no estilo do conto de fadas "Pinóquio", lembra também outro filme de FC recente, "O Homem Bicentenário", com Robin Williams e baseado em obra do escritor Isaac Asimov. E Spielberg sabe muito bem como contar uma história de entretenimento, a exemplo das outras ficções científicas que dirigiu, "Contatos Imediatos do Terceiro Grau" (1977) e "E.T., o Extraterrestre" (1982), de onde percebe-se inspirações para esse "Inteligência Artificial". Ele abusou um pouco do sentimentalismo e o filme se arrasta em alguns momentos em seus longos 146 minutos, e certamente se Kubrick ainda estivesse vivo, com sua visão de um mundo decadente e com pouco espaço para conclusões otimistas e "felizes", o filme tomaria outros rumos. Mas, como cinema de entretenimento, a especialidade indiscutível de Spielberg, ele funciona bem e cumpre seu papel.
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Paulo Trindade
15/02/2001
nota:Rate010
O filme conseguiu despertar emoções bastante diversas. Acho que este é o tipo de filme que ou você ama de paixão, de assistir mais de uma vez, ou então você condena como se fosse um dos piores do mundo. O mais importante dessa obra é a sua relevância com relação ao tema amor. Nele encontramos o amor materno, para nós seres humanos, como um dos mais puros, o amor carnal, conduzido pelo robô Gigolo Joe em suas peripécias amorosas e no ursinho Teddy, como sendo o amor maduro, aquele que nos remete a matura idade. Enfim, assisti ao filme mais de uma vez e acho que assistirei mais ainda. Um outro ponto a parte é a trilha sonora brilhantemente conduzida pelo grande maestro John Williams. Realmente sem aqueles sons, com certeza o filme não teria aquela ambiência onírica.
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Guilherme Lino
16/02/2001
nota:Rate09
O filme é um conto de fadas para a nova geração. Sem nenhum furo no roteiro que nos faça prever algo que vá acontecer em seu decorrer e o final não peca, tampouco foge da trama, pois de uma forma ou de outra estavam ligados desde o início.
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Vanderson Santos
17/02/2001
nota:Rate010
Eu pretendia assistir ao filme "A.I." no dia de sua estréia, 7 de setembro de 2001. Mas uma série de atividades da faculdade não permitiu que eu encontrasse espaço para assistir esse tão esperado trabalho de Steven Spielberg. Por isso mesmo eu sinto que hoje, junho de 2002, sua uma das últimas pessoas que assistiram ao filme. Desde a estréia do filme até o dia em que fui a videolocadora ouvi muitos comentários a respeito do longa, bons e ruins. Não houve uma única pessoa que achou o filme regular. Então resolvi assistir ao filme sem expectativas, como se o meu primeiro contato com a obra fosse no momento em que coloquei a fita no videocassete. Depois de quase duas horas e meia, cheguei à minha conclusão: tinha acabado de assistir a uma bela fábula, onde fica provado que os sentimentos nunca serão substituídos pela tecnologia, mesmo quando se encontram no interior de um pequeno robô. Spielberg prova, mais uma vez, que merece ser chamado de gênio do cinema: hoje e sempre!
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Alex Girardi
17/02/2001
nota:Rate05
Quando fui assistir "Corpo Fechado" vi um cartaz de "A.I." que impressionava. Fui assistir todo bobo, porque são poucas vezes que filmes cult aparecem por aqui. Me enganei. "A.I." não é nada cult, apesar de ser uma das grandes produções do ano. Será que exagero? Acho que não. O filme tem uma boa história, a atuação do ator principal é magnífica, comovente. A cena em que a mãe o deixa é muito triste, a atuação não deixa nada a desejar. Mas no final o filme se perde. Isso começa no momento em que o robô gigolô (não me lembro dos nomes) e o menino (acho que é David) chegam em uma Nova York totalmente submersa. Daí em diante o filme fica meio devagar, mas a qualidade continua ótima, os cenários, os efeitos, às vezes estão até melhores. Mas a grande viagem do filme são os etzinhos. É um filme ótimo, mas meio artificial.
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Paulo Fernando
18/02/2001
nota:Rate04
Eu paguei por um filme e vi 3? No começo o filme parecia ser espetacular, um drama de um casal que perde o filho e tenta suprir sua falta com um andróide com emoções. Quando a história está ficando boa começa "Mad Max"? E termina com "Contatos imediatos do terceiro grau"??? Viajaram na maionese!
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luiz carlos
19/02/2001
nota:Rate010
Filme fantástico, pode decepcionar os que estão acostumados a entender o filme antes de terminar, mas o filme traz questões muito profundas sobre valores e sentimentos de uma forma que jamais alguem pode enchergar, é tão inteligente que pode parecer um simples drama com efeitos especias. Direção e atuação (de todos) NOTA: 10. os resultados em relação ao oscar foram injustos, mas deve-se ao um filme à frente do seu tempo.
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Daianea
20/02/2001
nota:Rate07
A "MÃE" DO MENINO ROBô, CONSEGUE DESTRUIR TODAS AS CENAS DA QUAL PARTICIPA, Ô MULHER ODIOSA!!! BOM FALANDO SOBRE O FILME ACREDITO QUE TODOS OS FILMES VÊM PARA TE ENGANAR, ESTE É O SERVIÇO DELES E É POR ISSO QUE ODEIO FILMES QUE CONTAM HISTÓRIAS REAIS, É VERDADE UMA FORÇADINHA ALIENÍGENA NÃO ERA NECESSÁRIA, MAS, PRA QUEM FICA FELIZ QD O FINAL É FELIZ VALEU!
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Júlio César
21/02/2001
nota:Rate010
Ótimo filme. Um filme envolvente, que com a ajuda de todo o resto, cenografia (uma das melhores partes), elenco, iluminação, efeitos especiais, conseguem te tirar da realidade e transportar para aquele mundo fantástico por três horas (sim, o filme tem duas horas e meia, mas precisei de mais meia hora pra me ligar no mundo de verdade novamente). Vejam este filme com olhos ingênuos, se deixando levar, o efeito é delicioso e desconcertante.
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Renata Monteiroa
22/02/2001
nota:Rate05
Um filme realmente estranho, como todos os de Kubrick. Mas não tem a qualidade de 2001, portanto, acaba fazendo o espectador perder a linha ou, no meu caso, a paciência com tanta invenção. As atuações de Halley Joel Osment e Jude Law são boas, mas não seguram esse filme sem pé nem cabeça.
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Fernando Schartty de Lopond
23/02/2001
nota:Rate010
Um dos melhores filmes que já vi, Haley Joel Osment, eu diria que é o "melhor ator de todos os tempos". Spielberg realmente é um ótimo diretor. Achei comovente, e surpreendente. O final, é emotivo, assim como todo o filme. A história de um menino que procura a mãe, e tem várias aventuras com outro robô (Jud). Procurando a Fada Azul, por ter ouvido a história de pinóquio, contada por sua mãe (Frances O'Connor). Filme bem comovente. Sendo prescionado pelo irmão (Jake Thomas) um menino chato, e ignorante. Basicamente, o filme é maravilhoso!
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Vanessa de Oliveira Pradoa
24/02/2001
Um filme tosco. Muito tosco. Fico sem palavras para descrever meu descontentamento ao assistir essa porcaria. As pessoas costumam julgar esse filme pelos efeitos especiais e pelo fato de haver a união entre Kubrick e Spielberg.Só pq o mundo aplaude,eu não devo fazer o mesmo,mas sim,devo analisar friamente essa bomba.Um filme sem roteiro decente,longo demais,argumentos sem sentido.Um samba do crioulo doido!!!!!!Aquele menino idiota em busca da Fada Azul...que emocionante!Até uma criança escreveria um roteiro melhor... simplesmente deplorável.Assistam Blade Runner,o melhor filme de ficção científica de todos os tempos!Não gastem dinheiro,e não percam o seu precioso tempo com "A.I".Para se ter idéia da mediocridade do filme,o personagem principal era orientado por um ursinho,o Teddy.Não é preciso falar mais nada...Um garotinho em busca da Fada Azul, acompanhado pelo Teddy(o único ser que raciocinava decentemente.UMA BOMBA DE FILME!
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Danielaa
25/02/2001
nota:Rate07
Ótimo filme,apesar de ser pesadíssimo emocionalmente (principalmente no insólito final). É basicamente uma análise sobre emoções e sobre o amor, tendo como pano de fundo uma fábula futurista. Bom para arrancar litros de lágrimas,graças à atuação (como sempre!) maravilhosa de Haley Joel Osment. O garoto é insuperável!!!! Jude Law também estava excelente.
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Marcelo Volles
26/02/2001
nota:Rate07
É um filme que o espectador terá que assistir com a "mente aberta", Spilberg vai fundo numa idéia muito pouco imaginável. Lembrando que a meia-hora final do filme é completamente inútil e com o simples propósito de dar um final feliz ao filme.
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Ninaa
27/02/2001
nota:Rate03
Um filme e pessimo, eu paguei para ver um filme gigante e ruim. Nao vale a pena ver esse filme, a historia e meio que boba. Steven Spielberg nao trabalhou bem como de costume. A historia e bonita, mas nao me comovou, e indentica ao classico infantil Pinocchio, so que mais tecnologico e sem o negocio do nariz, voce fica o filme inteiro praticamente "dormindo" e tem um final pessimo. Ele so nao e uma "fraude" total, por causa de efeitos especiais brilhantes. Se esse filme fosse menor, um pouco menos repetitivo(as cenas se repetem d+, tem muita coisa sobrando nele) ele poderia se melhor.
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Paulo Trindade
28/02/2001
nota:Rate010
Este filme ainda incomoda. E como disse antes, existem aqueles que o amam de paixão e outros que o odeiam. É como o amor funciona em nossas vidas. Considero ainda, a sua trilha sonora especial e única. O maestro John Williams caprichou bastante desta vez. Ela é bastante diferente do que já ouvimos do maestro antes. Podemos considerá-la como o auge de sua maturidade criativa. Sinto-me remetido às cenas do filme quando a escuto e relembro detalhes preciosos do mesmo. Acho que esta é a função da trilha, evocar cenas. Ela não é redundante e tem momentos brilhantes como a cena do esconde-esconde entre David e sua pseudo-mãe. A música incomoda os ouvidos com notas dissonantes que lembram a brincadeira, porem como é mostrado no filme, nenhum dos dois estava a vontade para realizá-la. O filme tem todo uma retórica fundamentada nas n uances do amor e o que este amor provoca. Precisamos repensá-lo a partir do ponto de vista deste amor e o que nós enquanto terceiros protagonistas na trama podemos contribuir no aspecto do sentimento em si. Este filme ainda incomoda e com certeza ainda será alvo de muitas outras obervações. Espero que não as esgote.
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Teddy Mitchell
02/03/2001
nota:Rate08
Sem dúvida um ótimo filme. Spielberg prende do começo ao fim a atenção de como será a Terra futuramente, como se um "após guerra", houvesse um sentimento mecânico através de robôs em diversas formas. Achei-o muito bom!!! Recomendo para que preservem mais o planeta!
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Luiz Augusto Marcondes
03/03/2001
nota:Rate010
Spielberg nos surpreendeu novamente. Só uma barata deixaria passar despercebido a intensidade e a profundidade que desta história. O tema é muito forte, o amor materno infinito, proporções que faz a mente viajar enquanto assistimos este filme. Parabéns ao Spielberg.
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Aurélio Araújo
04/03/2001
nota:Rate010
Simplesmente um dos melhores filmes que eu já tive a oportunidade de assistir. O filme é iconoclasta, isto é, uma imagem vale mais que mil palavras. Isso pode se comprovar quando David e Joe vão procurar o Dr. Know em Rouge City, o lado boêmio de N. Jersey. Além disso, o filme retrata um fato que já tem se tornado muito comum em nosso dia-a-dia: a dominação do homem pelas máquinas. O filme também faz uma crítica às religiões, que atualmente têm cunho moralizante, mas que no futuro terão cunho purista, pregando a exterminação dos robôs. Isso se comprova na cena em que David e Joe vão para o Mercado de Peles. Enfim, o espectador não consegue ficar um minuto sem prestar atenção na seqüência de imagens apresentadas em A.I. Vale a pena conferir esta obra prima do cinema americano.
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Victor Stifler
05/03/2001
nota:Rate010
Bem... Spielberg e Kubrick... O filme promete... Foi exatamente o que aconteceu. O filme revela toda a sensibilidade de Spielberg e mostra que ele realmete e fâ de Kubrick, pelo jeito em que ele deixou a marca de Kubrick na trilha sonora e no modo de filmar, extenso e detalhado, mostrando que Haley Joel Osment já tem seu Oscar reservado, e isso é só questão de tempo... Acho que se Kubrick tivesse trabalhado junto com Spielberg nesse filme, teríamos o melhor filme do século... Mais um filme que não é para todos, pois tem uma história complexa e emocional, que traz aquele clima nostálgico dos filmes de Kubrick, como 2001: Uma Odisséia no Espaço e De Olhos Bem Fechados, e a grandiosidade de Spielberg como em Contatos Imediatos do Terceiro Grau. Excelente!
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Fernando Nunes Spillere
07/03/2001
nota:Rate08
Uma história bela com personagens criativos e uma bela edição de arte. Tinha tudo para ser o mais novo clássico de conto de fadas se não fosse por um detalhe... É maçante demais, e quando eu falo demais é porque é demais mesmo!
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Nicholas Kiessling
08/03/2001
A QUESTÃO É FASCINANTE, E O FILME TAMBÉM, NOS FAZ REVELAR TODOS OS SENTIMENTOS QUE O PROTAGONISTA DO FILME BUSCOU. A DIREÇÃO E A PRODUÇÃO DO FILME A CARGO DE UM GÊNIO. RESULTADO NOTA 10."
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Murilo
09/03/2001
nota:Rate08
Não vou dar dez pq o filme não merece...afinal Spielberg "estragou" o filme dando sua principal característica - o final feliz - Segundo o roteiro de Kubrick o filme deveria terminar quan do o androide fica congelado, isso sim levaria o filme a ser uma obra prima! Pena que foi dirigido por Spielberg!
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Andy
10/03/2001
nota:Rate010
Excelente filme, excelente atuação de Haley Joel Osment e excelente direção e roteiro de Steven Spielberg. Tudo isto já é uma somatória de qualidade, ainda contamos com a persistência de Stanley Kubrick em rodar este filme. Pena ele não ter visto o ótimo resultado de seu emprenho. Só lamento a história ser tão triste. Quem espera um defecho "final feliz", vai se dar mal.
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Carlos T. Shimazuki
11/03/2001
Não gostei do Roteiro, pois e muito fora da realidade, como um Robo tem "Sentimentos" Porisso que o mundo anda assim Trocam Mulheres por Bonecas, Para Teenage e um filme ate bom para imaginar como vai ser o futuro agora, como um garoto que ve mortos vira um Robo?
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Luca Sttuch
12/03/2001
nota:Rate010
Maravilhoso, Spielberg realmente é um diretor maravilhoso! A história choca, o foco do filme é o AMOR. Haley Joel Osment, como sempre, MARAVILHOSO, ESPETACULAR, belícima atuaação. Jud Law também esva ótimo.
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Marcos Watanabe
13/03/2001
nota:Rate010
O filme é muito bem elaborado, com uma direção impecável e principalmente a atuação de Haley Joel Osment é digno de um ator muito experiente. O filme é singelo e muito comovente, que não apenas enfoca a ficção, mas também o puro amor de mãe e filho. A.I. é d+!
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Ursulla e Thiagoes
14/03/2001
nota:Rate09
Achei o filme bem bacana show de de bola. Mexe muito com a pessoa que está vendo o filme principalmente por ele está correndo atrás de seu sonho,mas ele não sabe que o seu sonho não pode ser realizado.E gostei também porque mostra como o ser v humano é ignorante.
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Nathalie Pottiera
15/03/2001
nota:Rate010
Se pudessemos separar os filmes em duas classes com certeza uma das classes seria Spielberg. Steven Spielberg não é um ou senão "o" diretor mais aclamado da história do cinema à toa. Ele coloca toda a sua sensibilidade e seu coração em cada obra que dirige. E essa não poderia ser diferente. Um filme tocante, sensível que te leva as lágrimas. Um filme que te deixa uma impressão duradora sobre ele. A atuação de Haley Joel Osment colore cada centímetro dessa obra que deixará marca até daqui há 100 anos.
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Jéssicaa
16/03/2001
nota:Rate010
É um filme execelente, apesar de ter muita ficção, eles conseguem passar uma realidade para nós. E como em todos os filmes Haley Joel Osment dá um show em seu personagem. Para você que não gosta de um filme de ficção assista-o que você vai mudar o pensamento.
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eri aurelio da maia
20/11/2009

O filme é razoável, não é ruim. O que é espantoso é a falta de compostura e de educação de alguns comentaristas. Se você não gosta de alguma coisa argumente, mas não são necessários insultos nem palavrões. Essa gente deve ser a mesma que depois sai por aí, vestindo branco e reclamando "dignidade" e "cidadania". Uns pobre coitados". Dá pena ver até onde o Brasil chegou...


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humberto
25/12/2009
nota:Rate06

Um bom filme, sim, nada de surpreendente ou comovedor. Mas mesmo sim, vale assistí-lo pela mensagem.


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♥ismália da luz♥
29/12/2009
nota:Rate010

O filme é muito bom bem melancólico também!Excelente filme! Só poderia ser mais curto!


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♥ismália da luz♥
29/12/2009
nota:Rate010

Excelente filme, poderia, porém, ser mais curto!


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♥ismália da luz♥
29/12/2009
nota:Rate010

Excelente filme!Porém, poderia ser menos melancólico e mais curto!


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♥ismália da luz♥
29/12/2009
nota:Rate010

Excelete filme, porém, poderia ser menos melancólico e mais curto!


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