Acossado

Acossado 2010-05-22 Francisco

Título original: (À Bout de Souffle)

Lançamento: 1959 (França)

Direção: Jean-Luc Godard

Atores: Jean-Paul Belmondo, Jean Seberg, Daniel Boulanger, Jean-Pierre Melville.

Duração: 86 min

Gênero: Policial

Status: Arquivado

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(18 votos)

                   

Sinopse

Após roubar um carro em Marselha, Michel Poiccard (Jean-Paul Belmondo) ruma para Paris. No caminho mata um policial, que tentou prendê-lo por excesso de velocidade, e em Paris persuade a relutante Patricia Franchisi (Jean Seberg), uma estudante americana com quem se envolveu, para escondê-lo até receber o dinheiro que lhe devem. Michel promete a Patricia que irão juntos para a Itália, no entanto o crime de Michel está nos jornais e agora não há opção. Ele fica escondido no apartamento de Patricia, onde conversam, namoram, ele fala sobre a morte e ela diz que quer ficar grávida dele. Ele perde a consciência da situação na qual se encontra e anda pela cidade cometendo pequenos delitos, mas quando é visto por um informante começa o final da sua trágica perseguição.

 

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Elenco

  • Jean-Paul Belmondo (Michael Poiccard)
  • Jean Seberg (Patricia Franchisi)
  • Daniel Boulanger (Inspetor de polícia)
  • Jean-Pierre Melville (Parvulesco)
  • Henri-Jacques Huet (Antonio Berrutti)
  • Van Doude (Jornalista)
  • Claude Mansard (Claudius Mansard)
  • Jean-Luc Godard (Informante)
  • Richard Balducci (Tolmatchoff)

Comentários

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Lidiane em 03/02/2012

Obra prima!!! Fiquei totalmente encantada pelo enredo, pelo modo como a narrativa foi conduzida,enfim...acho que todos deveriam ver esse filme.

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Carlos em 31/12/2011

...Detalhe para a cena em que "Patrícia" vende jornais no meio da rua no começo do filme ( E com a bela trilha sonora ). Essa mesma cena foi usada em "Os Sonhadores" do Bertolucci.

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Carlos em 31/12/2011

...Bom filme, o romance no qual envolve os dois principais atores do filme é bem descontraído. Uma paixão de "adolescentes" é o que me lembrou..fugindo assim do convencional, pois na maior parte dos filmes vemos namoros burocráticos e sem sal. Chama atenção a maneira em que as filmegens das cenas foram feitas. Tem horas que parece que os próprios atores estão andando com a câmera na mão e outras você sente o tremor do câmera, sentimos os passos dele. Parece que Godard queria trazer o cinema ao "âmbito" do amadorismo, sem deixar é claro, de ter qualidade artística e liberdade de expressão acima do cinema clássico. Um filme inovador para a época, quebrando com os dogmas tradicionais dos cineastas até então.

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Deise dos Santosa em 02/01/2001Nota: 4     

Este filme é do diretor francês Jean L. Godard, o pai da Nouvelle Vague francesa(movimento cinematográfico da década de 60). É um belíssimo filme, bem dirigido e com uma linda fotografia. É ousado, apresenta a linda jovem de cabelos curtos (que fez moda pelo visual em Paris). É a típica luta do rebelde sem causa. Os chamados cortes-no-eixo estão presentes no filme revelando não só algo característico da Nouvelle Vague, como o estilo do diretor. É um clássico e uma obra ímpar para história deste movimento cinematográfico e para a história da linguagem cinematográfica. Uma nova maneira de fazer cinema, bem longe da linguagem clássica de Hollywood. Belíssimo e interessante, um filme importante para todos que estudam cinema e para os que amam o cinema!

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Rony Fernandes em 05/01/2001Nota: 5     

Obra-prima policial absoluta. O trabalho de edição é de competência impar fazendo o expectador assistir a um filme leve e descontraído. Esse primeiro filme longa de Godard é um marco do cinema mundial e certamente um dos meus preferidos. Continua sendo inovador até hoje! Aula de cinema em todos os sentidos!

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Renata D'Eliaa em 04/01/2001Nota: 4.5     

Ótima direção de Godard, marco da Nouvelle Vague. O personagem marginal do filme se parece muito com o interpretado por Franci Citti em "Acattone", de Pier Paolo Pasolini.Belíssima fotografia.

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Gabriel Wirz em 06/01/2001Nota: 3.5     

É inegável a importância de Godard para o cinema.Seus filmes nunca serão bem interpretados se assistidos uma vez e sem prestar atenção.A pessoa tem que perceber tudo que está constituido obscuramente.Peca apenas pelo seu excesso na lentidão,e pela chatisse excessiva.Godard é geralmente conhecido como o chato-mór do cinema arte,mas mesmo assim não deve-se deixar de assistir suas obras.

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Rafaela Zampiera em 08/01/2001Nota: 5     

Um elegante, romântico e charmoso filme fracês. Interessante a forma como ele representa a cultura pop da época, reinventando a maneira de se fazer arte, tornando- a menos aristocrática e mais cotidiana, de forma que nos sentimos mais próximos da obra. Um verdadeiro clássico, com ritmo e a beleza dos grandes e inesquecíveis filmes, cujo o cinema, sem eles nada seria. Imperdível.

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Verenaa em 07/01/2001Nota: 2     

Sim, o jogo de câmera é lindo. Sim, Godard nunca erra, mas, não empolgou, faltou algo. O filme não ultrapassou o conceito da estética e atingiu algo além disso. Não há uma idéia essencialmente a ser discutida, um tema a ser tratado.Para um filme ser uma grande obra não basta uma forma boa preciso haver um conteúdo que nos provoque,nos instigue questões e não acho que este filme de Godard nos proporcione muito disso.

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Marco Túlio da Silva Chagas em 03/01/2001Nota: 2     

O filme baseia-se numa narrativa cheias de lacunas dando uma sensação de que está faltando algo. Foi importante na história do cinema mundial pela maneira como bateu de frente com a extrutura social de uma época (o papel da mulher na sociedade européia), porém para um espectador contemporâneo o filme chega às vias do desagradável pela lentidão de sua narrativa e pela inconstância de sua filosofia.

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