Título original: (About Schmidt)
Lançamento: 2002 (EUA)
Direção: Alexander Payne
Atores: Jack Nicholson, Hope Davis, Dermot Mulroney, June Squibb.
Duração: 124 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Warren Schmidt (Jack Nicholson) é um homem que 60 anos que precisa lidar com a recente aposentadoria e também com a morte repentina de sua esposa. Incerto sobre seu futuro e também sobre seu passado, ele parte em uma jornada rumo ao Nebraska para ajudar no casamento de sua filha Jeannie (Hope Davis) com Randall (Dermot Mulroney), um vendedor de camas d'água. Entretanto, cada novo passo que Warren dá parece ser sempre errado, fazendo com que ele acredite que o fim de sua vida será igual ao seu passado: um grande fracasso. Até que Warren decide dividir sua jornada com um inesperado amigo: um jovem garoto da Tanzânia o qual ele patrocina pagando 73 centavos por dia. Em suas longas cartas ao garoto Warren expõe sua história e passa a ver com outros olhos sua própria vida.
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Breno Moura em 04/01/2002Nota: 5
"As Confissões de Schmidt" é um filme sobre a realidade. Sobre a vida medíocre que muitos de nós somos forçados a levar por limitações e preconceitos. Sobre o medo de experimentar coisas novas, de recomeçar. E também, é um filme de Jack Nicholson. O roteiro - certamente, merecia uma indicação ao Oscar - narra a história rotineira de Warren Schmidt, um homem da terceira idade que acaba de se aposentar - ele é substituído por um "garotão", como ele mesmo diz numa das cenas mais hilárias - e que perde a esposa repentinamente. Com uma mudança radical na sua vida, e sua única filha se casando com um "panaca", Schmidt passa sua vida medíocre a limpo por meio de suas confissões para um pequeno africano que ele adotou por meio daquelas campanhas. Uma história cativante, que merece ser vista por todos, que com certeza se identificarão com pelo menos parte da vida de Schmidt. Jack Nicholson é um grande ator. Sua atuação é centrada, firme e.. emocionante. Mas, quem merece o Oscar não é Jack Nicholson e sim, Warren Schmidt."
Fabio em 13/01/2002Nota: 3.5
Eu perdi esse filme nos cinemas e só pude ver em video agora em 13/08. gostei do resultado mas o que me incomodou é que mais de 99 % do filme fica focado em nicholson,nao há uma cena em que ele nao eteja ,por isso chega a cansar da cara dele,mas nada que chegue a estragar o filme. outro ponto a ser levantado é que as cenas sao bem longas o que desanima um pouco... tirando esses pontos, o filme é todo de nicholson e mereceu todos os premios."
pedro1asakura em 03/01/2002Nota: 4.5
Com certeza merecia mais atenção da Academia. O roteiro vencedor do Globo de Ouro merecebia ao menos uma indicação. É muitíssimo bem desenvolvido. Alexander Payne também foi ótimo. Conduziu o filme que as vezes é quase um monólogo numa trama não cansativa. Nicholson está sem comentários. Fez todas as caretas possíveis em parecer exagerado e passou muito bem o personagem Warren Schmidt. Kathy Bates talvez não mereça o Oscar mas está com a mesma classe e carisma de sempre ao entrar em cena."
Vinícius Krobath em 14/01/2002Nota: 5
Poxa, não vai surpreender? muito pelo contrário, o final do filme é inesperado e emocionante. O filme certamente nos deixa uma importante mensagem - estamos fazendo algo que nos torne importante a alguém ou apenas estamos vivendo para um dia a morte chegar e...adeus. Aqui jaz um homem como todos os outros. As Confissões de Schmidt certamente foi o melhor filme que assisti no cinema no primeiro semestre de 2003. Dou nota 10 certo de que se houvesse a opção 100, eu a colocaria."
Alexandre Ramos em 16/01/2002Nota: 4.5
Você tem que dar valor para as coisas enquanto ainda as têm! Os covardes nunca partiram, os fracos morrem no caminho, somente os fortes chegaram, eles foram os pioneiros! São coisas para se pensar caro Ndugu. Ótimo filme,hilário e triste ao mesmo tempo. Excelente atuação de Nicholson.
Bruno Teófilo de Azevedo em 02/01/2002Nota: 4.5
Um filme bárbaro, com uma atuação incrível de Jack Nicholson, nos fazendo relembrar do clássico "Um Estranho no ninho" e "O Iluminado", Jack é fabuloso, ele vive o personagem com tanta realidade, é magnífico vê-lo nas telas do cinema. O drama é ótimo, uma maravilhosa história e uma incrível e "absurda" atuação."
Bastian em 11/01/2002Nota: 3.5
Colhemos muitas vezes o que ao longo de nossas vidas plantamos. De repente o tempo torna-se importante. Repensamos e resolvemos ir a luta. Resgatar nosso passado.Refazendo equívocos, consertando e concluímos que uma vida 'so se vive UMA VEZ. JACK vive o dilema real de todos que viveram e num determinado instante nos damos conta que poderíamos olhar um pouco mais para quem nos cerca. Interagir nossa vida. Grandes feitos estão na simplicidade de nossos atos. 75 centavos para uma criança. Assista e pense!"
Orestes Chaves em 15/01/2002Nota: 4.5
Mudando totalmente o rumo dos personagens que marcaram sua carreira, como em “O Estranho no Ninho”(1975) e “O Iluminado”(80), onde interpretava “malditos”, com aquele olhar que tanto lhe rendeu, Jack Nicholson exercita agora em “As Confissões de Schmidt” seus mecanismos de defesa quando compõe Warren Schmidt, um triste retrato do homem médio americano. Morador de Ohama, Nebraska, Warren acaba de se aposentar e se enche de conflitos quando reflete sobre sua medíocre passagem pelo mundo. Mediocridade sempre presente em tudo nesse filme, que como o protagonista, esconde sua verdade através de uma sucessão interminável de lugares comuns, clichês e cafonice que só a sociedade americana sabe criar. O diretor Alexander Payne apresenta o coração dos Estados Unidos, onde também nasceu, com fina ironia, de forma límpida e pausada. O aposentado, sem nada para fazer da sua vida, adota virtualmente um menino de 6 anos, de nome Ndugu, através de um programa assistencialista, com o qual começa a se corresponder, narrando seu modo de viver no primeiro mundo. Desnorteado após a morte da esposa Helen (June Squibb), Warren faz uma viagem turística insólita e acaba em Denver, para o casamento de sua filha Jeannie (Hope Davis) com o também patético Randal (Dermot Mulroney). Lá encontra Roberta Hertzel (Kathy Bates), segurando a outra ponta da corda “social”, como uma liberada meio hippie cheia de amor pra dar. Pena que sua participação seja pequena, mas tem sentido, pois seu furor sexual é muita areia para o “caminhãozinho” de Warren, que nunca deixa a emoção fluir, carregando em sua “carcaça” o sonho de um povo que se julga superior mas que não sabe o que fazer com ele (o sonho). Antológico é o discurso “quase sai” de Warren, em uma maturidade artística de Nicholson, que flerta com a decrepitude que todos estamos condenados. Chatos somos nós, Warren!"
Confuso e estranho,embora aos poucos mostre oque realmente propõe.No inicio,Kable(vivido po...
por Lukas Henrier, 14/02/2012 às 11:13
...Minha mãe vira e mexe fala nesse filme, ela gostou mais do que eu. Nesse e no O Maskara....
por Debora Christie, 14/02/2012 às 11:03
O título diz literalmente tudo.Você pode encontrar nesse filme apenas estes três substant...
por Lukas Henrier, 14/02/2012 às 11:02
Cada Um Tem a Gêmea que Merece
Sinceramente nao entendo como filmes imbecis com atores imbecis ainda rendem tanto!
por William, 14/02/2012 às 09:36