Título original: (La Teta Asustada)
Lançamento: 2009 (Peru, Espanha)
Direção: Claudia Llosa
Atores: Magaly Solier, Susi Sánchez, Efraín Solís, Marino Ballón.
Duração: 95 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
A teta assustada é um folclore existente no Peru, que atinge as mulheres estupradas durante a guerra do terrorismo. Seus filhos absorvem a doença através do leite materno, ficando sem alma. É o que ocorre com Fausta (Magaly Solier). A súbita morte de sua mãe faz com que ela tenha que enfrentar seus medos e o segredo que esconde: a existência de uma batata em sua vagina, como forma de se proteger de um possível estupro.
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Rafael Vespasiano em 17/10/2010Nota: 5
Um filme belíssimo e ímpar. Claudia Llosa demonstrou ser uma diretora sensível, pois, de forma bastante metafórica, mostrou o drama da sociedade peruana durante o período de terrorismo no país. Mas, também o drama da protagonista vivida magnificamente por Magaly Solier. Dor, vergonha, luto, depressão, tristeza, tudo simbolizado na figura melancólica da protagonista. Um filme maravilhoso. Mostrando a força do Novo Cinema Latino-Americano!
tiago neves em 28/02/2010
Uma bela realização de Claudia Llosa, uma historia bastante complexa, com sentimentos que se confundem durante toda a historia, uma dor que ultrapassa gerações, e que nos causa uma inquietude, Magaly Solier esta magnifica, grande talento!, é um filme dificil, porém belissimo...vale a pena, assistir!
Silvio Zaleski em 18/02/2010
La Teta Asustada é um filme difícil. Li na internet que a diretora quis no filme criar uma metáfora da atual sociedade peruana e de como lidam com os traumas peruanos das guerilhas que espalharam terror e morte pelo país. Isso é importante saber para digerir o filme. Se olhar o filme pelo prisma da diretora, o filme como metáfora, a história é genial, pois pinta com maestria a dor de um país, tentando se desvencilhar de suas dores e de seus mortos. A relação de Fausta com o jardineiro é única. O jardineiro é o inconsciente coletivo habitando Fausta ( a história e a identidade do país). Se olhar o filme apenas como mais uma história, o filme retrata uma jovem com uma melancolia quase surreal. A mãe estuprada, a ligação da personagem com o passado da mãe que também é o seu, a dor gerada pela sina escolhida pela personagem. Não se vê espaço para esperança na história de Fausta. Claudia Lhosa conseguiu fazer dois filmes, dois sentidos, duas histórias num só filme,mas com um significativo final: acredita na redenção. Por isso, merece reverência por esse filme. Um bom filme.
Ridículo, tanto o Daniel Craig, como o filme como um todo...sempre quando muda o ator, muda...
por Donato, 14/02/2012 às 15:42
BOMBA!!!Fuja desse picaretagem ,tudo é mau feito, mais um troféu abacaxi para a coleção ...
por Benedito, 14/02/2012 às 12:42
o melhor dos 7 sem duvida
por kabal_win, 14/02/2012 às 12:20
Confuso e estranho,embora aos poucos mostre oque realmente propõe.No inicio,Kable(vivido po...
por Lukas Henrier, 14/02/2012 às 11:13